Papai Noel deu uma forcinha pra eu fazer este post: fonte de inspiração divina pra presente de natal!
Ao ver a foto de uma lindíssima bijoux das minhas amadas Yasmine Paranaguá e DudaBraga sonhei, no ato, com ela e suas companheiras de coleção enfeitando nosso BLOG…
Eis a penca que me fez sonhar…
Como estamos perto do natal, acho que papai-noel está atacando de vidente pois considerei uma armação do bom velhinho adivinho meu encontro com a querida amiga Naná Paranaguá, mãe de Yasmine: bati um delicioso papo e, de brinde, ganhamos este divino post, onde as maravilhosas designers contam sobre sua nova empreitada, a coleção JUJU BALANGANDAN. Passo o teclado pra elas… BN
Espírito Santo em ouro: precioso!
“COLECÃO JUJU BALANGANDAN”, Mesmo distante somos constantes
Por Duda Braga e Yasmine Paranaguá:
“A nova coleção da DUDAYASMINE, foi inspirada nas crioulas, nos encantos, no batuque da Bahia, em toda fé que envolve esse pedacinho do Brasil.
Muitos “balangandans” desenvolvidos com novos materiais e muitas cores. A marca reune uma visão feminina e marcante sobre o tema!
Pulseiras, colares e anéis com a força desta terra, desta cultura.” DY
Os balangandans em outras cores: lindos!
Duda acrescenta dois detalhes pra nós todas: que os balangadans, em resina quem diria, são encontrados nas cores turquesa, rosa, preto, coral e jade e que esta divina coleção, que foi lançada ontem, está na Verve de Ipanema.
Quem quiser aprofundar-se no interessantíssimo tema das jóias das escravas brasileiras, que inspiraram as duas craques artistas, nosso BLOG antenado tem um maravilhoso post sobre o assunto feito por nossa amada Vanda Klabin. Curtam mais fotos! BN
Escolham qualquer ítem abaixo, embrulhem numa caixa como esta e você vai bombar neste natal!
Muitos de nossos leitores são também profissionais competentes e por isso acho que vou apelida-los de “post live”!
Como é o caso da maravilhosa professora de encadernação, Maria Meira Lima, que nas suas horas vagas produz lindos albuns de fotografia e agendas: em tempo de “jinglebells” são presentes podres de chique pois, além da utilidade, agregam valor: foram feitos por uma pessoa muito especial… Eu recomendo!
Deixemos ela contar sobre seu caprichado trabalho! BN
Amo tudo que é feito com o coração…
Amei este de “cup cakes”: abre o apetite!
MARIA MEIRA LIMA:
“Vou falar um pouquinho do meu trabalho… Trabalho com encadernação artesanal ha alguns anos. São cadernos, álbuns, sketchbooks, todos costurados manualmente, folhas dobradas e cortadas uma a uma, tecidos garimpados pelo mundo, via internet. Enfim, artesanato puro.
Amei esta capa de bolsinhas…
Para esse natal, preparei com uma linda e exclusiva linha de agendas 2013. São todas forradas com tecidos importados, miolo tipo diário, com um dia por página e um acabamento perfeito.
Já estas agendas são pros que não vieram ao mundo a passeio…
Quem desejar adquirir essas agendas, estão disponíveis na lojinha virtual ou pelo email de contato: contato@cariocacraft.com
Fofo este de sorvete!
Se você adorou e quer também aprender a fazer estes albuns, temos aulas semanais de encadernação, é só nos contactar no email do contato e agendar. BjsMML
O Blog hoje está impossível, está com tudo e com motivo, estamos prosas!
Nosso convidado é o Professor Deonísio da Silva, que nos dá essa colher de chá maravilhosa, nos honrando com esta cronica escrita especialmente para o 40 Forever!
AC
UMA PALAVRINHA SOBRE SUTIÃ
“Escritores usam sutiã! Jornalistas também! É frequente o uso de sutiãs entre os que redigem. Quem faz dicionários, também usa sutiã!
Há mais significados sob as palavras do que supõem nossos parcos saberes. Todavia o sutiã utilizado pelos profissionais do parágrafo anterior não é o fetiche encantador dovestuário feminino, talvez a primeira peça com a qual o ser humano dá de cara (ou de boca!) nos primeiros meses de vida, quando a mãe descobre os seios para amamentar o rebento.
É que sutiã tem outro significado, assim fixado no Dicionário Aulete: “Frase colocada depois do título e que serve para complementar o mesmo; subtítulo.”
No seu significado predominante, sutiã veio do Francês soutien, designando peça íntima para sustentar, modelar ou simplesmente enfeitar os seios.
Há sutis e complexas diferenças nas línguas francesa e espanhola para esse sortilégio, esse amuleto da lingerie, que, aliás, tem este nome porque as primeiras vestes femininas íntimas foram feitas delin, linho, substantivo francês que está na origem do adjetivo lingerie, feito de linho.
As espanholas usam sujetador, significando dominador. Isto é, para as espanholas, o sutiã domina algo que pode escapar. Para as francesas, sustenta algo que pode cair.
Em outras línguas, como as anglo-saxônicas, é denominado brassière, do antropônimo francês Philippe Brassière, ou simplesmente bra. Os norte-americanos creditam a invenção do sutiã à debutante Mary Phelps Jacob, que em 1914 recebeu 15 mil dólares pela patente de uma peça do vestuário feminino que denominou soutien-gorge.
Mary Phelps Jacob
Mary abominava os espartilhos, usuais e tidos por elegantes naquela época. Inconformada em sair à rua com o corpo tão apertado, acolheu ideia de sua anônima criada francesa e amarrou dois lenços para segurar os seios, ligando um pano ao outro com uma fita.
Quem não se lembra desta cena de …E o Vento Levou?
A inventora jamais conseguiu comercializar aquela peça, mas desde então muitas empresas têm ganhado fortunas incalculáveis em todo o mundo fabricando sutiãs.
O costureiro e decorador francês Paul Poiret, em En Habillant l’Èpoque, atribui a si mesmo a invenção do sutiã para suas clientes. Também Otto Titzling é dado como inventor da peça, em 1912.
As mulheres da Roma Antiga usavam o strophium, um pano que mantinha erguidos os seios. A palavra latina era a mesma para designar a corda que amarrava o navio ao cais. A ideia, para os navios como para os seios, era a de prendê-los.
Strophium
Famosas mulheres, muito conhecidas dos habitantes da Galáxia Gutenberg, não puderam contar com a ajuda de sutiãs para encantar aqueles homens que, antes de nós, se apaixonaram por elas. O Diccionario da Lingua Portugueza, de Antonio de Moraes Silva, cuja sétima edição, “melhorada e muito accrescentada”, foi impresso na “Typographia do editor Joaquim Germano de Souza Neves”, à Rua da Atalaia, em Lisboa, ainda não trazia a palavra sutiã.
Rastreando obras de referência ou romances, poesias, contos, crônicas e ensaios, não encontramos sutiã antes do século XX! Portanto, famosas e emblemáticas personagens femininas de Eça de Queiroz, de Machado de Assis, de Balzac, de Flaubert, de Shakespeare, de Dante, de Cervantes e de quantas mais dessas épocas pregressas, não usavam sutiã.
Hoje só não usa sutiã quem não quer! Nós, os que escrevemos, para fazer subtítulos que amparem nossos textos. As mulheres, para segurar o que a lei da gravidade tende a pôr abaixo. ”
Madonna e seus famosos sutiãs shows!
Deonísio da Silva
Da Academia Brasileira de Filologia, Vice-reitor da Universidade Estácio de Sá e Consultor do Dicionário Aulete, escritor e professor.
Escreve semanalmente na revista Caras sobre Etimologia das Palavras.
Este post me foi soprado pela querida Cintia Parcias, jornalista maravilhosa e membro de uma família que nosso BLOG louva. A dica, de tão boa, passou a fazer parte dos acessórios de primeira necessidade do meu carro, pois é uma divina fonte de inspiração e me coloca na boa, direto e com canastra de ouros…
Amanhã, dia 27 de novembro, vernissage desta pequena jóia em forma de guia: na livraria Argumento, do Leblon, a partir das 19 horas. Não perco, por nada, meu lugar na fila!
Trata-se do Guia de Bistrôs do Rio de Janeiro, de Alex Herzog, editora Mauad, que dita com maestria onde comer bem, bacana e barato: três Bsque fazemos questão de prestigiar. Dividido em capítulos / bairros, a leitura é adorável e conta uma história que ilustra cada um dos lugares escolhido, revela seu charme secreto e aconselha, com competência, o que comer por lá.
Além das informações dos restaurantes, o livro lista mais de 150 programas cariocas, indicando parques, jardins, museus, galerias de arte e centros culturais a serem visitados.
Passo a palavra ao Alex Herzog, seu autor, para que nos conte sobre o seu guia que é tudo de bom! BN
Alex cruzou a cidade sobre uma scooter Bee vermelha, munido de três câmeras fotográficas pra registrar o que achou de interessante pra gente!
ALEX HERZOG: “Eu fiz um guia que reúne restaurantes e bares de várias categorias que eu considero interessantes seja pelo cardápio, pelo ambiente, pelo proprietário ou pelo conjunto de tudo isso. É o que eu chamo de “espírito de bistrô”, não importando qual o tipo de restaurante e bar ou de comida. Inclui os locais que mais costumo frequentar e outros que acabei descobrindo, ao longo da minha pesquisa feita por dois anos, indicados por amigos, por chefs e por donos de restaurantes. Procurei manter o conceito de informar onde comer bem, bacana e barato – ou seja, locais que, acima de tudo, ofereçam boa gastronomia a preços justos, mesmo quando se trata de um local mais “pé sujo” ou mais sofisticado”. AH