Mauricio é um talento. Amo seu bom gosto e seu requinte. Ele é o joalheiro de todas as elegantes de São Paulo, fora que é melhor amigo de todas também. Olhem que lindo!
Mauricio Monteiro
Sua lojas são no Iguatemi de São Paulo (011- 30326832)
O Blog está “brilhante” pois recebe a visita de Daniel Sauer, geólogo de formação e gemólogo, graduado pela emblemática GIA. Que, além do mais, é diretor executivo da Amsterdam Sauer, empresa familiar fundada por seu pai, que prima por ser uma das mais competentes redes de joalheria do Brasil, com lojas espalhadas pelo pelas principais capitais do país e do mundo!
Iniciada por Jules Roger Sauer em 1941, a Amsterdam Sauer comemora 70 anos de sucesso retumbante, fruto do desenvolvimento de uma alta joalheria contemporânea, que utiliza pedras preciosas, de extrema qualidade, com design desenvolvido para eles. Tanto, que já ganhou por três vezes o cobiçado “Diamonal International Award”, o mais pretigiado prêmio de jóias do mundo, promovido pela empresa De Beers.
Com o aniversário veio uma linda coleção comeorativa, que Daniel nos explica, a seguir:
“Em nossa Coleção de 70 anos, escolhemos as pedras Turmalina Paraíba, Tanzanita, Citrino, Ametista, Kunzita, além de diamante, é claro, para desenvolve-la. Demos ênfase a brincos longos, tipo chandeliers e pulseiras, sempre primando pelas pedras e design exclusivos. Por isso, só conseguimos fazer dois brincos de Turmalina, com pedras que estavam guardadas há quinze anos, em nosso acervo. Como a mina já quase não produz mais, imagine a raridade e procura destas pedras.
Como você sabe, Turmalina Paraíba é a pedra da vez, por isso mostro duas jóias da nossa coleção, feitas com esta “wish stone”. Um anel de uma pedra super extra, oval e com quinze quilates e uma pulseira, TODA DE TURMALINA, somando noventa quilates.” Daniel Sauer!
Meninas, se preparem para o tombo de seus queixos quando verem as fotos destas duas obras primas, à altura de Lilibeth, quero dizer, da rainha Elizabeth II, da Inglaterra, e suas jóias pra lá de poderosas!
Burma é a joalheria das maiores pedras “fakes”do mundo. A olho nu é muito difícil ou quase impossível ver a diferença de uma” burmalite”(apelido das pedras sintéticas da Burma) para uma pedra verdadeira. As jóias são incríveis com desenhos atemporais , elegantes e chics.
Conheço muitas poderosas que guardam as jóias verdadeiras no cofre, para só viajar e usar Burma no dia a dia. Escolhi algumas peças que adorei para vocês terem uma idéia!!!!O preço nem se fala…caro para uma bijuteria, mas muito barato para o efeito que dá!!!!
Com a maior alegria o Blog recebe, mais uma vez, a honrosa visita da queridíssima Vanda Klabin. Sempre com um relato incrível do que acontece de importante nas artes plásticas, mundo afora, agora ela nos conta sobre a linda exposição das jóias das escravas do Brasil, “PERLE DE LIBERTÉ- BIJOUX AFRO-BRÉSILIENS”, que acontece em meio à “Europalia, Brasil/Bruxelas”, na Bélgica.
A expô foi montada numa antiga fábrica de carvão, que virou galeria de arte, em Grand-Hornu e da ambientação ao exposto, tudo é show! Passemos, então, a palavra a quem a merece! BN
VANDA KLABIN
DEZEMBRO DE 2011
“PERLES DE LIBERTÉ / bijoux afro- brésiliens”
GRAND-HORNU, BÉLGICA
CURADORIA: ROBERTO CONDURU
” Essa exposição, que faz parte da Europália-Brasil, o maior festival de cultura da Bélgica, que esse ano tem a cultura brasileira como tema, reúne, pela primeira vez, um grande acervo histórico de jóias e ornamentos usados por escravas brasileiras que conquistaram a liberdade, nos séculos XVIII e XIX, no Brasil.
A emergência dessa joalheria, com características tão singulares, derivada do tráfico negreiro e da escravidão no Brasil, são consideradas pelos historiadores, uma invenção brasileira. Essa ourivesaria colonial vai se apropriar das referências africanas e européias, sendo fabricadas por ourives e artesãos anônimos, de origem africana.
Essas jóias-amuletos são indicadoras de uma mobilidade social ou econômica, sendo as pencas ou balangandãs, significativas de preceitos religiososos, fertilidade, sexualidade, devoção ou proteção contra maus olhados.
Essas jóias eram o símbolo de riqueza, poder e de distinção social , as verdadeiras pérolas da cultura brasileira“, diz Roberto Conduru, curador da mostra. O essencial era explorar o material, de forma a ser visualmente importantee as técnicas como filigrana e a ciselure são praticadas pelos artesãos para explorar, ao máximo, a luminosidade do metal e gera imagens de grande opulência.
Acompanha a exposição a coleção de colares de pérolas dos processos de iniciação, concebidos por Jorge Rodrigues e Júnior de Odé, seguido de um conjunto de fotografias de Pierre Verger, Marc Ferrez, Marcel Gautherot, José Medeiros, Adenor Gondim, Francisco Moreira da Costa e Ayrson Heráclito, que testemunham as jóias incorporadas ao vestuário e a presença negra na arte brasileira.
O local que abriga a mostra, uma antiga fábrica de carvão de estilo neoclássico, erguida entre 1810/1830 quase na fronteira da França, é de uma beleza inigualável e desde os anos oitenta ,faz parte do patrimônio histórico mundial e realiza importantes exposições temporárias internacionais.” Vanda Klabin!
FAÇAMOS AGORA UM TOUR FOTOGRÁFICO PELA EXPOSIÇÃO:
A AMBIENTAÇÃO DA EXPOSIÇÃO:
VEJAM OS LINDOS DISPLAYS / VITRINES:
AS PULSEIRAS:
By the way, as largas que vemos abaixo são as famosas “escravas”…
OS VARIADOS COLARES, CUJOS MATERIAIS E DESIGN SÃO MEGA ATUAIS, VEJAM:
DIVERSOS ENFEITES COMO BRINCOS, PENCAS, FIGAS, PENDURICALHOS, ETC:
CURTAM AS FOTOS DE ALGUMAS DAS BIJOUXS MOSTRADAS ACIMA, USADAS POR SEUS PROPRIETÁRIOS: