Artes Plásticas

Artes Plásticas

LUIZ ERNESTO, PINTURA MUDA

 

 

Minha cunhada amada, Andréa Magalhães Lins, volta ao 40 Forever hoje para nos contar sobre a exposição e o trabalho de LUIZ ERNESTO.

AC

 

 


“Apresento hoje, o artista plástico e meu professor da Escola de Artes Visuais do Parque Lage, Luiz Ernesto Moraes.

Ex-aluno desta escola, Luiz Ernesto, foi diretor da mesma de 1988 a 2002. Em 1992 passou um ano na Escócia, cursando uma bolsa de estudos, no Glasgow Print Studio onde desenvolveu uma série de trabalhos em diferentes técnicas de gravura. Desde 1979, tem participado de exposições individuais e coletivas. Seu trabalho desenvolve-se em diversos meios, como desenho, pintura, objetos e fotografia e tem como ponto de partida os objetos banais do cotidiano.

Vale a pena visitar  –   http://www.luizernesto.com.br

 

 

“Quase poemas”, frutos da mistura de imagem e texto, em peças que em sua composição propõem uma discussão dos limites e definições técnicas da pintura, em uma época que oferece ao artista inúmeras possibilidades para a produção de imagens.

Assim Luiz Ernesto apresenta “Pintura Muda”, O belo trabalho meticuloso e detalhado que está desde 8 de novembro e fica até  8 de dezembro, na Galeria Silvia Cintra.

 

 

As dez obras, representam uma evolução natural da linha adotada de forma mais intensa pelo artista na última década: o uso de imagens de objetos do dia a dia, associadas aos “quase poemas”, por definição do próprio autor, que juntos adquirem um novo sentido.. Ele utilizou materiais como: resina epóxi, fibra de vidro e fotografias, que não pertencem à tradição da pintura. Após fotografar objetos, imagem central da peça, o artista começa a laminar uma placa em fibra de vidro, alternando resina, a imagem impressa e pigmentos. A frase entra impressa em uma das camadas, dando toque fundamental. O resultado é uma peça inteiriça, na qual a resina funciona como estrutura e também parte integrante da obra. “Não tenho a pretensão de dizer que são poemas, mas diria que são quase. As palavras vêm ganhando peso em meu trabalho e essas frases são não apenas um complemento das imagens, mas parte fundamental”, diz Luiz Ernesto.

 

 

Luiz Ernesto também lançou um livro na noite de vernissage, à venda na Galeria.

O livro  chama-se LUIZ ERNESTO – ANTOLOGIA, foi editado pela editora Réptil e abrange 30 anos de carreira. O texto principal foi escrito pelo crítico e curador Guilherme Bueno, que estará com Luiz Ernesto na Galeria Silvia Cintra, dia 21/11 às 19:00hs, para uma conversa aberta ao público sobre a exposição.

Estão todos convidados!

Galeria Silvia Cintra

Rua das Acácias, 104 – Gávea – RJ

www.silviacintra.com.br

 

Andréa Velloso de Magalhães Lins para o 40 FOREVER

AC

LUIZ ERNESTO, PINTURA MUDA Read More »

RAVE CULTURAL!

Vejam a fila no CCBB, de dobrar quarteirão e continuar, que se formou noite a dentro no último sábado, para conferir a visita dos Impressionistas ao Rio: VI- BREI!!!

 

Uma das glórias de minha existência foi ter tido a sorte de conhecer Paris.

 

O entardecer em Paris: ai que visão….

 

Berço do “Iluminismo” que lhe deu o título de “Cidade Luz”, a capital francesa sempre teve vocação instigadora e inspiradora, por isso testemunhou muitos outros nascimentos, como o do assunto deste post: a escola de pintura “Impressionista”, que mudou a ótica da humanidade, no século XIX, para sempre.

 

Eis a gênese do Impressionismo: “Impressão, nascer do sol”, de Claude Monet!

 

Ao pintar o efeito da luz e a decomposição das cores, estes artistas/cientistas fizeram uma das grandes revoluções estéticas da face da Terra e podemos, até hoje, constatá-la visitando o emblemático Museu D’Orsay, em Paris, que abriga algumas das mais importantes obras do movimento e, através delas, conta a sua história.

 

Visão externa do Museu D’orsay, antiga estação de trem, à beira do rio Sena: se museu pode ser chic, este é até o fundo da alma!
Visão do interior do Museu D’Orsay: antiga gare repaginada!

 

Pois oitenta e nove quadros preciosos deste acervo estão no Rio de Janeiro, até 13 de janeiro de 2013, magistralmente instalados no Centro Cultural do Banco do Brasil, que conquistou o privilégio de exibi-los por ser, entre outros requisitos, o décimo sexto centro cultural mais visitado no mundo.

 

“O tocador de pífaro”, by Claude Manet: um dos carros- chefe do D’Orsay que estão visitando o Rio: me senti, como carioca, recebendo a Rainha da Inglaterra e sua corte!

 

Para conferi-lo, nosso BLOG  entrou na onda do “Viradão Impressionista”, apelido dado às 30 horas ininterruptas em que o CCBB abriu suas portas, no último fim-de-semana, por conta da mostra, e ficou de queixo caído: filas de dobrar quarteirão, all night long, todo mundo numa boa, sem lenço e sem documento, esperando a sua vez de constatar que Paris-est ici…

 

Fila assim às 00:30 de uma noite de sábado, só vi pra comprar entrada em final de campeonato… de futebol, bien sûre!

 

Portanto, não percam esta maravilhosa chance, neste feriadão, de começar com o pé direito suas andanças pela cidade mais glamurosa do planeta, se é que você já não andou por Paris: eu vou repetir a dose! BN

 

RAVE CULTURAL! Read More »

VANDA KLABIN e ANTONIO DIAS!

Os craques Antonio Dias e Vanda Klabin se encontram numa linda exposição, relatada abaixo pra vocês!

Hoje temos o privilégio e a honra de receber, de novo, a queridíssima Vanda Klabin, embaixatriz do BLOG no mundo das artes, pra nos contar novidades deste reino mais que encantado.

Para o meu particular deleite, e espero que pro de vocês também, o star da vez é um dos artistas brasileiros contemporâneos mais importantes, o “one and only” Antonio Dias. Vanda conta sobre a linda exposição de Dias, da qual ela foi curadora, que está na Galeria Athena Contemporânea, no Rio, até o final de outubro.

Imprimindo fotos sobre tela, a partir de originais de polaroide, o artista fez intervenções sobre a superfície das fotos impressas enquanto as revelava, no final dos anos 1980. Depois, digitalizou e o que veremos é o resultaldo, impactante, deste processo complicado e que me foi explicado pela comtetente Vanda. Leiam, vejam e curtam! BN 

VANDA KLABIN:
” A obra de Antonio Dias, vasta e complexa, se desenvolve  em um território de significações ambíguas, muitas vezes irônicas, repletas de inúmeras questões que permeiam os conceitos fundamentais do território plástico. Ao longo de décadas, ele trabalha com diversas linguagens artísticas, diferentes materiais e universos heterogêneos, em um ritmo  flexível e intenso de expansão e experimentações: pinturas, gravuras, obras sobre papel, discos, desenhos, objetos, fotografia, cinema, videos e instalações sonoras.

Residiu em diversas cidades e  estabeleceu diferentes ateliês, alguns permanentes, como no Rio de Janeiro, Milão, Paris e Colônia e outros transitórios, como no Nepal, Recife, Nova York e Berlim. Nesses deslocamentos constantes, estabeleceu pontos de contato com a produção local e a internacional e trouxe sempre à tona uma constelação de informações e referências dentro das quais sua obra  se movimenta, sempre impulsionada  pela necessidade irrequieta de explorar novos caminhos na sua produção.

A fotografia  passou a integrar a sua obra como um elemento substantivo, adquiriu uma potencialidade, um vocabulário e um universo próprio, dentro do seu trabalho. Nesses trabalhos percebemos  a reunião de dois recursos estéticos independentes: a captura do real, através de uma  câmera polaroide, e a transferência para a tela, onde são estabelecidas equivalências poéticas através desse quase olhar da câmera, na passagem para a tela.

Nessa fronteira entre a pintura e a fotografia, a série de polaroides permite uma anotação rápida, um registro transitório e requer uma outra frequência que se prolonga ao romper as estruturas que a separam da pintura gestual, criando um mistura de linguagens que alimenta a pulsão do olhar.

A captura  é o primeiro foco de atração:  parecem guardar uma imediaticidade da experiência, reter o singular. Explora a idéia do efêmero como passageiro, transitório. Na iminência de uma dissolução, ganha uma presença permanente. A obra sai da câmera para uma imersão cromática e se consolida em um outro  meios de expressão, originando trabalhos independentes e rematerializados um novo territórios geográfico. Francis Bacon mencionava que, para  ele, as fotografias não são somente ponto de referências, muitas vezes elas são detonadoras de idéias.

Antonio Dias revela uma relação  sensual com a matéria, dando  aos seus trabalhos uma espessura significativa  e um contorno  impreciso e ambíguo, elementos que estão sempre presentes e que são os componentes constitutivos  da sua poética: o lugar da arte e do artista, as associações entre texto e imagem, o uso da ironia como linguagem, as formas geométricas, as discussões sobre política, poder, sexo e  sedução.

Nas suas palavras: “Todo trabalho deve ser inteligente, mas é importante, ao mesmo tempo, colapsar o entendimento. Todo trabalho bom, realmente inventivo, vai contra a lógica e a razão”. Antonio Dias, jornal O Globo,10 setembro de 1985.” VANDA KLBIN

OBS: Todas as fotos postadas são da exposição e têm a autoria de Eduardo Masini!

VANDA MANGIA KLABIN
Tel   +55 (21) 2267-2662
Cel   +55 (21) 9986.9256
vklabin@terra.com.br

FICHA TÉCNICA:
GALERIA ATHENA CONTEMPORÂNEA:
Avenida Atlântica, 4240, lj 211 Copacabana, RJ

VANDA KLABIN e ANTONIO DIAS! Read More »

A POLIVALENTE ARTE DE RITA LESSA!

Biombo pintado como tema que escolhermos…

A maravilhosa “Arte Rio”, além de atualizar meus olhos e a minha emoção, no que se refere à produção artística proporcionou, também, alguns maravilhosos encontros, como o que tive com a sensacional artista plástica mineira, Rita Lessa.

Serviço americano simpatissíssimo!

Rápida como um pensamento, pois estava diante de um post vivo, pedi a ela que me contasse um pouquinho de sua trajetória e mostrasse a sua eclética arte, que vai de quadros maravilhosos a ítens divinos, de cama e mesa, para enfeitar as nossas casas. Divido esta preciosidade, com muita alegria, com vocês! BN

Almofadas super tropicais…

RITA LESSA:
“Comecei minha vida profissional, como ilustradora, aos 16 anos, sendo a mais jovem ilustradora do estado de Minas Gerais, à época, depois de ter feito Artes Plásticas e cursos livres em várias Escolas, no Brasil e no exterior, inclusive a bombada do Parque Lage, no Rio de Janeiro.

Lençol lindo de Rita, coleção bananeira, da linha “utilitária”!
 Há 20 anos, coloquei no mercado uma linha de trabalhos que chamo de UTILITÁRIOS: toalhas de mesa, jogos americanos, almofadas, roupa de cama, bolsas, sacolas, tapetes, etc… Devo te dizer que minhas peças correm o mundo, desde então.

 

As FOLHAS DE BANANEIRA são meu ítem “best seller”: grandes ou individuais, foram super premiadas e solicitadas por toda parte (será que estou sendo “overdósica?” BN: Lógico que não, você está sendo, apenas, realista!), um ícone no meu percurso!
Vejam que lindos estes porta-garrafas: jingle bells está a caminho!

Ao lado deste trabalho, mantenho minha produção de telas, permanentemente, trabalhando com vendas para galerias, lojas, público final.

Linda tela de Rita Lessa!
 Atendo a arquitetos por todo Brasil. Tive o privilégio de ter, em Cláudio Bernardes, um queridíssimo, um grande apoiador do meu trabalho.  Possuo uma casa/ loja/ pequena galeria, em Bichinho, cidadezinha a 6km de Tiradentes, para atender ao venerável público” RL

 

CONTATO:
TEL: 31 9952 9095
ritalessa1@yahoo.com.br

 

 

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

A POLIVALENTE ARTE DE RITA LESSA! Read More »