Roteiro

Roteiro

VAUX LE VICONTE O CASTELO QUE INSPIROU VERSAILLES

O castelo de Vaux le Viconte para mim é um dos mais belos perto de Paris. Grande dica para quem está  na cidade luz e quer curtir um passeio fora, é apenas a 55 km da capital e de uma beleza única. Foi construido em 1658 por Nicolas Fouquet que era o grande intendente das finanças do poderoso “Rei Sol”, Louis XIV. Só grandes nomes de muito talento foram chamados para construir esta obra prima: Le Vaux  para arquitetura, Le Nôtre para paisagista e Charles Lebrun para decorador e pintor. O resultado é um castelo glorioso, que foi a grande inspiração para construção do Castelo de Versailles.

VISUAL AÉREO DO CASTELO

OS SENSACIONAIS JARDINS!

ENTRADA DO CASTELO A NOITE ONDE SEMPRE ACONTECEM GRANDES CONCERTOS NO VERÃO!

SALA DE JANTAR MAGNIFICA!

GRANDE SALÃO.

SALÃO HECULES

SALA DO TRONO.

VISTA DO JARDIM

MP

 

VAUX LE VICONTE O CASTELO QUE INSPIROU VERSAILLES Read More »

ISLÂNDIA: UMA VIAGEM À TERRA DO FOGO!

Enquanto eu vou apresentando nosso “Blogueiro” de hoje, mostro também outro ângulo desta terra mágica… BN

Devo este post ao querido amigo Ricardo Zecchin, marido da musa Rita, que com sua generosidade lembrou do BLOG, ao ouvir o relato de uma maravilhosa viagem feita pelo casal amigo, Renata e Ilan Kelson, à Iceland ou Islândia, para nós aqui do quentinho…

Ilan mirando a estrada que o levará para esta maravilhosa viagem que nosso BLOG mostra hoje… Fotografado pela querida Renata! BN
Mirem, por exemplo, a beleza de cachoeira que eles vão encontrar masi a frente!

Num relato delicioso, fraseado objetivo e muito humor, Ilan nos conta suas aventuras pela terra do fogo, na melhor das companhias: sua divina mulher, a queridíssima, Renata. E o melhor, tudo documentado por fotos incríveis, também de sua autoria. Curti muito… BN

Olhem que visual…. Estas lindas montanhas coloridas são em Landmannalaugar! BN

ILAN KELSON:
“Fizemos duas viagens à “Iceland!

Lindo visual à oeste da ilha, perto da Arnarstapi…
PRIMEIRA VIAGEM:
Na primeira, em 2011, fomos com uma turma de 10 amigos e alugamos um mini-bus com guia, sempre saindo de Reijkavik. Usamos a Grayline Tours. Ficamos bem satisfeito com eles. Ajudam no roteiro e na programação. Oferecem, também, tours programados de ônibus. Mas nesse caso, você fica sem a opção de parar nos lugares, a hora que quiser.
Pate papo boêmio, nas ruas de Reijkavik, às 4 da manhã… BN
Chegamos a Reijkavik, uma cidadezinha bem cool. Ficamos no Hotel Borj, que é muito bem localizado. Ele tem alguns quartos grandes e excelentes, são os que estão reformados. E outros quartos menores e bem piores: importante se informar. Lembro que o quarto 16 é um dos maravilhosos. Levem uma máscara de dormir pois os “black outs” não vedam muito bem as janelas. E não esqueçam: são 24 horas de luz por dia. Não tem noite no verão. Fomos no final de junho e a temperatura girava em torno de 15 graus centígrados.

Restaurantes excelentes, em Reijkavik, como o Fish Market, Fish Company e Grill Market. O peixe e o cordeiro são excepcionais. Eles têm, também, sushis super diferentes, de primeira qualidade. Recomendo não comer baleia pois, além de politicamente incorreto, pode não cair bem. A minha mulher provou e quase passou mal: fora a culpa, a carne é horrível.

Madrugada bombada em Reijkavik! BN

A madrugada de sábado para domingo, em Reijkavik, é uma verdadeira loucura . Todos alegríssimos, mulheres lindas. Fomos acordados pelo barulho da rua, às três e meia da manhã. Resolvemos, então, levantar e sair para fotografar. Um monte de gente na rua, uma grande festa. O pessoal volta pra casa, às cinco da manhã.

Pra quem gosta de loura, as de Reijkavik são mesmo deslumbrantes… BN

Dizem que os vikings sequestravam as inglesas mais bonitas e levavam para lá. Por isso, a quantidade enorme e surpreendente de mulheres maravilhosas.

Fizemos 4 percursos:

1- Fomos costeando o lado oeste da ilha, em direção à praia de Arnarstapi. Foi um belíssimo passeio. Levou umas 10 horas.

2- Fomos para o que eles chamam de Golden Circle. Não gostamos (com excessão de algumas cachoeiras maravilhosas). É turístico demais. Não recomendo.

Cratera do Golden Circle… BN

3- Fomos, pelo sul, até as geleiras. Adoramos. O único problema é que leva 6 horas pra chegar e a volta é pelo mesmo caminho da ida.

Lindo visual dos icebergs flutuando… me lembrou a Patagônia e suas geleiras BN

4- Fomos visitar a “Blue Lagoon”. Interessante mas popular e turístico demais. Fica a uns 40 minutos de Reijkavik. Talvez valha a pena ir, mais por curiosidade, mas não va esperando demais.

A “Blue Lagoon”, em pleno verão: põe turístico nisso… BN
Visão panorâmica da “Blue Lagoon”. BN

SEGUNDA VIAGEM:
Fomos só minha mulher e eu. A idéia era fazer fotografia. Fizemos uma grande pesquisa no Google, procurando os sites que pareciam mais interessantes. Desembarcamos em Reijkavik e pegamos um vôo para o norte da ilha, mais precisamente a cidade de Akureyri. Aí, contratamos um guia e alugamos um carro. De lá, fizemos um caminho lindíssimo, em direção ao lago Myvatn. Dormimos lá duas noites. Existe uma quantidade enorme de lugares para visitar. É uma região de muitos lagos, crateras, cascatas fabulosas, áreas geotérmicas inacreditáveis.

A beleza do lago Myvatn! BN

Depois disso, voltamos para Reijkavik e aí trocamos o carro para um Toyota Land Cruiser. Tem que ser 4×4. Tem muitos caminhos “off road”, além de termos que atravessar alguns rios, dirigindo.

Esta foto não foi tirada pelo querido casal kelson. Mas pus pra lembrar que 4X4 é um “must rent”, na linda Islândia! BN

Por falar nisso, ficamos atolados, apesar do 4X4 no meio de um rio, com minha mulher dirigindo é claro, numa região de lagos e rios, onde se faz “fly fishing”. Um trator veio nos resgatar. Foi uma paranóia na hora que atolamos pois era um lugar aonde passa muito pouca gente. Não dava para sair do carro, já que a água estava quase no nível da porta. Tivemos a sorte de umas pessoas passarem na hora. Tentaram nos resgatar. Tentativa frustrada. Acabaram ligando para o “ranger” da região, que mandaram um trator: este, finalmente, conseguiu nos tirar de lá. Enfim, não esqueçam: 4×4. Além disso, recomendo que atravessem os rios do lado dos cascalhos e não na parte da areia, como fez a minha querida esposa. Enfim, esta foi a melhor parte das duas viagens…

Se for para passar somente uns 4 dias, em “Iceland”, eu iria para a região que eles chamam de Highlands (planalto Islandes) que fica a 154km de Reijkavik. A parte mais sensacional é Landmannalaugar. Tem “hikings” (passeios) maravilhosos. As cores das montanhas são incríveis. O problema é a acomodação. Ou se fica num “hut”, encontrável no coração dessa região, em que dormem um monte de gente no mesmo quarto, ou se acampa do lado do “hut”: é  bastante limpo e organizado e os banheiros são coletivos.

Lindo esta paisagem e verde, just for a change…

Como já passamos da idade, acabamos indo parar num hotel de beira de estrada, chamado Highland, que fica a uma hora de Landmannnalaugar. A outra opção que é ainda pior, é o outro hotel do mesmo dono, que fica pertíssimo deste. Como só um “empresário hoteleiro” domina a região, ele não faz muito esforço para melhorar as coisas.

Foto do Hotel Highland, caso precisemos, um belo dia, ligar o nome à pessoa…

Pelo menos o hotel é limpo e o quarto bem espaçoso. A comida, cara, era bem fraca. A grande vantagem é que fica a 50 km de Landmannalaugar. Tudo off road. O caminho para chegar a este hotel é simplesmente espetacular. Podem reservar umas duas ou tres horas para a viagem. Seu dono desse deu excelentes dicas sobre  lugares para ir.

Não deixem de conhecer, também, a região de rios e lagos onde fazem “fly fishing”: imperdível.” IK

Deixo vocês com mais fotos lindas desta terra mágica chamada Islândia: pussei-a na frente da minha lista dos lugares imperdíveis! BN

CLIQUE AQUI PARA MAIS FOTOS!

ISLÂNDIA: UMA VIAGEM À TERRA DO FOGO! Read More »

Um dia andaluz!

Nosso amado BLOG fica radiante quando colhe fruto maduro e dulcíssimo de suas pregações. Como a viagem que a queridíssima amiga Ana Claudia von Lachmann fez às Cuevas de Nerja e arredores, e nos conta a seguir. Curtam muito! BN  

O sorriso lindo de Ana Claudia enfeitando nosso BLOG!

Ana Claudia von Lachmann: “A convite da BN, escrevo para vocês sobre a minha experiência em Nerja e arredores.

Cueva de Nerja, deslumbramento!

Temos amigos que, em 2005, compraram uma finca entre Cómpeta e Torrox, a 46km de Málaga e 15 minutos distante de Nerja. Anualmente eles nos convidam para passar uma temporada na finca, durante o verão. Neste ano, decidimos aceitar o convite, depois de ler um post sobre o assunto, no 40forever, em 7 de novembro de 2011. Deixei o roteiro por conta dos amigos e pedi apenas para incluir Cuevas de Nerja na programação!

No primeiro dia fomos à Gruta, assim que acordamos e, mesmo estando preparados, nos surpreendemos. O lugar é impressionante, com uma beleza exuberante, de tirar o fôlego, tanto por sua grandiosidade quanto por seu acervo arqueológico. Mas como Cuevas já foi muito bem descrito no post da BN, vou me restringir a contar como foi o resto desse dia.

Aqueduto de Áquila, lindo!

Saindo das Cuevas, passamos pelo imponente Aqueduto de Águila, com cinco pisos de arcos com ladrilhos superpostos, construído no século XIX para transportar água para a fábrica de açúcar da região.

A linda e branca Frigiliana…

De Nerja seguimos para Frigiliana, que é uma linda cidade com parte de sua construção moura e outra parte mais moderna, como são as tradicionais cidades andaluzes. Esta cidade merecidamente ganhou, por 3 anos consecutivos, um prêmio por embelezamento e conservação, notadamente pelo ótimo estado do legado árabe da cidade e pela abundância de flores e plantas que a enfeitam.

O charmoso pueblo de El Acebuchal…

Saímos de Frigiliana para almoçar na cidade de  El Acebuchal, no único e maravilhoso restaurante de culinária regional que tem o divertido nome de La Venta de Virtudes.

As lindas montanhas de Tejeda, em Málaga!

Esta cidade está situada no “Parque Natural das Montanhas de Tejeda e Altamira” e é localmente conhecida como Cidade Perdida ou Cidade Fantasma, porque entre os anos de 1949 e 1998 foi totalmente abandonada por seus moradores e ficou em ruínas, sendo cuidadosamente restaurada até os descendentes dos antigos moradores voltaram, em 1998.

O visual rio Chillar…

Depois do almoço, já com a energia recarregada, voltamos à Nerja para mais uma grande aventura: andar no rio Chillar, subindo até sua nascente, que fica aproximadamente a 3 km da “Fábrica de Luz”.

Fizemos um encantador passeio, ao longo do rio, com água a apenas 20 cm de altura. Atravessando canyons, tomamos banho em cachoeiras e mergulhamos em verdadeiras piscinas de água clara, com vegetação exuberante e temperatura muito agradável.

Feirinha em Cómpeta…

Depois voltamos para casa, descansamos um pouco e nos arrumamos para a festa da cidade de Cómpeta, que ocorre entre os dias 22 e 25 de julho, sempre no final de semana seguinte ao dia de São Sebastião, patrono da cidade.

A festa foi realmente encantadora, com toda a cidade florida, muita música, mulheres lindas vestindo roupas típicas e a procissão a cavalo, com pessoas de idades variadas saindo da Plaza de la Almijara!

A encantadora Plaza de Almijara…

A noite terminou com um jantar no restaurante El Pilón, com todos embriagados pelo delicioso perfume da planta “dama da noite”, que na Espanha tem o mesmo nome, e totalmente apaixonados por essa região que é conhecida por Costa do Sol!” ACL

Um dia andaluz! Read More »

SALZBURG: BLIND DATE ABENÇOADO!

BN com a linda Salzburg ao fundo!

Meu “blind date” com Salzburg acabou em casamento, juras de amor eterno e uma vontade louca de voltar!

Um carregamento do “ouro rosado” , o SAL de Salzburg!

“Reino do Sal” no coração da Europa, de onde tirou seu sustento e pontificou como cidade-estado por séculos, Salzburg parece saída de um conto de fadas. Sem ponte levadiça mas com um entorno feérico de montanhas mágicas, que separam o céu mais azul do verde vivíssimo que a deslumbrante vegetação de bosques e relva imprime em seu sopé, os dias de verão, por lá, são de tirar o fôlego. Assim, até nós forasteiros, sentimos um certo “orgulho-cívico” por pertencermos, mesmo provisoriamente, àquela atmosfera única e inesquecível.

Olhem que visual!

É uma delícia flanar pela cidade de Mozart, suas ruelas interligadas por passagens quase secretas, aonde nos perdemos para reencontrar nosso rumo em outra praça linda e igualmente florida, com as jardineiras mais bem servidas que já vi na vida: as fachadas das casas austríacas são um show à parte. Portanto, a primeira providência turística é deixar a vida te levar, pelo labirinto de Salzburg!

Fachada linda e florida de uma praça em Salzburg!
Outro recanto delicioso…
A casa em que Mozart nasceu…

Território urbano conhecido e reconhecido, aconselho passear pelas redondezas que vão da lindíssima Baviera ao romântico Tirol. Repleto de atrações naturais, geográficas e históricas, o ponto alto do seu passeio vai ser mesmo a beleza da região, com milhares de rios e lagos límpidos e cristalinos, escondidos a cada curva do caminho, um abastecendo o outro numa simbiose aquática impressionante. Mais a bucólica cadeia alpina, definindo o céu com delicadeza, bosques e campos de flores silvestres de todas as cores, tudo isto somado invadindo, sem pedir licença, nossos incrédulos olhos.

Me senti no topo do mundo…
Olhem que espetáculo este “quase canion”, na Baviera: fizemos um lindo passeio de barco aí!

Única queixa, para a defesa do consumidor: a famosa Edelweiss, flor símbolo da Áustria, diferente do que nos cantou o capitão Von Trapp, é uma verdadeira prima donna e se esconde como ninguém…

Olhem bem pra esta preciosidade… figurinha difícil por lá!

Mas tudo isto é moldura pro que me levou à cidade: o Festival Anual de Verão de Salzburg, aonde por cinco semanas temos o privilégio de ver e ouvir o que há de melhor na música clássica e ópera. As grandes orquestras, os melhores solistas, os cantores do momento, apresentando-se dentro e fora dos palcos, pois a cada esquina esbarra-se com algum ídolo musical, ao vivo e a cores!

Cartaz do Festival de Salzburg!
Eis o maravilhoso pianista András Schiff , depois de um concerto no Grobes Festspielhaus.
Apresentação emocionante de uma versão modernésima da “Flauta Mágica”, do salzburguense Mozart, numa sala encravada na pedreira cujos arcos, ao fundo, são do século XVII!

A elegância da platéia é um capítulo à parte, por lá todos capricham à sua maneira: amei ver as lindíssimas austríacas, com suas roupas típicas, versão dia de festa. As estrangeiras, alinhadérrimas, também enfeitam o ambiente, sempre apropriadamente vestidas: é uma curtição vê-las desfilar seus lindos vestidos black tie, quando o espetáculo é à noite. Mas quem não aderir, nenhum problema, em Salzburg o que vale é sermos felizes e nos sentirmos bem!

Durante o intervalo dos concertos, as portas dos teatros são abertas e alguns bares montados do lado de fora, para drinks… super agradável!

A noite salzburguense é alegríssima, os restaurantes fervem, especialmente os situados nas cercanias dos teatros. Lá, artistas misturam-se aos clientes, depois de suas performances: uma satisfação para os olhos, uma festa pra o espírito.

Os queridíssimos Rafael Fonseca e Claudia Nogarotto, responsáveis por nossa maravilhosa viagem!

Não posso terminar meu relato sem mencionar o privilégio que tive em viajar com o Professor Rafael Fonseca. Especialista em história da música clássica, ele e sua empresa de acontecimentos culturais, a VIRA, organizou toda nossa viagem, escolheu os espetáculos que vimos, a dedo, conseguindo lugares esplêndidos. E o melhor, antes de cada um deles, fazia palestra para já chegarmos ambientados. Luxo total! BN

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

SALZBURG: BLIND DATE ABENÇOADO! Read More »