Bebel

Bebel Niemeyer

RENNER MUITO FASHION!

Como AC contou, o Blog deu um pitstop alongado pelo Rio Sul e neste post mostramos como é possível estar mais que na moda e super transada, sem precisar fazer loucuras financeiras. Porque tem meses que o bicho pega e no final do ano, então, ele estraçalha!

Para tanto, escolhemos a loja âncora Renner e por lá “garimpamos”( palavra chave para achados imperdiveis) esses looks fotografados abaixo, que poderiam também estar em qualquer boutique da Garcia D’Ávila, a nossa Madison carioca, vocês não acham? Curtam as fotos! BN

Amamos este macacão Liberty com a bolsa de palha charmosérrima!

 

Olha que belezura pra você arrasar num casamento!

 

Este bordado? Fala sério... lindo, néh?!

 

Outra grande opção para a sua festa!

 

Olha que mara pra sua filhota abafar em Trancoso!

 

Pra esta saia p d c (= podre de chic), basta uma camisa branca muito bem passada e o seu lindo sorriso!

 

Olha o color blocking aí geeeente! Feito com galhardia!

 

AC viu um primo irmão deste vestido numa das lojas mais bombadas do BR!

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VITRINES COM TOQUE VERMELHO: POR MARIA TM!

 

Se Paris é a capital da moda, Nova York é a capital da sociedade que consome a moda… Talvez seja por causa dos milhares de outdoors espalhados pela cidade que nos induzem ao consumo, ou aquela abundância de luzes horrendas do Times Square provoquem uma mudança perturbadora em nossos cérebros, nos transformando em shopaholics agressivos. Quem sabe, também, o efeito “quando eu viajo, fico rico” – até porque, o dólar tá tão baratinho né? E todo mundo lembra que quem converte, não se diverte! Ou seriam as inúmeras opções de comércio pra todo tipo de gosto, anúncios frenéticos de “Sales” e “lançamentos”, abertura de novas lojas, as poderosas e crescentes flagship stores, vendedores insistentes, “Black Friday”, cupons, pó de pirlimpimpim… Ou a combinação de todos esses elementos juntos…

Mas, calma! Tá faltando uma coisa… Ou vocês esqueceram das lindíssimas, criativérrimas, inovadoras, surpreendentes e impecáveis vitrines? Sim, porque se tem uma “arte” que os americanos dominam, e muito bem, é a habilidade de criar e desenvolver mega estruturas hipnotizantes que nos arrastam, de forma incontrolável, pra dentro da loja. E o que pra eles não passa de mais uma estratégia de marketing, pra nós é quase uma instalação vertiginosa de exposição do MoMA – ou sou só eu que acho que ver vitrine também é cultural? – uma Disney para “maiores de US$ 1 000 000, 00”, a materialização das nossas fantasias mais fúteis… E não tem nem como “fingir que não viu”, passar reto e batido. Tanto que já virou até uma espécie de “ponto turístico”: Gringos encantados (pra não dizer afobados) não se importam em causar aquele “congestionamento básico” na Madison Avenue, pra registrar os fascinantes “window displays”.

Eu tô alucinando, ou aquela boneca/ manequim envidraçada tá me chamando? “Please do come in, Maria… This is the Magical World of Fashion and we’ll be more then welcome to have you here!” Ai não, mas eu não posso gastar mais nada esse mês, tô super endividada, na fronteira do Serasa, meus pais vão me matar… “Don’t be such a bore, these are one of a kind boots… last pair… your size… 70% off… You can always return them, if you don’t want to keep them!” É né? Pensando bem, se eu vender metade do meu armário pra algum brechó, meu tempo hábil pra traduzir uma receita do Larousse pro meu pai, e mais metade do meu mindinho; eu consiga pagar o sapato de volta… Isso! Sold!

Sabia que, uma vitrine bem feita, tem o poder de atrair 70% das pessoas que passam por ela?! E destas 70%, mais ou menos metade vai sair de lá de sacola na mão – true statistic que eu aprendi na FIT. E quando você se da conta, é uma dessas 50% das 70% que não resistiram à deliciosa armadilha do consumo… E nem dá pra se sentir especial querida, você faz parte da grande maioria (e eu também).

Pois bem, os maiores projetadores de vitrines mágicas são as grandes lojas de departamento. Entre elas, uma das queridinhas mais bacana, descolada e luxuosa (acho essa palavra o fim, mas infelizmente não tem substituta pra ela…) é a Barneys. O toldo vermelho inconfundível é sinônimo de “vou torrar até meu último centavo aqui, sem medo de ser feliz (ou de levar bronquinha)”! E foi, justamente, nas famosas vitrines da loja, que Monsieur Louboutin himself, quis comemorar seus 20 anos de carreira. Uma homenagem mais que merecida da Barneys, ao criador dos sapatitos-fetiche da sola vermelha, que por onde passam deixam (literalmente) sua marca. Querem ver como ficou incrível? Melhor, querem saber como a “mágica acontece” nos bastidores? Então, vejam como muito trabalho de criatividade/ marketing/ engenharia/ marcenaria/ design, pode ser uma verdadeira experiência visual! Enjoy!

http://vimeo.com/31165419

E agora pro resultado final… Tchan tchan!!

FOTOS DE 1 A 1O

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Love, xxx, Mary! MTM

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DEMOCRACIA NA MODA!

Olhem que máximo este “Save the Date” que o Blog recebeu!

A super cadeia de lojas Riachuelo promove, ha algum tempo, coleções com preços populares, dos estilistas bombados brasileiros. É um modo maravilhoso de difundir o que temos de melhor, de maneira acessível, pra todos que curtem boa roupa. A cada estação, cinco superstars são convidados para executar suas linhas democráticas, com toda pompa e circunstância!

Para tanto, a Riachuelo estará convidando, no próximo dia 16 de Novembro, na Casa Fasano em Sampa, para o desfile de lançamento do “Fashion Five”deste verão, mostrando as coleções de André Lima, Huis Clos, Juliana Jabour, Maria Garcia e Martha Medeiros! Programa fashion imperdivel! BN

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QUERO SER JOHN MALKOVICH: EL SALVADOR!

Malkovich encarou a platéia do Municipal lotado, sozinho!

Antes de mais nada, quero esclarecer que John Malkovich é um dos meus ídolos!

Dito isto, o que foi “The Infernal Comedy” no Municipal? O programa prometia um monólogo narrando as memórias de um serial killer. Ilustrando a narrativa, uma orquestra e duas sopranos completariam, com trechos clássicos famosos, uma idéia mara: Teatro e música, da melhor qualidade! Só que acabou sendo um fiasco, porque nada rolou: Não era ópera, nem concerto e muito menos o texto da peça estava à altura do seu protagonista, parecia “imbromation”!

Com a honrosa exceção de Mr Malkovich: Cheio de charme, muita segurança, aquele seu ar “blasé” que arrebata, pelo menos valeu vê-lo, ao vivo e a cores! BN

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