Este museu é absolutamente único e sensacional fica em Ouro Preto e apresenta a maior coleção do mundo de mini oratórios brasileiros.São 162 oratórios e 300 imagens dos sec XII ao XX quase tudo de Minas Gerais.
A linda casa onde se encontra instalado o museu foi onde Aleijadinho morou, e tudo isso 100 % doado pela grande e generosa colecionadora Angela Gutierrez, grande mecenas brasileira.
Se outros grandes empresários brasileiros tivessem este tipo de atitude, nossos museus seriam outros….
Programa imperdivel como dizia minha amada avó Annah Chagas….
Mais um post de nossa colaboradora Maria Teixeira de Mello!!
Tem pouco mais de um ano que vimos os lindos “kitten heels” by Valentino – apresentados na semana de moda parisiense do fall 2010 – chegarem às prateleiras das maisons do designer (e melhores lojas de departamento) espalhadas pelo mundo, rapidamente virando must haves em toda wish list. Você sabe de qual eu tô falando: o scarpin “slingback” *, de salto médio e bico fino, adornado com tachinhas de metal, em tiras que prendem no tornozelo – na minha opinião também, provavelmente a melhor criação da casa, desde que “Il Maestro” deixou seu atelier.
Este!
(Slingback é um sapato fechado na parte da frente, e aberto atrás no calcanhar. Aurélio Buarque de Holanda definitivamente não se “imortalizou” como fashionista, porque o termo não existe em português).
Mas voltando ao assunto, você viu os sapatitos na passarela e ficou esperando ansiosamente pelo outono, torcendo pra que eles chegassem logo às lojas… E valeu a espera. Finalmente lá estavam eles; na mão, tão incríveis quanto você se lembrava no desfile. Volto a dizer e frisar: na mão.
Afinal, quantas de nós, temos estatura física pra segurar um sapato médio-alto com 3 tiras envolvendo a canela? A não ser que seu nome seja Giovanna Battaglia, e você tenha um metro e meio de cambitos no lugar das pernas, você se olhou no espelho do provador, e não viu nenhuma semelhança, entre seu reflexo, e a modelo Joan Smalls, que levava tão bem os slingbacks no runway… Pelo menos foi isso que aconteceu comigo; e não precisou eu ser nenhuma expert em anatomia e proporção, pra entender porque fiquei mais baixa que um Smurf com perna roliça… Salto médio não alonga, nem afina a perna que nem salto alto (óbvio); e sapato de tira, corta a perna dando a ilusão de ter encurtado-a. Sapato de 3 tiras então, diminui a perna 3 vezes, alem de prender a circulação. Ou seja, eu tô agora com 1/3 de perna (que já não era comprida), inchada, roxa e dormente. Definitivamente o design da dupla Pier Paolo Piccioli e Maria Grazia Chiuri em nada favoreceu minha silhueta. Se você também foi desiludida por essa aventura fashion decepcionante, pode se reanimar.
Agora eles voltaram às vitrines, tão lindos (ou até mais) quanto antes, na versão salto alto com uma tira apenas (obaaa!! Já dá até pra sentir o movimento da minha articulação voltando). Coloridos, de couro, de verniz, de python, de onça, de renda… os sapatos têm tudo pra virarem um clássico com a cara da marca: têm estilo, personalidade, são lindos e agora ainda vestem bem… Bravissimo!
PS: os modelos “antigos” continuam existindo pras afortunadas; tanto o médio-alto, quanto os flats (os quais eu se quer mencionei anteriormente já que não “trabalho” com esse tipo de “calçado”). MTM
O Grand Vefour para mim é um dos top glamurosos restaurantes de Paris. A Praça do Palais Royal, onde fica o restaurante, é uma das mais bonitas de Paris e bem em frente ao Louvre. Que tal sentar-se na mesa que Napoleão jantava com Josephine ou na mesa que Jean Paul Sartre jantava com Simone de Beauvoir ou mesmo na mesa de Victor Hugo, Cocteau, Collete ou Maria Callas?
Este restaurante durante décadas foi o mais importante de Paris que seja na vida literária, política ou artística. Cada mesa tem uma placa gravada com o nome de quem jantava na mesa. É só escolher seu mito e reservar sua a mesa com antecedência; pode até ser online…