Olhem que charme total esta bicicleta criada pelo designer portugues Vitor Machado!
Vitor tem duas grandes paixões: design e bikes. O resultado foi a criação de sua empresa, a iNBiCLA.
A iNBiCLA Crusted é uma bicicleta que combina a vinicultura portuguesa ( olhem o cesto que lindo! ), com o amor pelo design. Todos os detalhes dos acabamentos são super bem feitos e refinados. O tipo de quadro da bicicleta tem sido feito em Portugal desde os anos 50 e o selim é o Tabor.
Vitor ainda customiza as bikes como cada cliente quiser!
A sapatilha que vai mudar a vida dos aquanautas e de quem curte Pilates…
Este post é sobre o trabalho de uma querida leitora carioca e radicada em de Santa Catarina, que inspirada por aquelas praias maravilhosas e seu marzão lindo, desenvolveu um acessório pra quem pratica esportes aquáticos ou Pilates, que está dando o que falar.
Com um relato franco e simpático, que nos conquistou, ela contou-nos sua história, bacanérrima, cheia de entusiasmo: resolvemos dividir seu texto com vocês.
Passo a palavra a Meg Moniz de Aragão, nossa blogueira de hoje, para que nos conte suas incríveis novidades. BN
“uFROG: A SAPATILHA QUE DEIXOU AS MEIAS DE PILATES NA ERA DAS CAVERNAS…
O ” Kit Pilates” e a sapatilha de Meg!
“Oi, meu nome é Maria Eugênia Moniz de Aragão, apelido Meg, e sigo o 40FOREVER de Santa Catarina, pois sou carioca, mas moro em Floripa..
Como vocês, comecei um negócio sem pretensão.Queria muito uma sapatilha para velejar e que, ao mesmo tempo, me deixasse andar em barcos sem cair…
o sonho da Meg que virou uma super realidade… versão feminina.
Tudo começou pois fui proeira do meu pai por muitos anos e sofria com meu pé gelado. Minha mãe não me deixava ficar de tênis porque molhava, daí eu fazia regatas morrendo de frio no pé… Passei anos procurando uma coisa leve, legal e nada. Bom há dois anos atrás, tive um insight e pensei porque não existe nada assim pra vender? Resolvi procurar mundo afora, ACREDITEM e não achei nada que me satisfizesse. Tentei na China, Japão, Europa, E.U.A… Um dia surtei: aiii eu quero!!!
Outro ângulo do sonho de Meg, versão meninos…
Conclusão, desenvolvi a primeira sapatilha do mundo, para Pilates e barcos, com função antiderrapante e super leve! Para tanto, fui atrás da “invenção da roda” e consegui, com a ajuda de um químico competentíssimo, um super solado que é o meu mega segredo… Só sei que ficou demais.
Eis o solado da sapatilha de Meg cuja composição, top secret, inaugural uma pequena revolução nos calçados esportivos!
A sapatilha é genial e posso fazer o solado em qualquer cor, inclusive no branco para barcos. Ela, em cima, é de Neoprene, que não perde sua propriedade nem no cloro nem na água salgada e é o que a torna levíssima. Sua dupla função, além de esportes aquáticos, é acabar com esta mania horrível de colocar meia para fazer Pilates. Serve para outras atividades físicas como hidroginástica, yacht, velejar em barcos a vela, Standup Padle, Kite surf, etc e tem modelo feminino e masculino. Além do mais ela dura, em média, uns cinco anos e previne quedas, esporão e fascite plantar, que são inflamações na parte de baixo do pé.
Eis um modelo feminino…E um masculino!
Batizei-a de uFrog porque você consegue sentir o chão com os dedos, com a sola do pé, como se fosse um sapo, nosso slogan é: “ uFrog você descalço”, bonitinho não? Comecei a produzir, em uma pequena escala, há quatro meses e as encomendas não param de crescer. Tanto é que uma empresa, de nível nacional, quer explorar os royalties. Beijão MEG”.
Nosso BLOG, unissex, fala de um assunto que, em tese, é mais masculino. É que recebemos, hoje, a visita de um dos mais ilustre jornalista esportivo do Brasil e amigo querido, Fernando Calazans, que abre seu coração e nos revela suas primeiras lembranças de torcedor e como foi entronizado na paixão pelo esporte que, finalmente, norteou a sua vida e muito mais.
Para tanto, ele nos honra com o mesmo texto da sua estréia no “Globo a Mais”, vespertino para “tablet”, do “O Globo”. Torçam! BN
” ANOS DE JUVENTUDE”, POR FERNANDO CALAZANS!
Minha família rubro-negra e especialmente meu pai, o mais apaixonado de todos, que me conduziu pela mão ao Maracanã na primeira vez em que fui ao estádio, traçaram minha carreira de torcedor. O menino, com menos de dez anos de idade, não podia fugir à regra. Nem queria. Por sinal, sentiu-se muito orgulhoso com a camisa que até hoje chamam de “manto sagrado”, com a torcida contagiante na arquibancada e com o time voluntarioso no campo, vestido de vermelho e preto. Mas o amante do futebol, apreciador do jogo em si, do espetáculo popular e da autêntica arte de trabalhar a bola, individual e coletivamente, despertou um pouco depois. Não num jogo do Flamengo, o time do menino-torcedor, mas num jogo do Botafogo, sim, o Botafogo. Incoerência? Indecisão? Não sei. Coisas que acontecem, que envolvem paixão.E, excepcionalmente no caso, não muito difíceis de explicar. Aquele Botafogo era o Botafogo de Garrincha, Didi e Nílton Santos — três dos maiores jogadores que passaram pelo clube, pelo Brasil e pelo mundo. O Botafogo dos anos 50 e 60. Então o menino se dividiu assim: como torcedor de arquibancada, no meio da multidão, um rubro-negro de nascença; e, como devoto do esporte, do jogo jogado com beleza, um quase botafoguense. Uma explicação importante: quando os dois times se cruzavam, prevalecia o sentimento da família, do lar e do torcedor. Flamengo até morrer. Em qualquer outra situação, predominava o Botafogo, ou melhor, não o Botafogo, mas a admiração por Nílton Santos, Didi e Garrincha. Inesquecível Mané!
Com o homem da arquibancada, foi sempre assim, os anos passando. Até que o rapaz, numa jogada imprevista do destino, virou jornalista e, aí sim, os anos começaram a fazer diferença. O dia a dia do jornal, das páginas dedicadas à análise do esporte, foi adormecendo a paixão pelo clube e fortalecendo a paixão pelo jogo. Não me perguntem por quê. Restou a admiração pela arte do jogo de futebol. E, neste ponto de vista, muitos times passaram pelo olhar do admirador: o Santos, de Pelé e Coutinho, obviamente; o Cruzeiro, de Tostão e Dirceu Lopes; o Botafogo (de novo), de Gérson e Jairzinho; o Inter, de Falcão e Carpeggiani; claro, claríssimo, o Flamengo, de Zico, Leandro, Júnior, Andrade, Adílio… E outros poucos, sem esquecer os times e seleções de fora, igualmente encantadores. Sem esquecer, sobretudo, as seleções brasileiras de 58 e 62, a de 70, a de 82 (e, por favor, me poupem das que se seguiram, ao menos com o título de “seleção brasileira”). Até chegar aos dias de hoje, em que, para uma certa tristeza do crítico e do apaixonado pela arte (em várias de suas manifestações), o time mais admirado do planeta não está aqui, no Brasil pentacampeão mundial, mas na Espanha, mais especificamente em Barcelona. Castigo pela perda do amor clubístico? Quem sabe.
Castigo também, ou principalmente, para o apreciador exigente do futebol, que não vê hoje por aqui nem sombra do Botafogo de Garrincha, do Santos de Pelé ou do Flamengo do Zico. O menino-torcedor talvez não se incomode tanto com o atual estágio meio sem graça do futebol brasileiro. O velho crítico chato, que se acostumara com a beleza, este padece mais.
Mas a vida do jornalista continua, seja com o Flamengo, com o Botafogo, o Cruzeiro, o Santos ou o admirado e eletrizante Barcelona do Messi. O futebol continua sempre. Continua ao lado de outros temas e assuntos que vierem à cabeça. Continua também aqui, todas as sextas-feiras, no “Globo a Mais”.” FERNANDO CALAZANS!
SCALENE: triângulo ou régua cujos lados e ângulos são únicos e diferentes entre si!
O grande Silas de Oliveira compôs e a voz de Martinho da Vila imortalizou a obra prima que o Império Serrano cantou, no carnaval de 1964 : “Aquarela Brasileira”. Desfiando o novelo nacional do Oiapoque ao Chuí, sua linda letra preconizava que “Brasília tem o seu destaque, na arte, na beleza e arquitetura…”. Toda razão mestre Silas visionário, não foram poucos os grupos de rock que a capital viu nascer e de lá ganhar o mundo.
Pois este é o tema do nosso post: A história da Scalene, mais uma banda brotada naquele cerrado tão fértil pra música contemporânea e que, se Deus quiser, logo, logo será também, mania nacional!
Scalene: Quinteto formado por Alexia Fidalgo, os irmãos Tomás e Gustavo Bertoni, Lucas Furtado e Philipe Nogueira!
Num belo dia de 2008, os irmãos Tomás e Gustavo Bertoni resolveram gravar um cover só pra distrair e, como eram dois guitarristas, chamaram mais três amigos pra compor o time. A gravação nunca saiu mas, em seu lugar, surgiu uma banda muito bacana que faz, segundo seus integrantes, “um duelo amigável entre o rock pesado e a música pop”.
Assim é o perfil do Scalene: um excelente quinteto instrumental, com harmonias ousadas, letras expressivas e interpretadas de forma singular, mas sem esquecer do toque de humor. E foi este som de pegada forte, guitarras pesadas e bateria imponente, construído ao longo de um ano de aprendizado antes de por o pé na estrada, que levou a turma ao seu primeiro CD, “Cromático”, que será lançado hoje, dia 14 de abril de 2012, no Liberty Mall, em BSB.
Cartaz "convocando"pro show de lançamento do CD "Cromático"!
Pra terminar, mais uma super idéia desta banda que promete: este CD foi produzido em parceria com o site “Crouwdfoundation Movere”, onde fãs e amigos puderam contribuir com a arrecadação do valor necessário para a gravação do mesmo. Assim, esta bem sucedida iniciativa tornou-se referência e incentivou outras co-produções de projetos artísticos no cenário musical da cidade. O BLOG super apóia: Hoje, todo mundo no show! BN
FIQUEM COM A VERSÃO SCALENE DE “HOT N COLD”, DE KATY PERRY!