Bebel Bittencourt Niemeyer

UM RESTAURANTE CHARMOSÉRRIMO EM TIRADENTES!

O resumo da ópera, por Frei Beto!

Este post me foi inspirado pela recente viagem à Tiradentes de uma queridíssima “Sobrinha do Dia”, a adorável Carol Klien.

A queridíssima Carol klien: inspiração!

Estamos em plenas férias de julho e o friozinho, pelo menos aqui no Rio, ainda não deu as caras. Que tal partirmos para outras praias, ou melhor, lugares aonde você possa por o seu queixo pra bater, as suas lãs para passear e proporcionar à “patroa” um fim-de-semana pra lá de romântico, como ela tanto merece…

A fachada do Tragaluz, num casarão centenário, te convidando para uma noite inesquecível!

Sugiro, sem hesitar, a linda Tiradentes, pequena jóia do barroco brasileiro, uma cidade sofisticada e genuína, que prova que tradição e bom gosto precisam dar as mãos.

Um recanto do Tragaluz.

Como nada é melhor que o estômago, para remover montanhas, pretendo te tirar de casa contando sobre uma das atrações da antiga Vila de São José do Rio das Mortes: o encantador Tragaluz, aonde bebe-se bem, come-se melhor ainda e impossível sair-se de lá sem roubar, ao menos, um beijinho!

Panorâmica: olhem que delícia de lugar!

O ambiente aconchegante e sofisticado do restaurante tem a luz de velas como marca registrada e detalhes inesquecíveis pra você levar para casa. Como a original apresentação do cardápio, que mais parece um livro de cordel, ilustrado por desenhos de crianças: é uma verdadeira graça.

Uma das páginas do divertido cardápio: a do meu prato principal!

A voz do povo é a minha sentença, portanto escolhi para comer o carro-chefe da casa, uma galinha d’angola deliciosa, acompanhada por raviolis de abóbora: de comer rezando. Para coroar, a melhor goiabada com queijo que conheço: cascão, ela vem grelhada e coberta por uma crosta de castanha de caju mais duas grandes companhias, a calda de Catupiry e o sorvete de goiaba “home made”. Às favas as calorias ou não tenho os craques César Parcias e Ivan Moreira para aplacarem as minhas culpas gastronômicas.

A cantada em prosa e verso “galinha d’angola à Tragaluz: di-vi-na!

Portanto, não deixe pra amanhã o que você pode fazer agora: passe a mão no telefone e reserve um fim de semana na elegante pousada Solar da Ponte, com direito à Tragaluz e muito mais. Eu recomendo… BN 

Eis o mais incrementado “Romeo e Julieta” que conheço!

CONTATO:
RUA DIREITA, 52, TIRADENTES
Tel: 32 3355 1424
Fechado às terças-feiras.

Clique aqui para outro post sobre Tiradentes!

Deixo vocês com subida para a linda Matriz de Tiradentes!

 

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APRENDA A COLORIR A SUA VIDA!

Minha amada “Sobrinha do dia” Isabela Valente, cuja cultura fashion é imbatível, volta ao nosso BLOG para contar sobre um super curso que fez recentemente! Amei seu relato! BN

ISABELA VALENTE:  ” Que cor de roupa você deve usar num dia em que está esgotada? Verde! E naqueles momentos em que não está pra muitos amigos? Roxo! O laranja é bom para ficar mais sociável. O amarelo, quando precisar de foco. O azul para relaxar a mente… E por aí vai o circulo cromático da consultora de moda Cris Pinheiro Guimarães, que tem reunido muita gente bacana em sua charmosa casa no Jardim Botânico para o curso de Harmonia das Cores.

Cris era advogada bem sucedida e, depois de tirar um ano sabático para cuidar dos filhos pequenos, começou a estudar as cores, com seus significados e combinações . A técnica é a mesma da pintura. E no meio de uma aula com araras repletas de roupas, formando um arco-íris, ela cita Kandinski, Caravaggio, Mondrian…

Ao longo de duas horas de papo, Cris vai explicando ao grupo a melhor maneira de combinar as cores, em seus diferentes tons, de forma harmoniosa. Dá até pra juntar amarelo, azul e vermelho num look só, acredita? E fica ótimo. ( BN: Lembrei do vestido ícone Mondrian, do YSL, como um maravilhoso exemplo que esta combinação).

Para terminar, um lanchinho multicolor delicioso com panelinhas de brigadeiro branco e raspas de limão. Cada aluna leva pra casa a sua pasta com material didático e um círculo cromático, que passa a ser extremamente necessário. Porque a vontade, a partir dali, é de rever os conceitos do armário inteiro”. IV

CONTATO DA CRIS PG:
TEL: 21 9808 6136

A linda Professora Cris Pinheiro Guimarães em ação…
O “lanchinho” da hora do recreio também vai na onda multicolorida! lin-do

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BATATA FASHION!

Olhem que linda a cor desta batata! Como Jassica Rabit “it was drawn like that!”.

Depois que AC nos deu uma maravilhosa aula sobre Yves Klein e seu azul, conto uma receita deliciosa, pra combinar…

Porque nada mais antenada que a própria natureza, que já surfa esta onda “hace mucho”. Você não sabia? nem eu, até que uma querida amiga voltou de Miami e me contou sobre a “Salada Niçoise” que comeu por lá, feita com batatas azul Klein: sim, elas existem de fato e de direito, naturalmente.

As batatas Blu peruanas vendidas numa banca de legumes em Roma…

Da família das inglesas, por isto não são doces nem sequer adocicadas, estas batatas Blu, originárias do Peru, são vendias mundo afora, como em Roma e Oslo, cidades em que minha amiga morou e se fartou de comê-las. Nossa atualizada gastronomia anda comendo mosca ou eu estou desatualizada, já que nunca as vi por aqui 🙁

Vamos à receita de Salada Niçoise, com ou sem as Blu!

Uauuuu quelle beauté!

1- SALADA NIÇOISE:

INGREDIENTES:
(para 6 pessoas)

– 5 ovos;
– 1 alface;
– 1 manjericão de folhas gigantes e verdes;
– 1 alface americana pequena;
– 1 rúcula selvagem;
– 1 caixa de flor para salada;
– 8 tomates;
– 6 batatas Blu ou inglesa fatiadas;
– 6 filés de anchova;
– 1 talo de cebolinha;
– 4 fundos de alcachofra;
– 1 limão;
– 1 lata de atum em óleo ou ao natural;
– 1/2 copo de vinagrete (darei a receita no final), com azeite.

PREPARO:

– Prepare os ovos cozidos;
– Laves as folhas e os tomates, cortando-os em rodelas;
– Escorra o óleo das anchovas (e dessalgue-as em água corrente) e do atum;
– Esprema o suco de limão sobre os fundos de alcachofra e corte-os em fatias;
– Descasque os ovos cozidos e corte-os também em rodelas.
– Em uma saladeira, disponha em camadas as folhas, as batatas, os tomates, os fundos de alcachofra, os ovos fatiados, o atum, o talo da cebolinha picado, a anchova e cubra com o vinagrete. Continue a montar as camadas até terminar os ingredientes e vai regando com o molho.
– Decore com flor para salada.

2- VINAGRETE:

INGREDIENTES:

– 3 colheres de sopa de vinagre do bom ou suco de limão;
– 2 pitadas de sal;
– 9 colheres de azeite extra virgem muito bom;
– Pimenta do reino com moedor.

PREPARO: 

– Em uma vasilha, misture o vinagre (ou limão) e o sal, até que este se dissolva. Adicione o azeite e moa a pimenta do reino, na hora e a gosto.
– Obs1: Pode-se substituir o vinagrete ou limão por suco de laranja pera e o azeite por creme de leite;
– Obs 2: Vinagrete com mostarda: misture ao vinagre ou ao suco de limão 1 colher rasa de mostarda Dijon. Depois, proceda como na receita do vinagrete.

DICA: Pra quem as tem em casa, elas também são chiquérrimas, em forma de purê, vejam na foto! BN 

Imagina este lindo purê acompanhando o salmon grelhado: é “color block” gastronômico!

 

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TURQUIA VERBO INTRANSITIVO 4: A MARAVILHOSA ISTAMBUL!

Principais pontos turísticos estão no mapa da cidade, na parte européia!

“Pensei, diante da inesquecível visão da antiga Constantinopla, majestosa e exibindo-se, sem pudor, diante de todos os forasteiros que chegam: só ela ficará para sempre, suntuosa e serena, languidamente pousada, juntando e separando dois mundos”. Assim descrevi minha entrada navegante, em Istambul… Vejam! BN

A visão da cidade, na entrada do Bósforo!

Chegamos, finalmente, ao umbigo do mundo, à grande encruzilhada da face da terra ou qualquer outra metáfora que signifique o maior dos encontros: sim, Istambul simboliza convergência como ninguém!

Ela é múltipla da ponta da cabeça aos dedos do pé, indescritível e indefinível. É Europa e Ásia, começo e fim, chegada e partida, velha e moderna mas, sobretudo, é ação: tudo lá está em movimento, exalando uma energia contagiante.

Um cruzamento da cidade que não pára!

Dito isto, comecemos a desvendá-la: as minhas duas estadas foram por cinco dias, procurei que os passeios tivessem uma certa cronologia e que um guia nos ajudasse, ele faz a maior diferença. Tive o privilégio de ser conduzida pelo senhor Silvyo Benbassat, um homem cultíssimo e cultivado, que ama a sua terra e sabe mostrá-la como ninguém.

Seguimos um roteiro básico, que conto pra vocês:

– Primeiro dia:
Antes de qualquer providência, faça um cruzeiro de reconhecimento, pelo Bósforo num dos “bateau mouche” que saem sem parar.

Eu sei que é mega turística esta dica, mas afinal o que somos por lá?! Pode-se alugar um barco, pro mais chics!

Acabada a função aguática, almoce na beira do mar, em um daqueles restaurantezinhos do mercado de peixes: é divino.

Lugar delicioso pra se comer, num mercado de peixe!

Depois, trate de fazer um “sightseeing” minucioso, de preferência com o guia e de carro. É fundamental entendermos a planta e o jeito da cidade, suas grandezas e mazelas, sua cadência e decadência, para entrarmos no clima. Rode, mas rode mesmo. O plano B pode ser um daqueles simpaticíssimos ônibus especializados em mostrar as cidades.

Estes ônibus batem um bolão…

Finalizando o dia, não deixe de subir na torre de Gálata: lá  de cima, você vê Istambul, “at a glance” e entende o emblemático “Chifre de Ouro” e sua complicada geografia.

A torre de Gálata, ao entardecer: vista linda lá de cima!

Segundo dia:
Concentre-se na parte bizantina da cidade, visitando o bairro de Sultanahmet a pé. Ele certamente encherá os seus olhos, pois aí só tem cacique. Então, vejamos:
A Basílica de Santa Sofia, bonita mas não me impactou como imaginei. Sobrou muito pouco do seu antigo esplendor.

Eis a basílica mais famosa do mundo: Santa Sofia!

Em compensação, a Cisterna é deslumbrante e tira, literalmente, o nosso fôlego. Especialmente, pra quem não conhece a Catedral de Córdoba, que é da mesma família arquitetônica.

Sua majestade a cisterna de Istambul e seu coqueiral de colunas: outra mais linda não há!

É obrigatório passar pelo que restou do hipódromo (os lindos cavalos da Catedral estonteante de Veneza vieram daí), no seu caminho para a Mesquita Azul. 

É seu interior azul que dá nome à mesquita: ela é posterior à era bizantina.

Acabado o tour, perca-se pelas redondezas e finalise sua andança com um drink no Hotel Four Seasons do bairro, que é lindamente instalado numa antiga cadeia.

Olhem que romântico o bar do Four Seasons, de cara pro gol!

Terceiro dia:
Visite o bairro Ponto Serralho, também a pé, e se deslumbre com o maravilhoso Palácio Topkapi, disparado o que mais gostei, da era otomana. Seu harém e as dependências de cozinha, com requintes impensáveis pra época, surpreendem. Sem falar na  estonteante sala do tesouro: cada pedregulho que deixa boquiaberto até quem não gosta de jóia.

O  Palácio Topkapi, cheio de histórias pra te contar!

Depois, vá conhecer uma das casas mais tradicionais para o famoso “banho turco”, o emblemático “Banho de Cagaloglu”, um dos mais suntuosos da cidade: fica nas cercanias do palácio. Se quiser, poderá receber uma completa aula sobre o assunto e, quem sabe, você não se anima e deixa uma seção agendada…

A porta para um dos paraísos turcos: O Haman de Cagaloglu!

Acabe o seu dia tomando um suntuoso chá, no deslumbrante Hotel Ciragan: é um must!

A beleza do palácio aonde está instalado o hotel Ciragan Palace.

Quarto dia: 
Hoje vamos às compras… pois é dia de conhecermos o bombado Grand Bazaar, o Bazar de Especiarias e a genuina Rua Pera. Nada pra recomendar, além do sábio conselho do Zeca Pagodinho: nos três lugares, deixe a vida te levar!

O animadíssimo Grand Bazaar de Istambul: templo do consumo local!
Detalhe de uma banca de especiarias no Bazaar epecializado: show!
A rua Pera: a mais genuína e animada da cidade!

– Quinto dia:
Reserve a manhã pra visitar outros dois bonitos palácios da época otomana: o Dolmabahçe e o Beylerbeyi, que correspondem plenamente ao que imaginamos ser a estética dos sultões.

Palácio Dolmabahçe substituiu o Topkapi, como sede administrativa do sultanato de Istambul: visual nababesco e gosto duvidoso…
Beylerbeyi é o palácio de verão do sultanato, à partir da segunda metade do século XIX: opulência à toda prova!

E, como ninguém é de ferro, feche sua maravilhosa estada, nesta cidade de sonho, com o maior relaxante local: vá a um haman ou banho turco, um “procedimento” que mistura massagem com purificação corporal e da alma, por consequência.

Dos endereços ocidentalizados, o do Hotel Four Seasons, do Bósforo, é o mais recomendado. Mas existem outros, muito mais divertidos, pelas ruas da cidade. Informe-se e vá sem susto, são maravilhosos e genuínos!

O haman do Four Seasons: só tem no hotel do Bósforo!
O Haman Çemberitas, construído no século XVI bomba com competência até hoje!

Quanto ao quesito hotel, nas duas vezes que estive por lá, me hospedei na cadeia Four Seasons. Com as amigas, fiquei no de Sultanahmet, bem instaladíssimo numa antiga cadeia. Prédio lindo, vista do meu quarto pra Santa Sofia, tudo sensacional.

O pátio interno do deslumbrante hotel Four Seasons de Sultanahmet!
O palácio que abriga o Four Seasons do Bósforo!

Mas aqui entre nós, nada se compara à visão do Bósforo que o meu segundo quarto exibia: virei uma Carolina turca, pendurada na janela vendo, de camarote, a vida navegar na mais famosa avenida aquática da face da terra. Se puder, não titubeie, hospede-se à beira do mar!

A animada orla de Istambul, onde tudo acontece!

Termino com uma grande notícia, é facílimo andar, a pé, em Istambul e uma delícia. Sua via costeira segue alinhando os bairros, cada um com uma referência que praticamente exclui erro de rota. Alem do mais o engarrafamento na cidade é tal, que você acaba ganhando em tempo, beleza e saúde nas suas caminhadas. BN

Deixo vocês com a mágica Ponte do Bósforo, a única que une dois continentes em uma noite de lua cheia…

CONTATO do guía Silvyo Benbassat: TEL: +90 212 296 3072/73
CEL: +90 542 213 37 67

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