Bem vindos ao extraordinário museu Kröller-Müller!
Esta preciosa dica devo à minha querida Dea Backheuser que, durante viagem que fizemos à Amsterdam e arredores, salvou-me aos 44 do segundo tempo com a pergunta: -Conhece o Museu Kröeller- Müller?!
Este é o pavilhão Rietveld: Lindo!
Nunca ouvira falar e, diante de tantas maravilhas que tínhamos visto, foi quase um milagre a lembrança insistente da amiga, às vésperas de nosso retorno: Ufa, ainda bem que deu tempo pois, pra ser muito sincera, os museus holandeses são arrebatadores mas, se tivesse que escolher um, nem titubiava… Ficava com este, feliz!
Visual do “museu-casa” e seu jardim estonteante!
Situado no lindo Parque Nacional de Hoge Velluwe, norte do país, região de Gelderland, mais precisamente nas redondezas da cidade de Otterlo, o museu é uma espécie de Inhotim holandês versão século XX pois, como o irmão mineiro, também expõe seu precioso acervo em pavilhões fechados e num deslumbrante parque de 25 hectares que é o maior jardim de esculturas da Europa. A diferença está na quantidade e tamanho dos pavilhões, graças às proporções gigantescas das instalações de Brumadinho.
Sala de exposição: Segundo maior acervo de Van Gogh do planeta!
Fruto do trabalho de uma vida do casal Helene Kröeller-Müller e Anton Kröeller, que entre 1907 e 1922 compraram mais de 11.500 obras de arte reunindo-as em sua casa, na sequência, transformaram-na neste glorioso museu, depois de uma ida de Helene à Florença dos Medicis: Mecenato deve ser contagioso!
A ala de esculturas, com Giacometti comandando a banda!
Para termos uma idéia da grandeza de Kröller-Müller, ele reúne o segundo maior número de obras de Van Gogh do mundo, tendo em seu acervo mais de 90 pinturas e 185 desenhos do genial artista holandês. Só perde pra do Museu Van Gogh, em Amsterdam: Helene foi das primeiras a acreditar em Vincent.
Natureza integrada à arquitetura o tempo todo!
Além de arte o casal, muito abastado, colecionou glebas de terras, que formam hoje grande parte do mencionado Parque Nacional de Hoge Velluwe. Juntando arte com natureza, em 1928 fizeram uma fundação para proteger seu acervo e doaram-no, em 1935, ao povo holandês, na condição do Estado fazer um museu para abrigá-lo, na propriedade onde moravam. Eis um esboço da origem do museu Kröller Müller, inaugurado em 1938 e depois ampliado, nos anos 60.
“Flotante”é a linda escultura de marta Pan: Me lembrou uma sereia!
De coração, se forem à Holanda priorizem esta visita: É pecado mortal deixa-la para trás! A duas horas de carro de Amsterdam, por uma estrada absolutamente deslumbrante, saiam cedo pro dia render, depois de pedirem aos céus pra mandarem aquele dia de sol: Ele faz a diferença!
Com as niñas nos jardins de Kröller-Müller.
Chegando, conheçam o acervo exposto nos pavilhões pra depois deixarem a vida vos levar pelo jardim encantado, repleto de esculturas. Se estiverem em plena forma, aluguem bicicleta senão caminhem, sem lenço nem documento!
Uma das divas do acervo, “Jardin d’Email” de Dubuffet é impactante!
No final, pitstop no restaurante do museu: É delicioso! BN
A foto não é brilhante mas já dá pra ter uma idéia da delícia de ambiente do restaurante do museu.
As cores e sabores da culinária divina mexicana está representada em alguns dos seus maravilhosos restaurantes, que canto abaixo!
De tanto passar, para os amigos, a lista dos restaurantes que fomos, na Cidade do México em nossa viagem ao país fevereiro passado, resolvi achar que o assunto talvez interessasse a todos e resolvi postar.
Escolhidos, depois de fazermos boca a boca entre conhecidos que estiveram por lá, somado à pesquisa minuciosa da nossa “personal concierge”, Maria TM, acho que a dica é boa porque encantou cinco pessoas com gostos gastronômicos e idades diversas, baseada num lema: conhecer os cheiros e sabores mexicanos.
Vou, como num diário de bordo, fazer meu relato nomeando os lugares, na sequência e horários em que fomos. Achei super apropriada a escolha de nossa expert, bravo Maria!
1- AZULCONDESA:
AzulCondesa: Instalado numa casa térrea muito agradável, o restaurante tem uma área coberta e esta delícia de, digamos, jardim de inverno. Noves fora a comida deliciosa.
Almoçamos por lá no nosso primeiro dia na cidade do México.
Ambiente super charmoso que divide-se entre parte coberta e simpático pátio.
Cozinha deliciosa mexicana, sob a batuta do renomado chef Ricardo Munhoz Zurita. Tivemos a sorte de um pegar um divino festival de molhos típicos do país. Foi cultural e inesquecível. Amamos!
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Sabores mexicanos: Festival de Molhos, di-ni-no!
2- OSTERIA DEL BECCO:
Osteria del Becco: embaixadora da culinária italiana no México: ambiente sofisticado e muito masculino!
Não reparem um restaurante italiano em nossa lista, mas em qualquer país que visitamos, por distante que esteja da tradição da gastronomia tricolor, temos por hábito conhecer seu mais virtuoso representante local: somente pra agradar nosso “chefe”, que venera “una pasta da mamma”! Aqui ela, como os risotos, são sofisticados e o cardápio oferece uma comida italiana moderna até demais. A carta de vinhos é bastante boa e as sobremesas, o ponto alto do lugar. Bom para jantar, como fizemos.
Em 2011, fez parte da emblemática lista “S. Pellegrino World’s 50 Best Restaurants”!
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Variações do mesmo tema: crème brûlée!
3- BIKO:
O salão do Biko: claro e apurado!
Fundado por dois chefs bascos, que trouxeram pro novo mundo toda experiência e tecnologia gastronômica que seus berços lhe outorgaram, o Biko tem o grande mérito de ser modernérrimo sem esquecer da tradição da comida mexicana. Assim, o resultado de sua mesa é um mix perfeito pra quem gosta de refeições altamente elaboradas, minimalistas e saborosas.
Sua fama é além mar, pois está na badalada lista da “S. Pellegrino de 2015, em trigésimo sétimo lugar. Acho que sua solenidade combina mais com a hora do jantar!
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Pratos ultra elaborados e saborosos…
4- CONTRAMAR:
Sentamos aqui fora de onde tomávamos conta de toda festa que o restaurante exala… Vejam as cadeiras do artesanato local, minha paixão antiga!
O grande e alegre salão do Contramar!
Uma espécie de botequim de luxo, com mais “tapas” que comida, o Contramar foi o melhor almoço que tivemos no México. Ambiente charmosérrimo e repleto de luz, onde um azul lindo pontifica exaltado por mobiliário de madeira clara, a comida é alegre e colorida como o lugar, e a clientela linda e “very cool”. O resultado é super descontraído e exuberante, saindo gente pelo ladrão, que se conhece e se festeja como num grande happening. Ah, e comer nas mesas da calçada é o maior barato!
Fundamental: se não for local, nem pensar em chegar por lá sem reserva, pois seu almoço vai virar chá!
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Como o nome indica, o forte são tapas de frutos do mar!
Pra dar água na boca… Sobremesa 1- Torta de laranja sur-re-al!
… Sobremesa 2- Merengue de morangos. Como diria o outro, nada fala melhor que uma boa imagem!
5- DULCE PATRIA:
O “Dulce Patria” devia chamar-se “Patria Mia” tal a “mexicanidade” de tudo por lá!
O mais recomendado pelos amigos, dos restaurantes locais, o Dulce Pátria é, sobretudo, genuíno e isto é um plus neste mundo de gastronomia globalizada pelas espumas, maçaricos e demais trejeitos da cozinha molecular.
Vejam a beleza da chef Martha Ortiz!
Por lá, o grande Adrià passa ao largo pois quem manda no pedaço é a mais badalada chef do país, a emblemática Martha Ortiz. Que nos ofereceu uma noite muito agradável, num ambiente feminino como ela, decoração a la Frida e comida original. No cardápio, brilham na entrada, tapas divinos, alguns pratos principais interessantes mas que não me desviaram do famoso frango com chocolate e um “pout pourri” de sobremesas típicas que é uma graça, além de delicioso.
Acho que tudo combina mais com a hora do almoço.
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O gran finale é causado pelo “pout pourri” de docinhos típicos, apresentados numa espécie de mini carrossel mexicano, que já chega rodando sob a batuta do “maître d’hôtel”… Chic demais!
6- PUJOL:
O ambiente quase circunspecto do Pujol emoldura a grande diva do lugar: sua comida divina by Enrique Olvera!
Deixamos para a última noite em México DC a, em tese, cereja do sofisticado bolo gastronômico local, o restaurante “divo” Puyol, décimo sexto melhor do mundo segundo nossa eterna fonte, a lista “S Pellegrino 2015”.
Ambiente sóbrio e sombrio, no Pujol quem brilha é a comida super contemporânia “à mexicana”, com os todos os sabores e tradições que fizerem a fama da culinária local, levados à “enézima” potência, pela categoria e competência do grande chefe Enrique Olvera.
Valeu a pena a luta por um lugar neste sol, ele é inesquecível assim como cada prato, uma gratíssima surpresa!
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Fotografei o cardápio pra vocês se deliciarem!
Espetada a Overa: divina!!!!
Vejam que criatividade a apresentação dos queijos, antes da sobremesa!
Por falta de tempo, não fomos à dois renomeados restaurantes da cidade: O Quintonil, tradicional e divino, é o que dizem, e o Quintinil, considerado dos 50 melhores do mundo, sempre por… ela! Se forem, me contem o que acharam. BN
Amo a linha de viagem da TRIAGECOUROS, marca brasileira que já nasceu com ar de veterana!
Dou pulos de alegria quando sou apresentada a marcas novas e que já estreiam veteranas… Como a TRIAGECOUROS: seus produtos são do maior bom gosto, qualidade ímpar, acabamento impecável e uma ressalva de excelência, que faz a diferença -Toda a linha de produção está nas mãos de sua fundadora, e nossa amiga querida, Alessandra Fischer Santos. Assim, podemos ter certeza de que, do couro às ferragens, tudo que envolve qualquer peça da TRIAGECOUROS é DOC, ou melhor, tem origem mais que controlada.
Vejam que lindas a mala de mão da Triagecouros, coordenadas com a necessaire: Vai parar a fila de embarque!
E tem neste outro tom, igualmente lindo…
E ainda esta cor, que difícil escolha!
Morando numa fazenda de sonho, no interior de São Paulo, Alessandra concebeu a TRIAGECOUROS no quintal de sua linda casa onde cria bois da raça Brangus, cujo couro é especialmente macio e de altíssima qualidade.
Estes “porta-trecos” são lindos e fundamentais pra organizar nossas apertadas mesas de cabeceira de hotel: não viajo sem!
Amei esta pasta de viagem (curta) para os homens… Sempre difícil encontrar o tamanho perfeito para eles!
Close nas “nécessaires”… Maravilhosas pra gente ou para um super presente!
Não contente montou também, em seu entorno o “Atelier do Couro”, onde confecciona, integralmente, suas lindas coleções, que começaram com a linha de viagem, depois couro para estofados e, finalmente, chegando ao mágico mundo das bolsas femininas… Esperamos, ansiosas, as maravilhas que vêm por aí! BN
Esta é perfeita pra viagem ou mesmo pra usar no dia a dia…
Estava em Praga com meu marido e filho e não sabíamos onde jantar, mas como tenho um super whatsapp com minhas poderosas e maravilhosas amigas paulistas perguntei: ” Penélopes , que é nosso codinome, ondeposso jantar hoje em Praga?”. Pedi um lugar chique e descontraído, bonito e gostoso e imediatamente do outro lado do mundo, como por um toque de mágica, uma das Penélopes, Paola Mansur, que atualmente organiza viagens incríveis para Tereza Perez, me respondeu…”Pia vá ao Café Colonial que você vai gostar.”
E como sei que minhas amigas sempre me dão a melhor dica, lá fomos nós…
Entrada do Café Imperial.
Lindas Colunas do Café.Detalhe das colunas.Detalhes da coluna.O mosaico no teto.Detalhe do relógio de parede, adorei!
E adorei tudo, pois era exatamente o que eu queria, um lugar lindo, badalado, com decoração art deco, chique, uma comida divina ou seja um deleite total! Paola ainda mandou eu comer o gnocci de trufas, que é uma especialidade da casa, e que eu super recomendo!
Deleite de jantar em Praga.Parte de Menu.Gnocchi de trufas.Filet delicioso com um super molho.
Nada como ter amigas antenadas em qualquer lugar do mundo. Minha noite foi gloriosa, e no dia seguinte andei uns bons 15 quilômetros pela cidade de Praga, para eliminar aquela massa tão gostosa mas tão engordativa!