Bebel Bittencourt Niemeyer

FERNANDO DE NORONHA: A BELEZA QUE HIPNOTIZA!

Hoje visita nosso BLOG Adriana Beltrão, amiga querida, jornalista de mão cheia e olhos de lince pra o que é bom, nesta vida. E é, justamente, sobre um dos lugares mais maravilhosos da face da terra, que ela vem nos contar. Curtam muito! BN

FERNANDO DE NORONHA: A BELEZA QUE HIPNOTIZA!

“O arquipélago que pertence ao Estado de Pernambuco, apesar da fama de paraíso, nunca esteve na minha lista de “must go”. Porém, por insistência do meu marido, resolvi ceder e quebrar paradigmas.

Noronha é um lugar que vale a pena ser conhecido, mas é um destino para quem tem espírito de aventura.

Contarei aqui, rapidamente, os prós e os contras.

Em primeiro lugar, tratando-se de território nacional, não  é um lugar barato. Para se ter um ideia, paga-se por dia de permanência na ilha uma taxa de preservação ambiental no valor de R$ 43,20. A dica é pagar pela internet antes de ir, para não enfrentar fila ao chegar.

Embora seja um lugar deslumbrante, há várias limitações de infraestrutura. Ou seja, é necessário alguma porcentagem de aventura dentro de você, caro leitor! O bugre é um dos poucos veículos que resistem bravamente aos acessos às praias, que são, em sua maioria, repletas de pedras e estradas de terra.

Para se chegar à praia da Baía do Sancho, considerada a mais bela do Brasil, por exemplo, só há duas maneiras: de barco ou por meio de uma escada de ferro encravada no meio de uma fenda de pedras, que, caros amigos, definitivamente, não é para qualquer um não!

Em minha opinião, a melhor época para se ir a Noronha é  na baixa temporada, quando não se tem que  disputar  pousadas, aluguel de bugres e bons restaurantes- tudo isso muito mais caro na alta temporada- fora o clima bem mais ameno no outono.

Há pousadas das mais simples às mais sofisticadas, “a gosto do freguês”.

Muitos passeios e bares nas praias, por exemplo, só aceitam dinheiro ou cheque. Portanto, dinheiro na mão é fundamental. Há apenas duas agências por lá, uma no aeroporto e outra agência maior do Santander.

A Pousada Maravilha vale ao menos uma visita  pois a vista de frente para a Praia do Sueste é uma obra de arte da Natureza, e o tratamento é nota 10.

Outro point gastronômico que vale a pena é o Festival Gastronômico na Pousada do Zé Maria, que acontece  às quartas e aos sábados, mas, com reserva antecipada.

O belo visual que se tem por qualquer ponto da ilha transmite tanta tranquilidade quanto à segurança que se tem por lá. Em Noronha, o índice de violência  é zero e , frequentemente, a polícia pára quem transita pela segunda menor BR do país para que se apresente documento do veículo e carteira de habilitação.

Outro ponto positivo é a hospitalidade dos nativos. Se é bem-recebido onde quer se vá.

Para quem gosta de mergulho, 70% da beleza do lugar está debaixo d´agua. Basta procurar uma das duas companhias de mergulho e marcar um batismo, como  é chamado o primeiro mergulho. Para quem não é muito chegado, apenas o  snorkel já é o suficiente, pois a transparência das águas permite, perfeitamente, observar os diversos tipos da fauna marítima.

Enfim, é um paraíso que é nosso e vale conhecer ao mesmo uma vez!” Adriana Beltrão.

UM POUCO DO MUITO DE LINDO QUE ADRIANA VIU EM NORONHA! 

Este fundo do mar parece até de mentira, de tão lindo, não acham?!
Pôr do sol no " Faraglioni" brasileiro... Que lindo!

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LOOK DO DIA: BETINA DE LUCA!


Linda, Betina veste Chloé e calça Roger Vivier!

Betina de Luca é musa fashion sua, do nosso BLOG e da torcida do Flamengo. Mas também é uma profissional de mão cheia pois anda fazendo mundos e fundos no simpaticíssimo Fashion Mall, como Coordenadora do Marketing.

Outro dia encontrei-a. por lá, em plena atividade e linda de morrer, como mostro pra vocês. O Look do Dia é dela hoje! BN

Detalhe dos pés da Cinderela carioca!
Amei o conjunto: " Acervo pessoal" !

 

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SOUFFLÉ VALENTINO: TRÈS CHIC!

Os ingredientes fundamentais: queijo parmezão ralado em tiras, queijo Grana Padano e Penne mini!

Lendo um post delicioso de MP contando sobre os requintes do chalet, em Gstaad, do grande estilista  Valentino Garavani, que arrasa também como dono de casa, fiquei intrigada com a menção de um souflé de penne imperdível e inesquecível: resolvi fazê-lo, em casa, pra ver no quê que dava.

Depois que meu querido Doc, provador oficial dos meus testes gastronômicos, deu seu veredito “melhor souflé que já comi”, me animei em publicar, préviamente autorizada por MP, bien sûr: eis uma interpretação deslavada da receita do “Mestre Italiano” e meu muso forever. Acho que ele não se importaria, afinal já está mais que acostumado a ser mal copiado.

Vamos aos “finalmentes”:

SOUFLÉ DE PENNE

INGREDIENTES:
1 xícara de mini penne;
3 e 1/2 cebolas;
200 gramas de manteiga sem sal, da boa;
8 ovos;
150 gramas de queijo Grana Padano;
100 gramas de queijo parmezão ralado em tiras (usamos o da SanCor).

PREPARO:
– Cozinhe o mini penne, “ao dente”, e reserve;
– Ponha a cebola pra cozinhar, junto com a manteiga por 10 minutos. Bata no liquidificador  e reserve;
– Rale o Grana Padano e reserve;
– Bata as 8 gemas até formar um creme homogêneo e claro;
– Bata as 8 claras, até o ponto castelo, isto é, até que estejam firmes;
– Misture num recipiente o creme de cebolas, o creme de gemas, o queijo Grana Padano ralado e o mini penne cozido. Misture bem;
– Acrescente as claras batidas em ponto castelo, delicadamente, e acrescente, por cima de tudo, o queijo parmezão ralado “SanCor” (ou a marca que você preferir) também delicadamente, pra não afundar as claras;
– Ponha pra assar, num forno previamente aquecido, por 35 minutos.

Fiquem com as fotos de Sua Excelência, em vários ângulos! BN

Perfil!
Visão aérea!
Close up!

CLIQUE AQUI PARA O POST DE MP SOBRE O LINDO CHALET DE VG!

 

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RAYMUNDO CASTRO MAYA E A BRASILIANA DE CHICÔ GOUVÊA!

 

Castro Maya, by Portinari!

Os queridos Chicô Gouvêa e Paulo Reis lançam amanhã, dia 17 de maio de 2012, uma lindíssima exposição e coleção, baseadas no acervo do grande colecionador e mecenas-mor brasileiro, Raimundo de Castro Maia, sinônimo da verdadeira elegância e de um bom gosto inigualável para tudo que envolvesse arte.

Raymundo de Castro Maya e o arquiteto Chicô Gouvêa têm algo em comum: a paixão pelo Brasil, pelo Rio de Janeiro, por sua história e cultura. O primeiro se tornou um dos maiores colecionadores de arte brasileira; o segundo aplica este amor pela história da cidade em inúmeras peças da “Olhar o Brasil”. E os dois se encontram na exposição “Castro Maya – Um olhar”.

Chicô e Paulo Reis buscaram inspiração no imenso acervo de Castro Maya. Em especial na coleção “Brasiliana”, na coleção de azulejaria dos séculos XVII e XIX que adornam o Museu do Açude e até mesmo nos cartões de Natal, nos cardápios de jantares oferecidos pelo colecionador, com gravuras originais de vários artistas, e em antigos anúncios da famosa “Gordura de Coco Carioca”, fabricada pela “Cia. Carioca Industrial”, de Castro Maya.

Apenas rostos de mulheres, das gravuras de Debret, fazem parte da nova
coleção.Tudo isso está impresso na nova linha de almofadas, luminárias de teto e demesa, jogos americanos, bandejas e “coolers”.

Chicô nos explica o que veremos: “A idéia para esta coleção começou quando tivemos em nossas mãos os cartões e os menus com as gravuras,e das quais teremos alguns originais nesta exposição. Raymundo de Castro Maya está para o Rio como Peggy Guggenheim está para Veneza, Henry Frick para Nova Iorque ou os Nissim de Camondo para Paris”, finaliza o arquiteto.

Da coleção Braziliana, Chicô utilizou desenhos de Debret – de quem Castro
Maya adquiriu 490 aquarelas e 61 desenhos – apenas com rostos de mulheres, e
uma série de pinturas a óleo do século XIX de viajantes europeus como
Rugendas, Chamberlain e Taunay. A azulejaria (presente no “Museu do Açude” em
painéis franceses, holandeses, espanhóis e sobretudo portugueses, dos
séculos XVII ao XIX), também faz parte da coleção “Castro Maya – Um olhar”,
bem como as pinhas de Santo Antonio do Porto, que ornamentam o museu. “Tudo
isso será mostrado por nós em peças criadas a partir deste grande acervo”,
finaliza o arquiteto.

Pra acabarmos, em grande estilo, fiquem com o depoimento da diretora dos “Museus Castro Maya, a competente Vera de Andrade, sobre a mostra:

“É com muita alegria e emoção que os “Museus Castro Maya” se incorporam à
iniciativa de Chicô Gouvêa em homenagear Castro Maya, através desta
exposição em sua loja. Os menus e cartões que serviram para convidar ou
cumprimentar amigos naquela ocasião servem hoje para agregar pessoas em
torno de qualidades comuns ao anfitrião de ontem e ao de hoje: requinte, bom
gosto, prazer em receber e apreciar a boa mesa. Sem falar na paixão pelo
Rio, pano de fundo das ações que moveram Raymundo e hoje inspiram Chicô”.

Amanhã vou estar lá, rente que nem pão quente! BN

RUA GARCIA D’ÁVILA 196, IPANEMA!

Uma das lindas mulheres de Debret que Chicô estampará nas suas preciosas almofadas!
Uma pinha que também estampará almofadas!

 

 

 

 

 

 

 

 


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