Ana Cecilia de Magalhães Lins Lacerda & Bebel Niemeyer & Maria Pia Marcondes Ferraz

O ARTISTA DA CORDA

Fred Kyrel é francês, fotógrafo e estilista de roupas feitas de corda. Ele começou criando corsários simples feitos com cordas pequenas, inspirando nas figuras tradicionais japonesas do shibari chamada karada ( antiga especialidade nipônica que consiste em amarrar pessoas com arte e muito requinte).

Fred está desenvolvendo sua própria tecnica, para fazer criações mais complexas, de até 150 metros de corda de diversas cores. As cordas são tratadas com óleo vegetal natural de jojoba, para ficarem com um toque mais suave. Ele, como Madame Grès, gosta de criar diretamente no corpo das modelos. Suas roupas até o momento são efêmeras e são desfeitas assim que acabam as fotos, mas ele  está começando a desenhar roupas que poderam ser colocadas e durar FOREVER assim como os acessórios, cintos e bolsas. Ele aceita encomendas de vestidos para festa, outro dia ví uma amiga com um deslumbrantemente original e lindo!. MP

www.kyrel.net

 

 

 

lindo vestido todo de cordas!

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PENDUREI AS CHUTEIRAS…

… E VIREI VISITA NA MINHA PRÓPRIA CASA, OBA!

Eis a mesa que elas fizeram e que mostro o passo a passo, neste post! Não estou com a vida ganha?!

Sonho que acalentava há anos mas só agora tornou-se realidade, quando minhas filhas Maria e Isabel passaram a gostar de produzir as mesas com que homenageam suas amigas do coração. Daqui pra frente, porei a mão na massa só em último caso, já que estou achando a imaginação delas muito mais fértil que a minha.

Vejam se não tenho razão, curtindo as fotos da montagem da mesa de um jantar que deram pra festejar uma das amiga que elas mais amam e, alias, eu também. Pena que esqueceram de fotografar a mesa na hora de sentar, com as velas acesas, etc. BN

FICHA TÉCNICA:
1- FLORES: CADEG, Chico Faria Flores
TEL: 21 3860 8519 ou 3860 0043
2- DOCES:
Christianne Guinle: 21 3322 1522
3- BOLO:
Flávia Cadime: 21 9234 6045

A mesa esperando... Esta toalha é uma espécie de Marta Medeiros da "cama e mesa", adoro, presente de amigos cearenses.
As flores sendo arrumadas pela nossa fada-madrinha, Marly Soares Lima, a "vice mãe" de minhas filhas!

MESMOS ÂNGULOS DE DIA E À NOITE: VEJAM COMO AS ESTRELAS FAZEM A DIFERENÇA!

A mesa posta, na luz do dia, faltando os detalhes...
Mesmo ângulo da mesa, à noite e quase pronta...
Mais de perto e de dia....
... E a mesma visão noturna!
Detalhe do lugar, de dia...
O detalhe noturno...

DETALHES SALPICADOS PELA MESA …

Visão aérea de alguns docinhos, porque aqui em casa crescemos só no tamanho... a alma gastron6omica continua uma baby, apaixonada por brigadeiro e cia! Detalhe: todos os doces são da maravilhosa Christianne Guinle!

      Festival de brigadeiros brancos: em forma de flor e turquesa, pra combinar com os macarrons…
Cones e chocolate com nutella, delícia!
Pra dar água na boca com os macarrons de doce de leite! Haja César + Ivan!
E o grand finale com o bolo de Flávia Cadime: frente...
... E verso!

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A MAGIA DE MIANMAR

Convidei minha queridissima amiga Andrea de Andrade Ramos para nos contar um pouco de suas andanças pelo Sudeste Asiático onde morou 7 anos. Ela morou na Malásia, na China e atualmente mora na Tailândia, onde está fazendo um incrível livro sobre fotografías, e mandou para nosso blog com uma SUPER exclusividade algumas páginas  de seu livro, que certamente será um sucesso :”Crônicas de viagem em cartões postais”.MP

O mapa abaixo é apenas para uma localizada !

” Mianmar é um país mágico e sedutor. Conhecido e admirado pelos europeus desde os tempos em que era colônia britânica, inspirou poetas e escritores como Somerset Maughan, George Orwell e Rudyard Kipling. E agora ganha as primeiras páginas dos jornais internacionais com as recentes eleições, o início de uma abertura politica até então impensável, onde o premio Nobel da Paz de 1991, Aung San Suu Kyi (pronuncia-se San Su Tchi, foto abaixo) surge como uma possível promessa para o futuro politico do país. O porque de tanto encantamento tem várias explicações. Há alguns meses atrás, sentada ao lado do recém chegado embaixador alemão, em um jantar de boas vindas na nossa embaixada, ouvi dele a seguinte frase: “Myanmar is sexy…”. Na verdade o que ele quis dizer e que Mianmar tem um appeal especial para europeus e americanos. E grande parte dele deriva da figura doce, mas ao mesmo tempo corajosa e obstinada, de San Suu Kyi.  “The Lady”, como é chamada pelos birmaneses, esta sempre elegantemente vestida na simplicidade do traje típico e flor na cabeça. Sua moldura frágil e o sorriso tímido escondem uma personalidade forte e corajosa.Lá e cá estamos sempre a cata de heróis que nos tragam esperança de tempos melhores, e vençam, por nós, os desafios de um mundo desigual e injusto. E o espirito inquebrantável dessa mulher, filha de um herói da Independência, o general Aug San, segue inspirando os corações de birmaneses, e de toda uma gama de admiradores fora do pais, na luta pela liberdade e igualdade de direitos. Após 15 anos de prisão doméstica, longe dos filhos, ela reaparece com a mesma tenacidade de antes, rompendo o silêncio dos anos de chumbo da ditadura militar. Conseguira ela unificar e reerguer o país a gloria de tempos passados? O tempo dirá. Até lá só podemos cruzar os dedos e torcer para que ela saia vitoriosa.

Aung San Suu Kyi:" The lady".

A parte a simbologia do momento, Burma (nome original do país), tem um sem fim de encantos. As paisagens são deslubrantes e a cultura ancestral permanece intacta no dia-a-dia das cidades. Homens e mulheres usam saias, aqui conhecidos como longyis, e muitos, crianças inclusive, tem o rosto coberto por tanaka, uma máscara branca que protege a pele dos efeitos indesejados dos raios do sol. Mianmar e uma viagem no espaço e no tempo, pois parece congelada no seculo XIX. Isso dá um sabor único ao país, pois permite visitar um universo urbano que não existe mais. Templos e monastérios estão tal qual como quando foram construídos. E budas de todos os tamanhos, em alabastro, pedra, madeira,gesso, abundam. Os mercados são abarrotados de artesanato, pérolas e pedras preciosas. Mas não se iludam, os preços das pedras são os mesmos do mercado internacional. Não se esqueçam que os chineses são vizinhos e, ao enriquecerem, aumentaram a demanda encarecendo a oferta. A laca birmanesa e a melhor que existe, é belíssima, superando a chinesa em qualidade. E os guarda-sois em tecido colorido, pintados a mão, são um souvenir inesquecível.

Marmiteiro de laca da Birmania.

O roteiro de viagem comeca por Yangon, capital do pais. O Bogyoke Market é visita obrigatória, assim como a Shwedagon Pagoda (no final da tarde aproveitando a temperatura mais amena). As cúpulas desse templo-monumento são cobertas por algumas toneladas de folhas de ouro e no topo da torre maior estão guardados mais de 5 mil diamantes, alguns milhares de rubis, safiras e outras pedras. Além disso, mil e tantos sinos de ouro e, coroando todo esse arsenal, um diamante de 76 quilates! Nada disso pode ser visto ou tocado. Mas certamente os números dão asas a imaginação e fazem um contraste marcante com a pobreza e a miséria dos que estão a rezar, embaixo. Os fiéis são muitos e em vários momentos vê-se uma procissão deles com meninos, carregados ao colo ou no ombro dos pais, vestidos de amarelo e dourado, com os rostos cobertos por tanaka; olhos e bocas pintados.  A procissão é parte do ritual de iniciação para aqueles que irão ingressar no monastério, ainda na primeira infância, para um longo período de educação nos preceitos budistas.

Mandalay é a capital cultural do país e alguns templos e mosteiros importantes estão nos arredores. O teatro de marionetes é imperdível. Os bonecos estão vestidos nos trajes típicos e representam personagens do folclore local. E as músicas são tocadas por uma orquestra onde os integrantes estão em calças bufantes e turbante na cabeca. Inle é a região onde está o lago de mesmo nome e nele os pescadores remam com o pé, segurando a rede com as mãos. Incrível! A paisagem é silenciosa e tranquilizante. Ainda ao redor de Mandalay estão as cidades Ava, Amarapura e Mingun. Nesta última encontra-se o pagode Hsinbyume, todo pintado de branco, com os muros dos corredores em ondulações. Foi construido pelo rei Bagydaw em homenagem a sua esposa favorita. Uma espécie de Taj Mahal local. Em Amarapura uma vista ao monastério local permite testemunhar, logo pela manhã, a procissão de dezenas de monges enfileirados, segurando suas combucas de ferro, a busca de alimento. Esse é um dos maiores monastérios do pais, chegando, por vezes, a abrigar 3 mil monges.

E por fim a imperdivel  Bagan, onde fica a planície de mais de dois mil templos e pagodes. Se o tempo for curto, essa é a única cidade que não se pode deixar de ver, pois e a cereja do bolo. Mas eu não sacrificaria o resto. Mianmar é mais do que budas, templos e pagodes. A paisagem humana é que oferece o que há de mais rico no pais. As construções históricas são meros edifícios de pedra sem a cultura e a fé daqueles que as ergueram. A mistura de raças, os trajes, as cores, a comida, a escrita em letras que mais parecem uma sucessão de círculos e vírgulas, os mercados, a religião e seu sincretismo com crenças animistas, os meios de transporte mais loucos e improvisados, tudo isso, faz desse lugar uma experiência mágica. E ao chegar lá você só precisa dizer mingalaba (a saudação local). E logo um sorriso se abre e você é carregado no colo desse povo adorável e gentil.”

FOTOS POR ANDREA de ANDRADE RAMOS.

Meninos vestidos para a cerimônia de iniciação a monge. Shwedagon, Yangon.
Birmanesa fumando charuto no mercado do lago Inle
Criança usando tanaka nas ruas de Yangon
Monges cruzando a famosa ponte de U Bein em Amarapura

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PRESENTES DIFERENTES!

Cleuza Ferreira, nossa anfitriã do lindo almoço na Magrella, entre BN e MP!

Cantei, no post “Show de Flores em BSB”, sobre o capricho das flores da Magrella, no dia de seu almoço/desfile. Mostro, agora, algumas gracinhas que “pesquei” flanando pelos andares da linda loja; pequenas delicadezas que amaria ganhar ou dar. Curtam! BN

CONTATO:
61 3365 1150

PARA ELES:

Amei este tênis com ar vintage e, mais ainda, o display!
Olhem que lindas estas miniaturas de filmadoras…
Esta calçadeira é linda e peça rara nas lojas…
Adorei este identificador de malas fashion!
Pra deixar suas unhas nos trinques em viagem, nunca encontro bonitos para vender…
Para os românticos escreverem à moda antiga!
Dominó em dois tamanhos!
Este gamão dá até pra jogar em avião: as pedras são fixáveis!
Outra peça de antigamente, prendedor de notas, para os gentlemen…
Mais objetos vintage masculino: “kit” de barba!
Amei este conjunto de papelaria, especialmente o “estojo” para os lápis!
Abotoaduras lindas!
Jogo de dados. Pra quem é viciado em Yan, por exemplo…
Jogo de damas, elegante e prático, dentro de sua natureza etérea..

PARA A CASA:

Fica lindo várias destas mini sopeiras com flores, espalhadas pela mesa!
Também pra dar um realce no visú da sua mesa!
Lindos e tudo de osso. As faquinhas, então, são um poema!

 

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