Bebel Bittencourt Niemeyer

A MARAVILHOSA CASA DA MÚSICA DA CIDADE DO PORTO!

A craquérrima Vanda Klabin visita hoje o BLOG!
E nos conta sobre a linda “Casa da Música” do Porto!

Oba, hoje é um daqueles domingos abençoados, em que recebemos a iluminada visita da nossa embaixadora no mundo das artes, a curadora Vanda Klabin. 

Desta vez, seu assunto vem de uma linda cidade portuguesa, o Porto. Vanda esteve por lá, de férias, e nos conta sobre sua maravilhosa “Casa da Música”. BN

A arrojada “Casa da Música” da cidade do Porto!

VANDA KLABIN: “Considerando-se o prédio como um volume sólido, do qual eliminamos as duas salas de concerto e todas as outras instalações públicas, criamos um bloco oco, que revela seu conteúdo, sem ser didático e, ao mesmo tempo, expõe a cidade. O prédio é ao mesmo tempo claro e misterioso – o diagrama  torna-se uma aventura arquitetônica”, assim definiu o arquiteto Rem Koolhaas, ao conceituar sobre a sua obra.

A aventura arquitetônica de Koolhaas! BN

A cidade do Porto, que segundo o poeta Luís de Camões, deu origem ao nome de Portugal, fica situada às margens do rio Douro e a atividade comercial que mais contribuiu para o seu desenvolvimento foi  a produção do famoso e tradicional  Vinho do Porto .

Em 2001, foi eleita a Capital Européia da Cultura e o  seu centro histórico, hoje, é considerado Patrimônio da Humanidade pela UNESCO. A partir de então, a cidade passou por uma profunda requalificação urbana e vários  edifícios de arquitetura moderna foram construídos.

O prédio no contexro da cidade! BN

A Casa da Música  foi o primeiro edifício construído para ser, exclusivamente, dedicado à música e concebida como parte integrante do projeto de renovação urbana e cultural da cidade do Porto. Através de um concurso internacional de arquitetura, a escolha recaiu sobre o arquiteto holandês Rem Koolhaas, que completou seus  estudos em Londres e recebeu várias distinções importantes, como Pritzker Prize e o prêmio da União Européia Mies Van der Rohe, dos arquitetos britânicos.

Essa escolha talvez tenha surpreendido os espíritos mais conservadores e, por ser um projeto um tanto ousado, foi objeto de ácidas polêmicas por parte dos portugueses. As escavações foram iniciadas em 1999 e sua inauguração  foi  em abril de 2005.  No dizer do poeta português Fernando Pessoa:  Primeiro estranha-se, depois entranha-se.

” Formas assimétricas em diversos planos”…
Outro lindo plano assimétrico… BN

O projeto arquitetônico foi concebido  como uma sinfonia clássica, de linhas modernas, no formato de um  poliedro irregular, uma linguagem simbólica de um diamante bruto. Construído em cimento branco, apresenta formas  assimétricas em diversos planos, com 12 andares e graus esquinados  nos seus ângulos. O conceito arquitetônico predominante é a transparência e apresenta colunas e vidros ondulantes como a música.

” Predomina a transparência…”
“Vidros ondulantes como a música”!

A Casa da Música contempla  uma grande diversidade de genêros musicais, concertos, grupos de pesquisa e ações educativas, cujo fio conductor é Saber, Ouvir, Fazer, Criar. A entrada principal tem 30 metros de pé direito, uma bela escadaria de alumínio escovado, tetos de vidro, passarelas suspensas e  abriga  a bilheteria,  a loja, o centro de documentação,  a fonoteca,  a videoteca e  a biblioteca.

 

” A entrada principal te 30 metros de pé direito…”!
Detalhe “da bela escadaria de alumínio escovado…”

A Sala Guilhermina Suggia, nome de um violoncelista  portuense, é a principal, dotada de excepcionais condições de acústica e apresenta um belo jogo de luzes,  proporcionado pelas amplas  zonas envidraçadas. O material utilizado foi o pinho nórdico, trazido da Finlândia, ideal para tratamento acústico e as cadeiras têm um design  e um revestimento  de veludo visando a equilibrar o som, de modo que se a sala estiver repleta ou vazia, a cadeira  simula uma pessoa sentada.

“A sala Guilhermina Suggia, toda forrada com pinho nórdico: ótimas condições de acústica.”
Olhem que linda a sala bombando… BN

O Pequeno Auditório é uma área polivalente, com capacidade para 300 lugares, caracterizada pelo uso da cor  vermelha, como nos teatros barrocos italianos e sem cadeiras fixas. Possui uma infra-estrutura de som e luz pensada para servir às flexibilidades dos concertos programados e atividades educativas.

“O pequeno auditório caracterizado pelo uso a cor vermelha, como nos teatros barrocos italianos…”.

A Sala Cibernética  tem condições sonoras especiais para apresentar  projetos musicais experimentais, multimídias e novas tecnologias. O teto, em pirâmide, cria condições  acústicas ideiais  para a música amplificada.

Sala para novas tecnologías.

O Foyer tem a particularidade de  mostrar a cidade  através de altas parede de vidros  onduladas.

“O Foyer tem a particularidade de mostrar a cidade…”!

A Sala Vip é um espaço multifuncional, vocacionado para ocasiões cerimoniais. O arquiteto presta homenagem à azulejaria portuguesa, através de reproduções de painéis originais que se encontram instalados em diferentes espaços museológicos de Portugal e da Holanda.

Na sala VIP o arquiteto presta homenagem à azulejaria portuguesa…
No detalhe, azulejo e música…

O Terraço, no piso mais elevado do edifício, tem teto de vidro que abre para o céu e para  a Rotunda da Boavista.

O terraço e a vista inda da Rotunda da Boa Vista…

O Restaurante, ao lado do terraço, tem um ambiente cromático – painéis de cores variadas e abriga também um bar e um café-concerto.

” O restaurante tem um ambiente policromático…”.

É uma visita imprescindível para aqueles que estiverem de passagem pela cidade do Porto”. Vanda Klabin.

VANDA MANGIA KLABIN
Tel: +55 (21) 2267-2662
Cel   +55 (21) 9986.9256
vklabin@terra.com.br

 

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OS BASTIDORES DA CASA COR X INTELIGÊNCIA EMOCIONAL!

 

As lindas e competentes “Patrícias”, Quentel e Mayer enfeitando o nosso BLOG!

Hoje o BLOG está em festa pois recebe a preciosa visita da queridíssima “3Plus”, Patrícia Mayer, musa da elegância e do savoir-faire. Ela vem nos falar, justamente, sobre “saber fazer”, um tema sempre atual e mais que necessário.

É que junto com a queridíssima sócia, Patrícia Quentel, organizam a maravilhosa exposição de decoração “Casa Cor”, aqui no Rio, há anos, com toda competência e sem nenhum estresse aparente. Será? Para sabermos dos bastidores do maior evento de decoração de nossa cidade, passo a palavra pra quem sabe de tuuudo! BN

PATRÍCIA MAYER: OS BASTIDORES DE CASA COR X INTELIGÊNCIA EMOCIONAL!

” Como é lidar com tanta gente ao mesmo tempo? Essa é uma curiosidade comum do bastidor da Casa Cor Rio, evento que organizo com minha sócia, Patricia Quentel, há 22 anos.

Mas, apesar das muitas estórias que temos para contar, considero importante avaliar o que, na verdade, mais me marcou nesses anos todos à frente desse grande evento. O meu maior ganho, sem dúvida, foi aprender a lidar com o outro,  aprimorar a minha inteligência emocional – essencial para bem viver, em qualquer área de atuação.

Nesta edição que agora começa a deslanchar- e inaugura dia 3 de outubro indo até 19 de novembro- já esta na hora de novamente colocar essa virtude em prática. E é justamente nos bastidores do evento, no chamado making of, que este jeitinho conciliador de lidar com o ser humano precisa funcionar de verdade.

Nessa primeira fase, iniciada há umas 3 semanas atrás, começamos a eleger o “elenco” do evento. O casting, o mix de arquitetos consagrados, os novos valores, seleção realizada com muito critério e baseada nas nossas observações ao  longo do ano. Nossas fontes são publicações da área impressas  e digitais, indicações de arquitetos veteranos, fornecedores…

Lista completa e convites feitos, passamos à primeira etapa:  a escolha dos ambientes pelos arquitetos no imóvel, a esta altura já totalmente configurado para a edição, respeitando sua arquitetura, vocação e tema que vamos desenvolver. Este ano o evento acontece na antiga Casa Do Estudante, na Av. Rui Barbosa, que começou como hotel e foi também internato da Escola de Enfermagem Anna Néri. Um imóvel com vocação para receber- a temática que vamos trabalhar. A implantação do evento no imóvel foi realizada  pelo arquiteto Mário Santos, profissional de extrema criatividade  e competência, que tem estado ao nosso lado esses anos todos.

Cada profissional convidado, este ano são 55 ambientes, deve escolher três ambientes que realmente gostaria de fazer, em visitas realizadas ao longo de cerca de 1 semana. Alguns chegam certos do ambiente que querem, outros passam horas e até dias em dúvida. Acontece que grande parte quer o living, ou a sala de estar ou de jantar, considerados os ambientes “nobres” da casa. Nesse ponto a inteligência emocional entra em ação: tentamos  ponderar, caso a caso, através de exemplos, que nem sempre são os nobres os que fazem mais sucesso. No passado, ambientes como esses  já perderam em sucesso com imprensa e público até para lavanderia de 10 m²…

A partir dai, e até a inauguração do evento, dá-lhe inteligência emocional. Conciliar as escolhas  dos arquitetos com os espaços disponíveis, oferecer outros a quem não conseguiu ficar com suas preferências…missão delicada. E, durante a obra, etapa que agora se inicia, quando o número de pessoas trabalhando na casa pode chegar a mais de 400 ao mesmo tempo, entre pessoal de obra, fornecedores, equipes dos arquitetos, etc, um  período movimentado e, confesso, muito estressante,  em que a temperatura vai subindo ao passo que se aproxima o deadline para os ambientes ficarem  prontos para as fotos. E haja paciência com os nervosismos, egos! De repente, todo mundo ali quer seus 15 minutos de fama, do arquiteto expositor ao assistente, fornecedor, marceneiro, pintor…Do lado de cá, do “comando geral”, é preciso transmitir tranquilidade, praticar o amor ao trabalho, aceitar os ossos do ofício e, de novo, usar e abusar da famosa inteligência….

Evento inaugurado, é hora de lidar com o público e bem recebê-lo, ouvir elogios e críticas. E mais uma vez, colocar em prática nossa experiência adquirida,  no agradecimento, na explicação, no pedido de desculpas, e por aí vai: um exercício constante, aprendizado e legado de vida, nesta missão que é a Casa Cor!” Patricia Mayer

CLIQUE AQUI PARA O SITE DA CASA COR E SAIBA DE TUDO SOBRE O EVENTO!

VEJAM DOIS ÂNGULOS DA FACHADA DO LINDO CONJUNTO ARQUITETÔNICO DA AVENIDA RUI BARBOSA ONDE ACONTECERÁ A CASA COR 2112 ( Estas lindas fotos foram tiradas pela craque Kitty Paranagua)

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UMA PROGRAMAÇÃO SENSACIONAL PRO SEU FINDE!

Nem pense neste modelito para o seu fim-de-semana: tem muita programação imperdível na cidade…

Sexta-feira é o dia internacional de organizarmos a programação do fim-de-semana. Por isso, dou duas dicas bacanérrimas, pra quem está no Rio de Janeiro. Sei que já foram super badaladas, nos jornais, mas não custa nada repetí-las, vai que você estava viajando…

BN preparando-se para o percurso dantesco!

Trata-se de duas maravilhosas exposições: uma está na Caixa Cultural, “Dali: A Divina Comédia” e a outra, “Alberto Giacometti na Coleção da Fundação Alberto E Annette Giacometti”, no MAM.

Linda esta gravura, que é a primeira da série, com Dante, solitário, caminhando em direção ao… inferno!

Fui primeiro ver Dalí e as cem gravuras que ele fez pra ilustrar os cem cantos da Comédia de Dante. Achei o casamento perfeito, um dueto improvável mas primoroso, onde imagens e versos se completam, com a força e estridência necessárias. Só mesmo o surrealismo para concretizar, “comme il faut”, o “código de ética” mais cruel da face da terra, setecentos anos depois: como se um tivesse esperado pelo outro. Saí incomodada, com tantas informações brutais.

A caminhada de Dalí acompanha a dos cantos de Dante e vai na sequência: Inferno, purgatório e Paraíso… Esta gravura está no inferno…

Esta exposição acentuou as saudades perenes que sinto do maravilhoso Professor Marcos Pires, pois tive a grande honra e o privilégio de tê-lo como “personal Vergílio”(a grafia é esta, segundo meu guru Junito Brandão). Por dois anos, um grupo de amigas e eu, com a perseverança e imensa cultura de Pires, nos dedicamos a tentar desvendar os mistérios do grande Dante. Sem sua ajuda, eu não teria saído do primeiro canto…

BN entrando no lindíssimo prédio do MAM!

Saímos do “Caixa Cultural” direto para o MAM, onde o grande Giacometti esperava a nossa visita, sereno e na medida.

O maravilhosos homem andante de Giacometti!

A extrema elegância de suas esculturas aliviaram e muito o meu espírito, enchendo meus olhos com suas formas limpas e esguias. Sempre que vejo algum trabalho de Giacometti, lembro da tecnologia caseira dos castelos que fazíamos com areia e água, nas praias desta vida.

Amei a última sala, no terceiro andar, com esculturas de uma fase que eu não conhecia, à la Bacon e seus Papas.

Vou contar uma brincadeira pra vocês: Meu marido e eu, quando vamos numa expo que amamos, no final “simulamos uma catástrofe” e checamos o que cada um salvaria, dentre tantas belezas. Nesta expo, ele salvaria esta escultura. Lembrei de Roberto Magalhães….

Adorei a minha preciosa tarde cultura! BN

 

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T-SHIRT + ARTE = OMA TEES!

A elegância de Claudia Saad, idealizadora desta marca maravilhosa!

Este post me foi soprado pela amiga queridíssima, Solange Medina, e seus lindos olhos de lince pra tudo que é bacanérrimo nesta vida!

Coco Chanel, sempre uma grande inspiração!

Trato da Oma Tees, a label mais quente de camisetas do pedaço, que começou como uma brincadeira de sua idealizadora Claudia Saad e ganhou o mundo, com a velocidade de um tufão. Um belo dia, Claudia recebeu, em casa, amigas pra mostrar umas camisetas que havia produzido. Balanço: 200 peças vendidas, no ato.

Camiseta inspirada no artista Alphonse Mucha!

Passado o susto, a estilista resolveu levar a sério sua idéia de gênio e desenvolveu uma linha de camisetas antenadérrimas e atemporais (sim, isto é possível). O tema, que inspira as coleções, gira sempre em torno dos três assuntos prediletos de Claudia: os mundos da arte, moda e cultura. Relendo o trabalho de ícones destas áreas, como a gloriosa Chanel, o grande da Vince ou a ilustradora francesa e “coolzérrima” Angéline Mélin, a Oma Tees além de enfeitar suas clientes, divulga de uma maneira bacanérrima, assuntos pra lá de interessantes.

O corner no Cidade Jardim…

“Camisetas precisam falar com as pessoas que as usam e também com as que vão vê-la”, explica Claudia, com muita propriedade. E este diálogo deu tão certo que a carreira destas Tshirts foi meteórica: começou na Vila Daslu, virou um lindo “corner” no Shopping Cidade Jardim e, na sequência, uma charmosa loja no mesmo “bat-lugar”.

A charmosa loja, aberta em dezembro passado!

Já está no meu caderninho de viagem, “letra já”: conhecer a Oma Tees! BN

CONTATO:
SHOPPING CIDADE JARDIM, segundo piso, São Paulo
TEL: 11 7759 3469

CLIQUE AQUI PARA O SITE!

CURTAM ALGUMAS LINDEZAS!

Começo pela que homenageia o Rio de Janeiro: amei… Pena que é de outra coleção!
Esta homenageia o maior: Albert Einstein!
A Princesa mais linda Grace Kelly!
Também homenageia o rei da sua vida…
Termino com uma deslumbrante: camiseta “haute couture”!
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