Minha filha falou: “mãe, o melhor bolo do mundo é este, da Maria Celina Basto“, e a gente nem discute; encomenda e agradece, pois ela tinha toda razão!
Além de serem uma beleza, são também uma perdição de tão bons! Se voce está de regime, passe longe pois não da pra comer um só pedaço! Ela faz também uns docinhos pra lá de maravilhosos!
Maria Celina, advogada das boas, descobriu num hobby, a culinária, uma fonte de prazer e de renda. Largou a carreira e, depois de alguns cursos, resolveu se dedicar com afinco ao assunto; ainda bem, pois tem talento para o business, e seu sucesso é enorme!
Os bolos de Natal são disputadíssimos e a torta de chocolate belga campeã de vendas!
Vejam que legal o que ela nos conta!
“O trabalho é árduo, mas vale cada segundo quando vejo o resultado! Nem consigo descrever o meu sentimento quando vi a carinha do meu filho olhando para o seu bolo que nas palavras dele “foi o mais legal da minha festa porque acendia”. Fiquei uma noite tentando colocar uma luz no túnel por onde o avião passaria e no final consegui!!! Nunca imaginei que isso viraria um negócio, pois comecei a cozinhar para curar a dor de um coração partido e hoje faço bolos, doces, pirulitos, cakepops, cupcakes. Enfim, sou capaz de montar mesas lindas com os meus doces. Curto cada detalhe dos bolos e vibro com o resultado como criança! Tenho certeza que estou no caminho certo e muita vontade de aprender cada vez mais para proporcionar ainda mais alegria para os meus clientes, especialmente os pequenos. Esse é o resumo da minha “aventura” na cozinha!
AC
Reparem nos detalhes: Unhas pintadas, fita no cabelo, máscara, turbante…Quanto capricho!
Maria Callas foi realmente a maior cantora de ópera de todos os tempos, foi um fenômeno vocal, uma deusa no palco pois emanava uma grande energia.
Maria Anna Sophie Cecilia Kalogeropoulou nasceu em Nova Iorque em 1923, filha de imigrantes gregos. Seu primeiro contato com a música foi aos 9 anos, quando estudou piano em Nova Iorque. Aos 15 anos, após separação dos pais, volta a Grécia com a mãe e uma irmã. Lá entra para o conservatório Nacional de Atenas e começa a fazer sucesso no mundo da música ganhando vários prêmios.
Aos 19 anos encenou Tosca num teatro ao ar livre e a partir dai fez grande sucesso mas co a guerra resolve voltar para os Estados Unidos.
ITALIA
Em 1947, Callas viaja para Italia para participar do festival de Opera de Verona onde conhece Giovanni Battista Meneghini, industrial amante de ópera, muito mais velho que ela, e este se tornaria seu empresário e marido. Meneghini foi muito importante em sua vida, além de grande incentivador e financiador de sua carreira, foi o pai que tanto lhe faltava.
Maria Callas e seu marido Giovanni Meneghini.
Callas tinha uma disciplina incansável. Ela era perfeita, não só pela sua técnica vocal mas revolucionou a interpretação valorizando a palavra, o que não é fácil quando se trata de ópera. Callas entrava na pele da personagem, se identificava de tal modo com a música, que num mesmo espetáculo podia mudar de fisionomia mil vezes.
Maria Callas e seu grande talento de interpretação.
A recompensa para tanta dedicação e trabalho veio com a consagração de diva absoluta: Callas abriu a temporada do maior templo de ópera mundial: O Scala de Milão por sete anos consecutivos.
CARMEN DE BIZET INTERPRETADO POR MARIA CALLAS EM 1962. EXTRAORDINÁRIO!
Foi dirigida por Zeffirelli, em Tosca e Norma, em Londres, Paris e Nova Iorque. Luchino Visconti foi quem melhor trabalhou com Callas. Apesar de meticuloso e intervencionista, deu a Maria Callas liberdade de atuar. Com ele, ela brilhou em “La Traviata” de Verdi.
Mas como toda grande estrela Callas tinha um temperamento muito difícil, e durante sua carreira se indispôs com companheiros de trabalho e diretores.
ONASSIS
Foi em Veneza, cidade mais charmosa e romântica do mundo, que Callas e Onassis se conheceram apresentados numa festa pro Elza Maxwell, a grande dama da sociedade americana. Callas estava no auge, seus espetáculos lotavam e sua plateia variava de Presidentes à artistas.
Maria Callas entre Onassis e Meneghini.
Foi numa ocasião destas que em Julho de 1954, após assisti-la cantar, que Onassis convidou Callas e o marido para um cruzeiro em seu iate “Cristina”. Haviam vários convidados no cruzeiro inclusive Winston Churchill.
Ao final da viagem o casamento estava desfeito, dando lugar a uma paixão avassaladora entre Callas e Onassis que mudaria definitivamente os rumas de suas vidas.
Onassis e Callas na maior paixão.
A Partir de 1961 Callas não se apresentou mais mudando- se para Paris e se dedicando a vida mundana da cidade. Após dois anos de silencio, Zeffirelli, grande amigo e diretor, conseguiu convence-la de voltar a cantar e montou Tosca em Londres, no Covent Garden, e foi um espetáculo inesquecível.
Maria Callas representou mais e melhor que nenhuma cantora soprano ne sua época, 84 vezes com perfeição inatingivel a dificilima Norma de Bellini, 58 vezes a Tosca de Puccini.
Maria Callas pronta para cantar na Traviatta.
Em 1968 aconselhada por Onassis, voltou mais cedo de um cruzeiro para Paris, e no mesmo dia, Jackie Kennedy, a viuva mais charmosa e elegante da época, embarcou no “Cristina”, e neste mesmo ano, Onassis se casaria com Jackie deixando Callas numa profunda depressão, na qual nunca mais se recuperaria.
Sua vida foi como as óperas que representou: dramática!
Apesar de todo o glamour terminou em desolação e morreu em Paris em 1977, aos 53 anos, de uma parada cardíaca consequência de uma doença degenerativa.
Maria Callas viveu um grande amor, superou obstáculos, representou com garra e paixão inigualáveis. A grande diva superou todos os limites e chegou ao merecido Olimpo morada dos Deuses gregos.
Eis a linda “Ville Les Rhumbs”, onde está instalado o Museu Dior, em Granville na Normandia!
Dia destes, ganhei um maravilhoso perfume da Dior e fiquei intrigada quando li que as flores, de sua composição, vinham do “Jardim Dior”… Pensei, vou atrás deste lugar que deve ser perto de “heaven”. Só que a vida tão corrida varreu, lá pros redutos de Freud, a minha mais firme intenção de conhecê-lo até que me deparei, de novo, com outra notícia, sobre o mesmo jardim: aí o acaso virou destino, parei tudo e aqui estou, contando pra vocês sobre a maravilha que conheci.
Christian Dior em seu divino jardim!
Tudo começou quando a família Dior comprou, em 1905, a “Ville Les Rhumbs”, um palacete encantador, construído no final do século XIX pelo armador Beust, no alto da falésia de Granville, em frente às ilhas Anglo-Normandas e perto do irônico Monte San Michel. Nossa, quanta beleza junta…
Outro ângulo da adorada casa da infância de Christian Dior,
Do jardim vê-se o mar… Que visual!
“Les Rhumbs” vem da divisão de uma rosa dos ventos… Por isso este mosaico no jardim.
E foi nesta maravilha de cenário que cresceu seu mais ilustre morador, o grande Christian Dior, que assim a descreveu em sua autobiografia, “Dior por Dior”: “… é a casa de minha infância. Dela, guardo as lembranças mais meigas e maravilhadas. O que digo? Minha vida, meu estilo, devem muitíssimo à sua arquitetura e localização”.
O lindo roseiral do Jardim Dior plantado, inicialmente, pela mãe do costureiro, Madeleine Dior!
Look da piscina…
A charmosa pérgola…
O recanto do jardim delicioso e extensão da casa de chá.
O tempo passou e a crise dos anos 30 pegou a família do sucedido comerciante Maurice Dior em cheio. Por isso, em 1932, ele é obrigado a vender seu “personal kingdom” para a prefeitura de Granville, que manteve a propriedade fechada até 1938, quando autoriza a visitação pública de seu lindo jardim.
Cartaz da exposição “Dior, La Revolution du New Look”.
Daí à bela “Ville Les Rhumbs” virar centro cultural foi uma longa jornada que resultou no único museu, em toda França, dedicado à vida e obra de um costureiro e ao sucesso de sua casa de costura. BN
Croquis de um tailler bar, carro-chefe do New Look criado por Dior, que revolucionou a moda ocidental.
Existe a tão sonhada perfeição? Acho que não, mas ficar próxima à ela, e ao menos estar satisfeito com o resultado já é muito bom!
Leiam o que a Dra. Doris Hexsel nos conta sobre os lábios!
AC
Os múltiplos passos para um lábio perfeito
“Os lábios são estruturas importantes na aparência da face, sendo considerada a mais importante na metade inferior da face. Com o passar da idade, os lábios perdem volume. Infelizmente, hoje em dia, há muitas pessoas com lábios excessivamente grandes, cujos volumes foram adquiridos por preenchimentos, algumas vezes por materiais impróprios. Dessa forma, os lábios podem contribuem para a beleza de um rosto, tornando-o mais bonito ou causando uma aparência esquisita.
Podemos valorizar uma face interferindo nos lábios. Para isso, utilizamos preenchedores a base de ácido hialurônico, que são preenchedores transitórios, sendo os mais seguros e produzindo os resultados mais naturais.
Ao intervirmos nos lábios, seguimos também outros passos, entre eles:
– Repomos as perdas naturais que acontecem com a idade, mas sem exagerar.
– Estabelecemos uma relação adequada entre os volumes do lábio inferior e do lábio superior.
– Corrigimos assimetrias.
– Tratamos as rugas peri-orais.
– Refazemos o filtro (aquelas colunas entre o nariz e o lábio superior) e o chamado “V” do cupido, que tende a ficar menos evidente com o passar da idade.
– Tratamos as proximidades, incluindo rugas periorais (“código de barras”), cicatrizes e os sulcos ao redor da boca.
Podemos fazer transformações maiores ou menores, interferir em muitos detalhes, mas sempre buscando resultados naturais, valorizando a beleza do rosto e buscando um efeito rejuvenescedor.
A forma e a anatomia do lábio de cada pessoa precisa ser respeitada, além das características de gênero: os homens tem lábios mais finos e retilíneos enquanto as mulheres tem lábios mais volumosos e em forma de coração.”
Dra. DORIS HEXSEL para o 40 FOREVER
OBS: As fotos foram todas selecionadas por mim, AC, para ilustrar o texto mandado pela Dra. Doris!
www.hexsel.com.br
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