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EXPO DE BIKES NO JARDIM BOTÂNICO

Adorei a exposição de bikes que está na “Dona Coisa”. Depois de um delicioso almoço no “Lorenzo”, passei para dar uma olhada na loja que fica ao lado. Realmente a bicicleta está na moda no Rio, e tá todo mundo subindo a Vista Chinesa, o Cristo, Alto da Boa Vista, que é uma maneira de curtir a nossa linda cidade maravilhosa num programa super carioca!

Os criadores do projeto são dois jovens de Niteroi, Daniel Olej e Eduardo Moura, que resolveram se divertir pintando e montando bicicletas. Para mim são artistas contemporâneos pois transformaram estas bicicletas em verdadeiras instalações. As cores são todas pastéis e as combinações dignas de uma aquarela especial. A dupla tem a preocupação da mobilidade urbana e da qualidade de vida, o que levaram eles a outro meio de transporte: o skate, que também pintam e estilizam de forma super original.  MP

 

 

 

 

Os skates lindos

A “Dona Coisa”  fez também roupas lindas e exclusivas para as ciclistas, femininas, bem cortadas e coloridas, fabricadas pela Anabut , aquela marca de roupa de gym muito charmosa.

Dona Coisa: Rua Lopes Quintas 153 / tel: 22492336

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O MELHOR (E MAIS CHIC) CROQUETE DO MUNDO!

 

Dá pra sentir o sabor daqui…

Depois da pinta deste croquete, só um texto à sua altura! Já estou faminta… Curtam! BN

Para tanto, o Blog convidou nosso exímio consultor multiuso e multimidia, Rafael Fonseca, para contar, com toda sua competência gastrô, da onde vem um croquete melhor que o do Alemão… Porque eu, não conheço! BN

“Se você é como eu, que ama gastronomia sem se preocupar com rótulos, vai certamente adorar esta dica. Em Amsterdam se come o melhor croquete do planeta, sem exageros! Sim, eu também acho uma delícia o da Casa do Alemão, sobretudo o da que fica logo ali, quando termina a subida da Serra, na ida para Petrópolis.
Mas nada se compara à textura interna, crocância da casca e sabor, ao do croquete vendido no “Eetsalon Van Dobben”, Amsterdam. Não esperem um lugar chique, na verdade, o Van Dobben está mais para açougue – porém limpíssimo – com suas paredes de azulejos brancos, vitrine de frios, bancos no balcão e pouquíssimas mesas.
Você pode experimentar um pão com salada de galinha ao curry (ótimo), ou com salada de ovos (ótimo também). Há ainda o tartare (mas se você está, como eu, habituado ao Tartare de carne à moda francesa, ultra teperado, vai se decepcionar com este, meio carne crua com um pó temperado). Adorei, desta vez aqui, o sanduíche de rosbife, cortado finíssimo e muito bem feito. Agora o campeão é mesmo o croquete, ou Croquetten! Peça sem o pão, senão, eles vão te servir o croquete num pão como o do cachorro quente”. Rafael Fonseca!
Tartares e saladas!

 

Vitrine de frios do Van Dobben! Tuuuddooo!!! Ai que fome!

 

Eestalon Van Dobben
Korte Reguliersdwardsstraat 5-7-9
1017 BH Amsterdam
Tel: 020-6244200
Rafael Fonseca, de passagem por Amsterdam, especial para o 40 Forever!

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O HOTEL DA VEUVE CLICQUOT

A Veuve Clicquot tem um hotel super charmoso em Reims, região da champanhe. O castelo foi construído em 1840 e foi a residência da família Clicquot Ponsardin durante alguns anos. No ano passado, depois de uma longa reforma que durou 4 anos, foi reaberto.

A reforma começou pela parte arquitetônica externa, depois foi feita a parte interna dos quartos, banheiros e cozinha, e em seguida a parte de decoração, que foi feita por Bruno Moinard, o mesmo que decorou as lojas do Hermès.

O hall de entrada por exemplo, tem um “plisée” de espelhos inspirado em Issey Miyake. O corredor dos quartos tem uma galeria com gigantescas fotos de todos os presidentes da companhia. O banco do argentino Pablo Reinoso é um must, e a escultura na entrada do jardim, dos irmãos Campana, é imponente.

O decorador procurou misturar a arquitetura do castelo do século XIX  com obras muito contemporâneas, e a mistura ficou excelente!

A maravilhosa fachada do Hotel du Marc

 

A escultura dos Campanas na entrada

 

Entrada dos fundos

 

Hall de entrada, espelhos inspiração de Issey Miyake

 

Galeria dos quartos, com fotos dos presidentes da companhia

 

Sala de jantar old fashion

 

Boiserie de época

 

 

sala do chateau

 

Banco de Pablo Reinoso

 

 

Quarto

 

Banheiros todos reformados

MP

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LA VECCHIA SICILIA, PARTE 2!

 

 

Depois da minha declaração de amor incondicional à Sicilia, post “LA Vecchia Sicilia, parte 1”, deixo uma sugestão de roteiro para a encantadora ilha, o mesmo que fez a minha cabeça e encheu meus olhos, de beleza pura!

Como contei, a viagem foi dividida em três partes, do oeste para o leste, com um pit stop no meio:

Base Oeste – Palermo,
Pit Stop – Agrigento,
Base Leste- Taormina!

EM PALERMO:

A deslumbrante Baia de Palermo!

Chegamos à Palermo, de avião, e pousamos na cidade por cinco dias, hospedados no Villa Igiea, um palacete Art Nouveau do início do século XX, mega délabré, comme il faut, no reino das duas Sicilias.

Emblemático, o hotel guardou o mobiliário da época, fotos de reis, rainhas e hóspedes ilustres, que por lá passaram, e uma vibe de tudo isso, repleta de orgulhosa decadência, nos lembrando que aquele tempo de esplendor já era, e que ninguém mais fará parte dele. Porque é assim na terra dos Leopardos: ela, como eles, é sinuosa, silenciosa, suntuosa e, sobretudo, snobérrima! Nada de novo é bem vindo! Máxima assimilada ou viagem perdida… Dito isto, curtam o hotel!

Agora, o nosso passo a passo:
Dia 1- Chegada e aclimatação à Palermo. Fizemos um sightseeig pelo hotel, que tem dimensão de villa e roteiro próprio. Jantamos por lá, pois nada é mais bonito do que a varanda do seu restaurante, que tem vista acachapante pra famosa baia local.

Dia 2- Visita à cidade de Palermo, capital da ilha-estado, manhã e tarde. Jantamos na estrebaria do palacio onde Luchino Visconti filmou o último baile de seu Gattopardo, um must go!

Dia 3- Visita à translumbrante catedral de Monreale, mais importante legado da passagem dos normandos à Sicilia!

O lindo Cristo Pantocrator do teto de Monreale!

Dia 4- Visita às ruinas gregas de Selenunte, à beira do mar, bonito!
Depois, seguimos para Segesta, onde visitamos seu lindo templo solitário e grego, no estilo dórico, que reina majestoso no alto de uma colina, tendo a seus pés o que restou da cidade grega que o concebeu e foi destruída pelos cartagineses!
Almoçamos em Erice, situada em cima de um penhasco, e da onde, em dia de céu claro, vê-se a até a Tunísia: um luxo!

A beleza e a solidão do templo de Segesta!

Dia 5- Visita à Cefalú, charmosérrima cidade derramada sobre um penhasco, com o Mediterrâneo a banha-la, mais ruínas gregas, catedral Normanda, com mosaicos deslumbrantes, montes de barzinhos e pequenos restaurantes pra te deleitar, e que são umas verdadeiras graças. Almoçamos num, debruçado sobre a vedete local “La Rocca”, onde comi os melhores calamares fritos, ever!

Vista da charmosa Cefalú!

EM AGRIGENTO:

Dia 6- Partimos para Agrigento, onde visitamos o Vale dos Templos, cuja acrópole, com seus templos imponentes de pedra friável, está praticamente intacta e nos deixou boquiabertos. À noite, é mais surpreendente ainda, principalmente se vista de cima, já que fica em uma planície. A iluminação feérica deixa a impressão do conjunto ser de terracota: é, simplesmente, surreal! O restaurante Caprice é um lugar maravilhoso para se jantar e curtir este fantástico show da vida!

Dormimos num hotel, bem mediano, na entrada da cidade.

Vista de um dos templos da acrópole de Agrigento: vejam como o efeito de luz, à noite, é de tirar o fôlego!

Dia 8- Visita à Villa Romana del Casale, do século I, em Piazza Armerina. Das coisas mais lindas que já vi nesta vida!!! Conta a lenda, que foi uma casa de verão, do imperador romano Maximiano, e seu conjunto de mosaicos é capotante, revestindo os pisos desta jóia siciliana. Em cada ambiente, o desenho é temático, fazendo alusão ao uso que se dava a ele. Requinte é isto… o resto é brincadeira!

Fica no caminho de Agrigento pra Taormina.

Detalhe de um dos mais famosos mosaico: o do piso da sala de ginástica, com as mulheres retratadas de biquini! Sim, eles já tinham "fitness club", por conta do maravilhoso hábito de se exercitar, herdado dos sábios gregos (reparem no par de alteres, nas mãos de uma das moças), e também usavam nossa famosa tenue de praia, o que prova que, na natureza, tudo se copia...

Bem perto daí, e também on our way to Taormina, tem a cidade que produz as cerâmicas típicas sicilianas. Chama-se Caltagirone e é obrigatória a sua visita pra quem, como eu, ama levar, quando possível, algo lindo e típico, dos lugares por onde passa.

Estas cerâmicas, além de deslumbrantes, são acessíveis, pois os preços são mara e as lojas locais se encarregam de despacha-las pra sua casa, aonde quer que você more. Fazer o seguro que eles te propõe, vale super a pena, apesar de ser a parte mais cara da história, pois se acontecer algo, como foi o meu caso, eles repõem, sem stress, a peça avariada, bastando mostrar uma foto.

As famosas testas sicilianas, de Caltagirone!

 

Imaginem uma mesa com as testas no centro e esta louça a enfeita-la! Capotante!

 

EM TAORMINA:

O famoso teatro grego de Taormina, aonde Woody Allen filmou a primeira cena de seu filme "Poderosa Afrodite"!

Além de ser uma das lindas cidades da chamada Magna Grécia da costa oeste da Sicilia, com praias deliciosas e muito pra ver, Taormina também é famosa pelo charme do seu centro histórico, repleto de ruelas cheias de lojinhas, bares, restaurantes e vida, muita vida, que a faz inesquecível: é uma espécie de Capri, há trinta anos atrás, antes da sua fratella isola se empiriquitar e virar uma “Daslu à beira-mar”, como definiu um amigo meu.

Ficamos hospedados no Hotel San Domenico, um deslumbrante mosteiro do século XV, que foi inteiramente restaurado e decorado com móveis e objetos da época, noves fora seus deslumbrantes jardins e a vista estonteante para o mar Jônico, com o Etna à direita, fazendo pano de fundo! Dá uma olhada!

http://youtu.be/fwNLjotBffc

Dia 9- Visita à Taormina, dia inteiro, se perdendo e se achando, por seu labirinto de ruas, uma verdadeira delícia!

Dia 10- Visita à melancólica Catania, cidade que abriga o mais bonito do barroco Siciliano: de uma majestade perdida inesquecível, como uma cidade fantasma/habitada, se é que isto é possível! Um must go!

A linda catedral de Catania!

Dia 10- Visita à famosa Siracusa, que foi a metrópole mais bonita e poderosa da magna grécia e sua cidade mais badalada, entre os séculos quinto a terceiro a.c.. Suas ruínas, deste tempo de glória, estão por toda parte e muitas vezes se misturam à construções mais modernas, que as incorporou. Como no Duomo de Siracusa, de 1700 e blau, como diz minha Maria, e que abriga o Templo de Atena, do século quinto a.c., linda simbiose!

Muito mais acontece por lá, noves fora a animação contemporânea em seus milhares de bares e restaurantes, de uma alegria contagiante!

O incrível teatro grego de Siracusa!

Dia 11- Visita à Regia Calábria, para conhecermos os famosos “Bronzes de Riace”, do século V a.c., contemporâneos das esculturas de Fídias e da mesma escola. São dois guerreiros que parecem vivos e suas presenças, de tão imponentes, chegam a dar medo. Estão expostas no museu arqueológico local e são tão famosas pros italianos que basta perguntar pelos “bronzes”, que já está entendido!

Além do mais, a travessia do estreito de Messina, que separa nossa ilha-heroína do continente foi, no mínimo, uma emoção geográfica e um sonho de infância. Via ferry boat, que sai a cada hora, carregando carros, você e quem mais aparecer!

Dava pra Michelangelo repetir para os dois: PARLA! Não acham?!

Dia 12- Afivelamos nossas malas e voltamos para casa, certos de que fizemos uma viagem de sonhos! BN

CURTAM AS FOTOS!

BN em Taormina, com suas encantadoras charretes enfeitadas
BN no claustro de Monreale!
BN com o templo de Segesta ao fundo!
BN em Villa Romana del Casale e seus famosos mosaicos!

 

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