Arte e Cultura

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EXPOSIÇÃO RETROSPECTIVA DIVINA DA BONECA “BARBIE”, EM PARIS: IMPERDÍVEL!

 

Barbie em cartaz no Museu de Artes Decorativas de Paris!
Barbie em cartaz no Museu de Artes Decorativas de Paris!

 

Mais de 700 exemplares da nossa boneca preferida estão expostas, até setembro, no maravilhoso Museu de Artes Decorativas, de Paris. Imperdível!
Mais de 700 exemplares da nossa boneca preferida estão expostas, até setembro, no maravilhoso Museu de Artes Decorativas, de Paris. Imperdível!

 

Este post delicioso veio de Paris, mandado por minha querida amiga Angela Rocco, que como toda mulher que se preza, passou a infância divertindo-se com o brinquedo que revolucionou o mercado, ao revelar nos anos 60, a preferência das meninas por uma boneca com visual de adulto, desbancando as metamorfoseadas em bebês…

 

A boneca Barbie com seu sofisticado visual, revolucionou ao provar que as meninas queriam mesmo é sonhar com um futuro como mulheres lindas e sucedidas!
A boneca Barbie com seu sofisticado visual, revolucionou ao provar que as meninas queriam mesmo é sonhar com um futuro como mulheres lindas e sucedidas… (uma das Barbies da expô)

 

Assim, a primeira musa “fashion” da vida dos que nasceram depois de 1959 é americana de Wisconsin, tem idade indefinida, cabelos e profissão mutantes, corpo curvilíneo e começou a carreira encarnando o “american way of live” pra tomar uma uma dimensão tão maior, que virou arquétipo da própria mulher contemporânea, apesar de nem ser humana. Falo da icônica boneca Barbie, celebridade e musa pop há décadas e que, finalmente, figura como tema, em exposição num renomado museu francês.

 

Exemplar de colecionador: Barbie Audrey... A minha preferida!
Exemplar de colecionador: Barbie Audrey… A minha preferida!

 

Aqui, entre outros, Kate e William casando: também pra colecionar!
Aqui, entre outros, Kate e William casando: também pra colecionar!

 

“Barbie: Life of an Icon” estreiou em 8 de março de 2016 no “Museu de Artes Decorativas”, de Paris, que prima por um acervo múltiplo onde brilham coleções de “design”, moda, brinquedos e publicidade, palco ideal para acolher a boneca mais famosa do mundo e mostrar a sua trajetória única, marco sócio-cultural na história dos brinquedos dos séculos XX e XXI.

 

Outra cena da divertida expôs: De roqueira à mulher maravilha, nossa guerreira boneca diva joga nas 11!
Outra cena da divertida expôs: De roqueira à mulher maravilha, nossa guerreira boneca diva joga nas 11!

 

São 700 exemplares, espalhados por 1500 metros quadrados, provando que ela é, sobretudo, o reflexo de uma cultura pois, ao longo de sua trajetória, mostrou novidades tecnológicas, abraçou causas e encarnou esteriótipos desafiadores, sem perder o rumo de casa. Assim, Barbie representa até hoje, os sonhos e ambições da vida contemporânea feminina.

 

Alguns estilistas famosos vestiram nossa heroína. Como Diane Furstenberg e seu icônico "wrap dress", que Barbie usa neste "look",
Alguns estilistas famosos vestiram nossa heroína. Como Diane Furstenberg e seu icônico “wrap dress”, que Barbie usa neste “look” com muito charme!

 

Barbie by Karl, arrasando de Chanel!
Barbie by Karl, arrasando de Chanel!

 

Aqui de Moschino!
Aqui de Moschino: sempre de olho nas passarelas!

 

Ou ainda toda montada de Dolce Gabbana: Luxo só!
Ou ainda toda “montada” de Dolce Gabbana: Luxo só!

 

E tem mais… Durante a exposição, alguns dos segredos da fabricação da sua marcante silhueta única, penteados e “looks” são revelados, nos mostrando que a chave de seu sucesso é que apesar das continuas mudanças, continua sendo a mesma Barbie, sempre conectada com a cultura popular que a consagrou… Não é que Lampedusa tinha razão?!

 

Astronauta, aeromoça ou musa de Dior e seu "new look", nossa Barbie muda de roupa pra estar sempre conectada!
Astronauta, aeromoça ou musa de Dior e seu “new look”, nossa Barbie muda de roupa pra estar sempre conectada com a cultura pop que a elegeu!

 

Estilo de vida para a mulher universal que a Barbie representa com perfeição!
Estilo de vida para a mulher universal que a Barbie representa com perfeição!

 

Para os interessados, a mostra fica em Paris até 18 de setembro… Imperdível! BN

“MUSÉE DES ARTS DÉCORATIFS”
107, RUE DE RIVOLI
PARIS

 

Barbie Maria Antonieta...
Barbie Maria Antonieta…

 

Barbie no verão...
Barbie no verão… Ulala!

 

Barbie na chuva "comme il faut": de Burberry, claro!
Barbie na chuva “comme il faut”: de Burberry, claro!

 

Barbie de manhã, casualmente...
Barbie de manhã, casualmente chic…

 

Barbie linda demais! Amei esta produção!
Barbie linda demais! Amei esta produção!

 

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UMA DAS DIVAS DO CINEMA BRIGITTE BARDOT: MUSA DO SÉCULO XX

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Brigitte Anne Marie Bardot ( 28 de Setembro 1934 ) foi o simbolo sexual dos anos 50 /60, eleita pela revista Times como um dos 100 nomes mais influentes da história da moda.

Seu primeiro filme ela tinha apenas 17 anos “Le trou normand” e no mesmo ano casou-se com Roger Vadim, que faria com ela o filme de maior sucesso de sua carreira “Et Dieu cria la femme “( E Deus criou a mulher ). Ela era um mito na Europa e nos Estados Unidos.

 

 

Além de ser a responsável pela popularização de Saint Tropez, na França, ao se mudar para lá no verão de 1964, Brigitte Bardot também mudou a vida de uma pequena cidade do litoral do Rio chamada Búzios, onde ficou hospedada em suas visitas pelo Brasil.

 

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Bob Zaguri e Brigitte Bardot.

 

Foi na companhia do namorado Bob Zaguri, um playboy e produtor marroquino, que viveu muitos anos no Brasil, que Brigitte conheceu Buzios. Depois de sua visita ter sido acompanhada diariamente pelos jornais e recheada de fotografias, Búzios foi ‘descoberta’, e virou até município, se tornando um dos pontos mais sofisticados e procurados do verão brasileiro e internacional.

 

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Estátua de Brigitte Bardot em Búzios.

 

SEUS CASAMENTOS.

Em 1950 Brigitte Bardot se casou com Roger Vadim (que também foi casado com Catherine Deneuve e com Jane Fonda)  e que foi o responsável por deslanchar o seu sucesso, mas o casamento só durou 6 anos pois se apaixonou por Jean Louis Trintignant no filme “Et Dieu cria la femme”.

 

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Roger Vadim e Brigitte Bardot.
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Bardot com jean Louis Trintignant no filme que ela se apaixonou por ele.

Em 1959 se casou com o ator Jacques Charrier que lhe deu seu único filho, Nicolas Jacques Charrier, o qual ela abandonou com o pai quando os dois se separaram.

O terceiro casamento foi com o playboy e multimilionário alemão Gunter Sachs. Eles se conheceram em 1966, apresentados por amigos em comum. Algumas horas depois de terem se conhecido, Sachs enviou um helicóptero até a casa de Bardot em Saint Tropez, e cobriu a casa dela com pétalas de rosas vermelhas. Os dois se casaram quatro semanas depois em Las Vegas, e esta história divina foi uma das mais comentadas no mundo internacional do jet set.

 

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Gunther Sachs e Brigitte Bardot.

 

O quarto e último casamento realizado em 1992, e que perdura até hoje, foi com Bernard D’Ormale, um conselheiro político de Jean Marie Le Pen, ex-presidente da Frente Nacional francesa, principal partido de extrema direita da França.

Brigitte Bardot, após ter feito mais de cinquenta filmes, deixou todo este mundo do glamour, e se mudou para sua linda casa em Saint Tropez ; ‘La Madrague”  se dedicando simplesmente a salvar os animais.

 

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Vista de ‘La Madrague”em Saint Tropez.

 

Em 1986 criou a fundação Brigitte Bardot, convidou o Dalai Lama para ser membro honorário, e sua fundação foi considerada utilidade publica pelo governo francês. Ela se dedicou a causas nobres como a proibição da caça as baleias, a salvar cães de briga, liderou campanhas contra a fabricação de casacos de pele, lutou pelo fim das touradas.

Brigite Bardot foi um ícone do século XX , musa da beleza sexy e do charme, e de um mundo onde reinava o glamour total!  MP

 

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A NOVA EXPO DE MARITZA CANECA: PISCINAS

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Quinta feira que vem, dia 23 de junho, teremos um maravilhoso programa para quem gosta de arte, a exposição da fotógrafa Maritza Caneca, no Paço Imperial, com curadoria da historiadora e cientista social Vanda Klabin. Esta mistura não pode ser melhor, já é sucesso garantido! 

A mostra “Maritza Caneca | Série Piscinas” apresenta uma seleção inédita de 25 fotografias, em grandes e pequenas dimensões, ampliadas em papel algodão.

As piscinas, sempre sem a presença humana, foram o olhar de Maritza, que começou a carreira como fotógrafa de cinema, as fotos registram lugares como Laos, Bangcoc, Vietnã, Camboja, Estados Unidos, Suíça, Itália, Cuba, Israel, além do Rio de Janeiro, lugar em que vive e atua.

ALGUMAS DAS MARAVILHOSAS FOTOS.

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Para realizar o trabalho, a artista aponta suas lentes para ângulos inusitados que oferecem a linha reta e a simetria que compõem sua narrativa. Profundidade, poesia, transparência, quietude e imensidão são algumas das características impressas em seus retratos.

“As piscinas de Maritza trazem um território transbordante de vivências e ressignificações. Elas parecem conter episódios de vida, vestígios de memória, um tênue fio entre a presença e a ausência, um curso do tempo que parece suspenso, congelado, atemporal”, observa Vanda Klabin em seu texto curatorial.

O repertório geográfico é expansivo. Integram a exposição, entre outras obras, uma piscina de vidro, clicada em São Francisco, uma piscina fotografada à noite em Jerusalém, a piscina da casa onde morou Ernest Hemingway, em Havana, o vestiário da Piscina da Universidade de New Orleans e uma piscina de um colégio público no Rio de Janeiro.

MAIS FOTOS …

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“Todo o meu trabalho tem uma coerência e neste conjunto de piscinas convido o público a mergulhar neste universo particular, fruto da minha pesquisa. Realizar a primeira individual no Paço, com a curadoria da genial Vanda Klabin, é uma grande alegria. Sobretudo durante as Olimpíadas, quando a cidade estará cheia de visitantes e com uma caprichada programação cultural”, comemora Maritza.

MP

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AS MUSAS DO SÉCULO XX: MARIA CALLAS

 

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A ÚNICA MARIA CALLAS

 

Maria Callas foi realmente a maior cantora de ópera de todos os tempos, foi um fenômeno vocal, uma deusa no palco pois emanava uma grande energia.

Maria Anna Sophie Cecilia Kalogeropoulou nasceu em Nova Iorque em 1923, filha de imigrantes gregos. Seu primeiro contato com a música foi aos 9 anos, quando estudou piano em Nova Iorque. Aos 15 anos, após separação dos pais, volta a Grécia com a mãe e uma irmã. Lá entra para o conservatório Nacional de Atenas e começa a fazer sucesso no mundo da música ganhando vários prêmios.

Aos 19 anos encenou Tosca num teatro ao ar livre e a partir dai fez grande sucesso mas co a guerra resolve voltar para os Estados Unidos.

ITALIA 

Em 1947, Callas viaja para Italia para participar do festival de Opera de Verona onde conhece Giovanni Battista Meneghini, industrial amante de ópera, muito mais velho que ela, e este se tornaria seu empresário e marido. Meneghini foi muito importante em sua vida, além de grande incentivador e financiador de sua carreira, foi o pai que tanto lhe faltava.

 

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Maria Callas e seu marido Giovanni Meneghini.

 

Callas tinha uma disciplina incansável. Ela era perfeita, não só pela sua técnica vocal mas revolucionou a interpretação valorizando a palavra, o que não é fácil quando se trata de ópera. Callas entrava na pele da personagem, se identificava de tal modo com a música, que num mesmo espetáculo podia mudar de fisionomia mil vezes.

 

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Maria Callas e seu grande talento de interpretação.

 

A recompensa para tanta dedicação e trabalho veio com a consagração de diva absoluta: Callas abriu a temporada do maior templo de ópera mundial: O Scala de Milão por sete anos consecutivos. 

CARMEN DE BIZET INTERPRETADO POR MARIA CALLAS EM 1962. EXTRAORDINÁRIO!

 

Foi dirigida por Zeffirelli, em Tosca e Norma, em Londres, Paris e Nova Iorque. Luchino Visconti foi quem melhor trabalhou com Callas. Apesar de meticuloso e intervencionista, deu a Maria Callas liberdade de atuar. Com ele, ela brilhou em “La Traviata” de Verdi.

Mas como toda grande estrela Callas tinha um temperamento muito difícil, e durante sua carreira se indispôs com companheiros de trabalho e diretores.

ONASSIS 

Foi em Veneza, cidade mais charmosa e romântica do mundo, que Callas e Onassis se conheceram apresentados numa festa pro Elza Maxwell, a grande dama da sociedade americana. Callas estava no auge, seus espetáculos lotavam e sua plateia variava de Presidentes à artistas.

 

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Maria Callas entre Onassis e Meneghini.

 

Foi numa ocasião destas que em Julho de 1954, após assisti-la cantar, que Onassis convidou Callas e o marido para um cruzeiro em seu iate  “Cristina”. Haviam vários convidados no cruzeiro inclusive Winston Churchill.

Ao final da viagem o casamento estava desfeito, dando lugar a uma paixão avassaladora entre Callas e Onassis que mudaria definitivamente os rumas de suas vidas.

 

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Onassis e Callas na maior paixão.

 

A Partir de 1961 Callas não se apresentou mais mudando- se para Paris e se dedicando a vida mundana da cidade. Após dois anos de silencio, Zeffirelli, grande amigo e diretor, conseguiu convence-la de voltar a cantar e montou Tosca em Londres, no Covent Garden, e foi um espetáculo inesquecível.

Maria Callas representou mais e melhor que nenhuma cantora soprano ne sua época, 84 vezes com perfeição inatingivel a dificilima Norma de Bellini, 58 vezes a Tosca de Puccini.   

 

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Maria Callas pronta para cantar na Traviatta.

 

Em 1968 aconselhada por Onassis, voltou mais cedo de um cruzeiro para Paris, e no mesmo dia, Jackie Kennedy, a viuva mais charmosa e elegante da época, embarcou no “Cristina”, e neste mesmo ano, Onassis se casaria com Jackie deixando Callas numa profunda depressão, na qual nunca mais se recuperaria.

Sua vida foi como as óperas que representou: dramática!

Apesar de todo o glamour terminou em desolação e morreu em Paris em 1977, aos 53 anos, de uma parada cardíaca consequência de uma doença degenerativa.

Maria Callas viveu um grande amor, superou obstáculos, representou com garra e paixão inigualáveis. A grande diva superou todos os limites e chegou ao merecido Olimpo morada dos Deuses gregos.

MP

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