Este carrinho tipo “horta móvel”, vem com várias opções de ervas frescas, para fazer a infusão: após a escolha do cliente, o encarregado colhe o sabor preferido e a prepara no local que, no caso, era um restaurante em Bordeaux, França: Luxo só!
Adoro quando antigos hábitos tomam novos ares…
Por isso, sempre que vou a um restaurante que não conheço, peço chá ou infusão como “gran finale”: nestes quesitos raro não ser surpreendida com uma maneira original de serviço, ensinando-me mais uma das infinitas variações do mesmo e delicioso tema!
Esta infusão aprendi num estrelado restaurante de Paris, onde fazem-na com as sobras das folhas do dia: cozinha ecológica & chic demais!
Vejam três modos de servir chá ou infusão, que colhi e escolhi por aí, para vos encantar… E quem sabe inspirar?! BN
Adorei este jeito de servir chá, idéia maravilhosa de um restaurante carioca: difícil é escolher, com tantos sabores… Vejam, na foto seguinte, o chá que chamei de meu e foi feito na hora!… Meu chá, feito com mistura de 2 sabores e muita originalidade: amei!
Esta é uma típica casa nas árvores, igual à dos nossos sonhos infantis: Tarzan aprovaria!
Quem nunca cultivou, na infância, o sonho da casa própria em cima daquela manqueira de estimação, bem no fundo do quintal da casa de campo da avó preferida? Era quase certo ela transformar em fantástica realidade, nosso desejo de sermos os “Tarzan & Jane” tropicais: as queridas davam a vida pra nos ver felizes, não é verdade?
São mágicas pra mim, até hoje, estas casas suspensas pela carpintaria e os sonhos infantis… Imaginem a Chita curtindo esta escada!
No meu caso era impossível, já que a minha vó Elisa morava num simpático apartamento, no coração de Ipanema… Mesmo assim, vi materializar-se minha porção Jane numa inesquecível casinha, em cima da árvore mais frondosa da fazenda de minha tia, também Elisa, no interior de São Paulo: As estrelas nunca nos deixam na mão.
Delícia olhar para estes reinos encantados por fadas e seres fantásticos: esta é gigante, dá pra morar cobras e lagartos!
Até hoje guardo, vivíssimas, as lembranças do medo terrível que sentia nas noites passadas naquele lugar mágico, invariavelmente transportada pela minha fértil imaginação, para os confins de um reino improvável, construído com a minúcia dos detalhes mais perigosos que aprendia, durante o dia, nos filmes e livros prediletos.
Este modelo é perfeito para o Tarzã quando no “mood” Rei das Selvas: o estilo é de palacete, tem até antena parabólica!
Dormir era o de menos quando chegava, a minha vez, no rodízio de candidatos para pernoitar na nossa selva imaginária. Já subia apavorada por seres terríveis que brotavam, sem parar, da minha pequena cabeça de menina assombrada. Íam de cobras voadoras a fantasmas nada camaradas, passando por terríveis morcegos, estes verdadeiros e frequentadores assíduos das frutas do pomar onde pousava aquela casinha minúscula, feita de madeira e sonho das crianças que nela brincaram.
Amei esta versão arejada… Na África não rola, mas na selva da minha infância, cairia como luva!
Hoje, tento achar uma explicação que justifique ter feito toda questão de passar tanto medo velado: acreditem, nunca tive coragem de contar, para meus companheiros de farra e férias, o quão me era doloroso fazer parte daquela aventura noturna… Dar bandeira não faz parte da cartilha dos pequenos!
Outra inovação nos domínios da família mais famosa da África: versão triplex…
Lembrei destas bobagens ao me deparar, dia destes, com a fotografia de uma casa nas árvores. Fui juntando à outras que apareceram e montei este post para, quem sabe, inspirar alguma de vocês, mães, tias e avós amantíssimas que, mesmo contemporâneas, continuam com um pé no mundo da fantasia… Já os meus, nunca os tirei de lá! BN
Muito fofa, com ponte e tudo!
A Jane, que não é boba, encomendou uma piscina para os dias de calor: eu amei!
Tarzã está podendo, não acham?!
Tarso entrou no ramo das casas pré-fabricadas… Vai bombar!
E vocês pensam que a família não sofisticou? vejam que linda a mais nova casa suspensa da Mme Jane… Arquitetura de primeira!
Eis que estou concentrada escrevendo um post quando… plimmmm, entrou uma mensagem no meu “whatsapp” que, de tão deliciosa, virou também post…
Falo de uma das maiores iguarias para acompanhar pães e afins, o divino mel cremoso, que aprendi a venerar na Provence francesa. Fiquei tão viciada por seu sabor suave mas cheio de personalidade, a linda cor esbranquiçada e consistência pastosa (que faz toda diferença), que supliquei à “Delly Gil” pra tê-lo em sua prateleiras. E foi esta a grande nova.. Gostaram? BN
Este ano, a estação mais discreta do país deu o ar de sua graça, produzindo dias em que eu só pensava na estrofe acima e o verbo era aquecer. Casacos, meias, xales, todos entraram em ação. Problema resolvido? Quase!
Sempre incentivando o bate papo!
Pois nada mais agradável do que curtir um friozinho ao ar livre, céu repleto de estrelas, vinhozinho pra animar, musica suave pra embalar e… Aquela lareira pra não virarmos pinguim: Amooooo o aconchego visual e físico que só o fogo é capaz de produzir. Assim, selecionei algumas pra nos inspirar! BN
Tão romântico…
Tendo o espaço, é além de tudo uma solução linda e barata…
Em alaranjados também é super útil e lindo…
Elas permitem que o espaço semi aberto seja usado o ano todo!
O melhor: Elas se encaixam em qualquer cantinho…
Até na praia elas caem como uma luva, no inverno naturalmente!
Esquentando, num dia de neve, a espera em um restaurante…
A beira de um lago fica mais charmosa e quentinha, espalhando lareiras portáteis…
Olhem que visual…
Delícia master!
Quase um cenário propiciado pela lareira…
Fecho com este sonho de consumo… Quem não queria um lugar deste pra chamar de seu?!