Receitas

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VALE A PENA VER DE NOVO: PAELLA BY BONI, UM MUST!

 

Boni e eu, sortuda: ganhei este post pra nós todos…
Boni e eu, sortuda: ganhei este post pra nós todos…

 

Hoje é dia do meu aniversário… (janeiro)

Por isso resolvi retribuir a maior de todas as dádivas: o carinho de vocês, adorados leitores, que do Oiapoque ao Chuí ou mesmo de mais longe, nos acompanham diariamente, nesta divina jornada virtual que tenho o privilégio e a honra de dividir com minhas amigas de fé e “pro FOREVER”, AC e MP.

Porque nada compara-se à alegria de tê-los conosco, enchendo o nosso BLOG de uma energia maravilhosa, com seus elogios mais que generosos, seus apartes preciosos, nos ensinando uma enormidade e, sobretudo, ajudando-nos a seguir, sempre e melhores…

Para tanto, procurei um tesouro à vossa altura pelos quatro cantos do mundo e finalmente acheio-o, aqui mesmo na minha terra, mais precisamente na deslumbrante Angra dos Reis: a receita de uma das mais famosas e exclusivas “Paellas” que conheço, feita pelo amigo queridíssimo, José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, que junto com sua encantadora mulher Lu, são anfitriões imbatíveis…

 

Com os queridos amigos Domenico De Masi, Boni e Lu, Vitória Lemann e os craques assessores do chef, reverenciando sua excelência a “Paella Valenciana”!
Com os queridos amigos Domenico De Masi, Boni e Lu, Vitória Lemann e os craques assessores do chef, reverenciando sua excelência a “Paella Valenciana”!

 

Como todo grand seigneur, Boni é perfeccionista e só faz e fala com profundo conhecimento de causa: cultura e requinte, esta dupla inseparável. Assim, vê-lo em ação produzindo sua “Paella” foi pra mim uma aula magna de gastronomia, que repasso com a ressalva: não é propriamente uma receita e sim um esboço, a ser interpretado como quisermos ou pudermos.

Vou mostrar seu “passo a passo” em fotos tipo ensaio, pra ficar muito cool… Curtam!

 

PRIMEIRA ETAPA:
PARA RENDER 1 LITRO DE BRODO OU CALDO DE FRUTOS DO MAR
-Ponha numa panela alta uma cabeça de badejo, outra de garoupa, mais as cascas de 2 Kg de lagosta e 2Kg de camarão VG, tudo tinindo de tão fresco;
– Junte 2 molhos de coentro, 1 cebola inteira,1 aipo, 2 dentes de alho, sal a gosto, 2 L de água e coloque tudo pra cozinhar, em fogo brando, até reduzir o líquido pela metade.

 

O caldo apurando….

 

O brodo já coado, pronto para entrar em ação!
O brodo já coado, pronto para entrar em ação!

 

SEGUNDA ETAPA:
INGREDIENTES:
-Use tantos quanto você conseguir dos seguintes ingredientes:
1 Kg de mexilhão na casca;
1 Kg de vongoli na casca;
1 Kg de navajas ou tâmaras do mar;
A PARTIR DAQUI, É OBRIGATÓRIO
2 Kg de camarão VG;
2 Kg de lagosta, cortadas na articulação, em forma de anéis, sem tirar a casca;
1 badejo cortado em cubos;
1 garoupa cortada em cubos;
1 Kg de coxinha de frango;
1 Kg de linguiça espanhola de chouriço;
2 latas de petit pois Borduelle;
4 tomates picados:
4 cebolas picadas
2 pimentões amarelos sem casca, cortados em tiras;
2 pimentões vermelhos sem casca, cortados em tiras;
1 L de azeite;
1 1/2 Kg de arroz;
Suco de 2 limões.
Reservar uns 12 camarões e as cascas de 2 lagostas grandes para decoração.

 

O filet de peixe esperando pra ser cortado!

 

Os camarões!

 

As lagostas cortadas em rodelas com casca!

 

A tâmara do mar e o vongole!

 

TODOS os ingredientes embalados separadamente, esperando a hora de entrar em ação!

 

A paellera!

 

Este é o arroz ideal, mas quem não tem cão…

 

O açafrão: misture-o agora ao caldo de frutos do mar.

 

Eis o azeite do chef Boni! Esperei anos por esta dica…

 

TERCEIRA ETAPA:

PREPARO:
Daqui pra frente, segue o “ensaio fotográfico”. Como veremos, a cozinha do chef Boni é cartesiana, isto é, racional e organizada. Com isso, ele minimiza o erro, maximiza a eficiência e nos ensina que o quatro bocas não aceita amadorismo.
Detalhes:
1- A qualidade dos ingredientes é fundamental;
2-Os ingredientes vão entrando de acordo com seus tempos de cozimento;
3- São exatamente 15 minutos entre da hora em que o arroz entra na paejeira até servir…
Agora, vamos ao que interessa… BN

 

Colocar azeite na paellera;

 

Colocar a cebola;

 

O chef põe mais azeite;

 

Salpicar o tomate…

 

Grelhar as coxinhas de frango;

 

Boni põe o arroz, esparramando-o… Notem que, em paralelo, as coxinhas estão sendo douradas e já, já vão entrar em cena;

 

Entram as coxinhas, minuciosamente dispostas, pelo chef e seu braço direito Roberto;

 

Mestre Boni e mais azeite;

 

Sempre regar as bordas para não ressecarem;

 

Entra o vongole: vejam seu display

 

Entra a linguiça: vejam sua colocação neste lindo quadro gastrô que está se formando!

 

Agora as navajas;

 

Entra a garoupa: close up!

 

Entram os camarões...
Entram os camarões…

 

Vejam como foram dispostos…

 

A vez da lagosta...
A vez da lagosta…

 

Vejam o lay out dela na paellera!

 

Eis os camarões para enfeitar....
Eis os camarões para enfeitar….

 

Os camarões que irão enfeita-la, sendo grelhados...
… Sendo grelhados…

 

Hidratando o tempo todo;

 

Entram os mariscos: vejam onde foram posicionados!

 

Mais caldo;

 

Sumo de limão;

 

… O chef pondo o sumo de limão;

 

Detalhe fundamental: o tempo todo o chef controla o cozimento dos ingredientes, virando-os;

 

As cascas de lagosta reservadas entram para a beauté da paella;

 

Petit pois;

 

Salpicando;

 

Finalmente, os pimentões;

 

Voílà, pronta pra ser atacada!
Voílà, pronta pra ser atacada!

 

Mas antes, tem que passar pelo apurado crivo da dona da casa: Lu experimentando, Boni expectativa…

 

Depois de aprovada e com louvor, me servo da melhor paella que comi na vida!

 

Grand finale!!!!!
Grand finale!!!!!

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VALE VER DE NOVO: BALA DE CAFÉ, JÓIA RARA!

 

Esta receita é uma preciosidade, vocês vão ver!

Na minha infancia, em casa de meus avós, cada vez que minha tia, Graciema Mello Franco de Andrade chegava, carregando uma lata com as famosas balas de café feitas por ela, era um Deus nos acuda, todo mundo queria! Inesquecível a delícia das balas e os momentos do “toma lá da cá”, entre os muitos primos que somos. Parecia um formigueiro de crianças em cima de uma lata!

Durante anos pensei em como conseguir esta receita, e eis que sua neta, Maria, tinha o segredo do tesouro, agora aprimorado, super puxa-puxa, pois foram algumas obturações perdidas lá atrás… Mas vou dizer, valeu a pena cada uma perdida, fora que o dentista ficava radiante, vamos combinar!

Me contem depois se não é um sonho!

AC

BALA DE CAFÉ DA VOVÓ, por Maria Andrade

 

1  colher de sopa de farinha de trigo

1 gema de ovo

1 colher de sopa de Claybom

1 copo grande de leite

1 copo grande de café feito, forte

3 copos grandes de açúcar

8 colheres de sopa de mel

2 folhas de papel vegetal

 

MODO DE PREPARO

No fundo de uma panela coloca-se a farinha e a gema. Mistura-se bastante, para dissolver bem, sem embolotar. Junta-se o restante do leite. Mistura-se o açúcar, o café, o mel e a manteiga por último. Deixe ferver mexendo de vez em quando (mais ou menos 40 minutos no fogo médio).

 

O PONTO DE BALA: quando soltar da panela e ficar espumante.

Forra-se o mármore com manteiga. Derrame o caldo, espalhe e corte pelas pontas com uma tesoura untada.

 

AC

 

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VALE VER DE NOVO: SOUFLE DE FRAMBOESAS, RECEITA DE CLAUDE TROIGROS!

 

Não há uma só vez que eu jante no Olympe, restaurante top do super chef CLAUDE TROIGROS, e não peça esse souflê na sobremesa! É meu preferido, levíssimo, e a culpa, nem pesa tanto…rsrsrs!

Consegui a receita pra dividir com vocês e assim nos unimos na balança.

AC

Anotem:

INGREDIENTES:

6 claras batidas em neve com:  30 gr de açúcar e 5 gr de sal Eno

Depois:

200 gr de calda de framboesa

250 gr de açucar

MODO DE PREPARO:

Levar ao fogo 250 gr de açúcar com 1 copo de água até virar um caramelo. Acrescentar 200 gr de calda de framboesa e as claras em neve.

Untar as formas com manteiga e açúcar e levar ao forno por 13 minutos (200 graus).

Dica: Fuja da balança até fazer uma esteira ou uma aula do César ou do Ivan na Pró-Forma!

AC

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VALE A PENA VER DE NOVO: SOPA CAPRESE, UMA PEQUENA GRANDE IDÉIA!

 

Começo pelo passo a passo visual: Nos esperando à mesa, a muzzarela arrumada com um bouquet de manjericão!
Começo pelo passo a passo visual: Nos esperando à mesa, a muzzarela arrumada com um bouquet de manjericão!

 

Agora, entra nossa mão de obra: pegamos a sopa e derramamos sobre a muzzarela!
Agora, entra nossa mão de obra: pegamos a sopa e derramamos sobre a muzzarela!

 

Agora, atacarrrrr!!!!
Finalmente, vamos ao que interessa!

 

Eu vi esta sopa num restaurante italiano de São Francisco, amei a idéia em si e, sobretudo, a mis-en-scène. Adaptei-a às possibilidades cariocas.Repasso a vocês, exatamente como faço em casa:

Eu uso o prato de sopa pra colocar o queijo e as folhas de manjericão e uma jarrinha branca, que comprei na Tokstok, para colocar a sopa. Acho que servi-la assim faz a diferença. Mas pode simplificar e já apresenta-la como na última foto da sequencia, com tudo junto.
Faça a sua sopa caseira de tomates para servir quente.
Arrume, num prato de sopa, uma mozarela de búfala tamanho M (como qualquer camiseta, este tipo de queijo, no formato de bola, é vendido nos tamanhos P, M ou G), e enfeite com folhas de manjericão graúdas. Eu ponho as duas cores, pra ficar mais bonitinho. Moa sal e pimenta do reino preta, à gosto, em cima do queijo.
Na hora de servir, disponha dos ingredientes pra montagem, conforme a primeira foto.
A mozarela, encomendo fresca, na Delly Gil, da Cobal do Leblon.
Já que estamos por lá, compro os manjericões na barraca do João, no mesmo corredor da Girassol Flores.
Voilá! Você vai abafar com esta receita que é fácil e criativa. Depois me conta.
BN
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