Cinema

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CORRIDA PARA O OSCAR!

 

Vi mais três filmes que concorrem ao Oscar, em variadas categorias. Falo sobre eles abaixo!

“A SEPARAÇÃO” é o filme do momento, só se fala, debate e escreve-se sobre ele! Portanto, compre de véspera sua entrada ou vais ficar na fila do gargarejo!

Quanto a mim, pouco ou nada me restou a dizer, diante de tantas aclamações; só recomenda-lo, pois vale muito o seu ingresso!

O filme do iraniano Asghar Farhadi é objetivo e direto. Como um “drama de costumes”, através da sua bem montada história, ele te envolve num falso thriller para mostrar a dura realidade da vida cotidiana no Irã, os atritos na convivência da classe média alta com a classe trabalhadora, a precariedade do sistema judiciário, a monumental importância da religião e de sua moral fundamentalistas para toda sociedade, as angustias dos filhos de pais separados que são as mesmas, não importa o credo, etc, etc.

Amei ver o belo filme de Farhadi, o diretor mais badalado do país e me deparar com um elenco afiadíssimo de homens e, especialmente de mulheres, que pontificam em seus papéis (a filha do casal protagonista, e também de Farhadi, rouba a cena). E acreditar que pode haver luz no fim do túnel iraniano, por mais extenso que ele seja: “Separações” é uma excelente prova disto!

J. EDGARD, O FILME = LEO DiCAPRIO + CLINT EASTWOOD!

Na semana de estréia de “J. Edgard”, o filme que conta a história do FBI através da figura do seu controverso diretor, John Edgard Hoover, as resenhas de dois dos principais jornais eram, diametralmente, opostas e me deixaram confusa: resolvi fazer a prova dos noves!

Antes do meu veredito, uma pausa pra dizer que, cada vez mais, sou fã de Leonardo DiCaprio e sua vontade férrea de acertar. OK, todo começo é complicado e o Titanic nem é tão ruim assim. Mas, de uns tempos pra cá, ele tem se arriscado e muito: um dia acaba acertando. Até lá, seguimos vendo boas tentativas como “Diamantes de Sangue”, “A Origem”, “Os infiltrados”, “O Aviador”. Sempre histórias interessantes, diretores de primeiro escalão e a obsessão de se afastar da figura fácil de galã.

Voltando a Hoover, o filme tem o mérito de contar uma boa história e Clint Eastwood a qualidade de acreditar no ser humano. Vale o seu ingresso!

UM FILME PRA QUEM GOSTA MUUUUUIIIIITTTOOO DE GEORGE CLOONEY!

O filme “Os descendentes” conta com o carisma e o charme de George Clooney, que é mesmo o Cary Grant do século XXI, umas imagens bonitas do Havaí e mais não foi dito, nem foi perguntado!! BN

 

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CAVALO DE GUERRA: DELÍCIA DE FILME!

O filme Cavalo de Guerra tem a marca registrada de seu dono: é vigoroso, valente, destemido, repleto de ação, sonhos interrompidos, injustiças a serem vingadas e herói romântico, em simbiose com animais mágicos, e o universo conspirando a favor deles.

Tudo isto, com o único intuito de cutucar nossa natureza lapidada pelo tempo e nos fazer voltar a ser aquele adolescente sedento de justiça, sem a inércia que a maturidade nos  impôs. Quando as luzes e a realidade acenderam, lovei seu idealizador e meu muso, Steven Spielberg, um grande terapeuta das massas cinematográficas!

A história da amizade indissolúvel entre um menino e seu cavalo é simples, bem contada e enfeitada por uma linda ambientação, que deu ao filme uma indicação ao Oscar de direção de arte. A trama começa no campo inglês, no início do século XX, e passa para outros campos, em tempos de primeira guerra mundial. O visual do filme conta muito, porque equilibra o excesso de irrealidade que, eventualmente, ele possa ter.

Mas o grande barato é mesmo o poder que Spilberg tem de de despertar o Peter Pan que existe dentro de todos nós. Vale muito o seu ingresso, é um lifting na alma! BN

 

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JANE FONDA E CATHERINE DENEUVE: Dois Filmes

Vivi Rocha nos manda de Paris suas impressões sobre dois filmes que assistiu com as deslumbrantes e nos “forever”, Jane Fonda e Catherine Deneuve!  AC

 

DOIS FILMES FRANCESES E DUAS DEUSAS DO CINEMA:

 

Jane Fonda, linda, exibindo o resultado de tantos anos de fitness, e em um francês impecável, volta a França depois de muito tempo para lançar o filme : “Et si on vivait tous ensemble?”

É a história  de um grupo de amigos com mais de 70 anos que para não terem que parar, mais cedo ou mais tarde, em um asilo, decidem após alguma resistência,  morarem juntos. A partir daí passam a dividir as tarefas do dia a dia e as dificuldades da idade avançada em que alguns já se encontram.
Na vida real Jane não tem nada a ver com a personagem do filme, está a mil. Em entrevistas para revistas e jornais franceses Jane Fonda declara que aos 74 anos adora fazer amor e está namorando Richard Perry, que já conhecia há muitos anos . Seu dia a dia para manter a forma inclui 1 hora e meia de exercícios, como yoga, musculação, caminhadas e outros  exercícios  aeróbicos, assim como não descuida da sua alimentação. Conta de suas cirurgias plásticas, e de doenças que já enfrentou como anorexia, bulimia e câncer de mama.
Dê uma olhada no clipe do filme:

 

 

Falando em cinema francês, outro filme que já foi lançado no Rio, mas que só assisti agora, é “Potiche Esposa Troféu”, com Catherine Deneuve. Um filme alegre que nos deixa a mensagem de que Nunca é tarde para começar. Um sopro de vida para as mulheres de todas as idades, e uma lição para os jovens: Os mais velhos tem muito a contribuir com a sociedade…
Dê uma olhada nas cenas contagiantes do filme. Para quem não assistiu ,vale assistir.

 

Vivi Rocha, de Paris

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PONDO O CINEMA EM DIA…

 

Passei dez dias viajando e, na volta, quando abri o Segundo Caderno, de O Globo, pra ver as novidades cinematográficas, me senti a Bela Adormecida, acordando cem anos depois, tantas as novidades!

Uni-duni-te, sorteio feito, comecei a correr atrás do prejuizo e pôr meu cinema em dia. Desde então, já vi dois bons filmes, que conto pra vocês: eles valem a sua entrada!

O ESPIÃO QUE SABIA DEMAIS:

Um ótimo thriller vintage que, se fosse possível, poderíamos te-lo  alugado num brechó, na sessão anos 70, tal a semelhança com seus pares originais!

A história policial, baseada num livro do craque Jean Le Carré, se passa na Inglaterra seventies, dentro do seu serviço secreto e envolve guerra fria, Cortina de Ferro, Budapeste, Istambul, espiões, agentes duplos, União Soviética e aquelas maravilhosas tramas complicadíssimas e típicas da época, que nos faziam passar o filme todo, se perdendo e se achando, pra no final, ter que ir ao Bar Lagoa fechar o quebra cabeça, com os amigos: que delícia! Não percam, é túnel do tempo na veia!

A FONTE DAS MULHERES:

Uma bonita e romântica história sobre mulheres islâmicas e sua luta do rochedo contra o mar.

Trama simples mas muito bem contada, com imagens lindas, cuidada ambientação, ótimos diálogos e, sobretudo, um ponto de vista otimista de luz no fim do túnel, fazem do filme um programa agradabilíssimo. Parábola ou não, pouco importa, pois saí do cinema com a alma lavada! BN

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