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TERRA SANTA por SUZEL ROSMAN

 

Suzel e Eduardo Rosman no local onde Jesus ensinou aos apóstolos a rezar o Pai Nosso!

 

Que presente abençoado recebemos de nossa querida Suzel Rosman! Além de amiga e ser humano espetacular, ainda é uma brilhante advogada!

Ela nos conta a viagem que acabou de fazer à Terra Santa! Uma aula de fé, de história e de esperança!

Muito obrigada querida, nós do 40 Forever agradecemos muito sua generosidade em dividir essa experiencia esplendorosa conosco!

AC

 

O Pai Nosso está escrito em TODAS as línguas, nas paredes; inclusive em hebraico e aramaico, como você vemos aqui

 

“No dia que cheguei da Terra Santa, fui a um almoço nordestino na casa de uma amiga e encontrei a Ana Cecília, daí a razão desse post.  Naquele dia o avião chegou uma hora mais cedo do que o previsto e às nove e meia da manhã eu já tinha corrido praticamente a volta da Lagoa, ido à Missa e votado no nosso Prefeito. E ainda assim eu estava com a sensação de que me sobrava energia para fazer muito mais.  Vai ver que toda essa energia veio comigo de Jerusalém; que toda essa animação tem um nome e esse nome (como diz uma das várias músicas que a Clara Magalhães canta com tanta emoção) é Jesus.

 

Maquete da cidade velha de Jerusalem, (do tempo de Jesus)

 

E realmente uma das coisas que mais me surpreendeu na Terra Santa foi imaginar Jesus subindo e descendo em todas as direções, em regiões tão áridas e pedregosas, andando por leitos de rios secos, num calor que mesmo agora, no outono, é quase insuportável.  A simplicidade e a precariedade da vida naquelas condições, a quantidade de grutas que foram habitadas (e realmente, dentro das grutas, a temperatura é muito agradável e estável), as oliveiras à sombra das quais o simples descanso é um grande prazer, tornam a viagem à Terra Santa uma viagem no tempo, para dois mil anos atrás.

A quantidade de peregrinos das três grandes religiões monoteístas – judaica, cristã e islâmica -, é ao mesmo tempo comovente e confusa. O número de pessoas é tão grande que parece difícil “entrar no clima”.  Mas mesmo no meio de tanto barulho, flashes de máquinas fotográficas e garrafas de água (todo mundo segura uma), há momentos em que o Sagrado se apresenta com tamanha força, que a gente se sente muito pequeno no meio de tanta grandeza.  E outras vezes é a postura reverente de um peregrino, a devoção de muitos outros, as orações faladas ou cantadas, que nos deixam com uma sensação especial de que é um privilégio poder estar ali, junto com tanta gente de fé, e que Deus é o mesmo para todos nós, não importa qual a religião.

 

tesouro de Petra

 

É muito interessante ver, em Jerusalém, que muitas vezes os lugares santos são os mesmos para mais de uma religião (inclusive, para as três grandes).  Vejam só esse exemplo: o muro das lamentações, que é apenas uma fração pequena do antigo Templo de Salomão que foi reconstruído por Herodes – e ao qual Jesus foi muitas vezes – sustenta, por assim dizer, a Esplanada do Templo, que também é local sagrado para os muçulmanos e onde eles construíram uma mesquita sobre o domo da rocha.  Foi nessa rocha – segundo a tradição – que Abraão, ao oferecer em sacrifício seu filho, como prova do seu amor a Deus, recebeu do Senhor o comando de poupar seu filho e oferecer um animal em troca.  E foi dessa mesma rocha, segundo a tradição dos seguidores de Maomé, que o fundador do islamismo foi levado aos céus e recebeu a revelação de Deus que consta do Alcorão. O domo da rocha está fechado para a visitação, só entram muçulmanos. Já na Esplanada do Tempo todos são bem vindos, mas duas curiosidades:  ninguém pode levar cruzes, seja no pescoço ou mesmo nas bolsas ou mochilas, ao entrar na Esplanada. E tanto na entrada do Muro das Lamentações como da Esplanada do Tempo (onde há controle igual aos dos aeroportos) há diversos soldados armados, todos parecendo ter no máximo dezoito anos.

O Padre José Maria, dos Legionários de Cristo, incansável na sua missão de guia espiritual e ao mesmo tempo querendo mostrar tudo ao nosso grupo, realizou missas diárias, sempre em locais muito especiais e nos levou a todos os lugares santos!  Confesso que foram tantas Igrejas, tantas grutas, tantas ruínas, tantos caminhos, que só agora, ao fazer o álbum da viagem, é que vou tentar – e para isso terei que contar com a memória prodigiosa do meu marido – fazer a relação foto e local.  Até em Cafarnaum, onde morava Pedro e os primeiros apóstolos, nós fomos…

 

O MURO DAS LAMENTAÇÕES

 

Eduardo Rosman com a vista da cidade murada de Jerusalém.

 

Começamos a viagem por Petra, que é inacreditável e que as fotos – por melhores que sejam – não conseguem passar a sua grandiosidade, apesar de mostrarem a sua total aridez.

Passamos depois pelo Monte Nebo, de onde Moisés avistou a Terra Santa, mas morreu logo depois, nunca tendo chegado à Terra Prometida.  Dali fomos a Tibérias, às margens do Mar da Galiléia, que foi nosso refúgio por três dias e da onde fomos visitar uma série de lugares. E aqui, duas outras curiosidades: o Mar da Galiléia nada mais é do que um lago, o Lago de Tiberíades. Numa região em que a água é um milagre, aquele lago que deve medir umas doze Lagoas Rodrigo de Freitas parece mesmo um mar… Aliás, com uma água cristalina e de uma temperatura irresistível. Nosso hotel em Tibérias ficava na beira do Lago e apesar dos poucos horários permitidos para o banho e da intensidade da programação, conseguimos aproveitar uma meia hora de banho “de lago” às seis e meia da manhã, já com um sol muito quente. E numa das tardes da Galiléia, ao invés de irmos a um dos locais de Missa (naquele dia ela foi realizada no Monte das Bem Aventuranças), pegamos um barco, do tipo bem antigo, para atravessar o Lago e qual não foi a nossa surpresa quando a capitã do barco hasteou uma bandeira do Brasil e colocou, para tocar, o Hino Brasileiro. Nosso grupo inteiro se levantou e cantou!  E a música seguinte foi “Jesus Cristo”, do Roberto Carlos. Choros à parte (e foram vários os momentos da viagem em que muitos de nós soluçamos mesmo), foi um momento emocionante imaginar que Jesus, naquele mesmo Mar, andou sobre as águas e fez Pedro e seus outros apóstolos pescarem uma quantidade de peixe inimaginável.

 

Hotel Notre Dame – Jerusalem – (O Papa fica lá)

 

Vista do hotel do Vaticano em Jerusalém, onde tem uma cobertura espetacular para os jantares, à noite com vista total para a cidade velha, que fica em frente ao hotel.

 

Da Galiléia fomos para Jerusalém. Ficamos no Hotel Notre Dame, que é do Vaticano e onde o Papa fica, quando visita a Cidade.  Fica em frente a um dos Portões da Cidade Murada de Jerusalém (a parte antiga), a menos de oito minutos, a pé, do Santo Sepulcro, da Via Sacra e de todos os vários setores da cidade intramuros.

 

Foi nesse local, no pátio da Torre Antonia, que Jesus sofreu todo tipo de sofrimento. As pedras são gigantes e todas daquela época.

 

Ficamos em Jerusalém por seis dias, numa programação que invariavelmente era superior a 12h diárias. Fomos à gruta de Elias, o mais tremendo dos profetas do Antigo Testamento. Fomos a Belém, visitar a gruta onde Jesus nasceu e outra curiosidade: Belém está sob jurisdição palestina e apesar de ser muito próxima de Jerusalém, só se pode entrar na Cidade mostrando passaporte.  E a nossa guia, que era judia, teve que ficar antes da “fronteira”, pois em Belém ela estava proibida de entrar.  Fomos a Nazaré, no local da Anunciação, à Basílica da Visitação (local do nascimento de São João Batista), ao Cenáculo (onde, pela tradição, realizou-se a Última Ceia), à Igreja da Agonia, que fica ao lado do Horto das Oliveiras (onde Jesus rezou logo antes de ser traído por Judas e ser preso), à casa de Caifás (onde Jesus ficou preso antes de ser julgado e condenado), ao Lithostrotos (parte do Pretório, onde Jesus foi humilhado, machucado e coroado com uma coroa de espinhos). Percorremos a Via Dolorosa e chegamos ao Calvário e ao Santo Sepulcro.

 

Horto das Oliveiras (ao lado da Igreja da Agonia), em Jerusalém.

 

Durante a nossa estada na Terra Santa, o Padre José Maria fez a nossa renovação dos votos do Batismo, nas águas do Rio Jordão. E lá vimos talvez uns trezentos brasileiros (acho que evangélicos) vestindo túnica branca e mergulhando no Jordão, dividindo o espaço com uns peixes até bem grandinhos. Nós preferimos nos batizar de roupa mesmo, ali na beira do Rio. E todos trouxemos água do Rio Jordão para casa. Alguns para batizar netos, outros para a renovação dos votos de batismo dos amigos católicos.

O Padre também renovou nossos votos matrimoniais em Canaã, exatamente no mesmo lugar onde Jesus, a pedido de Nossa Senhora, realizou o seu primeiro milagre. E não posso deixar de registrar que esse “novo casamento” foi feito no final do dia, quando já estávamos suados, empoeirados, cansados.  Havia sério risco dos maridos não quererem renovar os votos vendo as mulheres naquela situação.  E ainda por cima, chorando! Mas tivemos um monte de madrinhas maravilhosas, pois nem todos os maridos puderam acompanhar as suas mulheres à peregrinação à Terra Santa.

 

 

Igreja da Visitação (quando Maria foi visitar a prima Isabel)

 

E o grupo da viagem foi, realmente, sensacional. E do começo ao final, almoçando e jantando juntos (várias vezes em bandejão, para o desespero dos que gostam de comer bem, mas afinal era uma peregrinação), com a mesma alegria, o mesmo companheirismo, a mesma cumplicidade, seja na divisão de água, na partilha das maravilhosas tâmaras, na divisão de leituras das missas e inclusive no “chororô”.  E olha que o grupo já estava se reunindo dois meses antes da viagem, para jantares semanais, logo após as aulas do professor Francisco. E ainda vamos nos reunir na fazenda de uma das integrantes do grupo para sessão de fotos!

 

Essa é uma foto do Mar Morto, a 400m abaixo do mar!!

 

Além de todas as visitas aos lugares religiosos, conseguimos fazer quatro programas fora do roteiro religioso: a visita ao Museu de Israel, cuja própria arquitetura e esculturas a céu aberto são um “must go”; o espetáculo de som e luz, numa das fortalezas de Jerusalém, contando a história de sucessivas destruições e reerguimentos da cidade santa; o banho no Mar Morto, com direito a lama retirada do fundo para ser passada no corpo todo, flutuações e muitas gargalhadas; e os passeios de bicicleta em Tel-Aviv.

 

Tel-Aviv

 

Mas os lugares mais emocionantes, para mim, foram a gruta onde nasceu Jesus, o Santo Sepulcro (onde está localizado o local em que a cruz foi encravada na rocha, o local em que o corpo de Jesus foi lavado, antes de ser enterrado e o Sepulcro propriamente dito (tudo dentro da mesma Igreja, dividida em setores entre diferentes grupos cristãos e cuja porta é aberta e fechada, todos os dias, por uma família muçulmana, que recebeu essa incumbência do Sultão, diante de tantas brigas que ocorriam entre os cristãos) e o Horto das Oliveiras.

 

Quram, onde foram achados os papiros do Mar Morto, que estão no Museu de Israel, num espaço cuja arquitetura é espetacular, copiando a tampa das vasilhas de barro onde foram encontrados os papiros.

 

Fui ao Santo Sepulcro todos os dias, porque tive um impacto muito forte na primeira vez que ali entrei e era muito perto do Hotel. Ao longo dos dias fui ficando muito feliz de voltar àquele lugar sagrado. Não só porque cada vez tinha uma missa diferente ali, toda cantada, mas também porque foi o local onde pude ver mais cristãos rezando; e o mais importante: porque Jesus não está enterrado ali!  Afinal, Ele ressuscitou.  Aleluia!

Em todos esses lugares a música que vinha sempre à minha cabeça – e cantamos em várias oportunidades – é aquela que a Clara Magalhães (sempre a Clara!) costuma cantar nos ofertórios das Missas das quais ela participa:  “Jesus está aqui, tão certo como o ar que eu respiro, tão certo como o amanhã que se levanta, tão certo como eu te falo e podes me ouvir”.

 

Foto do grupo todo, no Campo dos Pastores, pertinho da gruta onde nasceu Jesus, tirada pelo Padre José Maria.

 

Nunca mais vou ouvir uma leitura nas Missas sem me transportar para os locais em que tudo aquilo que os Evangelistas contam na Bíblia, aconteceu. Seja como for, fui atrás das pegadas de Jesus numa peregrinação com os amigos, tendo como guia espiritual um padre, uma guia turística judia e um motorista muçulmano.  Um turbilhão de emoções várias.  E a certeza de que Jesus é incansável e continuará vindo sempre ao nosso encontro, para caminhar ao nosso lado.  A viagem acabou (apesar de parecer que fiquei viajando durante meses).  Mas é daqui para a frente que vou poder perceber no que é que a visita à Terra Santa vai poder modificar – para melhor – a minha vida.”

 

Tamareira, que encontramos por todo lado.

 

SUZEL ROSMAN para o 40 FOREVER

 

AC

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ARNYS: PARA OS HOMENS

Arnys, marca super elegante e tradicional francesa de roupas e acessórios para os homens, foi fundada por Jankel Grimbert em 1933. Seus netos, Jean e Michel Grimbert, continuam a frente do business em Paris.

Michel e Jean Grimbert

 

As roupas são feitas na França e na Itália, muitas sob medida, com material super exclusivo e sofisticado.

Entre seus muitos clientes tem sempre os famosos, entre eles: Sartre, Picasso, Baldwin, Noiret, Hemingway, Mitterrand… ( já tô achando estas roupas altamente inspiradoras!).

AC

 

 

14, Rue des Sèvres

www.arnys.fr

AC

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RUSSIA por TININHA MACHADO COELHO

 

Igreja do Sangue Derramado em St. Petersburgo

 

Nossa querida amiga, Tininha Machado Coelho, volta ao 40 Forever como nossa convidada para contar sobre sua recente viagem para a Russia!

AC

 

Museu Historico Nacional ,Praça Vermelha

 

Russia


“Gosto muito de viajar, e mais ainda quando o lugar tem uma história rica como a da Russia…
O país que começou com os eslavos do leste, que surgiram como um grupo reconhecido na Europa entre os séculos II e VII, foi fundado e dirigido por uma classe nobre de guerreiros vikings e pelos seus descendentes. O primeiro Estado Eslavo do Leste, o Principado de Kiev, surgiu no seculo IX e adotou o cristianismo ortodoxo do Imperio Bizantino em 988, dando início à síntese das culturas bizantina e eslavaque definindo a cultura Russa.

A literatura  russa é muito famosa, com nomes como Pushkin, Dostoievski, Tolstoi, Tchekhov entre outros…Na música destacam-se grandes compositores : Tchaikovski, Rachmaninoff, Igor Stravinsky; na arte grandes  pintores: Mayakovsky, Malevich, Rodchenko, Kandinsky (que adquiriu nacionalidade francesa), e o grande Marc Chagalll;  na dança no inicio de sec XX os dançarinos russos de balé Anna Pavlova e Vaslav Nijinsky. O balé soviético preservou e aperfeiçoou as tradições do século XIX e as escolas de coreografia da União Soviética produziram muitas estrelas de renome internacional, como Maya Plisetskaya, Rudolf Nureyev e Mikhail Baryshnikov. O Balé Bolshoi em Moscou, e o Balé Mariinsky, em São Petersburgo, tornaram-se famosos em todo o mundo.

 

HERMITAGE em St. Petersburgo

 

St. Petersburgo

É uma cidade federal da Rússia localizada às margens do rio Neva, na entrada do Golfo da Finlândia, no Mar Báltico. Os outros nomes da cidade foram Petrogrado (1914–1924) e Leningrado  (1924–1991).
Fundada pelo tsar Pedro, o Grande, em 27 de maio de 1703, serviu de capital do Império Russo por mais de duzentos anos (1713–1728 e 1732–1918). St. Petersburgo deixou de ser a capital em 1918, após a Revolução Russa de 1917.
O termo “tsar” ou “czar” tem a sua origem na palavra latina Caesar.

 

 

Entrada do Hermitage

 

Um dos principais cartões postais da Rússia, a Igreja Ortodoxa da Ressurreição em St. Petersburgo, mais conhecida por ter sido construída no exato local em que o Imperador, Czar Alexandre II foi morto. Detalhe da fachada.

 

Cabana onde morou Pedro , O Grande, durante 5 anos depois que fundou St. Petersburgo

 

Palácio de Catarina I. A residência teve origem em 1717, quando Catarina I encarregou o arquitecto Johann-Friedrich Braunstein de construir um palácio de Verão para seu prazer.
É aqui que fica a famosa Camara de Ambar que infelizmente não pode ser fotografada…

 

Camara de ambar ( foto internet)

 

Salão de Baile do Palácio de Catarina, a Grande

 

Detalhe da frente do Palácio

 

 

Detalhe da Igreja do Sangue Derramado

 

 

Reprodução da noite em que mataram Rasputin…
O Palácio dos Prícipes Yusupov, uma das familias mais ricas, nobres e famosas da história da Rússia.
Nesta casa, numa sala na cave, preparada para esse fim, foi assassinado Rasputin por um grupo de monárquicos capitaneados pelos filhos dos donos da casa, cena que está ilustrada no próprio local por bonecos de cera.

 

Durante um banquete, foi oferecido a Rasputin um pudim contendo cianeto de potássio em quantidade suficiente para matar várias pessoas. Embora Rasputim tenha comido grande quantidade do pudim, ele não morreu. Por este motivo, e pelo fato de serem atribuídos poderes do mal ao monge, criou-se uma lenda de sobrenaturalidade envolvendo o fato.
A lenda só foi desfeita em 1930, quando foi descoberto que alguns açúcares, como a glicose e a sacarose, se combinados com o cianeto, formam uma substância praticamente sem toxicidade, denominada cianidrina. Posteriormente, Rasputin teria sido fuzilado, sendo atingido por um total de onze tiros, tendo no entanto sobrevivido; foi castrado e continuou vivo, somente quando foi agredido e o atiraram inconsciente no rio Neva ele morreu, não pelos ferimentos, mas afogado. Existe um relato de que, após o seu corpo ter sido recuperado, foi encontrado água nos pulmões, dando apoio à ideia de que ele ainda estava vivo quando jogado no rio parcialmente congelado.

 

DICAS DE RESTAURANTES EM ST. PETERSBURGO:

Terrassa – almoço
Grand Hotel Europa – Caviar Bar (jantar)
Cafe Singer (almoço)
Francesco (almoco e jantar)
Tsar
Davidoff dentro do Hotel Astoria (jantar)

 

MOSCOU: 

 

Está situada sobre o rio Moskva no Distrito Federal Central da Rússia europeia. No curso de sua história, a cidade serviu como capital de uma progressão dos estados, do medieval Grão-Ducado de Moscou, do subsequente Czarado da Rússia à União Soviética.

 

 

Marco visual mais conhecido da Rússia, a Catedral de São Basilio está situada no centro geométrico histórico de Moscou, ao lado do Kremlin, o conjunto de edifícios que sediam o Governo russo. Construída a mando do Czar Ivan, O Terrível, em comemoração à conquista de Kazan em 1552, a catedral passou ao longo dos séculos por reformas, ampliações, incendios e restauros.

 

Moscou é a sede do Kremlin, uma antiga fortaleza que é hoje a residência do Presidente russo e do poder executivo do Governo da Rússia. O Kremlin é também um dos vários Patrimônios da Humanidade na cidade, como ambas as câmaras do parlamento.
Curiosidade: com base na lista de 2011 da Forbes, Moscou tinha 79 bilionários, tirando de Nova York a classificação de cidade com o maior número de bilionários do mundo.

 

Este é o prédio da KGB conhecido como Lubyanka

 

“As Sete Irmãs” ou ” Os Sete Edifícios de Stalin”, como também ficou conhecido, é mais uma obra arquitetônica do período stalinista, marcado por obras gigantescas e majestosas, tais como o metrô de Moscou e o canal que liga o rio Moscou ao Volga, entre outras, e surgiu como o pináculo do “império stalinista” no pós-guerra, em termos de arquitetura urbana.

 

As famosas Matrioshkas…

 

Segundo a tradição russa, os casais recem casados devem se beijar numa ponte no dia do casamento, para garantir a felicidade. A “Ponte dos Beijos” sobre o rio Moskva, fica perto da Catedral do Cristo Salvador, e quase em frente ao Museu Pushkin. Na ponte são colocadas fechaduras com os nomes dos noivos e a chave é jogada no rio simbolizando fidelidade e amor eterno…

 

 

Dizem que quando este monumento em homenagem à a Colombo foi rejeitado pelos EUA, ele foi oferecido ao então prefeito de Moscou, Yuri Lujkov. A cabeça de Colombo (montada, aparentemente, por parafuso) foi removida e a cabeça de Pedro o Grande colocada…

 

Estação de Metro

 

 

Vista do Kremlin à noite do meu quarto do Hotel Kimpinski

 

DICAS DE RESTAURANTES EM MOSCOU:
Bosco ( tem dois: o Café e o Restaurante. No almoço vá ao Café e no jantar ao restaurante.)
Cafe Vogue (almoço e jantar, lindo! )
Uilliam’s ( jantar, restaurante da moda, reservar antes )
GQ ( jantar )
Cafe Pushkin
Bolshoi

 

TININHA MACHADO COELHO para o 40 FOREVER!

 

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TERRAZZA MARTINI NO CHAMPS ELYSÉES

Me lembro quando o Terraço da Martini Rossi, em Paris, era o maior sucesso. Os donos Gregorio e Lilian Rossi davam os jantares mais chics e animados da cidade e tinha fila de espera para ser convidado. Lilian é brasileira, irmã da nossa querida embaixatriz Lais Gouthier e Gregorio era italiano e um dos donos da Martini Rossi.

Lilian sempre fazia os grupos mais divertidos para os jantares que iam de artista de cinema ao político mais importante da França: era um sucesso e eu adorava ser convidada.

A Terrazza Martini fica situada no Champs Elysée e tem a vista mais linda do mundo, pois de um lado dá para o Arco do Triunfo e do outro para a Torre Eiffel.

A Terrazza Martini, de Milão, nos anos 70, foi um dos principais palcos da vida intelectual italiana. Era o centro dos acontecimentos, onde se reuniam políticos e artistas: era “o” ponto divertido da cidade.

A linda Sophia Loren na Terrazza, em Milão.

Vittorio Gasman e Pier Luigi Paissa.

Sean Connery.

Achei que este lugar não existisse mais e, para minha surpresa, uma grande amiga francesa me contou que estava super na moda, de novo, no verão parisiense. Se tornou um “Bar à Cocktail”, como dizem os franceses. Agora, certamente, por não ter mais a mão de minha amiga Lilian,  é um lugar menos exclusivo, mais o visual continua o mesmo, lindo. A vantagem é que não precisa mais ficar na lista de espera para ser convidado, pois é aberto ao público, apenas no verão, para drinks deliciosos. 

Vista para o Arco do triunfo.

Vista para a Torre Eiffel.

O decor ficou um pouco publicitário demais para o meu gosto, mas vale a vista! MP

ENDEREÇO:
Terrazza Martini Champs Elysées
50 Avenue des Champs Elysées
Paris

 

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