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“A MUSA DE PROUST: A CONDESSA DE GREFFULHE”… EXPOSIÇÃO IMPERDÍVEL EM NYC!

 

Exposição maravilhosa das roupas da "musa fashion" da 'Bélle-Epoque", a Condessa de
Exposição maravilhosa das roupas da “musa fashion” da ‘Belle-Époque”, a Condessa de Greffulhe, na FIT de NYC: imperdível!

 

Apaixonada por Marcel Proust e seu primoroso “Em Busca do Tempo Perdido”, vibrei quando a queridíssima Patrícia Peltier me soprou sobre a exposição que acontece desde setembro, e até 7 de janeiro de 2017, no FIT (FASHION INSTITUTE OF TECHNOLOGY) de NYC, cujo teor é a grande musa feminina do autor e inspiração para uma de suas principais personagens e deste post também.

 

Esta é a estilosíssima Princesa Élizabeth de Caraman-Chimay, Sra de Greffulhe, que arrasou nos salões parisienses, tornando-se inspiração para personagem do grande Marcel Proust!
Esta é a estilosíssima Princesa Élizabeth de Caraman-Chimay, Sra de Greffulhe, que arrasou nos salões parisienses, tornando-se inspiração para personagem do grande Marcel Proust!

 

Corri pra pesquisar sobre o tema e, quando me dei conta, tinha passado o dia mergulhada em dezenas de artigos fascinantes sobre a montagem da mostra, que me levaram à uma espécie de viagem fantástica num tempo de pura magia e beleza, pelo reino encantado da rainha dos salões parisienses da “Belle Époque” ou “A Musa de Proust, a Condessa de Greffulhe”.

 

Este é o "Lily dress" ou o vestido dos lírios, do estilista Charles-Frederic Worth, de veludo negro bordado em seda marfim e pérolas, "linha princesa" atípica pra época pra 1896 quando a condessa o usou.
Uma das atrações da mostra é o “Lily dress” ou o vestido dos lírios, do estilista Charles-Frederick Worth, de veludo negro com aplicações em seda marfim e pérolas, “linha princesa” atípica pra 1896, quando a condessa o usou: ela sempre ditou sua própria moda!

 

Nascida Princesa Élizabeth de Caraman-Chimay (1860-1952), a Condessa Henri Greffulhe é considerada o principal molde na construção da personagem Oriane, a espirituosa Duquesa de Guermantes: a Condessa de Chevigné e Genevieve Bizet completam o triunvirato de inspiração, onde é Greffulhe quem pontifica. O “Proustianista” Benjamin Taylor, justificando a tese, preconiza em seu delicioso “Proust: The Search”: “Depois de Élizabeth Greffulhe simplesmente não havia mais para onde “escalar” (socialmente)… Ela era o gol de todo snob!”.

 

Este exótico vestido, também de Worth, era um "tea gown", como explica o letreiro da mostra, ou um "vestido de chá"... Verde esmeralda, cor preferida de Élizabeth, e azul pavão, ele é de seda, veludo e "renda valenciana" é outra atração de seu guarda-roupa!
Este exótico vestido, também de Worth, era um “tea gown”, como explica o letreiro da mostra, ou um “vestido de chá”… Verde esmeralda, cor preferida de Élizabeth, e azul pavão, ele é de seda, veludo e “renda valenciana” é outra atração de seu guarda-roupa, de 1897.

 

Semelhantes em suas “origens aristocráticas”, muito estilo pra viver e vestir-se e casamentos de aparência com nobres mulherengos e grosseiros, ficção e realidade se confundem somente na forma. A infelicidade amorosa que fragilizou a Duquesa nas páginas de Proust, tornou a real Élizabeth culta e cultivada, transformando-a numa das  grande mecenas de sua época: da emblemática Cia “Ballets Russes” à genialidades dos estudos radioativos da polonesa Marie Curier (primeira mulher a ganhar um Prêmio Nobel), nenhuma excelência escapou dos seus cuidados e patrocínio.

 

Eis o "vestido bizantino" que Greffulhe usou no casamento da filha. Feito em lamê dourado e todo "encrustado" em pérolas e arrematado com vison, tem autoria master: é dos primeiros modelos do então jovem estilista Paul Poiret! 1904.
Eis o “vestido bizantino” que Greffulhe usou no casamento da filha. Feito em lamê dourado e todo “encrustado” em pérolas e arrematado com vison, tem autoria master: é dos primeiros modelos do então jovem estilista Paul Poiret, em 1904.

 

Só que estamos no século XXI, em NYC e um dos seus templos de estudo “fashion”, o FIT. Por isso, toda esta relevância acima é apenas moldura para a o ângulo da musa a ser explorado: o estilo único de vestir-se da Condessa de Greffulhe atravessou o oceano Atlântico (depois de exposto no Palais Galliera, do Museu da Moda da Cidade de Paris, para onde foi doado este precioso acervo) e desembarcou em Manhattan, onde anda encantando a todos.

 

"By Nina Ricci" é este "evening ensemble" ou "duas peças" para noite: vestido e bolero feitos em seda, lã e plumas de avestruz a condessa, em 1937!
“By Nina Ricci” é este “evening ensemble” ou “duas peças” para noite: vestido e bolero feitos em seda, lã e plumas de avestruz a condessa, em 1937: podíamos usá-lo hoje, com louvor!

 

Os que tiverem o privilégio de visitar a mostra, verão o guarda-roupa de uma mulher visionária que entendeu, cem anos antes, o significado artístico que o mundo da moda assumiria, em nossos dias, bem como o efeito “midiático” que uma bela roupa pode causar. Por isso, tratou como grandes mestres, artistas do quilate de Charles-Frederick Worth, Fortuny, Paul Poiret, Nina Ricci, Jeanne Lanvin, Louiseboulanger. Para ilustrar este parágrafo, transcrevo um comentário seu para o poeta dandi Robert de Montesquieu, em cartas que trocaram, ao longo da vida: “Nada é comparável ao prazer que uma mulher sente ao roubar os olhares de todos e, com eles, a maravilhosa energia da admiração”.

 

Feito para o verão de 1937, este vestido de noite em tule e "musseline" é assinado por Jeanne Lanvin: luxo só!
Feito para o verão de 1937, este vestido de noite em tule e “musseline” é assinado por Jeanne Lanvin: luxo só!

 

A exposição é composta por 40 peças do acervo da Condessa (sendo 28 vestidos mais acessórios como sapatos, chapéus, luvas e até meias de seda), mais uma coleção de fotografias que ilustram e complementam os “looks” exibidos.
Programa mais que legal pra quem estiver por lá: vejam, um pouquinho, nas fotos! BN

CLIQUE AQUI PARA O SITE DO MUSEU DA FIT!

 

Amei estes quimonos, by Vitaldi Babani, anos 1920!
Amei estes quimonos, by Vitaldi Babani, anos 1920!

 

Esta é a capa russa, inicialmente um vestido de noite que Élizabeth ganhou do Czar Nicolau II, quando este esteve em Paris, em 1896. Sem cerimônia e com a ajuda de Worth, ela transformou-o em capa para dias de gala! Adorando esta condessa!
Esta é a capa russa, inicialmente um vestido de noite que Élizabeth ganhou do Czar Nicolau II, quando este esteve em Paris, em 1896. Sem cerimônia e com a ajuda de Worth, ela transformou-o em capa para dias de gala! Adorando esta condessa!

 

Fecho com este glorioso sapato vermelho, em brocado e salto alto, da casa "Louis Heels", de 1905... Mais? Só tendo a sorte de visitar a exposição!
Fecho com este glorioso sapato vermelho, em seda adamascada e salto alto, da casa “Louis Heels”, de 1905… Mais? Só tendo a sorte de visitar a exposição!

 

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CRISTIANE CERF E SUAS ROUPAS DE MILÃO

 

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Chris Cerf com uma de suas lindas roupas.

 

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Devido ao sucesso, Christiane Cerf estará mostrando sua nova coleção até o dia 30 de Novembro ( apesar do convite dizer que é até hoje). Suas roupas são lindas e com muita bossa. Combinam super bem com o nosso verão,  a leveza dos tecidos dá vontade de não tirar as batinhas do corpo. Chris mora há muitos anos em Milão onde tem um show room. Suas roupas são fabricadas nos vários cantos do mundo, India, Africa e Italia.

Ela ainda fica no Brasil até começo de Dezembro, aproveitem! MP

 

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Contato: Cristiane : + 55 21 99888 9844

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“MEERK” OU A NOVA GRIFE DE “RESORTWEAR”, BY MARIANA KUERNERZ: LUXO SÓ!

Linda e competente, Mariana Kuernerz lança uma nova marca amanhã: vamos conhecer?
Linda e competente, a estilista Mariana Kuernerz lança uma nova marca amanhã: vamos conhecer?

 

Minha estilista queridíssima e linda demais, Mariana Kuernerz, que faz as noivas que arrancam os suspiros mais profundos por tanta beleza, nos casamentos cariocas, lança uma “label”, desta vez dedicada ao “resortwear” super chic!

Falo da “MEERK”, especializada em “looks” para serem usados em viagens, “al mare”, festas, casamentos ou onde mais precisarmos de roupa sofisticada e despojada, tudo ao mesmo tempo, pois são feitas em tricot, mas com aquela modelagem e visual divino.

 

Vejam que lindo este vestido da "resort collection" de Mariana: além de chic, não amassa... É de tricot, luxo só!
Vejam que lindo este vestido da “resort collection” de Mariana: além de chic, não amassa… É de tricot, luxo só!

 

Amei pro meu "reveillon"...
Amei pro meu “reveillon”…

 

Biquini divino ela também faz!
Biquini divino ela também faz!

 

A estréia da MEERK, em grande estilo, será amanhã e estão todas convidadas… Fiquem com algumas fotos de algumas produções divinas! BN

CONTATO MEERK:
INSTAGRAM: @MEERK.RESORT

 

Estão todas convidadas pro lançamento da "MEERK"amanhã!
Estão todas convidadas pro lançamento da “MEERK”amanhã!

 

 

 

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ANDREA MARQUES E SUA COLEÇÃO DESLUMBRANTE!

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Ninguém interpreta o Rio de maneira tão singular e elegante como Andrea Marques. Além da mistura da arte com a moda, as coleções da estilista fazem homenagem à natureza da cidade sem cair nos clichês, sempre em estampas gráficas cheias de bossa. A coleção de verão que está na loja de Andrea, na Garcia D´Ávila, é a prova disso.

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Ela vai do desenho das curvas do calçadão às lindas gaivotas do céu, que desta vez ficaram ainda mais sofisticadas com a aplicação de plumas e bordados.

 

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A palavra-chave da coleção é fluidez, no uso de tecidos leves, como a organza utilizada pela primeira vez, e também nos modelos em variados comprimentos, do mídi ao longo, em formas amplas, explorando a sensualidade chique em ombros e costas de fora. É ou não é o tipo de roupa para esse e muitos outros verões?

AC

 

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ANDREA MARQUES

Rua Garcia d’Avila, 149 – Sobreloja 201 – Ipanema, Rio de Janeiro –
 (21) 3202-2700
AC
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