Arte e Cultura

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CAVALO DE GUERRA: DELÍCIA DE FILME!

O filme Cavalo de Guerra tem a marca registrada de seu dono: é vigoroso, valente, destemido, repleto de ação, sonhos interrompidos, injustiças a serem vingadas e herói romântico, em simbiose com animais mágicos, e o universo conspirando a favor deles.

Tudo isto, com o único intuito de cutucar nossa natureza lapidada pelo tempo e nos fazer voltar a ser aquele adolescente sedento de justiça, sem a inércia que a maturidade nos  impôs. Quando as luzes e a realidade acenderam, lovei seu idealizador e meu muso, Steven Spielberg, um grande terapeuta das massas cinematográficas!

A história da amizade indissolúvel entre um menino e seu cavalo é simples, bem contada e enfeitada por uma linda ambientação, que deu ao filme uma indicação ao Oscar de direção de arte. A trama começa no campo inglês, no início do século XX, e passa para outros campos, em tempos de primeira guerra mundial. O visual do filme conta muito, porque equilibra o excesso de irrealidade que, eventualmente, ele possa ter.

Mas o grande barato é mesmo o poder que Spilberg tem de de despertar o Peter Pan que existe dentro de todos nós. Vale muito o seu ingresso, é um lifting na alma! BN

 

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RETROSPECTIVA MONUMENTAL DE CARLOS CRUZ-DIEZ OU O SENHOR DAS CORES: POR VANDA KLABIN!

A fachada da Fundação, anunciando a restrospectiva! Notem que, ao lado, está nosso "Abaporu", e da Tarsila do Amaral também! BN
A fachada da Fundação Costantini, com uma deslumbrante escultura de Cruz-Diez pra te receber! BN
Visão interior do lindíssimo museu! BN
Carlos Cruz-Diez provando do próprio "veneno": imerso em uma das suas "salas de cor"! Que visual! BN

Nossa querida colaboradora Vanda Klabin, que vem abrilhantando nosso Blog com posts bárbaros, nos manda notícias de uma nova e incrível exposição, desta vez do artista plástico Carlos Cruz-Diez, “El color en el espacio y en el tiempo”, que acontece no lindo museu da Fundação Costantini, em Buenos Aires. Com um detalhe sensacional: como membro do ICOM, que é o Conselho Internacional de Museus, ela teve a especialíssima autorização para fotografar a mostra. Só que o catálogo ainda não ficou pronto, portanto, suas fotos são inéditas e o 40forever as publica, em primeiríssima mão! Curtam! BN

 “Quiero que mi trabajo estimule el mesmo tipo de placer que produce una pintura, pero sin haber sido pintado”.

Carlos Cruz-Diez

A exposição retrospectiva  do artista venezuelano  Cruz -Diez , em cartaz  no Museu Malba, Fundación Costantini, Buenos Aires,  apresenta os trabalhos realizados ao longo de sessenta anos de sua produção artística,  com seus experimentos extraordinários  a respeito da natureza instável e ambígua da cor. As suas variações cromáticas  trazem  como resultado, um diálogo frutífero entre arte, ciência e  tecnologia.

A cor, um  “organismo viviente” e sempre tratada com um elemento autônomo, é o eixo principal para o entendimento de sua obra.

Nascido na Venezuela, em 1923,  Cruz-Diez estudou na Escola de Belas Artes em Caracas , onde  passa a ser professor. Em 1955 , por ocasião de  sua visita à exposição “Le Mouvement”, na Galeria Denise Renée, em Paris –  que teve a participação de artistas como Alexander Calder, Jesùs Rafael Soto, Marcel Duchamp, Victor Vasarely, entre outros, passa a se interessar pela Arte Cinética, que privilegia  a inserção da idéia do  movimento e sua  expressão plástica  nas artes visuais  e de experiências óticas,  como elemento constitutivo da obra de arte.

Em 1960, Cruz -Diez instala-se definitivamente em Paris, período que a Arte Cinética estava em seu pleno apogeu.  A  partir de então , realiza sucessivas exposições  e numerosas obras cromáticas integradas à arquitetura, murais, instalações  interativas e intervenções em espaços públicos.

Desenvolve as séries Fisiocromías / Induciones Cromáticas / Cromointerferencias, As Fisiocromías são estruturas compostas de finas lâminas metálicas ou translúcidas,  cuja a cor varia em função da intensidade da fonte luminosa e da posição do espectador.

Suas intervenções artísticas, verdadeiras “situações visuais”, vão eliminar a distância que havia entre o espectador e a obra de arte. Estudioso da Física, Química e da Fisiologia, cria modulações óticas e sensoriais a partir da cor, agora  tratada como espaço: o espectador é deslocado para compartilhar de sua obra  ou interfere em sua percepção ou cria saturações ao enfatizar a sensação física das mudanças cromáticas.

Como todos os pintores da sua geração, Cruz- Diez se considera um descendente direto do impressionismo, do cubismo, do fauvismo e do construtivismo.

Suas obras estão presentes nas principais coleções como MOMA / NY;  Tate Modern/Londres; Centre Georges Pompidou/Paris; Musée d’Art Moderne de la Ville de Paris, Paris; Museum of Fine Arts, Houston, entre outros.” Vanda Klabin!

Carlos Cruz-Diez

El Color en  el Espacio  y en el Tiempo

MALBA /Fundación Costantini, Buenos Aires

21 de setembro de 2011 / 5 de março de 2012

Curadoria: Mari Carmen Ramirez

VANDA MANGIA KLABIN

Tel   +55 (21) 2267-2662

+55 (21) 2522-5624

Fax  +55 (21) 2523-9335

Cel   +55 (21) 9986.9256

vklabin@terra.com.br

CURTAM AS FOTOS PRECIOSAS DE VANDA KLABIN!

PASSEANDO PELA EXPOSIÇÃO!

 

“FISIOCROMIAS”!

Obs: Seguem abaixo, quatro exemplos do mesmo quadro, em dois ângulos diferentes. À medida que se caminha, as lâminas de cor modificam a visão do espectador! Um show! BN

 

Continuando a Fisiocromia!

Obs: Este quadro abaixo é uma homenagem de Cruz-Diez ao grande colorista Albers, que fez parte da Bauhaus!

 

AS INCRÍVEIS “SALAS DE CROMOSATURAÇÃO”, que são fontes luminosas que ele usa para o espectador ficar imerso na obra, interagindo com ela!

“CROMOINTERFERÊNCIA”!

 

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JANE FONDA E CATHERINE DENEUVE: Dois Filmes

Vivi Rocha nos manda de Paris suas impressões sobre dois filmes que assistiu com as deslumbrantes e nos “forever”, Jane Fonda e Catherine Deneuve!  AC

 

DOIS FILMES FRANCESES E DUAS DEUSAS DO CINEMA:

 

Jane Fonda, linda, exibindo o resultado de tantos anos de fitness, e em um francês impecável, volta a França depois de muito tempo para lançar o filme : “Et si on vivait tous ensemble?”

É a história  de um grupo de amigos com mais de 70 anos que para não terem que parar, mais cedo ou mais tarde, em um asilo, decidem após alguma resistência,  morarem juntos. A partir daí passam a dividir as tarefas do dia a dia e as dificuldades da idade avançada em que alguns já se encontram.
Na vida real Jane não tem nada a ver com a personagem do filme, está a mil. Em entrevistas para revistas e jornais franceses Jane Fonda declara que aos 74 anos adora fazer amor e está namorando Richard Perry, que já conhecia há muitos anos . Seu dia a dia para manter a forma inclui 1 hora e meia de exercícios, como yoga, musculação, caminhadas e outros  exercícios  aeróbicos, assim como não descuida da sua alimentação. Conta de suas cirurgias plásticas, e de doenças que já enfrentou como anorexia, bulimia e câncer de mama.
Dê uma olhada no clipe do filme:

 

 

Falando em cinema francês, outro filme que já foi lançado no Rio, mas que só assisti agora, é “Potiche Esposa Troféu”, com Catherine Deneuve. Um filme alegre que nos deixa a mensagem de que Nunca é tarde para começar. Um sopro de vida para as mulheres de todas as idades, e uma lição para os jovens: Os mais velhos tem muito a contribuir com a sociedade…
Dê uma olhada nas cenas contagiantes do filme. Para quem não assistiu ,vale assistir.

 

Vivi Rocha, de Paris

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PONDO O CINEMA EM DIA…

 

Passei dez dias viajando e, na volta, quando abri o Segundo Caderno, de O Globo, pra ver as novidades cinematográficas, me senti a Bela Adormecida, acordando cem anos depois, tantas as novidades!

Uni-duni-te, sorteio feito, comecei a correr atrás do prejuizo e pôr meu cinema em dia. Desde então, já vi dois bons filmes, que conto pra vocês: eles valem a sua entrada!

O ESPIÃO QUE SABIA DEMAIS:

Um ótimo thriller vintage que, se fosse possível, poderíamos te-lo  alugado num brechó, na sessão anos 70, tal a semelhança com seus pares originais!

A história policial, baseada num livro do craque Jean Le Carré, se passa na Inglaterra seventies, dentro do seu serviço secreto e envolve guerra fria, Cortina de Ferro, Budapeste, Istambul, espiões, agentes duplos, União Soviética e aquelas maravilhosas tramas complicadíssimas e típicas da época, que nos faziam passar o filme todo, se perdendo e se achando, pra no final, ter que ir ao Bar Lagoa fechar o quebra cabeça, com os amigos: que delícia! Não percam, é túnel do tempo na veia!

A FONTE DAS MULHERES:

Uma bonita e romântica história sobre mulheres islâmicas e sua luta do rochedo contra o mar.

Trama simples mas muito bem contada, com imagens lindas, cuidada ambientação, ótimos diálogos e, sobretudo, um ponto de vista otimista de luz no fim do túnel, fazem do filme um programa agradabilíssimo. Parábola ou não, pouco importa, pois saí do cinema com a alma lavada! BN

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