Delicioso este Bar do Zé em Búzios. Parece um restaurante em Mikonos, comidas divinas e sofisticadas, como risoto de lagosta ou peixes sensacionais.Todos os copeiros com uma camiseta muito simpática escrita “Bar do Zé” ,e tudo orquestrado pelo chef Fabiano.
visual noturno!
As toalhas floridas azuis e brancas dão todo o toque tropical!
Amo os Estados Unidos pela sua eficiência, espírito empreendedor e sua falta de pudor pra ser feliz …ou ao menos tentar! Sempre fiz viagens maravilhosas para o país do Tio Sam, aprendi horrores por lá e me diverti muito! Mas cofesso que me decepcionei com o vale dos vinhos, uma espécie de parque temático, a Disney de Baco!
Passei dois dias visitando o vale californiano, em novembro passado, depois de uma semana em São Francisco e arredores, terra cheia de personalidade e um astral vintage único: Talvez o contraste tenha pesado ainda mais no meu julgamento!
Existe uma avenida principal que vai e vem e abriga todo o trânsito da região. Ela é cheia de vitalidade e destituída de charme, sem nenhuma estradinha vicinal pra gente se perder, nenhum recanto lindo de estatelar, fiquei em estado de alerta. À medida que o carro andava, mais a artificialidade do lugar impressionava: Tudo previsível e/ou revelado, nenhum hotelzinho aconchegante ou restaurante familiar encantador , nada de raízes, de tempo passando ou improvisação. Por lá, a escala é industrial e “time is money”!
Os vinhedos são um parágrafo à parte: A grande contribuição de Napa à vinicultura é a ode ao mediano, em detrimento à excelência. A meta é a produção em série ou a massificação do venerado néctar, sem terroire nem cerimônia: Ok, Opus One é um bom vinho, punto e basta …Como me lembrei e louvei Jonathan Nossiter e seu Mondovino! (Se estou sendo injusta e existe um Napa secreto, porque alguns amigos que preso amaram, mil perdões, mas eu não o conheci.)
Enfim, como nunca tudo está perdido, descobrimos um lindo e afastado vinhedo que possui um museu de arte moderna e contemporânea de se tirar o chapéu! Decididamente, não perdemos a viagem por conta dele: É a Hess Collection Winery, que mostrarei num post adiante! BN
A linda fachada da Biblioteca do Congresso Americano!
Um amigo do Blog, em viagem de trabalho à Washingto DC, teve uma manhã livre pra fazer turismo e viu-se diante da “Escolha de Sofia” cultural: Voltar à maravilhosa “National Gallery of Art” ou conhecer a extraordinária Biblioteca do Congresso Americano. Optou pelo segundo passeio e com isso ganhamos o assunto deste post.
A maior biblioteca do mundo tem um acervo superlativo: 144 milhões de itens, em 480 idiomas, sendo 32 milhões de livros catalogados, 63 milhões de manuscritos, 5 milhões de mapas, 3 milhões de gravações, ufa! E jóias raras como um dos 4 exemplares da primeira edição da Bíblia de Gutenberg, o original do Bill of Rights (ou a Declaração de Direitos), o original da primeira Constituição do país de 1777, entre outras cositas más!
Fundada em 24 de Abril de 1800, junto com a mudança da capital para Washington, o que era um conjunto de livros para auxiliar o trabalho dos congressistas, transformou-se num acúmulo espetacular dos mesmos, graças à argumentação do presidente Thomas Jefferson, que defendeu a necessidade de acesso do legislador a todo e qualquer assunto, quando negociou a venda de sua biblioteca pessoal (era a maior do país na época) para o Estado americano, saldando assim dívidas pessoais.
Depois de alguns acidentes de percurso, a emblemática biblioteca repousa hoje, na imponente Avenida da Independência, bem atrás do Capitólio, que um dia a sediou. Pode ter suas dependências visitadas por turistas e o acesso aos recintos de leitura é permitido ao público que fizer inscrição prévia. Mas somente integrantes do Congresso, Suprema Corte de Justiça, os funcionários destas duas casas e alguns membros do Governo podem, efetivamente, manusear e estudar em seus exemplares.
De todo modo, é tão bonita e imponente a arquitetura de seu prédio principal, que o passeio é mega recomendado!