Bebel Bittencourt Niemeyer

WOODY ALLEN É SEMPRE…

… UM DESCANSO PARA O ESPÍRITO!

A primeira cena de “Roma” é na monumental Piazza del Poppolo: Allen começa arrepiando.

Assim, não existe filme ruim do meu muso dirertor, só filme menos bom, como “Para Roma Com Amor”, sua última incursão na série “Metrópoles” (dizem, as boas línguas, que a próxima será filmada no nosso beloved Rio).

Personagens de Allen apaixonando-se, tendo a Fontana di Trevi por testemunha!

Adorável, neurótico, bastante engraçado, repetitivo, lugar comum, lindo, chic, surpreendente, nada demais, tudo de bom, enfim, não importa qual seja o adjetivo para classificar “Roma”,  porque o que levamos pra casa é a alma leve e solta e o coração morto de saudades da cidade mais charmosa da Europa, que o talento de Allen nos mostra, em seu esplendor. Tudo isto embalado pelo ritmo da maravilhosa “Nel blu di pinto di blu” (ou melhor, Volare): na minha seção o cinema não se conteve e cantou, junto com Domenico Modugno, e te juro que me emocionei, pois não somos os últimos românticos?

O encontro dos “arquitetos” Alec Baldwin e Jesse Eisenberg, numa romântica esquina do bairro boêmio de Trastevere.

Noves fora que o elenco é uma atração à parte com o promissor Jesse Eisenberg descolando-se, lentamente, de Mark Zuckerberg, Ellen Page lindinha, provocante e sedutora, o grande Roberto Benigni arrasando como celebridade instantânea, a deusa Ornela Muti ainda bonita, Penélope Cruz sempre divina e o desconhecido ator, pelo menos para mim, Fabio Armilliato, roubando a cena como o sensacional cantor de banheiro: uma grande sacada.

Allen fecha o filme com chave de ouro, ou melhor, na Piazza de Espanha: show!

Portanto, se você que está organizando a programação do finde, não deixe de ir à Roma, ela merece o seu ingresso! BN

O cartaz do delicioso filme e, abaixo, o trailer….

 

 

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POST 2 EM 1: RECEITA + DICA, pra quem gostar de pinhão…

 

Este post é em homenagem a querida leitora Sandra Martins Rosa que me tirou a culpa de comer uma das minhas grandes paixões: o purê de pinhão

Eis o pinholino: libertação!

Ao introduzir o descascador exclusivo para esta iguaria, o pinholino (clique aqui para o site), na minha vida, Sandra e sua gentileza libertaram a querida Irene da chateação de passar horas descascando a deliciosa semente. Resultado, passarei a comê-la semanalmente. Obrigada querida…

Vamos à receita!

INGREDIENTES:

1 1/2  Kg de pinhão;
2 1/2 L de água;
Até 1 1/2 L de leite molico desnatado;
1 colher de sopa de sal;
2 colheres de manteiga light sem sal.

PREPARO: 

– Cozinhe os pinhões, em panela de pressão, com a água e o sal, por uma hora, em fogo alto. Desligue e deixe sair a pressão, naturalmente, espere os pinhões esfriarem e descasque-os. Reserve uma xícara de pinhões inteiros cozidos e pique-os;
– Coloque uma xícara do leite, no liquidificador, e acrescente os outros pinhões cozidos e descascados, um a um. Importante: Execute este processo com o liquidificador ligado e vai acrescentando mais leite aos pinhões para dar o ponto de purê.
– Depois que o creme de pinhão estiver pronto, acrescente a manteiga light e a xícara de pinhão picado que foi reservada. Mexa até a manteiga derreter por completo, em fogo brando, para não grudar no fundo da panela. Está prontinho…

Pra mim este purê é um manjar dos deuses!

Fica delicioso com tudo, mas especialmente acompanhando um franquinho assado! BN 

 

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UM CURSO PRA LÁ DE BACANA!

 

Este post é sobre um workshop maravilhoso que acontecerá, no dia 7 de julho, no bacanérrimo Clark Art Center, espaço aberto para celebrar o design e a arte contemporânea. Além de galeria, a CAC é um laboratório de criatividade que expõem mostras permanentes e temporárias, happenings e eventos ligados a diversas formas da expressão artística como jóias, fotografia, moda, móveis, ilustração, toy artstreet art, aromas, paladar, som e dança.

Uma das lindas esculturas da maravilhosa Lygia: sonho de consumo de todo colhecionador e de nós, simples mortais também…

Já o segundo andar abriga a Associação Cultural “O MUNDO DE LYGIA CLARK”,  entidade que disponibiliza para pesquisa, todo o acervo de uma das mais importantes artistas brasileiras um dos pilares do Construtivismo do nosso país e que também debate, de várias maneiras a sua obra. Vale a pena passar por lá.

Olhem que lindos alguns cadernos feitos pela Professora Marcia Albuquerque, que dará esta charmosérrimo curso.

Mas voltando ao curso, ele vai ser direcionado para iniciantes, isto é, um workshop intensivo. “Cadernos de Bolso” ensinará como fazer cadernos pequenos com três costuras na lombada, sem o uso de cola. Durante a aula serão apresentadas todas as ferramentas usadas na confecção de cadernos artesanais: fio do papel; papel específico para a capa; o papel usado no miolo; o significado da dobradura de folios; a utilização correta das agulhas e a furação indicada para cada tipo de costura.No final, o aluno levará para casa três cadernos feitos por ele, podendo, a partir daí, produzi-los em outros formatos e papeis variados. Show, vocês não acham? BN

INFORMAÇÕES IMPORTANTES:
DATA: 7 de julho, sábado, das 13:30 às 18hs
PROFESSORA: Márcia Albuquerque, designer.
TEL: 21 2531 8137
END: Rua Teresa Guimarães, 35. Botafogo, RJ

CLIQUE AQUI PARA ENTRAR NO SITE. 

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A CARA DO RIO…

Algumas cidades desenvolvem uma maneira de ser particular para seus cidadãos, nem melhor nem pior que a dos outros lugares, é apenas uma existência única. Não sei se pela água que tomam, o calor/ frio que sentem ou ainda o visual que os contagia, mas seus moradores tornam-se pessoas identificáveis num simples olhar, um diagnóstico sem chances de erro.

E assim é o carioca, um ser que vive, veste-se, diverte-se e mora de uma maneira que é só sua, com uma pitada de humor, bastante descontração e irreverência, um toque de não tô nem aí e uma alegria que, quando comparece, é contagiante.

Vejam nas fotos…

Como se locomovem…

Por terra …
Pelo ar …
Pela água …

Como se divertem…

A “ágora” dos cariocas, aonde seus afetos e desafetos são debatidos…
Churrasquinho na laje, a festa em forma de refeição, nos telhados do Rio…
A praia, aonde todo mundo é igual, tendo o sol por testemunha…

Como se vestem …

Descontração e conforto…

Como amam…

Mas é carnaval não me diga mais quem é você, amanhã tudo volta ao normal…

Como rezam…

Contrição diante da maior paixão da cidade… ( Obs: eu NÃO sou flamenguista, mas o que fazer?)

Como dançam…

O balet da mangueira!

Como moram… 

O saudoso mestre e arquiteto Claudio Bernardes é a mais perfeita tradução de morar do carioca…

E, o gran finale, aonde montam suas casas: no CASA SHOPPING é claro!

 

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