Kiwi, nosso endereço predileto para uma refeição rápida e saudável: pra dar um refresco pro Ave César…
O KIWI, maravilhoso bar de sucos na ProForma Unidade 2, no Leblon, é uma espécie de criança prodígio: mal nasceu e já sabe o que é bom nesta vida…
Vou mostrar, neste post, o LUCKY SEVEN do pedaço, ou melhor, as sete maravilhas do cardápio do KIWI, dificílima tarefa, por sinal, pois tem tanta coisa gostosa por lá… BN
Começo com esta joinha: sorvete natural de morango com banana, sem açúcar, nem leite…A linda e amada do nosso BLOG, Lulu Moura, e o primeiro dos top seven: DI-VI-NO bolo de yogurt, é chegar e acabar…Delicioso yogurt grego, o mais fashion de seus pares e a última moda em se tratando de gastronomia matinal… Pode ser incrementado por granola, mel ou frutas: meu café da manhã, quando saio correndo!Combinado de sushi, feito diariamente, estalando de fresco…A caprese mais light que conheço: tomate com cottage cheese e um tempero digno da mamma!Vício: quiche e salada, os dois batem um bolão e você escolhe os sabores…Luxo é isto: wrap à la carte, quer dizer, você monta o seu! Tão bom que até emagrece…
Ao aposentar as sapatilhas, a bailarina do Grupo Corpo,Paula Bonomi, decidiu abrir, em Belo Horizonte, uma padaria diferente de tudo que havia na cidade.
Durante sua última turnê, ainda dançando com o Grupo Corpo, Paula conheceu a Le PainQuotidien, em Bruxelas, e se encantou. A idéia amadureceu, mas até os pães chegarem ao nível de exigência de Paula, foi um árduo trabalho, já que em 1981, quando começou sua empreitada, havia somente um tipo de farinha de trigo disponível, no Brasil.
O lindo projeto da Casa Bonomi, onde a padaria foi instalada, é da arquiteta e figurinista Freusa Zechmeister . Numa casa tombada de 1902, na zona central de BH, elas conseguiram trazer o mesmo clima intimista da casa de Bruxelas.
A música clássica, flores frescas, jornais do dia e uma grande mesa comunitária fazem da Bonomi um lugar único e delicioso, onde o mundo parece parar para degustarmos suas saladas, sopas, sanduiches e pães maravilhosos.
Esta dica me foi dada pela minha amada amiga mineira, Tereza Vargas Penna. Ainda não fui, mas estou louca para dar um pulinho e me deleitar neste lugar!
Meu queridíssimo amigo Nelson Ramos Filho, o Nelsinho, que abalou BSB nos “nighties” com seu fabuloso Quintal!
Ouvi falar do Quintal, pela primeira vez, cantado a prosa e verso por minha queridíssima amiga, Cristina Garcia, embaixatriz brasileira famosa por seu gosto arrojado e sempre “up to date”: dos choques estéticos que tive na vida, e olha que já vi coisa bonita, foi seu inesquecível apartamento amarelo, na SQS 213. Quem conheceu não esquecerá jamais…
Voltando ao Quintal que nos norteia, neste post, quando Cris me propagou a sua existência, ele era apenas um restaurante que engatinhava, na Brasília dos anos 90, com um cardápio de comida totalmente diferente dos seus pares. Ingredientes brasileiros misturados a temperos e receitas trazidas de suas viagens ao oriente, com uma especial parada na sua “Paixão Índia”, Nelson Ramos Filho, o chef, foi o primeiro a chegar perto da então proposta “fusion”, trazendo novos ventos à gastronomia brasiliense ultra tradicional, daquela época. Não deu outra: arrebentou a boca do balão.
Esta delícia é um dos pratos que fizeram o filme oscarizado do grande chef Nelsinho Ramos: nhoque do presidente, o preferido do então Collor e dizem que de FHC também.
Com apenas 32 lugares e pousado numa espécie de estufa, o restaurante era virado para o quintal da casa onde pontificava um lindo pomar, com mais de cento e vinte árvores frutíferas, que enfeitavam e perfumavam o ambiente adorável.
Conjugada ao salão e formando com ele um só ambiente, a cozinha era uma espécie de atração a parte: volta e meia lenvantávamos para bisbilhotar a confecção dos nossos pratos e falar com os eventuais amigos/cliente. Nada impessoal, parecia que estávamos num jantar “privé”e sempre divertido. Nunca mais encontrei astral igual…
Look do restaurante Quintal de Nelsinho Ramos, em Búzios: fervendo!
Fama feita, já deu pra imaginar que era uma Odisséia conseguir sentar neste lugar abençoado. E não tinha essa de furar fila, fosse quem fosse: vi o Collor, presidente e no auge da fama, voltar pra casa por falta de reserva.
A mesa que me deu alforria no maravilhoso Quintal era igualzinha a esta! Muitas saudades…
E mais ou menos por isso começou a minha amizade, com o saudoso e querido Nelsinho. Depois de constatar que a agenda do Quintal estava fechada até o mês seguinte, fiz uma proposta indecente que ele acatou: como o problema era a falta de mesa, despachei pra lá a minha de jogo, mais quatro cadeiras e resolvi o problema para sempre; ou quase.
Pororoca de chefs estrelados: Nelson Ramos Filho e Claude Troisgros, no Quintal de Búzios!
Um belo dia, vou embora de Brasília e tempos depois, pra minha grata surpresa, me deparo com Nelsinho na adorável Búzios, lindamente instalado numa outra casa/restaurante, agora na praia de Manguinhos, com seu “atelier culinário”(era o nome que ele usava) funcionado de vento em popa. Pensei: equivale à uma Sena acumulada e continuei a curtir as maravilhas “nelsonianas” como o nhoque de batata doce com camarão, o picadinho dos deuses e de carne seca, o camarão balinês, o bacalhau divino e muitas outras delícias que suas mão sofisticadérrimas preparavam, num piscar de olhos.
Um dos meus pratos favoritos da era Búzios, “Bacalhau a Ramos Filhos”: di-vi-no!
Como o paraíso não é terreno, meu amigo Nelsinho se foi, deixando-nos órfãos de sua imensa gentileza e educação, da fidalguia com que nos acolhia e o maravilhoso papo, em volta da mesa, depois das refeições: era de lei jantarmos com ele todo dia 30 de dezembro, fechando o ano com chave e amigos de ouro.
Eis o “Farinatta”, ou alimento pra alma, mais um empreendimento gastronômico da família Ramos, agora co Elô bombando!
Boa nova: a competente e queridíssima Elô Ramos, comanda seu quatro bocas turbinado, à frente do Farinatta: pra nosso deleite!
Por tudo isso fiquei radiante ao receber, na semana passada, um carinhoso telefonema de Elô, sua irmã, sócia e também chef prendadíssima, contando que abriu, em Geribá, um aconchegante restaurante, pra podermos matar as saudades da família e seus quitutes deliciosos. Em “regime”de “soft opening” até 2013, o Farinatta recebe seus clientes às sextas, sábados e feriados, sempre a partir das 21:00 horas. Reservas são muito bem vindas.
Elozinha, “pode ir armando o coreto e preparando aquele feijão preto que eu tô chegando”… BN
Sem saber como agradecer a esta dupla, pela lista incrível que, generosamente, dividiu com o 40 Forever, termina hoje com o capítulo JAZZ e BAR/ DISCOTECA-RESTAURANTE, este nosso “confinamento”, onde só de ler e querer ir à New York, já engordamos!
Tem que andar MUITO em New York e fazer alteres permanentes ( carregamento de sacolas pesadíssimas! ), pra poder encarar os menus maravilhosos que eles nos recomendam!
Papel e caneta, ou impressora à postos, anotem aí as dicas imperdíveis!