Paramos aqui, no post passado, quando desembarquei neste lindo “Spring Cottage”!
Como contei, em outro post, cheguei à Cliveden House depois de navegar por quase duas horas, saindo de Windsor: estava feliz e faminta.
A fonte linda que inaugura o gramado que mais parece um tapete conjugado à deslumbrante casa!
Do lindo “Spring Cottage”, onde aportei, até a casa, percorre-se 10 minutos de carro, cruzando parte dos 370 acres de jardins e parques que compõe a deslumbrante propriedade. De natureza pujante, o bosque que acompanha a estrada é denso e constante, talvez pra preparar a nossa entrada na magnífica e gigantesca clareira que abriga o palacete e que começa numa fonte linda, continua por um imenso gramado e termina, triunfalmente, na porta da casa que mais parece um castelo, com sua serena majestade: bem vindos à Cliveden House.
Eis a suntuosa Cliveden House: Uma espécie de Downton Abbey da vida real…
Com 300 e muitos anos de histórias pra contar, ela nos recebe como se fôssemos um de seus ilustres hóspedes do passado. Construída pelo Duque de Buckingham, em 1666, Cliveden House habituou-se a hospedar a realeza inglesa, até o início do século XX, quando passou às mãos da elite burguesa americana, ao ser comprada pelos Astor. Predestinada, a clientela mudou de reis e duques para “stars” como Charles Chaplin, Bernard Shaw, Winston Churchill ou Franklin Roosevelt: se suas paredes falassem, “Downton Abbey” estaria perdida.
O deslumbrante salão da casa: amo vermelho com verde limão!
De outro ângulo… A mesma beleza!
Da porta pra dentro, tudo continua lindo-maravilhoso, pontificando o visual anglo-americano, de seus últimos proprietários: na parede ao fundo do salão reina, forever, Nancy Astor, num lindo óleo pintado pelo divino John Singer Sargent.
Vejam Nancy Astor pontificando nas paredes de Cliveden, até hoje, lindamente retratada pelo mestre Sargent!
Detalhe da escada capotante que leva ao segundo andar de Civeden!
Com a lareira acesa, bouquets maravilhosos e uma atmosfera de filme de época, não me senti cliente um minuto, mas uma ilustre convidada. Nesta onda cheguei à biblioteca, pra encontrar alguns minutos de descanso e um drink geladérrimo.
O bar montado na biblioteca: chic!
Depois que a gastronomia virou a oitava arte e nos leva aos confins da terra, atrás de suas estrelas, segui para o almoço, que nos esperava e onde tudo estava di-vi-no! Mas muito aqui entre nós, devo confesso: ele estava predestinado ao segundo plano… Impossível competir com os “Remains of the day”.
Vejam que linda a “sala de jantar”. Temos que pelejar pra lembrar que estamos num restaurante…
Outro recanto…
Esta é a vista da sala de jantar: para os lindos jardins de Cliveden!
Close up no meu suflê Grand Marnier: sobremesa que como rezando!
Fica o conselho: passe um dia de pura magia, com esta dupla dinâmica: “Boating at Cliveden” e “Cliveden House”. São, simplesmente, imperdíveis! BN
Termino com a elegância do senhor Manuel da Silva, nos salões de Cliveden House. Nosso querido motorista, que nos guiou por toda Londres e fora dela, sem titubear: ele fez toda a diferença!
O Suzy Ann é um dos três barcos da flotilha da Cliveden House: vejam que lindo!
Devo este post à minha querida amiga, Solange Medina, senhora das grandes dicas!
O maravilhoso Castelo de Windsor, que no dia hospedava sua senhora e Rainha Elizabeth II: Vejam a bandeira no mastro, indicando a presença real!
Trata-se de um passeio de barco e de sonho, pelo Tâmisa, saindo da cidade de Windsor e aportando numa casa única, para almoçar como os reis, duques, condes e grandes homens que a freqüentaram.
A saída de Windsor: só no Lago dos Cisnes vi tantos exemplares…
Falo de Cliveden House, cuja construção inicial é do ano 1666, feita pelo Duque de Buckingham. Depois de cumprir uma bela história hospedando a mais ilustre nobreza inglesa, passou para as mãos da família americana Astor, quando tornou-se pouso de plebeus do quilate de Charles Chaplin ou do Presidente Roosevelt. Hoje é um hotel elegantíssimo, Relais & Chateaux, onde a fidalguia e o requinte imperam: vou mostrá-la em outro post!
Devidamente instalada, curtindo muito este passeio único!
E pra chegar até ela, em grande estilo, devemos navegar rio abaixo, de Windsor até Taplow, num barco igualmente chic, que serpenteia por aproximadamente duas horas, pelas margens do Nilo inglês, nos deliciando com uma paisagem mágica, compostas por deslumbrantes casas ribeirinhas.
Selecionei algumas casas pra gente ir descendo o rio, curtindo o visual…
O estilo normando é muito comum por lá…
Todo mundo sai de casa navegando…
Esta casa é deliciosa…
E esta é suntuosa…
Não vi um muro por lá… No máximo, cerca. Perfeito pra curtimos o cenário que a sucessão de casas oferece. Noves fora esta árvore!
De vez em quando, cruzamos com outros navegadores: o rio é alegríssimo!
A chegada à Cliveden House é majestosa, pois aportamos em um charmosérrimo “Spring Cottage”, que serve de ancoradouro e o resto… eu conto mais adiante.
O “Spring Cottage” da Cliveden House: podre de chic e de charmoso!
Peguemos a estrada que nos leva à Cliveden House: até lá!
DETALHES:
– Contrate um carro para te levar de Londres à Windsor e, umas cinco horas depois, te pegar em Cliveden. O ideal é deixar a capital inglesa às 10 horas. E, se você puder fazer uma extravagância, durma uma noite por lá, deve ser inesquecível.
– Contrate o “Boating at Cliveden”, como eles chamam este delicioso navegar, diretamente com o hotel. Porque há também outros barcos que fazem o mesmo percurso, mas não se comparam.
– Na onda do “jaqui”, aproveite para visitar o emblemático Castelo de Windsor,a mais antiga residência real britânica, continuamente habitada: no dia que estivemos lá, Sua Majestade a Rainha também estava. Para tanto, saia de Londres mais cedo, pois ele abre para os turistas de 9:45 até 17:15… Tem coisa mais inglesa do que este horário?! BN
O Hotel LA SIRENUSE, da familia Sersale, super conhecido em Positano, que tem um spa incrível e faz uns perfumes deliciosos, assim como shampoos, sabonetes, etc… acaba de lançar, para comemorar os 60 anos do hotel, o que eles consideram o cheiro da “dolce vita” em Positano nos anos 50 e 60, um glamour só, “UN BATEAU POUR CAPRI”!
Já estou usando, é divino!
Para descrever o aroma eles escrevem o seguinte: “Imagine Grace Kelly ou Liz Taylor numa manhã de verão ensolarada, cabelos presos numa echarpe de seda, grandes óculos de sol, entrando num barco de madeira Riva a caminha de Capri, eisUn Bateau pourCapri.”
Hoje continuamos nosso périplo chines com a adorável VIVI ROCHA, nos contando sobre a sua viagem à CHINA!
AC
Maria Rocha, linda, em Xian!
Xian:
Este, definitivamente, é um lugar que o viajante tem que querer muito ir! É muito cansativo, pois no meu caso e de outros amigos, nós fomos e voltamos no mesmo dia. Eu morri mas amei! É um voo de 1:40hs, (se der, voe em executiva), e depois um trajeto de uma hora e meia de carro. A visitação dura em torno de 2 hs e depois meia volta volver….Detalhe: leve um lanche ou você vai passar fome. O aeroporto é ótimo e lá tem o que comer, mas no avião e lá em Xian não tem nada normal!
O sitio arqueológico é impressionante, mesmo quem viu a exposição em São Paulo, deve ir. Peça um carro confortável com motorista e guia para que a viagem fique mais tranquila. Não deixe de ir, coragem, quando acabar o dia e você estiver de volta no conforto do seu hotel, você vai amar ter ido!
O exército esculpido em torno de 259 a.C, com mais de 6 mil figuras em terracota imponentemente enfileirados, vai surpreender e deixar de queixo caído qualquer turista exausto. Esse exército foi construído para adornar o mausoléu do primeiro imperador chinês, mausoléu este, que ainda não foi escavado. Xian ainda tem muito a nos mostrar, muito mesmo!
Shanghai
Seu nome é skyscrapers, que visual!! A cidade é cortada pelo rio Pu e a vista da margem chamada de Bund para a margem oposta, Pudong é aquela famosa que recentemente vimos no filme Skyfallde James Bond. Faz parte do roteiro passear a pé pelos prédios gigantes em Pudong e olhar para cima, quase que o pescoço não dá conta.
Shanghai é o centro financeiro da China, o tráfego é intenso e a poluição é alta.
Entre os pontos turísticos, o bairro Xiantandi, é legal de visitar.O lugar foi todo restaurado e hoje abriga lojas e restaurantes; é bonito para passear a pé e valeplanejar de almoçar por lá também. Além disso, tem o museu de Shanghai, que fica na famosa e enorme People Square, com um acervo de mais de 120 mil peças entre porcelanas, pinturas e demais relíquias chinesas. Tem também o Yu Garden,construído na Dinstia Ming, e do lado de fora, a City God Temple Bazar, o nome já diz tudo, bazar “made in china”! Além disso, claro, shoppings e mais shoppings…
A noite é legal escolher um bar ou restaurante que seja no topo de algum prédio para desfrutar a vista.
Hotéis:
Hotel Península, the best! CLIQUE AQUI PARA VER O POST SOBRE O HOTEL!
Restaurantes e bares:
Para ver a vista, sugiro o bar do hotel Península, ou o bar do hotel Grand Hyatt, e o Rouge Bar and Lounge para dançar.O restaurante do térreo do Hotel Península é muito bom, tanto para um happy hour quanto para o almoço.
Dicas da Priscilla, uma viajante que sabe das coisas:
Mr and Mrs Bund– Jantar, está na categoria dos 50 melhores do mundo.
M on the Bund – jantar
Jean Georges– jantar
T8 em Xiantandi – almoço
Ye Shanghai, em Xiantandi, comida cantonesa , almoço.
Pergunte sempre ao seu concierge.
Hong Kong:
A sensação é de entrar na maquina do tempo e chegar no futuro!!!Hong Kong é o máximo, é tão moderno que dá medo. Me senti numa cidade de ficção científica, para sentir o nível de modernidade, até o carro do hotel tinha wi-fi!
Milhares de viadutos, passarelas, pontes, prédios altíssimos e shoppings centers gigantescos, todos falam inglês, me senti tão segura que andei de taxi e metrô sozinha.
O maior shopping é o Elements. Em torno deste shopping tem vários hotéis, mas vale visitar o Ritz-Carlton que fica no prédio mais alto da China. Lá tem o bar Ozone que fica nada mais nada menos que no 118 andar, isso mesmo, são 490 metros de altura, o ouvido fecha quando o elevador vai subindo, dá muito medo, mais a vista é indescritível, é o bar mais alto do mundo! Se você só pudesse fazer um coisa em Hong Kong eu diria para não deixar de subir lá. É só para ver a vista e tomar uma coca, pois o bar é muito grande e meio sem aconchego, aproveite e vá até o banheiro de lá só para ver um outro angulo da vista.
Sugiro passear antes no shopping, cuidado para não se perder entre as lojas de marcas mais fabulosas do planeta!, e quando anoitecer subir até o Ozone.
Hong Kong é primeiríssimo mundo, converse com seu concierge que não faltará sugestão para passeios, atividades e excelentes restaurantes! Ah, tem também um programa bem de turista, é um trenzinho bem legal para ver a vista do Victoria Peak .
Hotéis:
Vários, e todos ótimos.
Restaurantes:
No shopping Landmark tem 3 ótimos, tanto para almoço como para jantar:
L ‘Atelier do Joel Robuchon (francês)
MO bar, onde comi o melhor mini cheese burguer da minha vida, com molho teriyaki.
Zuma (japonês)
Amber: Além de lindo, tem 2 estrelas Michelin e é cotado como um dos 50 melhores restaurantes do mundo e o melhor da China. O menu degustação do almoço é delicioso .
Lung King Heen: jantar, comida chinesa.
e muito mais….
VIVI ROCHA para o 40 FOREVER
Post sem foto da Vivi não vale! Aqui, uma foto dela comigo!