Bebel

Bebel Niemeyer

VALE A PENA REVER: “CASAS NAS ÁRVORES QUE DEIXAM ATÉ O TARZAN BOQUIABERTO”

 

Esta é uma típica "mansão" nas árvores, igual à dos nossos sonhos infantis: Tarzan aprovaria!

Esta é uma típica casa nas árvores, igual à dos nossos sonhos infantis: Tarzan aprovaria!

 

Quem nunca cultivou, na infância, o sonho da casa própria em cima daquela manqueira de estimação, bem no fundo do quintal da casa de campo da avó preferida? Era quase certo ela transformar em fantástica realidade, nosso desejo de sermos os “Tarzan & Jane” tropicais: as queridas davam a vida pra nos ver felizes, não é verdade?

 

São mágicas pra mim, até hoje, estas casas suspensas pela carpintaria e os sonhos infantis!

São mágicas pra mim, até hoje, estas casas suspensas pela carpintaria e os sonhos infantis… Imaginem a Chita curtindo esta escada!

 

No meu caso era impossível, já que a minha vó Elisa morava num simpático apartamento, no coração de Ipanema… Mesmo assim, vi materializar-se minha porção Jane numa inesquecível casinha, em cima da árvore mais frondosa da fazenda de minha tia, também Elisa, no interior de São Paulo: As estrelas nunca nos deixam na mão.

 

Delícia olhar para estes pequenos reinos encantados por fadas e seres fantásticos!

Delícia olhar para estes reinos encantados por fadas e seres fantásticos: esta é gigante, dá pra morar cobras e lagartos!

 

Até hoje guardo, vivíssimas, as lembranças do medo terrível que sentia nas noites passadas naquele lugar mágico, invariavelmente transportada pela minha fértil imaginação, para os confins de um reino improvável, construído com a minúcia dos detalhes mais perigosos que aprendia, durante o dia, nos filmes e livros prediletos.

 

Esta já é para o Tarzã quando se acha Rei das Selvas, em estilo palacete...

Este modelo é perfeito para o Tarzã quando no “mood” Rei das Selvas: o estilo é de palacete, tem até antena parabólica!

 

Dormir era o de menos quando chegava, a minha vez, no rodízio de candidatos para pernoitar na nossa selva imaginária. Já subia apavorada por seres terríveis que brotavam, sem parar, da minha pequena cabeça de menina assombrada. Íam de cobras voadoras  a fantasmas nada camaradas, passando por terríveis morcegos, estes verdadeiros e frequentadores assíduos das frutas do pomar onde pousava aquela casinha minúscula, feita de madeira e sonho das crianças que nela brincaram.

 

Amei esta versão arejada... Na África não rola, mas na selva da minha infância, cairia como luva!

Amei esta versão arejada… Na África não rola, mas na selva da minha infância, cairia como luva!

 

Hoje, tento achar uma explicação que justifique ter feito toda questão de passar tanto medo velado: acreditem, nunca tive coragem de contar, para meus companheiros de farra e férias, o quão me era doloroso fazer parte daquela aventura noturna… Dar bandeira não faz parte da cartilha dos pequenos!

 

Outra inovação nos domínios da família mais famosa da África: versão triplex...

Outra inovação nos domínios da família mais famosa da África: versão triplex…

 

Lembrei destas bobagens ao me deparar, dia destes, com a fotografia de uma casa nas árvores. Fui juntando à outras que apareceram e montei este post para, quem sabe, inspirar alguma de vocês, mães, tias e avós amantíssimas que, mesmo contemporâneas, continuam com um pé no mundo da fantasia… Já os meus, nunca os tirei de lá! BN

 

Muito fofa, com ponte e tudo!

Muito fofa, com ponte e tudo!

 

A Jane, que não é boba, encomendou uma piscina para os dias de calor: eu amei!

A Jane, que não é boba, encomendou uma piscina para os dias de calor: eu amei!

 

Tarzã está podendo, não acham?!

Tarzã está podendo, não acham?!

 

Outro condomínio a la Tarzã: esta moda pegou!

Tarso entrou no ramo das casas pré-fabricadas… Vai bombar!

 

E vocês pensam que a família não sofisticou? vejam que linda a mais nova casa suspensa da Mme Jane!

E vocês pensam que a família não sofisticou? vejam que linda a mais nova casa suspensa da Mme Jane… Arquitetura de primeira!

 

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VALE A PENA REVER: MAISON WOLFF-SIQUEIRA” OU COMO FAZER SUA CASA FICAR AINDA MAIS LINDA!

 

Pirei quando vi esta amostra de tear com inspiração na grande arte do Mestre Athos Bulcão: lindeza by “Maison Wolff-Siqueira!

 

Minha querida Ana Luisa Wolff-Siqueira, “interior designer” de mão cheia, aproveitou o bom gosto e requinte que Deus lhe deu para desenvolver uma linha de acessórios para casa, todos feitos em tear de tricô e para tanto criou a “Maison Wolff-Siqueira”.

 

Vejam como enfeitam a cama: como manta ou travesseiro “personalizado” com nossas iniciais!

 

Tem jogos americanos lindos como este…

 

… Ou este!

 

Ficam lindas como almofada…

 

Vejam quanta variedade delas!

 

Quando soube destas maravilhas produzidas por ela, quis logo mostrar pra vocês: sempre é maravilhoso refrescar os “looks” da nossa Cama & Mesa. Pois vejam, nas fotos, quantas lindezas, não acham? Pirei! BN

 

Também adorei os presentes da “Maison-Wolff-Siqueira”

 

Caixa linda…

 

Presente pronto pra seguir viagem e encantar alguém que a gente ama!

 

CONTATO MAISON WOLFF-SIQUEIRA:
+55 21 98111 0403

INSTAGRAM: @maison.wolffsiqueira

 

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VALE A PENA REVER A “RECEITA DE TORTA DE CHOCOLATE BY KITTY ASSIS”!

Torta de chocolate gelada deliciosa e fácil de fazer... Receita da chef maravilhosa Kitty Assis!

Torta de chocolate gelada deliciosa e fácil de fazer… Receita da chef maravilhosa Kitty Assis!

 

A grande chef e querida amiga Kitty Assis, idealizadora do maravilhoso “Kitty pra viagem”serviço maravilhoso que já contamos aqui, é também a rainha das receitas divinas e fáceis, que nos fazem brilhar num piscar de olhos…

Como esta de uma torta de chocolate divina, que conto pra vocês!

TORTA (MUITO FÁCIL) DE CHOCOLATE DA KITTY ASSIS:

INGREDIENTES:
– 250g Manteiga sem sal em temperatura ambiente;
– 250g Açúcar;
– 7 Ovos;
– 250g Chocolate em pó, de boa qualidade

PREPARO:
– Na batedeira, bata muito bem a manteiga com o açúcar;
– Acrescente os ovos, um a um, sem parar de bater;
– Diminua a velocidade da batedeira e junte o chocolate em pó (se você não diminuir a velocidade, a sua cozinha ficará coberta por ele…)
– Aumente a velocidade e continue batendo, até a mistura transformar-se em um creme fofo e leve;
– Em uma forma de fundo removível (20cm), distribua 1/3 do creme leve pra assar, por 10 minutos aproximadamente, ou faça o teste do palito (enfiando um palito na massa, ele deve sair seco);
– Retire do forno e deixe esfriar;
– Depois de frio, distribua o restante do creme sobre a massa e leve pra gelar.
– Sirva gelado e ofereça sorvete de creme ou “molho inglês” pra acompanhar.
– Decore, pulverizando açúcar gelado ou cacau em pó.
– DICA MASTER DA KITTY: Pulverize flor de sal sobre a torta no momento de servir!

Depois me contem se foram aplaudidas de pé! BN

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VALE A PENA REVER: “MONTANDO CARDÁPIO PARA MUITOS’

 

Nada traduz mais uma coletânea de alimentos do que os quadros do genial Giuseppe Arcimboldo e seus “homens buffet”

 

Vocês conheceram a minha rotina , quando tenho que “alimentar” poucos, no meu post anterior. Neste, conto como faço quando tenho que receber muitos (que no meu caso, significam 40 pessoas, no máximo ).

OPÇÃO 1: Adoro o cardápio de buffet à moda antiga, que segue as regras sábias do tempo do onça, servindo a todo mundo, atendendo a cada um:

 

Buffet tradicional: como este divino, postado aquí no nosso BLOG por MP, by Ana Paula Leão Teixeira!

 

– Canapé:
3 quentes e 3 frios

– Comidas salgadas:
1 Prato do mar: peixe ou frutos do mar
1 Prato de carne
1 Prato de ave
1 Massa
1 Prato pra quem está de regime ( simplifico, fazendo ou o peixe ou a carne atendendo a  esta necessidade)
Salada
Acompanhamentos que sirvam a todos.

– Sobremesas:
3 variedades de doces, de naturezas diferentes.
1 Prato de frutas, lindamente arrumado (antigamente, frutas era só no almoço, mas ainda bem que este crime prescreveu).

OPÇÃO 2: Amo também quando o  cardápio é baseado em um destes pratos generosos, que só atendem a muita gente e com louvor, como o cozido, feijoada, picadinho ou cassoulet, os intransitivos, lembram? Não precisam, em tese, de mais ninguém. Mesmo assim, tenho sempre uma massa e uma salada a postos.

 

Mesa linda portando uma feijoada divina. A autora é minha adorada e chiqérrima amiga, Henriqueta Gomes!

 

Para sobremesa, sigo o esquema formal da opção 1 ou faço uma brincadeira, tipo variações no mesmo tema. Por exemplo, servir em uns 6 tipos de doces como compotas de frutas, bananada, goiabada puxa-puxa, doce de abóbora, de coco, etc, acompanhados de 3 tipos de queijos que combinem. Mais o prato lindo de frutas.

OPÇÃO 3: Esta é híbrida. Quando quero fazer um prato menos pop tipo rabada, dobradinha, moqueca, aí faço uma opção de peixe e acompanhamentos, no caso da rabada e dobradinha, ou um de carne e acompanhamentos, no caso dos frutos do mar.

 

Esta linda moqueca foi feita na Fazenda da Lagoa, da musa querida Mucki Skowronski, posta numa mesa deslumbrante com as que ela faz, bate um bolão! Mas vai que alguém não come frutos do mar…. Uma saída estratégica é fundamental!

 

Para sobremesa, as opções 1 ou 2 vão muito bem.

OPÇÃO 4: Gosto muito de um buffet temático tipo comida árabe, japonesa, chinesa, portuguesa, baiana, mineira, etc. Neste caso, mando ver e cubro a mesa de iguarias da especialidade escolhida.

 

Versão moderninha do buffet árabe: se o conteúdo for bom, o continente ….

 

Para sobremesa, sigo o mesmo rumo escolhendo as especialidades da região escolhida.

OPÇÃO 5: É a que você estiver acostumada, a prata da sua casa. Faça-a com todo carinho, uma certa coordenação e corra para os aplausos: esta fórmula não tem erro.

ALGUNS DETALHES:

– Chamo de “buffet”, o tradicional sistema de dispor toda a comida em cima de uma só mesa, geralmente a de jantar;

– Uso este sistema, quando o número de convidados é maior do que o dos lugares à minha mesa;

– Evito ao máximo, quando sirvo a refeição sem apoio de uma mesa, pratos que precisem de um certo esmero para serem comidos. Nestes casos, quanto menos faca, melhor.

 

That’s all folks!

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