Luluca Albuquerque no final de uma aula de matar: ainda continua linda… E o pior, com a barriga saradérrima!
Deitada, sentada, em pé, no caso dela tanto faz… A barriga sarada é sempre a mesma!
Minha companheira de treinamento do BOPE, quero dizer aula do Cesar Parcias (grande mestre da Academia Proforma), a linda, saradésima e gente finíssima, Luluca Albuquerque (fotos acima), foi quem me deu esta dica. Nem relutei, diante do seu corpo escultural, comprei pra mim e corri pra contar pra vocês.
Luluca nos mostrando a embalagem…
Trata-se de um milagroso gel que, se usado junto com um bom treinamento, dá uma super definida nos nossos abdomens. Chama-se “FAT GIRL SIXPACK”, da BLISS (vide foto), e vende na Amazon; já estou em teste…
A globalização me fascina, é incrível saber que tem tudo em todos os países, e cada vez mais…claro que as vezes ela perde um pouco o charme, como por exemplo, quando cheguei na China e ví um Mac Donald ‘s, preciso confessar que desanimei um pouco. Esperava encontrar outro tipo de lanchonete, até um fast food, mas alguma coisa mais local, com ao menos cara de China.
Em todo caso nem sempre a globalização nos decepciona, adorei saber que já posso comprar um Lafont, marca que adoro e só achava em Paris, aqui na esquina de Ipanema. Lafont é símbolo de sofisticação, elegância e qualidade. A coleção de 2013 está linda com modelos inspirados em várias décadas como nos anos 50, 60 e 70, a variedade de modelos, as formas e os materiais estão maravilhosos. Globalização é as vezes também sinônimo de conforto.
MP
Adoro este óculos de gatinha pois levanta muito o rosto! Olhem como Marilyn ficava bem com eles…
Marilyn de óculos gatinho
Estes com “monture” em metal são show total!
Tânia Caldas com seu Lafont de titânio dourado em forma de renda. MARAVILHOSO!
Maritza Orleans e Bragança é uma grande paisagista e está fazendo uma exposição com uma proposta que adorei, pois ela faz uma perfeita dobradinha de paisagista, escultora e poeta. A idéia é genial, nada mais in e chic que esculturas em jardim, e as suas, misturadas com metal e plantas são deslumbrantes. Elas podem ser espalhadas em um gramado gigantesco, assim como numa varanda de apartamento, se adaptando perfeitamente as diversas situações.
Vejam se não são lindas…
MP
Escultura cone
Escultura vagem
Escultura Frestas
Escultura Telúrica
Escultura Concêntrica
Escultura Respiração
Escultura Muralha
Escultura ovo
Abaixo vai o texto que Maritza escreveu explicando o conceito de seu trabalho, aqui ela demostra todo o seu lado poético e o de sua obra.
ESCULTURAS VIVAS
Uma nova proposta, esculturas com plantas: Formas geométricas e escultóricas da rigidez do metal com a leveza e singularidade das plantas. Formas, cores e texturas compondo um pequeno jardim ou um micro clima entre planos.
Essas esculturas sugerem a capacidade das plantas, de se adaptarem a aridez e rigidez do mundo civilizado. Adaptar-se ao meio ambiente degradado é o grande desafio da natureza. Darwin, com suas pesquisas incansáveis, desvendou a complexidade evolutiva das espécies, ocorrida ao longo de milhões de anos. Agora, estamos impondo a natureza um rompimento abrupto e irrecuperável.
Com o nosso olhar mais atento, podemos perceber que as plantas buscam se auto-solucionarem crescendo nas fendas das pedras, nos galhos de arvores. Quem já não se deparou com uma construção abandonada em que a natureza lentamente, no seu ritmo próprio, vai ‘’engolindo’’ aquela construção, brotando nas rachaduras das paredes, sobre os telhados como uma nova hóspede que chegou para ficar, e aos poucos toma posse das frestas, das fendas e dos cantos, numa maneira vigorosa e única de se adaptar.
Há uma tendência do desenvolvimento tecnológico, de criar construções cada vez mais orgânicas, com telhados e paredes verdes, buscando uma melhor qualidade de vida com o mix NATUREZA X HOMEM X VIDA MODERNA. Nas minhas esculturas busco essa harmonia que também é um contraste. O contraste do poder e vigor da natureza em busca da sua sobrevivência ao meio ambiente.
O homem caminha para um futuro altamente tecnológico, controlado e dinâmico, mas também poderá estar caminhando para a sua própria destruição. Somos totalmente ligados e dependentes da natureza é nela que buscamos serenidade e encontramos harmonia e paz. Cada vez mais, estamos conscientes da sua importância, mas paradoxalmente fazemos o caminho oposto, quando destruímos o meio ambiente, obrigando-nos a criar um mundo mais artificial. Nós, seres humanos de carne e osso originais, dificilmente estaremos preparados para esse mundo novo.
A tendência do desenvolvimento tecnológico segue um caminho de hibridação dos objetos e até mesmo dos seres humanos. Podemos ver homens que utilizam em seus corpos chips e outros artefatos que controlam seu estilo e qualidade de vida, transformando sua capacidade de viver, e praticar esporte, por exemplo. Já é possível utilizarmos em nossos corpos válvulas, marca-passo, próteses, chips, órgãos reproduzidos. Fazemos parte de um mundo tão cheio de poluições e radiações no mar, ar, subsolos e ingerimos alimentos altamente químicos e transgênicos. Como reagirá o nosso corpo? Nossa pele tão sensível, frágil, vulnerável ao sol e a radiação? Criaremos peles artificiais, digitais para suportar tantos desacertos? Seremos no futuro, homens de ligas metálicas e carbônicas? Seremos homens híbridos? Ou teremos o vigor da natureza para nos adaptarmos a esse meio?
Mas essa troca de pele quer dizer muito mais… Trocamos o relacionamento humano pelo digital. Nossas paixões, e encantos se voltam para celulares e lap tops metalizados, capazes de falar o que queremos ouvir, dispõem para nós, de imagens perfeitas da natureza, essa sim; nós amamos e a carregamos, para aonde formos, para olharmos a cada manhã ou a cada momento de ansiedade. Mas essa visão digital não nos proporciona a emoção do ao vivo, do tocar, do olhar, da presença, da pele que nos faz sentir o vento, a brisa, o calor, o frescor,… E nos emociona… Uma emoção que nos toca na pele e na alma.
RJ, Abril de 2013 Maritza de Orleans e Bragança
A exposição Ficará até dia 1 de junho na Galeria “Escritorio de Artes”
Quem de nós não sonha em ter o closet, ou armário, impecavelmente arrumado? Pois nas minhas andanças pela internet encontrei o site da MELANIE CHARLTON, que só fala deste assunto, e amei as dicas; umas que já usava e outras que vou adotar já!
AC
DICAS BÁSICAS:
-CABIDES: Use sempre todos os cabides iguais! Faz a maior diferença! De preferência os mais finos, pois ocupam menos espaço!
Minha tia que entende de tudo, tem vários pendurados nas portas dos armários onde deixa prontos alguns “Looks” para a semana; assim, na pressa, já tem sempre alguma coisa à mão!
Olha o truque dessas “imeldinhas”: Um pé para a frente e o outro para trás! Vamos todas, já, arrumar nossos armários!
-Para as bijouterias:
Este é o sonho de consumo!Um quadro de cortiça na parede, com uma moldura em volta: Quebra o maior galho!
Uma parede “morta”, olhem que show de aproveitamento!
Aqui ela conta no blog da Tory Burch, qual o melhor conselho que recebeu sobre moda:
“Provavelmente o melhor conselho me foi dado por Wendy Hirschberg Clurman, que disse que depois dos 25 anos temos que parar de pensar nas coisas em termos de estação, e devemos pensar em termos de peças para investimento. Para parar decomprar tendencias, coisas que estão na moda naquele momento. A mulher mais estilosa e chic é aquela que consegue colocar as peças certas juntas, poucas, boas e de várias maneiras diferentes.”