Onde Ir ou Comprar

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A PÉ EM PARIS III FINAL

Várias fotos da Vivi, todas elas por agora, menos a da capa da Vogue que deve ter "alguuuns" anos...Olhem como ela é igual até hoje!

Esta é a parte final deste passeio divino pelas ruas de Paris que fizemos através do olhar, das fotos e das palavras de nossa querida VIVI ROCHA, que hoje faz aniversário!

Somos amigas há muitos anos, sou sua madrinha de casamento, e ela foi sempre um sonho de pessoa! Encantadora, divertida, bom papo, alegre, inteligente e linda, ela nos brinda com seus posts maravilhosos e a mim, Bebel e Maria Pia com sua amizade preciosa! Obrigada Vivi querida! God bless you!

AC

 

“A Pé em Paris, (parte 3, última)

St Germain Des Prés

Para mim, este bairro é completo, guardando suas devidas proporções é um misto de baixo Leblon com Ipanema. É lá que gosto de me hospedar quando visito Paris. De um lado do Boulevard Saint Germain está o comércio de roupas e do outro lado estão os restaurantes, cafés, cinemas, lojas de decoração, antiquários, etc…

Andando por lá vejo sempre cenas inusitadas, como por exemplo o pianista que levou seu piano para a calçada e tocou belas músicas compostas por ele mesmo.

ANUNCIOS DOS ÓTIMOS CONCERTOS DENTRO DAS IGREJAS

Nessas minhas andanças acabo sempre conhecendo coisas novas. Me perco por lá e só tento me achar quando está na hora de ir embora.  Assim, andando entre a Rue de Seine, Rue de Bucci, Rue Mazarine e por ali em volta, conheci a linda loja de chá Kusmi Tea; a pequenina Epicerie Da Rosa, fornecedora de muitos restaurantes e onde tudo que se come pode-se levar para casa, uma delicia e com um charmoso e feminino logotipo em forma de rosa que por si só já vale a visita; a sorveteria Amorino, com seu famoso sorvete de caramelo crocante ou o de vanilla com creme de cereja; a antiga casa de chás Mère et Fils fundada em 1854; a floricultura com flores que gostam do frio e que a gente não vê por aqui; as lojas de chocolates e as de queijos; os restaurantes com as ostras fresquinhas à mostra na calçada e muito mais…

 

 

 

O TARTAR DO DA ROSA PARA VIAGEM!

 

Gosto de andar também pelos antiquários da Rue Jacob, e pelas lojas de tecidos de decoração da Rue de Furstenberg e da Rue de L’Abbaye.  Eu adoro tudo, vou entrando e matando a minha curiosidade.

Olhem que linda essa loja de tecidos da foto! Nesse dia estava havendo uma feira de decoração e os show rooms estavam abertos ao publico.


As livrarias para mim são um capitulo a parte e em St-Germain tem muitas, adoro livros e comprá-los é viável porque além de baratos pode-se despachar pelo correio livre de impostos. A caixa de 7 kilos custa 47 euros, é só juntar tudo, levar no correio e despachar, e em 10 dias está no Brasil sem problemas.

Para as compras o bom é sair do Blvd St Germain pela Rue de Rennes em direção ao Bon Marché e ir entrando nas ruas do lado direito, Rue des Sèvres, Rue de  Grenelle, Rue du Dragon, Rue du Four…Nesse labirinto de pequenas ruas encontra-se o comercio de marcas de luxo. Com exceção da Hermès, as lojas são menores mas com muito charme.

Interior da loja Hermès. Um luxo!

Se houver pausa no shopping para almoçar, entre as várias opções tem o bonito Le Ralph’s, dentro da linda loja Ralph Lauren,  o ótimo e escondidinho Le Recamier cuja a especialidade são os suflês, tem o bar de La Croix Rouge, o italiano Emporio Armani Caffé ou o Primo Piano no primeiro andar do prédio da epicerie do Bon Marché. Aliás, uma voltinha dentro da epicerie é indispensável.

 

No capítulo dos museus, St Germain orgulhosamente abriga o maravilhoso Musée d’Orsay, que acabou grande parte de uma reforma sem nunca ter fechado suas portas, e reabriu várias salas em outubro de 2010. A sala dos impressionistas, com  novas cores nas paredes, verde, cinza chumbo, marinho, e vermelho e a nova iluminação, estão de cair o queixo, os quadros saltam aos olhos. Até o mais desinteressado dos visitantes fica atento à beleza desse museu.

Para um descanso e um lanchinho, lá dentro tem o novo e lindo restaurante projetado pelos irmãos Campana, arquitetos e designers brasileiros de sucesso internacional.

Tem também o pequeno Musée Maioll sempre com exposições interessantes.

A noite tem varias opções para jantar, o sofisticado la Société (cadeia Costes), o divertido Café Germain (cadeia Costes), o Les Editeurs, l’Atelier (Joel Robuchon), as saladas de queijo de cabra quente ou caprese na varanda do simples e boêmio Mabillon, o bar do Schmuck e muito mais….é só sair andando e escolher.

Depois da night ou da ultima sessão do cinema, tem o sanduiche na chapa servido no balcão do Snack Time (tipo Cervantes do Leme), ao lado do cinema UGC Danton, e que fica aberto até as 2 da manhã.


Depois disso tudo, só resta ir dormir torcendo para chegar o dia seguinte e começar tudo de novo! ADORO.

VIVI ROCHA

Clique aqui para o “A Pé em Paris I”

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VIAGEM ESPETACULAR por Tininha Machado Coelho PARTE I

Convidei minha amiga, Tininha Machado Coelho, pra nos contar sobre a viagem que ela acaba de fazer ao LAOS e ao CAMBODIA!

AC

LAOS

“Resolvemos, Vincent e eu, essa viagem em menos de uma semana, e graças ao  nosso agente de viagens, foi possivel realizá-la.
Escolhemos Laos e o Cambodia e mais um hotel novo chamado Song Saa no sul do Cambodia que dizem que é o máximo! www.songsaa.com. Só que  como era alta estação e o hotel estava lotado, a Abercrombie & Kent nos indicou Phuket. Assim faríamos 3 Amans, meus hotéis prediletos! Isso só foi possivel porque os vistos  podem ser tirados nos aeroportos, tanto do Laos quanto do Cambodia, e é fundamental nunca esquecer o papelzinho da vacina de febre amarela, porque na Tailandia você não entra sem ele!

Saímos do Rio-Londres-Bangkok, onde passamos 1 noite.  Nesta noite em Bangkok, fomos jantar num restaurante pertinho do céu e com nome de vento: Sirocco & Sky Bar, que fica no 63º andar  da State Tower1055, Silom Road. Fomos a pé do Mandarin Oriental, muito perto, nem 5 minutos.  Eu já tinha ido lá em 2007 e me lembro que quando saí do elevador e dei de cara com a vista, nossa!, fiquei impactada!

 

No dia seguinte embarcamos para Luang Prabang. No aeroporto um representante da Abercrombie & Kent faz tudo pra você!  É só entregar os passaportes e em 5 minutos já estão lá todos os vistos. Do aeroporto direto pro Amantaka, o hotel todo em estilo colonial, lindo!


E assim começou a nossa aventura “laosiana”! O meu conselho para quem nunca foi por aquelas bandas é começar pelo Laos.

Depois de nos instalarmos na nossa “casinha” com piscina, começamos a nossa visita por Luang Prabang. Foram muitos templos…

Vou resumir e postar as fotos dos mais bonitos.

Vat Visounnarath é um dos templos mais antigos. Foi construido entre 1512 -1515 e é até  hoje, um local significante de adoração e festividades da comunidade budista de Luang Prabang. O templo é conhecido por “Stupa of Great Lotus” ou mais popularmente chamado That Mak Mo, a Estupa Melancia por causa do seu semi-esférico “shape”. A chama na parte superior representa a ”Iluminação” do Buddha.

Vat Aham (outro templo), tem tigres de estuque estilizados  que guardarm os passos da entrada da frente, e estátuas de guardiões do templo e Hanumans  que estão nos cantos sul e leste da varanda frontal.

 

Segundo os textos sagrados, em Sanscrito, Hanuman é o filho do Deus do Vento (Vayu) e um Avatar (manifestação terrena) de Shiva, cuja tarefa é auxiliar o rei Ramachandra a derrotar o Demônio Ravana. Hanuman também é chamado de Anjaneya, em alusão à Vanari Anjana, que é sua mãe. Hanuman é conhecido por 108 nomes, que devem ser pronunciados sempre precedidos do som vocálico Om (Aum).

 

Ao entardecer fomos a uma tradicional Baci Ceremony, que significa “boa sorte”, comemora as ocasiões auspiciosas, como casamentos, nascimentos, curas, partidas… Durante esta cerimônia, 32 espíritos benignos estão ligados aos convidados de honra através de uma corda branca amarrada na mão, símbolo de boa saúde, prosperidade e felicidade.

Vincent e Tininha

Para obter o máximo benefício, as seqüências da corda deve ter três nós. Além disso, nunca deve ser removida antes de três dias a partir da cerimônia, e nunca deve ser cortada. No centro deste ritual está então khouan pha, uma tabela criada com folhas de bananeira e tecidos coberto de flores e alimentos simbólicos. Os mais comuns são ovos e arroz, que simbolizam a fertilidade e fecundidade.

Antes de voce chegar nas cachoeiras, voce passa por um centro de recuperação de ursos, que cuida dos animais resgatados de caçadores criminosos. Eles são lindos e estão presos.

 


Outro programa digamos assim, diferente, é a oferta de alimentos aos monges que acontece mais ou menos as 6 da manhã. O nosso guia já tinha preparado a cesta de comidas que eu incrementei com bombons Garoto (dica do Henrique que me falou que eles adoram!). Aí a foto nossa no tapete onde ficamos, eu ajoelhada e o Vincent em pé. Nosso guia nos explicou como era  esse ritual, que faz parte da tradição budista e que acontece todos os dias.

No último dia subimos o Monte Phousi, 328 degraus, situado no centro de Luang Prabang e que oferece uma vista deslumbrante sobre esta cidade, que é Patrimônio Mundial da UNESCO, com seus templos, cercada de montanhas e a confluencia dos rios Mekong e Nam Khan. Assim nos despedimos do Laos…

Na semana que vem: RUMO AO CAMBODIA!

 

TININHA MACHADO COELHO para o 40 FOREVER

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BOLSA, SEMPRE ELA!

Amei esta bolsa de madrepérola!

Almoçando com uma amiga chiquérrima, me apaixonei por esta linda bolsa que mostro pra vocês, de madrepérola, ráfia, palha e couro: Tudo que amo, de uma vez só!

Foi comprada em Houston, na sofisticada “Events Gift Boutique”, loja de objetos de casa, papelaria chic e alguns acessórios! Se algum dia passarem por lá, levem a dica na mala! BN

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A PÉ EM PARIS II

Vivi Rocha nos conta mais hoje sobre suas andanças por Paris!

AC

“A pé em Paris (parte 2)

Marais

Domingo em Paris é dia de passear no Marais. É um dos poucos lugares da cidade onde o comercio está aberto e as ruas ficam lotadas de famílias francesas e de turistas.

Para quem quer visitar museus, tem o Picasso, que eu adoro, mas que está em reformas;  a previsão de abertura é para esse ano ainda. Tem também os dois belos palacetes que formam o Museu Carnavalet, dedicado a história de Paris, e a Maison de Victor Hugo, famoso escritor de Les Misérables, na Place Des Vosges.  Esta imponente e elegante praça  é uma das mais antigas de Paris, foi inaugurada em 1612 e serviu de residência para nobres e figuras ilustres da sociedade.

 

 As lojas são boas e variadas, francesas e Internacionais. Zadig e Voltaire(minha predileta), Repetto (sapatilhas), American Retro, Kooples, Comptoir Des Cotonniers, Mellow Yellow, Diptyque (velas), Multimarcas Merci, Barbara Bui e diversas marcas de cosméticos: Body Shop, Mac, Kiehl’s, Guerlain. Além de diversos cafés, e sorveterias. Eu adoro entrar na Yellow Korner, loja de fotografias incrível. São copias de fotos de artistas renomados com uma gama enorme de opções, super decorativas, podem ser vendidas com ou sem moldura e em diversos tamanhos e para completar são baratíssimas.

 

 

 

Um bom programa é ir almoçar por lá! Uma amiga Cordon Bleu da minha filha nos indicou  a tradicional casa de chá Carettepara  para o brunche chá Carette(desde 1927), vencedora de um concurso do melhor macaron de Paris. Macaron este, aprovadíssimo assim como os sanduiches, crepes e o mil folhas. Acabei voltando lá duas vezes!   De quebra, o Carette é situado na Place Des Vosges, por isso as mesas na calçada são bem concorridas. Depois de tantas calorias o bom é  fazer a digestão caminhado sem destino pela Rue des Francs Bourgeois  e suas transversais em direção à Rue Vieille du Temple.  Algumas dessas ruas ainda mantem construções originais, inclusive da Idade Media como é o caso do Hotel Des Sens. É interessante observar que muitas lojas  preservaram as fachadas dos antigos estabelecimentos; é um passeio bonito. ”

 

Chegando na Rue Vieille du Temple, vire à esquerda em direção a île De La Cité, vale a pena dar uma passadinha na Catedral de Notre Dame, afinal de contas depois de ter passado pela casa de Victor Hugo, o criador de Quasímodo, o famoso Corcunda de Notre Dame, vale uma paradinha para fotos!

 Hôtel de Ville,no caminho da Catedral de Notre Dame.

 

Catedral De Notre Dame

O passeio ainda não acabou, as distâncias são muito curtas não dá para cansar, saindo dali, atravessando o Rio Sena, damos de cara com uma das mais antigas  igreja de Paris, a St-Julien-Le-Pauvre, é hora de descansar as pernas e sentar para assistir a um concerto à luz de velas. Depois disso voltar para o hotel e sonhar com mais um dia em Paris!


VIVI ROCHA

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