Blogueira por um dia

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O STRESS E A PELE

Dra. Patricia, linda, o melhor cartão de visitas que ela pode ter!

 

A Dra. Patricia Caspary, que trabalha com a Dra. Doris Hexsel, nossa guru máxima, na clínica de Ipanema no Rio de Janeiro, nos manda esta dica:

 

AC

 

ABAIXO O STRESS POR UMA PELE MAIS BONITA E SAUDÁVEL!

 
Enganam-se as pessoas que pensam que o stress afeta apenas as coronárias…

O stress pode provocar muitas alterações no corpo humano, em diversos órgãos e, como não poderia deixar de ser, na pele também.
E é isso o que os dermatologistas estão observando: um aumento nas doenças da pele relacionadas ao stress, tais como a psoríase, os eczemas, entre outras.

Hoje em dia, sabe-se que, além dos problemas pessoais e familiares que podem ser geradores de stress, a recessão e as dificuldades econômicas que acontecem na Europa e nos Estados Unidos, tem sido apontadas como causa de aumento do stress das pessoas.
Uma enquete realizada na Inglaterra entre dermatologistas, mostrou que 9 em cada 10 dermatologistas perceberam um aumento destas doenças.

É importante ressaltar que qualquer stress emocional pode desencadear os sintomas e não deve ser desconsiderado. Quando reclamamos que nossa pele está ruim, a culpa pode também ser do stress.
Uma pesquisa com 105 médicos e enfermeiros especialistas em doenças da pele mostrou 41% percebeu um aumento nas doenças da pele relacionadas ao stress, sendo que 5% relatou este aumento foi muito importante.

O aumento ocorreu em várias doenças muito freqüentes como as dermatites, a acne, a psoríase (que são aquelas placas vermelhas com casquinhas acinzentadas) e também o vitiligo (que se manifesta como manchas brancas na pele).

Aproximadamente metade dos médicos e enfermeiros treinados para cuidar da pele concorda que o stress deve ser levado mais a sério como desencadeador e agravante dessas condições. As doenças que se manifestam na pele costumam ser importantes na vida diária destas pessoas afetando sua auto-estima e auto-confiança (o que geralmente é subestimado).

 

Dra. Patrícia Caspary

 

Nota da Redação:

Para uma pele maravilhosa, nada melhor que uma boa “sombra e água fresca” ou uma visitinha a clínica da Dra . Doris Hexsel!

 

CLÍNICA DRA. DORIS HEXSEL

doris@hexsel.com.br – www.hexsel.com.br

Clinica Hexsel de Dermatologia

Rua Dr. Timoteo 782 – 90570-040 Porto Alegre- RS Telefones: (51) 3264 1234 e

(51) 3264 7353 Fax (51) 3395 1075

Rua Visconde de Pirajá 550 – Sala 107 – Subsolo – Ipanema – 22410-002 – Rio de Janeiro Telefone/ Fax (21) 2431 0160

 

AC

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DESISTÊNCIAS E RECOMEÇOS POR MANOEL THOMAZ CARNEIRO

Vamos começar esta semana muito bem, nos deleitando um com mais um glorioso artigo do meu querido e inteligentíssimo professor Manoel Thomaz Carneiro. Cada um de seus textos, escritos especialmente para nosso blog, é uma lição de vida! MP

Desistências e Recomeços

“Ser tomado por uma música, um livro, ou um filme é para mim uma experiência necessária, pois me leva a sair do meu mundo para entrar no universo alheio. Uma segura saída, pois é vivenciada sem rupturas comigo mesmo. Por isso, considero um prazer viver outras dimensões, que sempre me conduzem a realizar muitas reflexões e elaborar aspectos da minha vida através do espelhamento que este outro me propicia. Quantas vezes uma cena de um filme, ou de um livro, nos reporta a um momento nosso, ou a algo que gostaríamos de realizar.

Ultimamente estou seduzido pela originalidade da escrita de Valter Hugo Mãe, em seu romance “O filho de mil homens”. Num trecho, ele nos oferece uma instigante descrição do aspecto subjetivo de um dos personagens, Isaura. – “Tão estranho que depois de tanto tempo e tanta mágoa pudesse pensar no amor. Amanhecera vazia, sem ninguém dentro de si mesma e foi como se encheu com a ideia de afinal ser impossível esquecer o amor…”

Esse amanhecer de Isaura, reportou-me ao acordar de muitas pessoas, um acordar assim, meio desossadas de si, sem saber exatamente o porquê e que só dispõem desta ausência interna para começarem o dia. Quantas vezes sentimos esta ausência de sentido na manhã, esta falta de direção… Quantas vezes acordamos com esta denúncia de nossa alma, sinalizando que está faltando alguma coisa em nossa substância para continuarmos a viver. O que fazer?

As palavras seguintes de Valter Hugo nos ajudam a encontrar um caminho reflexivo sobre estes momentos: – “…e, foi como se encheu com a ideia de afinal ser impossível esquecer o amor. Porque o amor era espera e ela sem mais nada, apenas esperava. A Isaura sabia que amava alguém por vir, amava uma abstração de alguém no futuro. Ela esperava o futuro, e esperar era já um modo de amar. Esperar era amar… Para dentro da Isaura a Isaura caía…”

Que linda esta imagem, Isaura dentro dela mesma ela caia, como por excesso de vazio que atuava como um imã interno atraindo si mesma para si. Não tinha para quem cair, mas caía no lugar certo: dentro de si mesma... Pois é ali que encontrará o seu recomeço.

O vazio não se torna desesperador porque para ela o amanhã era possível.
De que modo?
E, Valter Hugo Mãe prossegue – “E chorou… Aceitou chorar e havia muito que não o fazia… Talvez tivesse percebido que usava de honestidade consigo mesma pela primeira vez em muitos anos. Disse: estou sozinha.”

Podemos compreender que Isaura chorou para se esvaziar de seu passado e poder finalmente abrir espaço para um amanhã. Em cada lágrima a desistência do que não mais existia. Seu futuro se tornava possível porque se fez então disponível.
Toda vez que orientamos nosso olhar para o futuro, damos potência ao nosso presente, pois nos apropriamos de nossa destinação.

Se apropriar do futuro é arrumar espaço para ele, do mesmo modo que tiramos do armário o que não se usa para abrir lugar para o novo.
Quantas coisas podemos retirar de nossos cômodos internos liberando nossa vida de sentimentos vencidos e apegos a coisas sem validade.
Se alimentar de coisas datadas só faz mal, não fortalece pessoa alguma.
Como Freud disse, o recomeço é um trabalho de desligamento e que o apego ao morrido “ceda lugar à aceitação da realidade”. E, prossegue nos dizendo que aos poucos a ausência do objeto impõe ao ego um doloroso desligamento, até que se veja “novamente livre e desinibido”, pronto para novos investimentos. “Pronto para voltar a viver”.

Assim como todos os dias arrumamos para sair… temos que, também, todo dia arrumarmos certas ideias para ficarmos “Prontos para Viver”.
Você já percebeu que nossos olhos estão voltados para frente e se queremos olhar o passado damos as costas para o futuro?
Pois é…
Pra frente é que se anda.
Somos filhos de mil homens; Somos filhas de mil mulheres, pois somos a gestação contínua de nós mesmos.
Como Isaura, se esvazie para abrir espaço para o futuro.
Sem reter fantasmas, façamos sempre como em umas das canções de Linox
“Canta,
Joga o que resta pra fora
Mude esse jogo,
Que agora as coisas vão melhorar…
Nunca é tão tarde ou tão cedo
Tem horas que a gente não pode parar.
Procure manter sua calma,
Descubra com os olhos da alma
Que além da paisagem
É o recomeçar.” Manoel Thomaz Carneiro

Horário das aulas de Manoel, que são as melhores do MUNDO:

Terças e quartas de 14h30 as 16h30
Quartas de 19h as 21h

Rua Dias Ferreira 190 Térreo
Tel: 021- 99835751 (informações com Ilana)

http//grupodeestudospensar.blogspot.com.br

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OSCAR NIEMEYER: Entrevista por Betina Bethlem

Andréa, linda e maravilhosa!

 

Convidei minha cunhada amada, Andréa de Magalhães Lins, para nos contar sobre sua sobrinha competentérrima, Betina Bethlem, e seu trabalho.

 

Betina e Andréa, minha “Cunha” amadíssima!

 

De quebra, a entrevista que Bettina fez com nosso mago da arquitetura, OSCAR NIEMEYER.

AC

“Apresento a vocês a jovem e talentosa Betina Bethlem, que trabalha como gerente de projetos e como jornalista na Paddle8 em Nova Iorque. A Paddle8 é um site que oferece a colecionadores internacionais acesso a uma seleção de obras de arte das melhores galerias, fundações e feiras de arte no mundo!

Membros cadastrados na Paddle8 podem navegar o mercado de arte, se educar, e comprar obras de arte através do site.

Betina, que nasceu e foi criada nos Estados Unidos,( minha irmã e meu cunhado moram lá há anos onde ele trabalha), estudou literatura e história da arte na University of Pennsylvania, e começou sua carreira no MoMA em Nova Iorque, trabalhando com o curador de arte latino-americana. Anteriormente a Paddle8, também trabalhou no The Brooklyn Rail, e na Artnet.

A Paddle8 em parceria com a Visionaire, editora de arte e moda que produz revistas em formatos originais, homenageiam o Rio de Janeiro em sua edição Visionaire 62 Rio.

Betina escolheu o lendário arquiteto Oscar Niemeyer e obteve uma rara entrevista, publicada na Paddle8 como personalidade central da homenagem. Ele fala sobre seu amor pelo Brasil, seus desenhos, suas inspirações, suas viagens, seu uso revolucionário do concreto armado, e a importância da beleza e da invenção na arquitetura. Leia a transcrição da entrevista abaixo.

BETINA BETHLEM

 

O projeto também inclui conteúdo adicional para comemorar o mestre arquiteto e a vibrante cena artística do Brasil. Além da entrevista exclusiva com Oscar Niemeyer, o projeto é acompanhado de 18 slides em 3D de algumas de suas principais obras e um estereoscópio para visualizá-los. A edição inclui também uma galeria de imagens de obras de arte de artistas brasileiros contemporâneos representados por galerias brasileiras, e fotos do artista e diretor criativo da Osklen, Oskar Metsavaht. Acesse o projeto aqui!

Você também pode comprar a Visionaire 62 Rio, os slides do Oscar Niemeyer, e as obras de arte através da paddle8.com

 

 

Entrevista com Oscar Niemeyer por Betina Bethlem:

 

BB: O que inspirou os seus desenhos?

ON: Eu quando era garoto gostava de desenhar. Eu lembro quando eu tinha uns 10 anos, eu ficava assim com o dedo no ar, desenhando. Não importava o que estava passando, eu estava sempre desenhando. O desenho sempre me provocou. E o desenho me levou a arquitetura.

BB: A sua família te ajudou?

ON: Eles concordaram. Foi tudo muito pessoal. Meu pai era comerciante de uma empresa de papel, e achava que isso era o que eu iria seguir. Mais eu tinha vontade de desenhar. Fazia retratos, e fazia desenhos, e ai acabei na arquitetura.
Eu também gosto de escrever, distrai né?

 

BB: O que o senhor gosta de escrever?

ON: Eu gosto de escrever sobre arquitetura, gosto de escrever sobre política. A literatura me provoca também. Eu gosto de escrever na revista que escrevo [Nosso Caminho]. Escrevi um livro também.  A revista obriga a gente a ficar especulando os problemas da arquitetura. Tem dez números. A idéia é levar para os estudantes todos os assuntos, não  apenas arquitetura, inclusive política. Nós mesmos trabalhamos, arranjamos e organizamos os textos. O que é distraído é fazer a revista, escolher o homenageado, a história dele, e depois como é que a arquitetura está marchando no tempo. Mostrar como tudo o que fazemos agora é especulado no concreto armado. Antigamente a arquitetura era feita com menos possibilidades de invenção. Hoje a arquitetura é invenção. Tem que estar de acordo com a estrutura, a gente pode especular com a escultura. A gente trabalha para instigar o concreto armado. Ajudando ele a evoluir também. Antigamente uma casa era uns tijolos no chão. Hoje você pode faze-la suspensa, numa maneira mais diferente. Eu fiz uma casa nos Estados Unidos recentemente. É uma casa que a pessoa se espanta um pouco. É tudo racional, tudo feito direito, tudo podendo usar o concreto armado em uma maneira inteligente. A arquitetura hoje é invenção. Não basta ser só racional, tem que ser bonita, e tem que mostrar que ela está baseada numa arquitetura rica em soluções.

 

BB: Quais são os problemas da arquitetura hoje em dia?

ON: O problema é utilizar o concreto armado em todas as suas possibilidades. Você pode fazer uma casa em cima de quatro colunas, ou você pode fazer uma casa em cima de uma coluna só – então isso mostra todas as possibilidades que o concreto armado oferece. Então para ser boa a arquitetura, ela tem que exprimir bem o processo do concreto armado. Se não, é atrasado.

 

BB: Eu acho que a arquitetura do senhor dá a sensação de se estar em outro planeta, outra realidade.

ON: [Risada] É. Depende do caso. As vezes a gente gosta de fazer um projeto variando em torno de um elemento assim fundamental e de grande estatura e beleza. É bom… É bom fazer arquitetura assim, procurando a coisa diferente. Agora estou fazendo um estádio, estou pensando no estádio. É um estádio mais ou menos pré-fabricado, mais não é pré-fabricado. É feito a base do concreto, a cúpula. É uma cúpula gigante, uns 250 metros. Então essas obras assim diferentes que despertam meu interesse me dão a vontade de fazer arquitetura.

 

BB: O senhor passou uma boa páscoa?

ON: É, trabalhando. Trabalhando normalmente. As vezes a gente viaja aqui por perto do Rio, para outros estados. Já viajei longe também. Fui até Moscou, os Estados Unidos. Eu fiquei um mês nos Estados Unidos trabalhando normalmente na Organização das Nações Unidas. Depois eu vim pro Rio, e daí trabalhei na França alguns meses. Conheci a Alemanha, conheci Moscou, conheci a África. Eu tenho uma idéia do mundo já bem nítida. O mundo que é afinal, a luta dos pobres contra os ricos. Os pobres estão revoltados com a injustiça social e os ricos querem manter a evolução do dinheiro e do poder. Eu estou do lado dos pobres.

A arquitetura é uma coisa de pensamento. A arquitetura é uma coisa de fantasia. A arquitetura não e um negócio. Não é a técnica só – não e só subir com prédios ate 100 metros. A arquitetura é construir prédio bonito. A arquitetura pode criar um ambiente bom para se viver. No Brasil o acesso é difícil, a comida é difícil. Nem só para brasileiros, deve ser assim para os egípcios agora também. Essa pobreza cria muitos problemas.

 

BB: O senhor trabalhou com o Le Corbusier?

ON: Mais ou menos. Eu fiz o projeto da ONU. Eles escolheram o meu projeto, aí ficou aquela confusão. O Le Corbusier me chamou, pediu para mudar o lugar de uma igreja que eu tinha feito. E ele era o mestre, então logo eu concordei em trabalhar com ele no projeto inicial.

 

BB: E Brasília?

ON: Brasília tem coisas boas e coisas ruins. Ha muitos prédios bonitos. É uma cidade de pobres e ricos juntos. Tem zonas para gente com melhores condições, e tem as zonas mais pobres. Brasília tem defeitos e pecados como qualquer cidade, mas é uma cidade agradável.

A cidade depende do ambiente. Brasília não é bonita do jeito do Rio de Janeiro, com a natureza bonita como a do Rio de Janeiro. Seria muito mal arquiteto para estragar um lugar tão lindo, com suas praias e montanhas. Só os ignorantes perturbam a beleza natural das cidades.

 

Vale a pena também conferir os links abaixo:

http://www.paddle8.com/editorial/niemeyer

http://www.anothermag.com/current/view/2082/Oscar_Niemeyer

http://coffeeandacookie.com/

http://www.vice.com/read/oscar-niemeyer-856-v16n5

http://vogue.globo.com/moda/news/oscar-niemeyer-complementa-a-edicao-3d-da-visionaire-62-rio/

 

Betina Bethlem é tão linda que vale a pena ver de novo em outro angulo sua beleza!

 

Andrea Velloso de M. Lins, para o 40 FOREVER

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FELIPE FREITAS E SUAS DICAS MARAVILHOSAS!

Quem é vivo um día aparece, diz o ditado, que caiu como uma luva neste post: pois não é que nosso queridíssimo Felipe Freitas, que faz as maoires proezas em matéria de looks, reapareceu, em grande estilo, pra nos contar todas? fiquei feliz!…BN 

FELIPE FREITAS: “O que elas usam lá fora…”

Olhem os cabelos presos voltando com tuuuddoo!

“Acabei de chegar de São Francisco, e por mais que a gente não ache que São Francisco seja referência em trend hair styling e make-up, eu vi muitas coisas curiosas.

Em relação aos cabelos, depois dessa onda de mediano à la Olivia Palermo e Alexa Chung, todas estão de cabelão ainda… Por que será?! Eu tenho a resposta!!! Lembra no post anterior que falei que o Ponytail voltaria com tudo?! Pois bem! Voltou mesmo!!!

Os ponytail, ou rabos-de-cavalo que tanto usamos…

Podem pegar todas as revistas de celebridades e 70% delas estarão de rabo-de-cavalo! Além do  ponytail, as mulheres em geral estão começando a gostar da idéia de fazer penteado sempre que forem a um evento.. Mais uma razão para deixar cabelão, não é?!


Ps: O coque lá no alto, beeeeem alto, também continua em alta!!!

By the way, os anos 90 voltaram com tudo!! Podemos bombar no olhão e bocão!!! Os anos 80 e 90 foram bem caracterizados pelos excessos… Depois dos anos 70 (a era hyppie), as pessoas se desprenderam do less e foram para o too much! Então você pode voltar a carregar bem no olho e ao mesmo tempo fazer uma boca marcada!

Olhos carregados e boca marcada!

Falando em make, o que vi e achei bem curioso, é que elas estão usando uma base hidratante com leve brilho, lógico que na Zona T fica sequinho. Estão com a pele mais branquinha, menos bronze  e muita boca vinho..

Muita boca vinho…

Eu aposto super no best seller atual, da M.A.C, que se chama Diva e tenho outro wue, que amo, que vai mais para o roxo e se chama Violet! Para quem gosta de vermelhão, a minha dica é o Russian Red também da M.A.C!

O look da mode!

Espero que tenham gostado até o próximo post!!! Beijoooooo”. FF

CONTATO:
Felipe Freitas
Crystal Hair Leblon
Tels: 21 2512-1137 ou 2512 1148 

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