Patricia Mayer além de ser uma das minhas musas da elegância, é uma empresária de mão cheia e organiza, com a charmosa sócia, Patricia Quentel, os eventos de decoração mais bombados do Rio, o que inclui a “Casa Cor”.
Por conta da profissão ela roda os quatro cantos do mundo, e onde quer que se encontre, está sempre linda e apropriada.
É dela o Look do Dia de hoje, foto tirada num almoço, em Búzios. Curtam a elegância da Patricia! BN
Olhem que divina ela está: vestido Adriana Barra, amei a estampa com detalhes de renda renascença, sandália MiuMiu, pulseira Cristina Dalpino , anel de ouro rosa com rubi lindo, da SP, de Rita Zechin
Detalhe da linda pulseira de turquesa e madeira e do anel de ouro rosa!
Reinando absoluto na categoria “quem mais arrecadou” em obras de arte no mundo, desde 1997 na pole position, só tendo saído desta posição em 2007, Pablo Picasso, perdeu o trono em 2011 para um chinês…Isso mesmo, ZHANG DAQIAN (1899-1983) vendeu US$ 506 milhões no ano passado!
Em segundo lugar ficou outro chines, Qi Baishi (1864-1957) com US$ 445 milhões em obras vendidas, em terceiro Andy Warhol com US$ 324 milhões e Picasso amargou um quarto lugar com US$ 311 milhões…
Os novos números são fáceis de explicar quando se pensa na abundância de dinheiro na China dos dias de hoje, somado à cultura de colecionador do povo chinês.
Segundo a agencia francesa, Artprice, a renda obtida com vendas de obras de arte no ano passado gira em torno de US$ 11 bilhões; desse total, 39% se deve a compradores chineses, com os americanos vindo logo atrás com 25%.
Zhang é famoso por suas paisagens e pela variedade de estilos que empregava em suas obras. Nos últimos dois anos suas obras tiveram seus valores aumentados em quase 13 vezes! Sua obra Lotus e Patos foi vendida pela Sotheby’s em maio do ano passado por US$ 24 milhões…
Uma obra de Qi, o segundo colocado, foi vendida em seguida, por US$ 65 milhões a um colecionador chinês…
Vamos conhecer um pouco da obra de ZHANG DAQIAN?
Vamos começar vendo Lotus e Patos ( Lotus and Mandarin Ducks)
E agora a obra de Qi Baishi, vendida por US$ 65 milhões, “Águia em um Pinheiro” (Eagle Standing on Pine Tree)
Bom, eu pessoalmente, prefiro o pessoal do terceiro e do quarto lugar disparado!
O Hotel “Number Sixteen” em Londres é muito simpático. São só 41 quartos com uma decoração super chic. É uma verdadeira townhouse deliciosa. Situado no coração de South Kensington, fica ao lado do museu “Victoria and Albert “. A varandinha para tomar chá é fofa e a pessoa se sente uma moradora da cidade , o que é muito gostoso! MP
Fomos ver, ainda em Nova York, “The Iron Lady” ou “A Dama de Ferro”, o recém lançado e badaladérrimo filme sobre Margaret Thatcher, vivida divinamente pela super star, Meryl Streep. Confesso que sai dividida do cinema, principalmente por conta da opinião de minhas filhas, que do alto do imediatismo dos seus twenties, o acharam arrastado e pouco objetivo, isto é, queriam política e história e receberam notícias da demência da protagonisada!
Ruminei, por três dias, as minhas próprias impressões, até que um triste acontecimento familiar me lembrou o quanto são dramáticas as doenças degenerativas cerebrais, que roubam a alma de pessoas incríveis, sem deixar rastro físico significante, como aconteceu com a Dama de Ferro inglesa: ficou o corpo mas a essência já se foi…
Corajosa, a diretora Phyllida Lloyd não se deixou seduzir pela brilhante biografia de sua heroína, sediando a narrativa no ocaso da vida de Margaret Thacher, já bastante debilitada pela demência provocada por pequenos e sucessivos derrames cerebrais. O filme mostra muito mais as vicissitudes da doença, do que as glórias e conquistas da Primeira Ministra e a importância de sua era para a história britânica contemporânea!
Numa trama que transcorre “in media res”, como me ensinou meu querido Mestre Junito Brandão, a história vai e volta, passado/presente, e nestas idas e vindas Lloyd esboça, sem se aprofundar, o perfil, a história e o legado da mais poderosa mulher britânica do século XX.
OK, digamos que Hollywood nos deva uma “Iron Lady”, parte 2. Mas esta primeira é imperdível, que não seja para nos extasiarmos com o talento, cada dia mais retumbante (se é que isso é possível), da grande “Iron Actress” do cinema americano, minha musa Meryl Streep, que ganhou, ontem, seu oitavo Globo de Ouro por esta atuação e parte, poderosa, rumo ao Oscar!
O filme estréia, no Brasil, dia 10 de fevereiro: vale seu ingresso! BN