Bebel

Bebel Niemeyer

VALE REVER “O LINDO MUSEU FABERGÉ, EM SÃO PETERSBURG”!

 

Este ano passaremos a Páscoa em São Petersburgo, terra dos ovos mais preciosos da face de terra!

Este ano passaremos a Páscoa em São Petersburgo, terra dos ovos mais preciosos da face de terra!

 

Devo confessar que amo ovos mas dois deles são especiais: os de chocolate, “bien sûre”, que a cada ano ficam mais incrementados e criativos (haja César), e os deslumbrantes, by Carl Fabergé. Já cantamos as qualidades de ambos, aqui no BLOG, em prosa e verso, mas um detalhe, dos russos, conto agora.

 

Museu Fabergé: O que faltava à São Petersburgo!

Fachada do Museu Fabergé: O que faltava à São Petersburgo!

 

Na minha primeira viagem à Rússia, em 2006, só conheci a “capital cultural” São Petersburgo, cidade magnifica, que enche os olhos e o coração de todos com a grandiosidade, esplendor e harmonia de seu visual. Tão perfeito, que acho “semi cabotino” contar que saí frustrada da terra de Alexandre III só por não ter cruzado com um de seus famosos ovos: Então, eles só eram encontrados no Palácio do Arsenal, em Moscou, que hospeda o tesouro do Museu do Kremlin.

 

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A beleza das escadarias que nos recebem, no Palácio Shuvalov: Em estilo neoclássico, é um dos mais bonitos da cidade!

 

Detalhe da arquitetura de

Detalhe da arquitetura de Shuvalov!

 

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Não é lindo?!

 

Situação resolvida, com louvor, em 19 de novembro de 2013, pela a inauguração do Museu Fabergé, lindamente instalado no Palácio Shuvalov, um dos mais divinos da cidade, às margens do canal Fontanka. Falando assim, não imaginamos o extraordinário esforço do bilionário russo, Viktor Vekselberg, para montar a coleção da sua “Fundação Cultural e Histórica Vinculação dos Tempos”, que compõe o acervo do museu.

 

Sucessão de salas lindas que mostram uma coleção bárbara de objetos de arte decorativa r

Sucessão de salas lindas que mostram uma coleção bárbara de obras de arte decorativa russas, dos séculos XVIII, XIX e começo do XX…

 

São mais de 4 mil obras de arte decorativa russa, magistralmente expostas no palacete neoclássico contruído no século XVIII, pelo arquiteto Giacomo Quarengui, com uma particularidade: todas foram adquiridas fora do país, parte de numa ação contínua que está sendo promovida pelo governo, para repatriar o patrimônio artístico relevante russo espalhado, mundo afora, depois da Revolução.

 

E que incluem a maior coleção de ovos Fabergé do mundo: São 21, no total, sendo 9 imperiais!

…E que incluem a maior coleção de ovos Fabergé do mundo: São 21, no total, sendo 9 imperiais. Reparem na beleza do prédio!

 

Assim, o conteúdo do museu iniciou, com pé direito pela aquisição, em 2004, dos Ovos Fabergé da Coleção Forbes: Gol de placa!

O acesso ao museu é somente “by appointment” e as visitas são sempre guiadas, ou por profissionais da instituição ou pelos previamente agendados. Passei uma tarde encantadora flanando por seus salões, mas em nenhum minuto pude ficar só. Clique aqui para saber dos detalhes e boa viagem! BN

 

É lindo o contraste dos elegantes "desplay" com a arquitetura do prédio!

É lindo o contraste dos elegantes “desplay” com a arquitetura do prédio!

 

O acervo é composto por objetos lindos, todos importantes para a história do país, foram repatriados, um por um!

O acervo é composto por objetos lindos, todos importantes para a história do país, foram repatriados, um por um!

 

Sinônimo de esplendor da Rússia imperial, este é o primeiro ovo que Faberger fez para Alexandre II presentear a tzarina Maria Feodorovna, na Páscoa de 1885. Parte preciosa do acervo!

Sinônimo de esplendor da Rússia imperial, este é o primeiro ovo que Faberger fez para Alexandre II presentear a tzarina Maria Feodorovna, na Páscoa de 1885. Parte preciosa do acervo!

 

O deslumbrante ovo "Coroação", de 1897, com o qual Nicolau e Alexandra comemoraram a deles, é considerado uma das obras primas do joalheiro e também está no museu!

O deslumbrante ovo “Coroação”, de 1897, com o qual Nicolau e Alexandra comemoraram a deles, é considerado uma das obras primas do joalheiro e também está no museu!

 

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VALE REVER “A RECEITA DIVINA DE RAVIOLI DE CAMARÃO COM SOPA DE ABÓBORA”!

 

PASSO 1: Vejam o ravioli esperando a sopa, que está na jarra à esquerda.

 

PASSO 2: A sopa já servida, junto com o ravioli!

 

Esta mistura inspirada de ravioli e sopa eu aprendi, anos atrás, no restaurante da “Locanda della Mimosa”, em Petrópolis, ainda na gloriosa era de Lilian Seldin e Dânio Braga e foi a entrada de um almoço que dei em casa.

 

Vejam a entrada que ensino abaixo num almoço em minha casa!

 

(Como hoje é segunda feira e provavelmente a maioria está de férias, segue um post mais “robusto”, verdadeira epopeia gastrô, que vai ajudar a passar o tempo e junta duas receitas gostosas).

Gostei tanto, que resolvi produzir, em casa, a nossa versão desta entrada que é uma delícia e além do mais, abafa, como tudo que tem um certo ritual de execução. Passo-a pra vocês, a seguir, em duas etapas: a primeira, ensinando o ravioli e a segunda contado sobre a sopa. Vamos lá…

PARTE 1:
RAVIOLI DE CAMARÃO D.O.C (De Origem Caseira):

A- RECHEIO DE CAMARÃO:

INGREDIENTES:
– 1 Kg Camarão limpos e temperados com dois dentes de alho;
– 1 Cebola grande;
– 4 Colheres de sopa de azeite;
– 1 Colher de chá de coloral;
– Pimenta do reino a gosto;
– 2 Colheres de coentro picadinho;
– 1 Colher de sopa rasa de Maizena.

PREPARO:
– Numa panela, refogue o camarão com a cebola picadinha em quatro, no azeite, o coloral e a pimenta do reino;
– Este refogado vai formar um caldo, junto com o camarão;
– Dilua a Maizena em meia xícara de água;
– Junte a Maizena diluída ao camarão e seu molho e deixe engrossar;
– Acrescente o coentro e desligue o fogo, em seguida.
– Deixe esfriar.
– Só recheie a massa do ravioli quando o creme estiver frio.

B- A MASSA DE RAVIOLI:

INGREDIENTES:
– 500 g de Farinha de trigo;
– 5 Ovos;
– 1 Colher de sopa de azeite;
– 2 Colheres de sopa de leite, na temperatura ambiente;
– 1 Pitada de sal.

PREPARO:
– Despeje a farinha e o sal num mármore bem limpo;
– Abra uma “cova”no meio e coloque os ovos, o leite e o azeite;
– Misture tudo com um garfo, até formar uma massa homogênea;
– A seguir, trabalhe esta massa com as mãos, sem parar, enrolando-a e depois dobrando-a, enrolando-a, dobrando-a, enrolando-a, dobrando-a, até que se formem nela, umas bolhas de ar;
– Neste ponto, corte a massa em três partes e ponha-as pra descansar, por duas horas, em um tabuleiro totalmente coberto por filme plástico;
– Terminado seu “descanso”, polvilhe a pedra mármore com farinha de trigo e abra a massa;
– Divida a massa aberta em duas partes, no sentido do comprimento e reserve uma delas;
– Na outra parte, que ficou aberta sobre o mármore, coloque de quando em quando o recheio de camarão, deixando espaço para cortar os raviolis que serão feitos daí;
– Terminado, cubra tudo com o outro pedaço que estava reservado;
– Com um cortador redondo próprio, corte em torno dos montinhos formados pelos recheios, arrematando as bordas;
– Numa panela com dois litros de água, previamente fervida e temperada com sal, coloque um a um, os raviolis;
– Deixe-os cozinhar por doze minutos.

A massa, já aberta, com os recheios, salpicados. Vejam a distância de um pro outro… Depois, cobrir com a outra banda da massa que foi reservada e cortar. O cortador deve ter  recheio como centro.

 

Esta é a forma com que cortamos os raviolis.

 

Sopa de abóbora com pesto: delícia total!

 

PARTE 2:
A- SOPA DE ABÓBORA

Conto, agora, a receita da sopa de abóbora que é especial pois deixei um segredinho a ser revelado e que faz toda diferença: o fio de pesto, que pomos no final.

INGREDIENTES:
– 2 kg de Abóbora bem vermelha,
– 1 Litro de caldo vegetal Knorr já preparado;
– 1 colher de café de noz moscada;
– Pimenta do reino, a gosto;
– 1 Colher de sopa de aspartame ou açúcar “Fit”.

PREPARO:
– Descasque a abóbora e corte-a em pedaços pequenos;
– Coloque-os numa panela junto com o aspartame (ou açúcar Fit), a noz moscada e a pimenta do reino;
– Deixe cozinhar.
– Depois de cozido, e frio, bata no liqüidificador, deixando-a ficar cremosa.

B- MOLHO PESTO: 

INGREDIENTES:
– 1 molho de manjericão;
– 1/2 xícara de azeite extra virgem;
– Pimenta do reino e sal a gosto;
– 2 dentes de alho.

PREPARO:
– Lave o manjericão;
– Bata-o, no liqüidificador com o alho, o sal e a pimenta.
– Passe na peneira e está pronto!

MONTAGEM DA SOPA: 

Podemos montar esta divina entrada de duas maneiras.

A primeira, que é sem mistério, colocamos o ravioli no centro do prato de sopa, enchemos o prato com a sopa de abóbora e finalizamos com um fio de pesto, fazendo um círculo não muito grande no centro da sopa servida.

A segunda maneira, mostro nas fotos abaixo. BN

 

Passo 1: Ravioli esperando…

 

Passo 2: a sopoa de abóbora pronta, com o pesto no meio!

 

Lá vai ela formar uma grande dupla!

 

Prontinha…

 

 

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VALE REVER “QUANDO A ARTE PÕE A MESA”


Usei um serviço americano com "toile de Jouy" com desenho de prédios de Niemeyer. Pedi pra fada Nadia Alves de Souza que bordasse sua assinatura nos guardanapos.

Usei um serviço americano com estampa “toile de Jouy” cujo tema era desenho de prédios de Niemeyer/vistas emblemáticas cariocas: Amei este encontro. Pedi pra fada Nadia Alves de Souza que bordasse sua assinatura nos guardanapos.

 

Estou convencida que meu computador tem um “buraco negro” sugador de fatos e fotos, com vida própria e sentimentos nobres também: “Regreats, it had a few”…

Como foi com este jantar, que dei durante a Arte Rio 2013, para as queridas de uma amiga portuguesa que amo, proprietária da maravilhosa Galeria Baginski. O registro, que sumira há tempos, como num passe de mágica e, do nada, reapareceu em meu arquivo.

Mostro pra vocês, então, as fotos da mesa que fiz em torno do grande artista Oscar Niemeyer, tema que achei que combinava com minha adorada homenageada. BN

 

A MESA:

 

Com o essencial.

Com o essencial.

 

De outro ângulo!

De outro ângulo, para vermos as flores.

 

DETALHES:

 

Usei uma escultura de Oscar Niemeyer como centro de mesa!

Usei uma escultura de Oscar Niemeyer como centro de mesa!

 

"Visão aérea" do centro da mesa.

“Visão aérea” do centro da mesa.

 

Detalhe de um dos lugares.

Detalhe de um dos lugares.

 

Velas acesas esperando as convidadas...

Velas acesas esperando as convidadas…

 

Entrada: suflê de queijo com calda de camarão (ao lado, na mini molheira, por conta dos alérgicos).

Entrada: suflê de queijo com calda de camarão (Esta à direita, na mini molheira, por conta dos alérgicos).

 

O “APARADOR”:

 

Usei, para florir o jantar, um conjunto de mini orquídeas que achei na nossa beloved Cadeg!

Usei, para florir o jantar, um conjunto de mini orquídeas que achei na nossa beloved Cadeg!

 

O cardápio...

O cardápio…

 

Como a homenageada é portuguesa, a sobremesa eram doces brasileiros e jabuticaba, pra as "diets".

Como a homenageada é portuguesa, a sobremesa eram doces brasileiros e jabuticaba, pra as “diets”.

 

... E mais os queijinhos que amamos com nossos doces!

… E mais os queijinhos que amamos com nossos doces: Catupiry, requeijão, queijo meia cura Solidão.

 

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VALE REVER “A MUSA DE PROUST: A CONDESSA DE GREFFULHE”… ÚLTIMOS DIAS DE UMA EXPOSIÇÃO DIVINA EM NYC!

Exposição maravilhosa das roupas da "musa fashion" da 'Bélle-Epoque", a Condessa de

Exposição maravilhosa das roupas da “musa fashion” da ‘Belle-Époque”, a Condessa de Greffulhe, na FIT de NYC: imperdível!

 

Apaixonada por Marcel Proust e seu primoroso “Em Busca do Tempo Perdido”, vibrei quando a queridíssima Patrícia Peltier me soprou sobre a exposição que vai até este próximo sábado, dia 7 de janeiro de 2017, na FIT (FASHION INSTITUTE OF TECHNOLOGY) de NYC, cujo tema é a grande musa feminina do autor, e inspiração para uma de suas principais personagens, e deste post também.

 

Esta é a estilosíssima Princesa Élizabeth de Caraman-Chimay, Sra de Greffulhe, que arrasou nos salões parisienses, tornando-se inspiração para personagem do grande Marcel Proust!

Esta é a estilosíssima Princesa Élizabeth de Caraman-Chimay, Sra de Greffulhe, que arrasou nos salões parisienses, tornando-se inspiração para personagem do grande Marcel Proust!

 

Corri pra pesquisar sobre o tema e, quando me dei conta, tinha passado o dia mergulhada em dezenas de artigos fascinantes sobre a montagem da mostra, que me levaram à uma espécie de viagem fantástica num tempo de pura magia e beleza, pelo reino encantado da rainha dos salões parisienses da “Belle Époque” ou “A Musa de Proust, a Condessa de Greffulhe”.

 

Este é o "Lily dress" ou o vestido dos lírios, do estilista Charles-Frederic Worth, de veludo negro bordado em seda marfim e pérolas, "linha princesa" atípica pra época pra 1896 quando a condessa o usou.

Uma das atrações da mostra é o “Lily dress” ou o vestido dos lírios, do estilista Charles-Frederick Worth, de veludo negro com aplicações em seda marfim e pérolas, “linha princesa” atípica pra 1896, quando a condessa o usou: ela sempre ditou sua própria moda!

 

Nascida Princesa Élizabeth de Caraman-Chimay (1860-1952), a Condessa Henri Greffulhe é considerada o principal molde na construção da personagem Oriane, a espirituosa Duquesa de Guermantes: a Condessa de Chevigné e Genevieve Bizet completam o triunvirato de inspiração, onde é Greffulhe quem pontifica. O “Proustianista” Benjamin Taylor, justificando a tese, preconiza em seu delicioso “Proust: The Search”: “Depois de Élizabeth Greffulhe simplesmente não havia mais para onde “escalar” (socialmente)… Ela era o gol de todo snob!”.

 

Este exótico vestido, também de Worth, era um "tea gown", como explica o letreiro da mostra, ou um "vestido de chá"... Verde esmeralda, cor preferida de Élizabeth, e azul pavão, ele é de seda, veludo e "renda valenciana" é outra atração de seu guarda-roupa!

Este exótico vestido, também de Worth, era um “tea gown”, como explica o letreiro da mostra, ou um “vestido de chá”… Verde esmeralda, cor preferida de Élizabeth, e azul pavão, ele é de seda, veludo e “renda valenciana” é outra atração de seu guarda-roupa, de 1897.

 

Semelhantes em suas “origens aristocráticas”, muito estilo pra viver e vestir-se e casamentos de aparência com nobres mulherengos e grosseiros, ficção e realidade se confundem somente na forma. A infelicidade amorosa que fragilizou a Duquesa nas páginas de Proust, tornou a real Élizabeth culta e cultivada, transformando-a numa das  grande mecenas de sua época: da emblemática Cia “Ballets Russes” à genialidades dos estudos radioativos da polonesa Marie Curier (primeira mulher a ganhar um Prêmio Nobel), nenhuma excelência escapou dos seus cuidados e patrocínio.

 

Eis o "vestido bizantino" que Greffulhe usou no casamento da filha. Feito em lamê dourado e todo "encrustado" em pérolas e arrematado com vison, tem autoria master: é dos primeiros modelos do então jovem estilista Paul Poiret! 1904.

Eis o “vestido bizantino” que Greffulhe usou no casamento da filha. Feito em lamê dourado e todo “encrustado” em pérolas e arrematado com vison, tem autoria master: é dos primeiros modelos do então jovem estilista Paul Poiret, em 1904.

 

Só que estamos no século XXI, em NYC e um dos seus templos de estudo “fashion”, o FIT. Por isso, toda esta relevância acima é apenas moldura para a o ângulo da musa a ser explorado: o estilo único de vestir-se da Condessa de Greffulhe atravessou o oceano Atlântico (depois de exposto no Palais Galliera, do Museu da Moda da Cidade de Paris, para onde foi doado este precioso acervo) e desembarcou em Manhattan, onde anda encantando a todos.

 

"By Nina Ricci" é este "evening ensemble" ou "duas peças" para noite: vestido e bolero feitos em seda, lã e plumas de avestruz a condessa, em 1937!

“By Nina Ricci” é este “evening ensemble” ou “duas peças” para noite: vestido e bolero feitos em seda, lã e plumas de avestruz a condessa, em 1937: podíamos usá-lo hoje, com louvor!

 

Os que tiverem o privilégio de visitar a mostra, verão o guarda-roupa de uma mulher visionária que entendeu, cem anos antes, o significado artístico que o mundo da moda assumiria, em nossos dias, bem como o efeito “midiático” que uma bela roupa pode causar. Por isso, tratou como grandes mestres, artistas do quilate de Charles-Frederick Worth, Fortuny, Paul Poiret, Nina Ricci, Jeanne Lanvin, Louiseboulanger. Para ilustrar este parágrafo, transcrevo um comentário seu para o poeta dandi Robert de Montesquieu, em cartas que trocaram, ao longo da vida: “Nada é comparável ao prazer que uma mulher sente ao roubar os olhares de todos e, com eles, a maravilhosa energia da admiração”.

 

Feito para o verão de 1937, este vestido de noite em tule e "musseline" é assinado por Jeanne Lanvin: luxo só!

Feito para o verão de 1937, este vestido de noite em tule e “musseline” é assinado por Jeanne Lanvin: luxo só!

 

A exposição é composta por 40 peças do acervo da Condessa (sendo 28 vestidos mais acessórios como sapatos, chapéus, luvas e até meias de seda), mais uma coleção de fotografias que ilustram e complementam os “looks” exibidos.
Programa mais que legal pra quem estiver por lá: vejam, um pouquinho, nas fotos! BN

CLIQUE AQUI PARA O SITE DO MUSEU DA FIT!

 

Amei estes quimonos, by Vitaldi Babani, anos 1920!

Amei estes quimonos, by Vitaldi Babani, anos 1920!

 

Esta é a capa russa, inicialmente um vestido de noite que Élizabeth ganhou do Czar Nicolau II, quando este esteve em Paris, em 1896. Sem cerimônia e com a ajuda de Worth, ela transformou-o em capa para dias de gala! Adorando esta condessa!

Esta é a capa russa, inicialmente um vestido de noite que Élizabeth ganhou do Czar Nicolau II, quando este esteve em Paris, em 1896. Sem cerimônia e com a ajuda de Worth, ela transformou-o em capa para dias de gala! Adorando esta condessa!

 

Fecho com este glorioso sapato vermelho, em brocado e salto alto, da casa "Louis Heels", de 1905... Mais? Só tendo a sorte de visitar a exposição!

Fecho com este glorioso sapato vermelho, em seda adamascada e salto alto, da casa “Louis Heels”, de 1905… Mais? Só tendo a sorte de visitar a exposição!

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