Gastronomia

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A PÁSCOA DA CRAQUE CHRISTIANNE GUINLE!

Desde que Christiane Guinle entrou em minha vida, não existe mais sufoco nem já era: ela sempre quebra o meu galho com o maior bom gosto e criatividade, sendo que o chocolate dela é de comer rezando de joelhos…E quando acho que já vi tudo, aí é que começam as novidades. Como foi pra Páscoa deste ano!

CONTATO: 21 33221522  2196489244

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Curtam comigo as novidades! BN

OS OVOS:
Que podem ser recheados de brigadeiro, gianduia com waffle, marshemallow e nutela.

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A BANCA DE FRUTAS QUE É UM LUXO!

Olhem que simpático o “marché” itinerante!

 

Outro ângulo!

 

A minha atual paixão itinerante é uma linda banca de frutas que instala-se todas as segundas, terças, quintas e sextas na Rua Garcia DÁvila, em frente ao número 56, no final da tarde. E, diariamente, à partir das 19 horas, na esquina da Visconde de Pirajá com a mesma Garcia.

Na aparência, nenhum sinal exterior de riqueza, aliás pelo contrário, nada que você nunca viu, na variedade, nenhuma fruta exótica ou importada, ela tem é o trivial variado mesmo, tipo uva, mamão papaia, banana, melância, mexirica, laranja, maçã e por aí vai.

Mas o que surpreende é a qualidade do que está exposto, o capricho na apresentação e a simpatia e apreço do atendimento. É um programa dar uma paradinha por ali, bater um papinho com os três atendentes atenciosos (chefiados pelo senhor Edmilson) e seguir viagem contente e feliz pelas delicias “descalóricas” adquiridas, sem a menor culpa.

Meus amigos, que trabalham nas redondezas, contam que sentem-se quase parisienses quando passam por lá, depois de um dia extenuante de trabalho, escolhem as frutas do dia, uma baguete fresquinha na padaria à coté, e seguem viagem pra casa felizes com seu  “petit dinner” organizado em três segundos! Trés chic…. BN

 

Como todo mundo, a banca também é “journalière”: um close dela, com outro look, mas igualmente apetitosa!

 

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PARC DE LA VILLETTE

Este é uma dica excelente para quem quer conhecer lugares novos em Paris. O ” Parc de la Villette ” é o maior parque urbano de Paris, tem 25 hectares com 2.750 árvores . Os jardins são maravilhosos e as construções espalhadas pelo parque surpreendentes.

Em 1983 houve um grande concurso para ver quem iria construir um conjunto arquitetônico de grande importância dedicado a música, um museu nacional de ciências e tecnologia e um parque cultural aberto ao publico. Bernard Tschuni venceu o concurso e fez um trabalho incrível! Bernard nasceu na Suiça, é escritor, e um grande educador. Lecionou nas maiores universidades de arquitetura do mundo em Londres, New York ou Paris.

Seu projeto responde a uma tripla ambição artística, cultural e musical. O Parc de la Villette é um encontro entre passado e presente, cidade e natureza, arte e ciência, espirito e corpo. A primeira vez que fui, meus filhos eram pequenos e foiuma aula para cada um deles.  Se interessaram por assuntos diferentes e aprenderam tanto quanto um dia na escola. A interação das crianças com o museu é fantastica!

ADMIREM ALGUMAS IMAGENS DO CENTRO DE CIENCIAS E TECNOLOGIA,

 

 

No site tem toda a programação dos ateliers, das exposições, dos teatros e cinemas ao ar livre.

www.villette.com. fr

Há poucos meses abriu um novo local ao lado de La Villette que recomendo depois de um dia de visita ao parque . Este lugar está cada vez mais na moda pois a comida é bio e se chama “La Villette Enchantée” ( a Villette encantada, amei este nome! ). O clima é de loft novaiorquino e virou uma espécie de clube noturno musical, onde a programação é variada e divertida!

endereço do restaurante: 211 avenue Jean Jaurès

Paris XIX tel – 0140359649

MP

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UMA COMIDA… UM VINHO 2: POR RONALDO VILELA!

A simpatia de Ronaldo!
BLOG recebe hoje, com a maior alegria, a ilustre visita do querido amigo Ronaldo Vilela, empresário de mãos cheias da área de seguros e, nas horas vagas, grande gourmet, sommelier e gourmand, porque ninguém é de ferro.
Ele, que já contribuiu com um post maravilhoso, cantando uma bela uma receita harmonizada, repete o feito hoje, em grande estilo porém mais aprofundado: hoje vem com receita. Presentinho dominical… BN
UMA COMIDA… UM VINHO – 2
Na minha primeira contribuição ao blog, tratei de comida e vinho e farei isto de novo. Só que daquela vez falei da harmonização de dois pratos (magret de canard à l’orange e um filé de suíno) com vinho, sem dar as receitas.
Agora não! O que temos hoje é um prato do restaurante “Confraria do Sabor” (meu preferido), em Campos do Jordão. Cabe, entretanto, um esclarecimento. Não pedi ao dono do restaurante e simpático chef Fernando Couto a receita. A que está aqui é uma “interpretação” de minha mulher, Nizia Vilela. Ressalvo, portanto, Fernando, que certamente o resultado das preparações que forem feitas com base na que ora ofereço – e também em homenagem ao Confraria do Sabor – não guardarão fielmente identidade e características do prato que é servido em seu restaurante. Considere seus “direitos autorais” , portanto, preservados!
A linda trufa recheada e pronta para servir!
Truta empanada recheada com queijo de cabra
(para 4 pessoas)
INGREDIENTES:

  • 4 trutas ao natural (sem serem defumadas) – prefira tamanho menor
  • 120 g de queijo de cabra cremoso
  • 2 colheres (sopa) salsinha e cebolinha picadinhas
  • 1 colher (sopa) bem cheia de requeijão (mole)
  • 150 g de pistache (ou noz-macadâmia)
  • 150 g de amêndoa
  • 150 g de farinha de rosca
  • Sal, pimenta do reino, alho, farinha de trigo, óleo de canola (ou milho ou girassol) e limão
  • 50 g de creme de leite
  • 2 ovos batidos juntos

PREPARO:
Retire com cuidado a pele das trutas (já separadas em dois filés e sem espinhas) e reserve.
Tempere os dois filés inteiros de cada truta com gotas de limão (pouco), sal, pimenta do reino e um pouco de alho.
Em seguida, triture grosseiramente o pistache (ou a noz-macadâmia)  e misture à farinha de rosca. Reserve.
Com as duas metades (filés) da truta unidas, polvilhe farinha de trigo, passe no ovo batido e em seguida na mistura da farinha de rosca e pistache (ou noz-macadâmia), comprimindo bem para a mistura aderir à truta.
Frite (as duas metades unidas) em óleo bem quente e rapidamente. Reserve.
Misture o queijo de cabra com o requeijão e as ervas. Com cuidado, abra as duas metades e recheie a truta com a mistura (pelo menos um dedo de altura). Rejunte as duas metades (recompondo a truta) e coloque a truta remontada delicadamente numa assadeira e leve ao forno quente para que derreta um pouco o recheio.
Retire da assadeira os resíduos do queijo e misture o creme de leite fazendo um caldo cremoso. Reserve.
ACOMPANHAMENTO:
Purê de batata baroa ou inglesa.
MONTAGEM:
Coloque uma quantidade individual do purê no centro de cada prato e sobre ele a truta. Rodeie com o caldo-creme da assadeira (resíduos do queijo + creme de leite). Polvilhe cada truta e o caldo-creme à volta dela com lascas de amêndoas torradas.
Opcional:
Com a pele inteira de cada filé da truta faça um torresmo à pururuca, fritando em óleo bem quente (fica bem sequinho). Espete no purê um torresmo em cada prato. Sirva.

Antes de sugerir os vinhos, devo fazer alguns comentários.

Sem dúvida, esta preparação é um pouco mais trabalhosa, mas o resultado é compensador!
Um dos seus poucos segredos é com relação ao recheio porque ele deve ter certa altura (digamos, de um dedo), consistência mais firme, mas ao mesmo tempo permitir que escorra algum excesso quando a truta for levada ao forno. Com esse excesso e a adição do creme de leite será feito o molho – o menos espesso possível.
Outro aspecto é quanto ao queijo de cabra, que deve ser um pouco cremoso, embora o requeijão entre exatamente para garantir essa cremosidade.
Pistache ou noz-macadâmia? Trata-se de uma opção porque às vezes não se encontra o pistache. No Confraria do Sabor é com pistache.
O acompanhamento é com purê de batata baroa ou inglesa. O primeiro torna o prato mais “forte” e um pouco adocicado. Na receita da foto, é com a batata inglesa.
Sobre o torresmo feito com a pele da truta: digo que é opcional porque algumas pessoas sentem relutância em apreciá-lo, devido à sua aparência escura. Mas se for conseguido um bom resultado, pode-se comê-lo com a mão e o gosto é interessante.
Bem, culinária é uma arte e cada prato é uma “sentença”! De uma maneira ou de outra, essa truta será sempre saborosa e, digamos, diferente do que se está acostumado a ver em outras receitas.

VINHOS: vamos a eles!
Sugiro uma harmonização com o vinho branco Sauvignon Blanc francês Sancerre ou Pouilly-Fumé (Loire) ou os brancos de Bordeaux (Entre-Deux-Mers, Graves, Pessag-Leognan). Prefira esses brancos de Bordeaux se optar pelo acompanhamento do purê de batata baroa, com seu toque ligeiramente adocicado. Esses Bordeaux tem em sua composição a uva Semillon (uma das uvas do Sauternes), que transfere ao vinho uma sutil característica que facilitará a harmonização com o purê da batata baroa.
Há outros Sauvignon Blanc interessantes – Chile (Vale de Casablanca), Nova Zelândia (Marlborough). Estes vinhos, entretanto, principalmente os da Nova Zelândia, tendem a apresentar exuberância típica dos vinhos do Novo Mundo, que, às vezes, sobrepujam o prato”. RONALDO VILELA!
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