Ana Feio, que de feio não tem nada pois é linda, sempre foi uma apaixonada por culinária. Por questões de saúde teve que ficar um ano sem comer glúten, e foi aí que fez diversos cursos ligados à alimentação natural, sem glúten, sem lactose e sem açúcar.
Começou a fazer bolos e biscoitos naturais para os amigos e fez tanto sucesso que iniciou a comercializa-los criando sua própria empresa chamada Gula funcional.
Ana é advogada de formação, e trabalho no centro do Rio, mas como o negócio é dela, tem tempo livre para se aventurar na cozinha e criar sempre novidades deliciosas.
Os bolos são todos sem glúten, sem lactose e sempre procura usar o máximo de ingredientes orgânicos. Apesar de não usar os ingredientes comuns, consegue fazer os bolos mais deliciosos do mundo!
Bolo da cacau com calda.
Os sabores dos bolos são:
-cacau com castanha de caju
-milho com goiabada
Bolo de milho com goiabada.
-laranja com chia
-brownie de chocolate
-bolo de banana.
Mini bolinhos de chocolate recheados com creme de côco.
Deliciosos bolos de laranja, cacau, banana.
Agora Ana está fazendo também quiches de espinafre, de alho poró e empadão de frango com grão de bico, tudo maravilhoso e delicioso para seu fim de semana!
Descobri esta dica outro dia, por uma querida amiga paulista que esteve lá. A Gibbs Farm é uma fazenda deslumbrante, onde vivem milhões de animais, e abriga uma das maiores coleções de esculturas gigantescas ao ar livre do mundo. Seu fundador chama se Alan Gibbs ( 76 anos), nascido na Nova Zelândia, é um grande empresário e colecionador de arte.
Alan Gibbs.
A fazenda é localizado na Nova Zelândia em Kaipara Harbour, e é uma propriedade privada aberta para artistas, instituições de ensino e de caridade, e ao publico, mas somente com datas e agendamentos feitos com antecedência. Fiquei maravilhada com este lugar!
Mapa da nova Zelandia indicando o local da propriedade.
Depois de quase 20 anos a Gibbs Farm inclui grandes obras de artistas como Daniel Buren, Neil Dawson, Andy Golsworthy, Anish Kapoor, George Rickey, Richard Serra, Bernar Venet e diversos outros. Todas as obras foram feitas e pensadas especialmente para cada local. Vejam a beleza…
Convidei o meu querido sobrinho, José Mariano Raggio, para escrever sobre cinema, considero ele um dos maiores conhecedores da nova geração. Ele já viu todos os filmes, os antigos, os grande clássicos e os atuais, e está escrevendo para a nova revista que está bombando em São Paulo a “VIC & CO.POST “.
José Mariano sempre gostou de cinema e é também um excelente crítico do assunto. Pela primeira vez aqui no 40 forever, ele resolveu escrever sobre a nossa ídola e estrela mor de todos os tempos, Audrey Hepburn. Grande escolha Zé!
MP
Adoro esta foto da Audrey tirada do flme “Breakfast at Tiffany’s”
“Audrey Hepburn…
Escuto esse nome há anos, junto com Charles Chaplin, Marlon Brando e James Dean, e ela virou uma referência cinematográfica. Seu nome e sua imagem são associados à sétima arte e… Opa… Calma, mulherada, eu não me esqueci da referência que ela também virou no mundo da moda. Com sua beleza, elegância e classe, Hepburn se tornou um ícone para TODAS as mulheres, figurando, inclusive e merecidamente, na International Best Dressed List Hall of Fame pois foi sempre vestida por Hubert de Givenchy.
O mestre da costura Hubert de Givenchy com sua musa Audrey Hepburn.
Considerada por muitos a atriz mais bonita de todos os tempos, eleita pelo American Film Institute como a terceira maior estrela da Era de Ouro de Hollywood, ela pode até não ser a minha preferida (alô, Grace Kelly, Ingrid Bergman, Ava Garner, Rita Hayworth), mas está entre as top 10, e isso basta.
Nascida na Bélgica, Hepburn mudou-se com a família para a Holanda, quando o país foi ocupado pelos nazistas, período em que passou fome e sofreu de depressão. Com o fim da guerra, estudou ballet na Inglaterra e começou a sua carreira como modelo. Após ser vista por um produtor, conseguiu dois papéis secundários, foi para a América tentar a sorte e, já no seu primeiro filme em Hollywood, em 1953, conquistou o Oscar de melhor atriz.
A partir daí, sua carreira deslanchou. Ela fez vários outros filmes, todos ótimos, e ganhou mais prêmios ao redor do mundo – Tony, Emmy e Grammy, entre outros. (Concorreu mais quatro vezes ao Oscar, mas não levou.) Na década de sessenta, após seu primeiro divórcio, Hepburn deixou a carreira de lado para se dedicar à família e às causas humanitárias. Casou-se de novo, teve dois filhos e morreu em 1993, vítima de câncer. No dia 4 de maio, ela faria 87 anos.
Curiosidades é comigo mesmo:
-Audrey Hepburn passou um sufoco tremendo quando viveu na Holanda ocupada pelos nazistas, precisando comer até grama e flores para não passar fome.
-Falava cinco idiomas (inglês, holandês, espanhol, italiano e francês), tinha hidrofobia (medo de entrar na água), foi embaixadora da UNICEF, doando, inclusive, seus últimos salários à causa.
-Segundo seu filho mais novo, ela era caseira e adorava as coisas simples da vida. Seu prato preferido era macarrão com molho de tomate.
Aqui vão cinco para mim os melhores filmes de Audrey Hepburn:
1) Bonequinha de Luxo (My Breakfast at Tiffany) – 1961
2) A Princesa e o Plebeu (Roman Holiday) – 1953
3) Sabrina (Sabrina) – 1954
4) Uma Cruz a Beira do Caminho (The Nun) – 1959
5) Minha Querida Dama (My Fair Lady) – 1964″
Quem não viu nenhum destes filmes aconselho a ver imediatamente, pois é um deleite total para a alma! São todos imperdíveis e espetaculares, e uma lição de glamour e elegância!
Hotel Les Airelles em CourchevelLes Airelles em Courchevel depois de uma noite de muita neve.
Graças a dica de uma querida amiga Angela Gouvêa Vieira, fiquei neste maravilhoso hotel em Courchevel chamado Les Airelles. Realmente é um dos melhores hotéis de montanha que já fiquei, e é considerado dos dezesseis “Palácios” da França. O decor parecia de um hotel da Austria e o conforto e luxo eram total. Cada quarto é diferente do outro e todos de um charme inigualável!
Lobby do hotel.Um lindo quarto inteiramente pintados à mão. Cada quarto tem uma pintura diferente.
Lá existem três restaurantes divinos, e tenho que dizer que apesar de ótimos restaurantes na cidade ( Vou fazer uma lista de dicas depois), não tinhamos vontade de sair do hotel de tão bom que era tudo.
Um dos restaurantes é só de fondue e raclette, o “Coin Savoyard”, aliás amo esta comida de montanha, e não enjôo de comer queijo, mesmo que a temporada seja longa! A fondue de trufas é dos Deuses!
O outro era uma filial da Sardenha, de Porto Cervo, do nome do Hotel “Cala DiVolpe”, com todos os mesmos maîtres e copeiros, e um menu mais apropriado para montanha, também maravilhoso!
A deliciosa varanda para dias de sol! Cala Di Volpe
E o terceiro restaurante é um três estrelas do guide Michelin o famoso Pierre Gagnaire. Esqueçam do regime neste dia, pois tudo é irresistível, mas no dia seguinte se preparem para no minimo 6 horas de esqui se não quiserem engordar!
Restaurante Pierre Gagnaire.
A coisa mais chata do mundo é botar e tirar aquelas botas pesadíssimas de esqui e lá tudo se transforma num sonho, pois nem trabalho de botar a bota a gente tem, o serviço é impecável e tem sempre alguém para fazer esta tarefa! Que conforto… e só quem esquia sabe dar valor!