Achei esta a fachada a mais triunfal, da Casa Cor SP.
Fui à São Paulo semana passada e aproveitei para dar um “rolé” na recém inaugurada “Casa Cor SP 2016”. Extremamente prática e com visual completamente contemporâneo, praticidade é a palavra chave da mostra, que está fazendo o maior sucesso.
Foi difícil escolher alguns dos muitos detalhes que podem inspirar, dá vontade de postar tudo! Fiquem com as fotos e tomara que gostem! BN
O jardim da entrada é muito lindo, sofisticado e bastante masculino…
Logo à entrada a “Galeria Grassi”, de Fabio Morozini: interessante a brincadeira do biombo/espelho…
Sala da Clarisse Reade: cheia de charme e objetos encantadores!
O “loft” da craque Paola Ribeiro aproveita divinamente o espaço, com muito aconchego e praticidade!
A “Casa Braile” de Leo Romano, promete ser, além do mais, uma experiência sensorial: original! (Quando fui, ainda não pode-se entrar no ambiente)
O “Eco Ambiente” de Esther Giobbi cumpre perfeitamente sua missão, além de ter objetos especiais e escolhidos a dedo.
… Como esta cadeira maravilhosa dos Irmãos Campana, Coleção Cangaço e… (na Esther Giobbi)
… E como este par de armários revestidos de capacho de sisal: super curioso! (também na Esther Giobbi)
Este quarto super romântico da Michele Luz espera, com toda pompa e circunstância, a sua majestade o bebê!
Achei muito prática e divertida esta sala de jantar/cozinha, de Guilherme Torres: tudo às claras…
Detalhe do armário 2 em 1, para os gelados, do ambiente acima: adega e geladeira lindamente arrumadas podem fazer um bonito enfeitando com louvor. Noves fora que bagunça fica proibida. Reparem, na sequência, o armário de louça, também exposto. Amei, cheio de frescor!
Detalhe acolhedor do jardim de inverno de Dado Castelo Branco!
Achei divertida esta mesa de bebidas da “sala de música” quase dramática de Michel Safatle.
Objeto quase em extinção mas que adoro: mesa de jogo. Esta, também na sala de música de Safatle, é muito confortável!
Adorei a colocação desta lareira: além de esquentar todo o ambiente, quase não ocupa espaço. Pena que esqueci de anotar seu autor(a) …
Outro objeto que me chamou a atenção foi esta mesa estilo “centopéia”: escultura com atribuição! (infelizmente, não anotei autoria)
Original: sofá/äbatjour” (Desculpe, mas não sei a autoria).
Este “bouquet” roubava a cena da sala chic de Dado Castelo Branco!
Fecho com detalhe de um dos ambientes que mais gostei: do Roberto Migotto.. Pena que as fotos não ficaram boas!
O lindo salão do “Tour d’Argent” com sua vista estarrecedora!
Depois de um longuíssimo e tenebroso inverno, curei minhas saudades gastronômica voltando a um dos templo da “grande mesa” mundial. Diziam que tinha perdido muito, qual nada! Foi muito bacana reencontrar, igual, este lugar mágico, de comida e bebida divinos, ícone da história da culinária francesa, cuja trajetória confunde-se com a da própria Paris, que o acolhe.
Jantei com amigos por lá, numa noite muito feliz! Reparem, ao fundo, o “ballet” dos funcionários…
Sim, o restaurante “La Tour d’Argent” continua elegante, solene, cheio de “savoir faire” e também de alguns japoneses, brasileiros, americanos… Mas e daí? Assim é a aldeia global. Noves fora o impacto que sentimos, mesmo os acostumados, ao nos deparamos com a vista mais espetacular da cidade: emoção pura.
A elegancia dos “adoçantes”, na hora do café…
Mas pato vai, “cave” vem, o desfile das grandezas deste paraíso é insuperável e foi-me acrescido, nesta última ida, de uma preciosa informação, que inspirou este post.
Seu divino “Miel Maison”…
Falo do mel “homemade”, servido com a infusão digestiva, no final das refeições. Ele é, simplesmente, divino e sua origem chiquíssima. Feito, diariamente, por um experiente profissional que o extrai de um apiário local, que guarda mais de 200.000 mil abelhas, sob as telhas do restaurante. Adorei saber que mesmo o maior dos requintes guarda um toque de singela delicadeza, em sua feitura. O detalhe é que por sua raridade, o consumo é restrito ao restaurante e não encontramos exemplares pra comprar, nem no “Les Comptoirs de La Tour d’Argen”, loja anexa que vende algumas das maravilhas do restaurante.
São mesmo fantásticos alguns shows desta vida… Como este! BN
Esta é o imperdível “Les Comptoirs de La Tour d’Argent… Deli mil!
CLIQUE AQUI PARA O SITE DO RESTAURANTE “LA TOUR D’ARGENT”!
Como vocês já notaram, aqui no nosso BLOG sou o Rubinho da novidades da cosmética, pois minhas adoradas parceiras arrasam em velocidade luz…
Mas vai que tenho alguma companheira retardatária, interessada em duas maravilhas da Dior que tratam da boca e mãos, respectivamente: Então vamos à elas!
MILAGRE 1- “DIOR LIP MAXIMIZER”: É um brilho lindo e que aumenta os lábios da gente por horas,
“à la Angelina”! Maravilhoso!
Eis o “Lip Maximizer”, da Dior, que faz a gente parecer com a Julia Roberts… Pelo menos a boca!
MILAGRE 2: “CAPTURE TOTAL”, Créme Mains Réparatrice, Haut Nutricion… Minhas mãos viraram outras e nunca tinha pensado na diferença que faz!
Para quem quer ter mãos 40Forever!
Se alguém não conhecia e se encantou por saber, me conta por favor… Diminui meu complexo! BN
Eu já amava um biju desde que me foi apresentado, no final do século passado, em Porto de Galinha, por minha querida amiga Ruthinha Magalhães, pernambucana de ótima cepa e carioca nas horas vagas… Mas confesso que comia, e muito, meu manjar (ex) nordestino predileto com certa culpa. Por isso vibrei quando as nutricionistas liberaram a tapioca, tornando-a uma espécie de “queijo quente” dos dias de hoje: de quando em vez, as senhoras do nosso comer podem ser bem boazinhas.
Hoje, ele faz parte do meu viver “gastronômico” como o pão francês, o arroz com feijão, meu suco de tangerina amado ou a carprese e carpaccio dos dias frugais… Sim, a tapioca fica em cima do muro, vai da dieta ao balde chutado com a mesma desenvoltura.
Então, para os aficcionados como eu, trouxe uma boa nova: Na “Delly Gil” tem agora 4 tipos de bijus, dependendo da nossa necessidade, que mostro abaixo… Luxo só! BN
Este é mini e redondo… Ideal pra comer como ovas, por exemplo!
Este é o redondo grande: já comi com ovo mexido divino, como entrada!
Este é o modelo mais tradicional, o “canoinha” mini, divino com queijo derretido. Dica: requeijão em vez de manteiga!