Os que fiz aqui em casa para um “dolce far niente” entre um post e outro! ( pano bordado à mão da Mariage)
Eu sou louca por um pão de queijo…Quem não é? Mas descobri dias desses um “primo saudável” do nosso velho conhecido, que é uma delícia: O PÃO DE CHIA!
Semelhante no formato e no modo de fazer, o pão de chia da Monama ( clique AQUI para o post que a BN fez sobre a marca! ), é uma opção para os que tem intolerancia à gluten e/ou lactose, bem como para aqueles que optam por uma alimentação orgânica ou preferem simplesmente fazer opções mais saudáveis.
Com apenas 62 calorias por unidade, o produto NÃO contém ovos, manteiga, farinha, lactose ou queijo. Seus ingredientes são polvilho, mandioquinha, azeite extra virgem, chia, quinua e sal.
O pão de chia já pode ser encontrado em vários estados do Brasil, como São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Recife, Fortaleza, Goiás, Brasília e outros.
O chef mineiro André, da Bravo! Catering BH, elaborou a receita do pão de chia com patê de baroa, aceto balsâmico, tofu gratinado, flor de sal e broto de alfafa. Uma delícia total, pra dar uma variada!
Esta dica, pra lá de preciosa, me foi dada pela querida amiga de uma vida, Valéria Ribeiro, uma local em Nova York.
Depois que lhe contei sobre meu vício em fazer escova, desde o início e para o sempre, e minha dificuldade de achar um lugar com pouca burocracia (chegar e fazer) e bom preço na Big Apple, ela me deu o nome do “The Dry Bar”, uma espécie do Britto, do Shopping da Gávea, nos áureos tempos, versão americana.
Pra quem não é carioca eu explico: escova vapt vupt, bem feita e com preço ótimo…
Alguns membros da equipe do Dry Bar!
Em NYC, são cinco endereços, cada um num ponto da cidade. Mas eles não páram por aí, pois cobrem também a costa leste. Confiram entrando no site! BN
Minha querida amiga, Ruth Niskier, que honra nosso Blog com sua leitura, me presenteou especialmente…
Eis meu lindo prato, com a máxima de Descartes pontificando, com sua caligrafia reproduzida!
Este é o carimbo atrás do prato, com as especificações!
Trata-se de um lindo prato de porcelana, enfeitado com uma das grandes frases já proferidas pela humanidade e impressa nele, com a caligrafia de seu autor: nada mais nada menos que o pai do cartesianismo francês, René Descartes, e sua “Je pense donc je suis”, ou melhor, “Penso, logo existo”. Requintado, este é o presente que me encanta e que vou, com certeza, copiar e, além de Descartes, muitas outras frases de ilustres pensadores estão nos esperando…
Jacques- Henri Pinault o proprietário apaixonado por livros desde a infância…
Comprado na maravilhosa, “Librarie Abbaye Pinault”, lugar que detém as melhores edições da literatura e também cartas autografadas pelos maiores personagens do mundo das artes e ciência, a livraria ampliou seu acervo produzindo presentes como este, sempre girando em torno do tema literatura e cia. Vale a sua visita à ela, quando estiver em Paris, delícia de programa! BN
Livros modernos e antigos, como os da foto, pontificam em suas estantes!
Encontramos por lá, também, autógrafos especiais como este de Jean Cocteau!
Ou estes chiquérrimos marcadores de livro!
CONTATO: LIVROS: 36, RUE BONPARTE TEL: +55 33 1 46330424 AUTÓGRAFOS: 27, RUE BONAPARTE TEL; +55 33 1 43548999
Nada traduz mais uma coletânea de alimentos do que os quadros do genial Giuseppe Arcimboldo e seus “homens buffet”
Vocês conheceram a minha rotina , quando tenho que “alimentar” poucos, no post anterior. Neste, conto como faço quando tenho que receber muitos (que no meu caso, significam 40 pessoas, no máximo ).
OPÇÃO 1: Adoro o cardápio de buffet à moda antiga, que segue as regras sábias do tempo do onça, servindo a todo mundo, atendendo a cada um:
Buffet tradicional: como este divino, postado aquí no nosso BLOG por MP, by Ana Paula Leão Teixeira!
– Canapé:
3 quentes e 3 frios
– Comidas salgadas:
1 Prato do mar: peixe ou frutos do mar
1 Prato de carne
1 Prato de ave
1 Massa
1 Prato pra quem está de regime ( simplifico, fazendo ou o peixe ou a carne atendendo a esta necessidade)
Salada
Acompanhamentos que sirvam a todos.
– Sobremesas:
3 variedades de doces, de naturezas diferentes.
1 Prato de frutas, lindamente arrumado (antigamente, frutas era só no almoço, mas ainda bem que este crime prescreveu).
OPÇÃO 2: Amo também quando o cardápio é baseado em um destes pratos generosos, que só atendem a muita gente e com louvor, como o cozido, feijoada, picadinho ou cassoulet, os intransitivos, lembram? Não precisam, em tese, de mais ninguém. Mesmo assim, tenho sempre uma massa e uma salada a postos.
Mesa linda portando uma feijoada divina. A autora é minha adorada e chiqérrima amiga, Henriqueta Gomes!
Para sobremesa, sigo o esquema formal da opção 1 ou faço uma brincadeira, tipo variações no mesmo tema. Por exemplo, servir em uns 6 tipos de doces como compotas de frutas, bananada, goiabada puxa-puxa, doce de abóbora, de coco, etc, acompanhados de 3 tipos de queijos que combinem. Mais o prato lindo de frutas.
OPÇÃO 3: Esta é híbrida. Quando quero fazer um prato menos pop tipo rabada, dobradinha, moqueca, aí faço uma opção de peixe e acompanhamentos, no caso da rabada e dobradinha, ou um de carne e acompanhamentos, no caso dos frutos do mar.
Esta linda moqueca foi feita na Fazenda da Lagoa, da musa querida Mucki Skowronski, posta numa mesa deslumbrante com as que ela faz, bate um bolão! Mas vai que alguém não come frutos do mar…. Uma saída estratégica é fundamental!
Para sobremesa, as opções 1 ou 2 vão muito bem.
OPÇÃO 4: Gosto muito de um buffet temático tipo comida árabe, japonesa, chinesa, portuguesa, baiana, mineira, etc. Neste caso, mando ver e cubro a mesa de iguarias da especialidade escolhida.
Versão moderninha do buffet árabe: se o conteúdo for bom, o continente ….
Para sobremesa, sigo o mesmo rumo escolhendo as especialidades da região escolhida.
OPÇÃO 5: É a que você estiver acostumada, a prata da sua casa. Faça-a com todo carinho, uma certa coordenação e corra para os aplausos: esta fórmula não tem erro.
ALGUNS DETALHES:
– Chamo de “buffet”, o tradicional sistema de dispor toda a comida em cima de uma só mesa, geralmente a de jantar;
– Uso este sistema, quando o número de convidados é maior do que o dos lugares à minha mesa;
– Evito ao máximo, quando sirvo a refeição sem apoio de uma mesa, pratos que precisem de um certo esmero para serem comidos. Nestes casos, quanto menos faca, melhor.