Tem coisa mais convidativa que uma banca de frutas fresquinhas e suculentas?!
Pra mim, não tem programa gastronômico melhor do que flanar, em feira de rua. Toda quinta, por exemplo, bato o meu ponto na que fica em frente à minha ginástica, EM PLENO LEBLON, e me divirto a valer.
Não sei se é psicológico, mas acho tudo mais fresco e de melhor qualidade. Noves fora a beleza das barracas, como são bem produzidas, com perfeição de malabarista, um colírio para os olhos.
A barraca de biscoitos montada na feira… Delícia!A variadíssima banca de biscoitos do Hortifruti!
Dentre tantas, uma atração, em especial, deixa o meu estômago doidinho: a banca de biscoitos e seus mil e um sabores, sem os quais não vivo. Tem coisa melhor que um deles, com um cafezinho, a qualquer hora do dia?! Mas quando a pressa da vida nos afasta deste laser imperdível, tenho um plano B que também é bem bom: a similar do Hortifruti, que também bate um bolão. Vejam nas fotos! BN
PRA VOCÊS FICAREM COM ÁGUA NA BOCA!
Escolhi esta tentação para ser o representante da ala salgada desta turma nota 10!
Eis a Divã, num momento relax, pois tive o privilégio de também vê-los ensaiar: aí você vivencia a harmonia do grupo!
Este post conta uma história linda de amor e paz, já que um não existe sem o outro.
Na minha semana musical, em Salzburg, vi apresentar-se o top da música clássica atual. Mas o espetáculo que mais me emocionou foi, sem a menor dúvida, a performance de uma jovem orquestra que talvez ainda não tenha a mais apurada técnica ou os maiores nomes. Mas isto é o de menos, em se tratando da WEST-EASTERNDIVAN ORCHESTRA.
O passe-partout que me deu direito a entrar no ensaio e nas partes reservadas dos teatros: são como passaportes de “adesão” , ao grupo de patronos, que fazem o Festival acontecer. ” Aderindo”, a sua contribuição ajuda na sua realização!
Saída do coração de um dos mais talentosos maestros em atividade, o maravilhoso “hermano” Daniel Barenboim, a DIVAN nasceu, do acaso, e tornou-se uma bandeira viva de fé e esperança. Tive o privilégio de assistir ao seu ensaio, pela manhã, e atuação à noite: que show vê-los, como num tubo de laboratório, agindo e interagindo, desenvoltura perfeita em torno do comando, quase paternal, de seu regente. Achei-me diante da mais verdadeira harmonia!
Como Atena, que nasceu de uma dor de cabeça de Zeus, a Divã saiu de uma inspiração da cabeça de Daniel Barenboim. Na foto, com o spalla da Filarmônica de Berlim: as estrelas musicais adoram participar das apresentações deste timaço!
Sua trajetória começa quando Weimar, cidade alemã e patrimônio da humanidade, foi escolhida, em 1999, como capital cultural da Europa e Barenboim tornou-se o curador das atividades musicais. Entre outras providências, criou um curso para jovens instrumentistas que quisessem aprender a atuar em orquestra. Surpreso com a enorme quantidade de árabes inscritos, pediu ajuda ao amigo Edward Said e juntou-os, com a mesma quantidade de aprendizes judeus, para formar um grupo musical impensável, até então. Este encontro, abençoado, proporcionou a convivência de moços e moças cujos destinos talvez jamais se cruzassem, nos intervalos dos ensaios, durante as refeições e na hora do lazer sendo que, o principal, foi fazê-los “encontrar um espaço onde fosse possível produzir HARMONIA“, como tão bem definiu meu guru, Rafael Fonseca.
Outro ângulo do ensaio!
A experiência foi um tal sucesso que a orquestra tornou-se permanente e é uma emoção vê-los atuar: arrumada aos pares, há sempre um judeu sentado ao lado de um árabe, em equilíbrio numérico perfeito e emocional também: impossível não ser tocado pela vibração das notas e astral que eles emanam.
O spalla da Divan, Michael Barenboim, filho do regente, no ensaio matinal: chiquérrimo!Barenboim instruindo seus comandados!
A última barreira a ser transposta, no caminho deste grupo divino, foi a territorial. Como a geografia original era complicada, a cidade de Sevilha acolheu-os, oferecendo sede e passaporte espanhol para todos. Um final mais do que feliz, pra combinar com a tradição andaluz de incentivar e promover a tolerância religiosa, desde a época do reino de Granada, quando todos coabitaram em seu território, felizes e em paz.
Rafael Fonseca e Claudia Nogarotto no ensaio da Divan!
Volto a Rafael Fonseca, mestre que me introduziu ao culto da Divan e, não contente, ainda levou-me para ouví-la, dissertando sobre a palavra divã: “Este nome é pleno em significados: primeiro, foi o título de uma coletânea (Divan) de poemas orientais reunidos por Goethe; divan também era como chamavam a “Sala do Conselho”, na época do império turco e, por uso, passaram a serem chamadas, assim, as salas das casas, em algumas regiões árabes. Daí o nome daquele sofá, que depois Freud adotou, em seu consultório. Era Baremboim colocando árabes e judeus no divã”. BN
LOOKS DOS MÚSICOS!
A orquestra Divan deixando o teatro, depois do ensaio!
O GRAN FINALE, QUE RESUME ESTA ÓPERA:
Esta fofa, filha de membros da orquestra, que assistia com conforto ao ensaio, começa a chorar…A orquestra interrompe o ensaio, numa boa, para que a mãe, esta linda violinista, possa acudir sua baby.Mãe e filha, depois do ensaio: final feliz!
No fim-de-semana é de lei pegar um cineminha, pelo menos aqui em casa. E sempre paira sobre nós a dúvida do que ver, pois o tempo é curto e as ofertas muitas… Se você estiver no mesmo barco, tenho duas boas sugestões pra distrair o seu domingo. Mas compre logo as entradas, pois ambos os filmes estão com casa cheia.
Filmes sobre corações partidos e… religados, ou não somos os últimos românticos?!
Pensei em indicar esta dupla, pois de alguma forma suas histórias se cruzam e são prato cheio para nós mulheres, que amamos o tema “discutir a relação”: falam de dois casamentos à beira do abismo que são reinventados por seus protagonistas…
Meninos, não fiquem arredios, pois vocês também vão se reconhecer na “telona”.
Juliette Binoche e Mathieu Kassovitz: lindos, charmosérrimos e se reapaixonando… Tudo isso em Paris!
O primeiro é o francês “A Vida De Outra Mulher”, que fui ver animada por sua procedência francesa e pela protagonista que amo, Juliette Binoche, já que as críticas não eram efusivas.
Ao chegar no cinema, encontro outro muso, Edney Silvestre, que também estava lá atrás de Juliette: a Elizabeth Taylor francesa, segundo ele, igualmente linda, talentosa e malancólica. Adorei sua definição, já adotei.
O filme é uma boa surpresa, sustentado por diálogos maravilhosos e uma trama em que a personagem central e platéia, cúmplices graças ao carisma de Binoche, vão viver juntos uma história de amor que já terminou.
Só a vista do apartamento do casal, já vale o seu ingresso!
Em “Um Divã Para Dois”, o trio que arrasa: Tommy Lee Jones, a diva mor Maryl Streep, o casal em crise, e o psi bombado Steve Carell (de costas)!
Já em “Um Divã Para Dois”, o desencontro é de um casal americano típico, destes que você nunca espera viver uma história tão fora do aparente contexto dos dois.
Assolados pelo tédio de um casamento, que se arrasta há 31 anos e a consequente crise sexual típica dos casais de meia idade, ou não, Kay e Arnold, vividos divinamente por Meryl Streep e Tommy Lee Jones, decidem atravessar meio país para discutirem sua infeliz convivência com um renomado psicanalista, especializado em casamentos falidos.
Fazendo graça, com muita graça e no tom perfeito, o filme desvenda um assunto delicado com a clareza e sutileza necessárias para evitar a superficialidade.
Termino com capítulo à parte Meryl Streep, que do alto de seus 63 anos de talento pra dar e vender e o lindo rosto mostrando que o tempo não para, põe por terra a teoria de que só há bons papéis para as mocinhas: da “Dama de Ferro” Margaret Thatcher à Kay Soames, ela é sempre um show! Vale sempre o seu ingresso! BN
Professor Ivan Moreira, craque na Educação Física, vai arrasar também nas comidinhas e bebidinhas!
Este post é sobre duas pessoas que moram na área VIP dos nossos corações, aqui no BLOG, eum empreendimento delicioso…
A beleza e o charme de Lucia Moura, que é formada em hotelaria, e também uma super gourmand e gourmet: esta dupla vai arrebentar!
Falo da nossa “sobrinha do dia, mês e ano”, Lulu Moura, e nosso mestre de gym, Ivan Moreira, dois queridíssimos, alto astral e pra lá de competentes, que resolveram reunir seus inúmeros predicados e conceberam o KIWI, um pioneiro bar de sucos gourmet, com a melhor das localizações: bem na entrada da Proforma, Unidade 2, justamente aonde malhamos: chamo isto de sena acumulada!
No cardápio, comidinhas ligeiras e saudáveis tipo sanduiches divinos e lights com pães artesanais à la carte, sushis e sashimis maravilhosos, saladinhas e saladonas para um almoço delicioso, se acompanhadas de uma belíssima quiche.
A fome é pouca? melhor ainda. Montes de salgadinhos do bem tipo folhados, pastel de forno, pães de queijo, vão ser servidos quentinhos, “all day long”… ai já estou louca pra experimentar…
Todas estas maravilhas podem ser regadas pelos sucos mais incríveis, cafezinho, chás divinos ou até mesmo uma cervejinha, que ninguém é de ferro. Depois dessa, acho que vou me mudar, de vez, pra academia!
Pensando que é soft opening? Imagina… Temos inauguração “comme il faut”, neste sábado, dia primeiro de setembro, das 17 às 21 horas, com direito a DJ Alex, que arrebenta, bar de caipirinha e o melhor papo do pedaço! Eu vou rente que nem os pães quentes e deliciosos da KIWI! BN