Jantar
Essas mini cadeirinhas que o Antonio Neves da Rocha me deu, batem um bolão aqui em casa! Mil alternativas diferentes na mesa.
Neste dia, mini rosas da Cadeg em vários tons.
AC
Um Stradivarius no telhado
Fui ver “Um violinista no telhado”.
Desculpem-me o atraso em recomendá-la, a peça já está nas suas últimas semanas, mas é praticamente impossível comprar entrada pela internet! Ao comentar esta dificuldade com um dos produtores, achei a explicação interessante mas “debatível”. Ele argumentou que os ingressos são postos à venda a cada 15 dias porque aumenta, consideravelmente, a lotação diária. No meu caso, quase desisti…
Voltando ao que interessa, que peça maravilhosa! Por mais que eu estivesse preparada por amigos entusiasmado, nenhum elogio se comparou ao que vi! A dupla Botelho e Möeller chegou a beira da perfeição!
Em quase 3 horas de espetáculo (que passam num minuto), você tem a experiência única de ver um quadro de Chagall em movimento! É surreal de tão bonito e bem feito!
Gente, e o que é ver nosso velho conhecido José Mayer transformar- se num ator elizabethano, do nada? Além do mais, o galã e ex mega-canastrão canta exímiamente, dança com muito charme e atua com um prazer contagiante! Ele, decididamente, rouba a cena mais difícil de se roubar já que o elenco é composto de atores de primeiríssima grandeza!
Não deixe de ir, é imperdível! Se você encontrar a mesma dificuldades que eu na compra do ingresso, vá no que achar! Nossos lugares eram no terceiro andar do teatro (e último!) e não fizeram feio!
“Um violinista no telhado”
Teatro Oi Casa Grande
Pros amantes de Chagall, cliquem abaixo:
Chagall animado (Russo)
BN
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Pré-Night
Mãe desesperada procura: Outras mães em desespero!!
Filhos aborrecentes e suas baladas, noitadas, festas, e regras, impostas por eles mesmos! Socorro!!!!
Fui à festa de 15 anos de filha de amigos e voltei pra casa quase com depressão… A garotada já chega passando mal, muitos meninos bêbados, vários barrados na porta devido ao tumulto na hora de entrar ( quase 1 da manhã!), e a festa?
Tudo pronto, incluindo as “bebidas”( nos USA, dava cadeia!), e ninguém chega! Mico absoluto chegar na hora ou um pouco ou muito atrasado! O “in” é chegar no dia seguinte, depois de meia-noite, o inverso de Cinderella…
Pondero, discuto, mas o argumento é sempre o mesmo: “todo mundo só chega a esta hora mãe!”… A Chata!
E essa tal de “pré-night”? Uma criançada bebendo, sem ter noção dos efeitos do álcool, pra se “preparar” pra festa? E na festa tem mais…
E nós em casa, esperando, telefonando, preocupadas, sem dormir, até nossos filhos chegarem; é isso mesmo?
Sou a favor que eles se divirtam, muito, desde que nós possamos ter sossego!
Horários mais saudáveis e hábitos idem!
Pais mais fortes pra enfrentarem esses aborrecentes ( estamos ficando horrendas, porque eles cansam nossas belezas!).
AC







