Onde Comer

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A LINDA E VELHA SICÍLIA: Parte 2!

 

A Sicília e seus encantos...
A Sicília e seus encantos…

 

Depois da minha declaração de amor incondicional à Sicilia, no post “A Linda e Velha Sicília, Parte 1″, e como lá prometi, deixo uma sugestão de roteiro para a encantadora ilha, o mesmo que fez a minha cabeça e encheu meus olhos de beleza pura!

Como contei, a viagem foi dividida em três partes e seguimos do oeste para o leste, com um pit stop no meio:

Base Oeste – Palermo,
Pit Stop – Agrigento,
Base Leste- Taormina.

EM PALERMO:

 

Visual do centro antigo de Palermo e seus palacetes onde habitavam os Leopardos...
Visual do centro antigo de Palermo e seus palacetes onde habitavam os Leopardos…

 

Chegamos à Palermo, de avião, e pousamos na cidade por cinco dias, hospedados no Villa Igiea, um palacete Art Nouveau do início do século XX, mega délabré, comme il faut, no reino das duas Sicilias.

Emblemático, o hotel guardou o mobiliário da época, fotos de reis, rainhas e hóspedes ilustres que por lá passaram, e uma vibe de tudo isso, repleta de orgulhosa decadência, nos lembrando que aquele tempo de esplendor já era, e que ninguém mais fará parte dele. Porque é assim na terra dos Leopardos: ela, como eles, é sinuosa, silenciosa, suntuosa e, sobretudo, snobérrima! Nada de novo é bem vindo! Máxima assimilada ou viagem perdida…

 

Nosso hotel em Palermo, O Villa Igiea, era uma atração à parte. Um palacete deslumbrante debruçado sobre a baia de Palermo, com salas pintadas com painéis Art
Nosso hotel, em Palermo,  o Villa Igiea, foi uma atração à parte. Instalado num palacete deslumbrante, do final do sec XIX e debruçado sobre a baia de Palermo, tinha os jardins mais lindos e afrescos art nouveau de Ettore de Maria Von Bergler enfeitando suas salas. Como a da foto!

 

Sigam nossos passos:
Dia 1- Chegada e aclimatação à Palermo. Fizemos um sightseeig pelo hotel, que tem dimensão de villa e roteiro próprio. Jantamos por lá, pois nada é mais bonito do que a varanda do seu restaurante, que tem vista acachapante pra famosa baia local.

Dia 2- Visita à cidade de Palermo, capital da ilha-estado, manhã e tarde. Jantamos na estrebaria do palacio onde Luchino Visconti filmou o último baile de seu Gattopardo, um must go!

 

Prédios lindos esperam por nós na capital Siciliana, como o do Teatro de Palermo, cujas escadarias foram palco da morte de Mary Corleone, ao som de Cavallaria Rusticana, no maravilhoso Chefão III
Prédios lindos esperam por nós na capital Siciliana, como o do Teatro de Palermo, cujas escadarias foram palco da morte de Mary Corleone, ao som de Cavallaria Rusticana, no maravilhoso Chefão III

 

Dia 3- Visita à translumbrante catedral de Monreale, mais importante legado da passagem dos normandos à Sicilia!

 

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O lindo Cristo Pantocrator do teto da Catedral de Monreale!

 

Dia 4- Visita às ruinas gregas de Selenunte, à beira do mar, bonito!
Depois, seguimos para Segesta, onde visitamos seu lindo templo solitário e grego, no estilo dórico, que reina majestoso no alto de uma colina, tendo a seus pés o que restou da cidade grega que o concebeu e foi destruída pelos cartagineses!
Almoçamos em Erice, situada em cima de um penhasco, e da onde, em dia de céu claro, vê-se a até a Tunísia: um luxo!

 

A beleza e a solidão do templo de Segesta!
A beleza e a solidão do templo de Segesta!

 

Dia 5- Visita à Cefalú, charmosérrima cidade derramada sobre um penhasco, com o Mediterrâneo a banha-la, mais ruínas gregas, catedral Normanda, com mosaicos deslumbrantes, montes de barzinhos e pequenos restaurantes pra te deleitar, e que são umas verdadeiras graças. Almoçamos num, debruçado sobre a vedete local “La Rocca”, onde comi os melhores calamares fritos, ever!

 

Vista da charmosa Cefalú!
Vista da charmosa Cefalú!

 

EM AGRIGENTO:

Dia 6- Partimos para Agrigento, onde visitamos o Vale dos Templos, cuja acrópole, com seus templos imponentes de pedra friável, está praticamente intacta e nos deixou boquiabertos. À noite, é mais surpreendente ainda, principalmente se vista de cima, já que fica em uma planície. A iluminação feérica deixa a impressão do conjunto ser de terracota: é, simplesmente, surreal! O restaurante Caprice é um lugar maravilhoso para se jantar e curtir este fantástico show da vida!
Dormimos num hotel, bem mediano, na entrada da cidade.

 

Vista de um dos templos da acrópole de Agrigento: vejam como o efeito de luz, à noite, é de tirar o fôlego!
Vista de um dos templos da acrópole de Agrigento: vejam como o efeito de luz, à noite, é de tirar o fôlego!

 

Dia 8- Visita à Villa Romana del Casale, do século I, em Piazza Armerina. Das coisas mais lindas que já vi nesta vida!!! Conta a lenda, que foi uma casa de verão, do imperador romano Maximiano, e seu conjunto de mosaicos é capotante, revestindo os pisos desta jóia siciliana. Em cada ambiente, o desenho é temático, fazendo alusão ao uso que se dava a ele. Requinte é isto… o resto é brincadeira!
Fica no caminho entre Agrigento e Taormina.

 

Detalhe de um dos mais famosos mosaico: o do piso da sala de ginástica, com as mulheres retratadas de biquini! Sim, eles já tinham "fitness club", por conta do maravilhoso hábito de se exercitar, herdado dos sábios gregos (reparem no par de alteres, nas mãos de uma das moças), e também usavam nossa famosa tenue de praia, o que prova que, na natureza, tudo se copia...
Detalhe de um dos mais famosos mosaico: o do piso da sala de ginástica, com as mulheres retratadas de biquini! Sim, eles já tinham “fitness club”, por conta do maravilhoso hábito de se exercitar, herdado dos sábios gregos (reparem no par de alteres, nas mãos de uma das moças), e também usavam nossa famosa tenue de praia, o que prova que, na natureza, tudo se copia…

 

Bem perto daí, e também on our way to Taormina, tem a cidade que produz as cerâmicas típicas sicilianas. Chama-se Caltagirone e é obrigatória a sua visita pra quem, como eu, ama levar, quando possível, algo lindo e típico, dos lugares por onde passa.

Estas cerâmicas, além de deslumbrantes, são acessíveis, pois os preços são mara e as lojas locais se encarregam de despacha-las pra sua casa, aonde quer que você more. Fazer o seguro que eles te propõe, vale super a pena, apesar de ser a parte mais cara da história, pois se acontecer algo, como foi o meu caso, eles repõem, sem stress, a peça avariada, bastando mostrar uma foto.

 

As famosas testas sicilianas, de Caltagirone! Imaginem uma mesa com as testas no centro e esta louça a enfeita-la! Capotante!
As famosas testas sicilianas, de Caltagirone!
Imaginem uma mesa com as testas no centro e esta louça a enfeita-la! Capotante!

 

EM TAORMINA:

Além de ser uma das lindas cidades da chamada Magna Grécia. na costa oeste da Sicilia, com praias deliciosas e muito pra ver, Taormina também é famosa pelo charme do seu centro histórico, repleto de ruelas cheias de lojinhas, bares, restaurantes e vida, muita vida, que a faz inesquecível: é uma espécie de Capri, há trinta anos atrás, antes da sua fratella isola se empiriquitar e virar uma “Daslu à beira-mar”, como definiu um amigo meu.

 

Numa praça de Taormina com uma de suas famosas charretes!
Numa praça de Taormina com uma de suas lindas charretes!

 

Ficamos hospedados no Hotel San Domenico, um deslumbrante mosteiro do século XV, que foi inteiramente restaurado e decorado com móveis e objetos da época, noves fora seus deslumbrantes jardins e a vista estonteante para o mar Jônico, com o Etna à direita, fazendo pano de fundo!

 

Pelo pátio interno de San Domenico, seu antigo claustro, dá pra imaginar a beleza...
Pelo pátio interno de San Domenico, seu antigo claustro, dá pra imaginar a beleza, né?!

 

Dia 9- Visita à Taormina, dia inteiro, se perdendo e se achando, por seu labirinto de ruas, uma verdadeira delícia!

Dia 10- Visita à melancólica Catania, cidade que abriga o mais bonito do barroco Siciliano: de uma majestade perdida inesquecível, como uma cidade fantasma/habitada, se é que isto é possível! Um must go!

 

A linda catedral de Catania!
A linda catedral de Catania!

 

Dia 10- Visita à famosa Siracusa, que foi a metrópole mais bonita e poderosa da magna grécia e sua cidade mais badalada, entre os séculos quinto a terceiro a.c.. Suas ruínas, deste tempo de glória, estão por toda parte e muitas vezes se misturam à construções mais modernas, que as incorporou. Como no Duomo de Siracusa, de 1700 e blau, como diz minha Maria, e que abriga o Templo de Atena, do século quinto a.c., linda simbiose!

Muito mais acontece por lá, noves fora a animação contemporânea em seus milhares de bares e restaurantes, de uma alegria contagiante!

 

O incrível teatro grego de Siracusa, dos maiores da Magna Grécia!
O incrível teatro grego de Siracusa, dos maiores da Magna Grécia!

 

Dia 11- Visita à Regia Calábria, para conhecermos os famosos “Bronzes de Riace”, do século V a.c., contemporâneos das esculturas de Fídias e da mesma escola. São dois guerreiros que parecem vivos e suas presenças, de tão imponentes, chegam a dar medo. Estão expostos no museu arqueológico local e são tão famosos pros italianos que basta perguntar pelos “bronzes”, que já está entendido!

Além do mais, a travessia do estreito de Messina, que separa nossa ilha-heroína do continente foi, no mínimo, uma emoção geográfica e um sonho de infância. Via ferry boat, que sai a cada hora, carregando carros, você e quem mais aparecer!

 

Dava pra Michelangelo repetir para os dois: PARLA! Não acham?!
Dava pra Michelangelo repetir para os dois: PARLA! Não acham?!

 

Dia 12- Afivelamos nossas malas e voltamos para casa, certos de que fizemos uma viagem de sonhos! BN

 

Na : Vejam a beleza dos famosos mosaicos do piso estonteante da
Fiquem com a beleza dos famosos mosaicos do piso estonteante da Villa del Casale. Os visitantes vão andando por galerias suspensas que percorrem todo o palacete, super engenhoso!

 

 

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MEU ITALIANO PREDILETO EM PARIS

 

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O Stresa é um dos restaurantes mais “glamorous” de Paris, adoro ir almoçar lá. Nesta época dos desfiles em Paris é um badalo só!  É um lugar divino onde encontro sempre amigos e artistas que admiro, como Jean Paul Belmondo e Alain Delon e também todas as cabeças coradas e interessantes do mundo inteiro!

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O escultor Cesar cozinhando com os irmão.

Durante anos o grande escultor francês Cesar, que criou a estátua do “Oscar” do cinema francês, almoçava lá todos os dias, e seu pagamento eram esculturas feitas por ele e dadas aos irmão Faiola. Aliás tem uma que adoro que são talheres prensados… Hoje vale uma verdadeira fortuna!

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Os cinco irmãos Faiola.

A história é incrível pois o Stresa foi vendido em 1984 aos irmão gêmeos Antonio e Claudio Faiola, que já eram copeiros do restaurante e aos poucos a família dominou o lugar. Hoje em dia os 5 irmãos são sócios, uns servem e outros cozinham divinamente bem. É a verdadeira cozinha italiana gostosa e ensinada pela “Mamma”que deveria ser poderosa na cozinha pois a comida é realmente excepcional e vários pratos tem o nome de clientes “stars” queridos.

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Irresistível o espagueti com trufas…

O único defeito é que como é bem pequeno a reserva tem que ser feita com um pouquinho de antecedência, mas vale MUITO a pena…

MP

RESTAURANTE STRESSA

7 RUE CHAMBIGES

PARIS 75008

TEL + 33 1 47235162

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“ARGENTINA, DECIME QUE SE SIENTE”, POR MARIA TM!

 

Um roteiro delicioso pela linda BsAs...
Um roteiro delicioso pela linda BsAs… 

 

“Obaaa” dirão vocês, tenho certeza, assim que notarem que hoje passo a bola pra uma blogueira que me substitui com muito mais verve e fervor. Principalmente, quando disserta sobre uma de suas especialidades, o inigualável mundo de “Los Hermanos”.
Sigam com Maria TM e divirtam-se muito! BN

“ARGENTINA DECIME QUE SE SIENTE, TENER EN CASA A TU PAPÁ?!” por MARIA TM

“Com o final da Copa, foram-se também os inúmeros feriados, o verde amarelo das ruas decoradas, bandeiras (de vários países) penduradas nas janelas, festas temáticas e, claro, gringos de inúmeras partes do mundo, que vieram participar da maior festa do futebol.

Entre eles, destaque parar os milhares de argentinos que sitiaram Copacabana, transformando o bairro em praticamente uma província improvisada do “Rio de la Plata”. Acamparam na praia, dormiram nos bancos do calçadão, sendo que muitos enfrentaram mais de 40 horas de carro, habitaram trailers, optaram por transportes mais alternativos, vieram até de ambulância… Cheguei a pensar que fosse olhar pro alto e ver alguns descendo de pára-quedas.

E eles se sentiram à vontade, em casa, hablando con “aquecho castechano” chiado, fazendo bagunça, provocando os anfitriões com aquele que foi o hit da Copa, a música-chiclete que querendo ou não, todo brasileiro aprendeu à cantar: “Brasil me diz como você se sente?” Hmmm… Talvez com um pouquinho menos de “muito orgulho e muito amor”.

A verdade é que nossos eternos rivais e hermanos implicantes deixaram, pelo menos em mim, uma certa saudade daquele “mar humano” alvi-celeste, barulhento e convicto de que Maradona é melhor que Pelé. Tanto que eu já penso “retribuir” a visita dos Argentos, com uma rápida viagem à sua capital Portenha.

Buenos Aires é um dos meus destinos preferidos no inverno sul-americano: passagem barata, ótimos hotéis a preços super acessíveis, apenas a 3 horas do Rio, com o agravante de que lá você consegue sentir um friozinho gostoso, com cara de hemisfério norte. Sem contar as inúmeras opções de programas, bares e restaurantes que a cidade oferece e que estão sempre se renovando.

Se você também está curioso pra saber como se sente Argentina em receber em casa “su papá”, vou dar umas dicas de passeios e lugares, em mi Buenos Aires querida: alguns são mais batidos porém “must do” e outros novidades saindo do forno, que talvez você ainda não conheça.

Em todo caso, quem sabe você não se animar à dar uma fugidinha até a terra de Messi.

VISITE:
– MALBA: Museu de Arte Latino-americana de Buenos Aires.
Provavelmente quem esteve em BsAs já conhece, mas eu acho legal sempre dar uma passada por lá, pra ver alguma exposição e até mesmo o acervo bacanérrimo, que conta com mais ou menos 400 obras dos principais artistas modernos e contemporâneos latino-americanos. O edifício, projetado pelos arquitetos cordoveses Atelman-Fourcade-Tapia, é moderníssimo e uma atração a mais, na visita. E se quiser tomar um café ou almoçar por ali mesmo, o restaurante do museu, Café des Arts, além de ser uma delicia, tem uma varanda super charmosa e vive cheio de gente.

 

O lindo prédio do maravilhoso museu MALBA!
O lindo prédio do maravilhoso museu MALBA! BN

 

– CASA ROSADA:
Apesar de um clichê dos passeios turísticos, ela não pode passar em branco. Se você já foi uma vez, viu tá visto; mas pra quem não conhece vale à pena encarar uma visita guiada e conhcer um pouco mais da cultura local.

 

É muito bacana fazer uma visita guiada à famosa Casa Rosada... "Don't cry for me Argentina"...
É muito bacana fazer uma visita guiada à famosa Casa Rosada… “Don’t cry for me Argentina”… BN

 

– MUSEU XUL SOLAR:
A antiga casa de Alejandro Xul Solar foi remodelada em um espaço moderno e transformada num instituto cultural que abriga as obras do artista argentino. O lugar é pequeno, fácil de ver e o acervo super bacana. Recomendo muitíssimo!

 

Uma joinha
Uma jóia a casa/museu do artista plástico Alexandro Xul Solar! BN

 

VÁ:
– LA BOMBONERA:
“La Bombonera no tiembla, late” (a Bombonera não treme, pulsa). Assim é definido o emblemático estádio do time de futebol mais popular do país, o Boca Juniors, e leva este nome porque parece uma caixa de bombom. Pra quem gosta de futebol, vale a pena a visita, nem que seja pra apenas conhecer o lugar ou, se der sorte, assistir uma partida com direito a uma das torcidas mais apaixonadas do mundo.

 

"La Bomboneira" onde o Boca
“La Bomboneira”, templo sagrado do Boca: Imperdível! BN

 

– PARTIDA DE POLO:
Se o argentino é indiscutivelmente fanático por futebol, o segundo esporte deles é o polo. Ano passado, minha irmã e eu demos a sorte de estar em Buenos Aires na época do torneio mais bombado e não pensamos duas vezes na hora de assistir uma partida no campo de Palermo. Embora eu deva entender mais de hockey no gelo que de polo, o programa foi uma diversão.

 

Partida de polo: Elegância no esporte!
Partida de polo: Elegância no esporte! BN

 

– PALERMO SOHO:
Não deixe de passear pelo bairro mais charmoso da capital, se perca por suas ruas, dá uma olhada no comercio local, toma um sorvete no Freddo… Não importa muito o dia ou a hora, tá sempre animado e cheio de gente na rua.

 

Palermo Soho: Deixe o bairro de levar! BN
Palermo Soho: Deixe o bairro de levar! BN

 

– TANGO:
Se você estiver procurando uma apresentação de tango, versão show à la Broadway, num lugar mais sofisticado, com direito à menu degustação e decoração by Philippe Starck, o “Rojo Tango”, do hotel Faena, é o mais indicado (e bem turista) pra ver um espetáculo super “upscale”.
No caso de querer ver uma coisa mais autêntica e portenha, a cidade tem vários bares de dança típica, com certeza seu concierge vai saber sugerir algum bacana.

 

Espetáculos de tango para todos os gostos!
Espetáculos de tango para todos os gostos! BN

 

COMA:
– El SAN JUANINO:
“Birosquinha” na Recoleta, super tradicional, onde você come as melhores empanadas da cidade. Pra quem gosta desse “clássico” argentino, não pode deixar de ir (e até pra quem não é fã, vale a pena, além de ter outras opções no menu, a ida ao lugar é quase cultural). Sugiro a visita num horário mais “alternativo”, pois na hora do almoço a fila na porta costuma dar voltas no quarteirão.

 

As melhores empanadas da cidade...
As mais famosas empanadas da cidade: Vive lotado… BN

 

– OLAYA:
Do mesmo dono/ chef do super famoso Osaka, o Olaya é o novo restaurante peruano da cidade, inaugurado no final do ano passado. Situado num dos bairros mais cool de BsAs, em Palermo Hollywood, o lugar não podia ser mais trendy, um loft super colorido e bem decorado, e a comida peruano/ fusion dispensa comentários.

 

Olaya:
Olaya: O novo peruano “very cool”de BsAs! BN

 

– ASTOR:
Eleito “melhor restaurante novo de 2013”, o bistrô é focado principalmente no produto fresco e sazonal. Delicia pra quem quer almoçar uma culinária portenha contemporânea.

 

Astor
Astor: Culinária portenha mara! BN

 

BADALE:
– FLORERÍA ATLÂNTICO:
Super na moda em Buenos Aires, são os bares secretos. Alguns precisam até de senha pra entrar, outros são apenas “dixavados”, escondidos nos lugares mais improváveis (nada como a hospitalidade portenha). A Florería Atlântico é um desses. Você chega em uma floricultura, desce uma escada e encontra, no subsolo, um bar super cool e animado. Descobrir esses bares é quase como descobrir o Novo Mundo, então não se intimide se, ao entrar, te olharem com cara de “Como que você veio parar aqui?”

 

– BASA:
Um dos novos hotspots da cidade, o BASA é um bar/ lounge com ambiente cool e drinks maras. As tapas também são deliciosas, e o lugar fica super animado no “happy hour” dos  dias de semana ou nas noites do fim de semana.” MARIA TM

 

BASA: Lindo!
BASA: Lindo! BN

 

 

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A CHARMOSA ZURIQUE DE KARIN SODRÉ!

 

Que linda esta cidade... Vou por Zurique no meu roteiro...
Que linda esta cidade… Amaria conhecê-la…

 

Este post maravilhoso nasceu de minha tentativa de assassinato à palavra FONDUE quando privei-a de seu eterno e imprescindível E…

Atenta e generosa, nossa amiga leitora e advogada competentíssima, Karin Sodré, escreveu-me encantadora mostrando o deslize e, conversa vai email vem, nos deu a imensa alegria de contar sua recente viagem à Zurique. Sigamos com ela! BN

 

As irmãs Julie e Karin Sodré, ilustradora e advogada, respectivamente: Competência e simpatia! Noves fora a tendência para emagrecer... Vejam as tortinhas que as duas nos mostram!
As irmãs Julie e Karin Sodré, ilustradora e advogada, respectivamente: Competência e simpatia! Noves fora a tendência para emagrecer, como diria AC… Vejam o “lanchinho” das fofas!

 

ZURIQUE, POR KARIN SODRÉ:

“Inspirada num post sobre Fondue, do 40 Forever, e desafiada a passar algumas dicas sobre Zurique aqui estou eu. Quanta honra!!

 

Bahnofstrasse
Eis a bombada Bahnhofstrasse toda engalanada para o natal: Luxo só! BN

 

Passei uma semana nesta cidade suíça encantadora. Foram 6 dias intensos de muito trabalho mas entre uma reunião e outra, também deu para aproveitar a Bahnhofstrasse (principal rua de Zurique onde o comércio bomba! As melhores marcas estão nesta rua, assim como os principais centros de compras Globus, Jelmoli e Manor – uma perdição!!!) e conhecer alguns dos melhores restaurantes da cidade.

O tempo esteve maravilhoso com pouquíssimos momentos de chuva e temperaturas em torno dos 14ºC. Se não fosse a agenda intensa certamente eu teria passado dias inteiros passeando pelos lindos parques, visitado os incríveis museus e o Zoo ou simplesmente andado de bicicleta ao redor do Zürcher See. Fica para uma próxima!

 

O maravilhoso restaurante Kronenhalle: Preciosidades nas paredes!
O maravilhoso restaurante Kronenhalle: Preciosidades nas paredes, como karin nos contou. BN

 

De qualquer forma, graças ao trabalho, tive a oportunidade de conhecer restaurantes fantásticos que valem o registro para que visitem quando estiverem na cidade:
– O primeiro deles é o Kronenhalle (Rämistrasse 4). Trata-se de um restaurante tradicional suíço frequentado por banqueiros, artistas e empresários; segundo me explicaram: “pessoas que querem ver e serem vistas”… À parte desta observação pouco democrática o local parece mais uma grande galeria de arte com obras de Chagal e Picasso espalhadas pelas paredes! Uma viagem no tempo… A comida também é um capítulo à parte – simplesmente maravilhosa!! Comecei com uma sopinha de aspargos (aliás, a temporada de aspargos havia acabado de começar) e terminei com o famoso zürcher geschnetzeltes mit Rösti (espécie de picadinho com batata rosti).
– Uma segunda dica é jantar no restaurante Pavillon no Hotel Baur au Lac (Talstrasse 1). O lugar é lindo, perto do lago de Zurique e com uma proposta mais leve. O serviço é impecável e a atmosfera divina – em homenagem, Bossa Nova como trilha sonora de nosso jantar!
– A terceira dica fica por conta de um tradicional restaurante italiano que também merece uma visita – Bindella (In Gassen 6); fica perto da Bahnhofstrasse e da Sprüngli (uma confeitaria dos Deuses que fica na Paradeplatz! Lá são vendidos os famosos Luxembürgeli (pequenos macarons) e chocolates de todas as formas. Só pelo cheirinho já vale a visita! No segundo andar há o restaurante, ou melhor, uma casa de chá/café com pequenas tortas divinas e que devem engordar só de olhar). Tirando a Sprüngli, recomenda-se fazer a reserva tanto para almoço quanto para o jantar.

 

O "Tram" de Zurique lembra os trens elétricos cariocas dos 60ties... Saudades deles!
O “Tram” de Zurique lembra os trens elétricos cariocas dos 60ties… Saudades deles! BN

 

Em termos de locomoção, todos (independente da classe social) utilizam o Tram (trem urbano) que passa com hora marcada. A compra dos bilhetes é feita através de máquinas nos próprios pontos. Apesar da rara fiscalização todos compram os seus tíquetes: Uma super lição de civilidade… Portanto, durante o dia, esqueçam o taxi (que, aliás, é caríssimo).

 

Eis o famoso pesto que a Karim nos conta a seguir: To sentindo o gostinho daqui!
Eis o famoso pesto que a Karin nos descreve a seguir: To sentindo o gostinho daqui! BN

 

Uma última dica é conhecer uma região que fica a quatro estações do Technopark (use a linha 4 do Tram). Fugindo um pouco do centro de Zurique tive a surpresa de conhecer este local construído em baixo de uns arcos abandonados. É uma área mais alternativa com diversas lojinhas de arte, design, moda, restaurantes (escolhemos um italiano com um pesto incrível) e bicicletas (as mais transadas e caras que já vi na vida…). Um ótimo programa para se fazer após o check-out…”. Karin Sodré

 

 

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