2016

DICAS DE CREMES MARAVILHOSOS: VALE A PENA VER DE NOVO

Queridas, tudo que descubro adoro passar para vocês e recentemente descobri dois cremes que não posso deixar de dar a dica…

Estava indo para Grécia onde ia tomar muito sol, e me indicaram este creme para não manchar a pele,  para ser usado antes do protetor, tipo creme diário, e sabe que funcionou… tomei um sol louco e minha pele não ficou nada manchada! Passava diariamente antes de ir para praia e realmente adorei! Trata se de uma creme vendido em farmácia francesa ou na Amazon, é da marca ‘DELAROM” é o “SERUM INFINI WHITE” aux 5 plantes éclaircissantes, toutes peaux à sensibles.

 

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E o outro é a base mais natural que já usei na vida, e se chama “AMORE PACIFIC”, ADORO, trata-se de uma base que você fica muito linda, e parece que está realmente de cara lavada.

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E MARAVILHOOOOOOSA e imperdível!

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VALE VER DE NOVO: VIVA MÉXICO, parte2!

 

Vejam o passo a passo do meu roteiro mexicano!

Vejam o passo a passo do meu roteiro mexicano!

 

Como contei pra vocês, em Viva México, parte 1, são tantos os atrativos por lá que é missão quase impossível conhecer o país em 15 dias (aí incluídas a ida e volta). Portanto, usando os conselhos maravilhosos de meus queridos Alice e Bob Médici, mais dicas preciosas de amigos, leituras preliminares e meu precioso “Guia da Folha”, montei um roteiro tipo caleidoscópio do divino país pra, quem sabe um dia, volver e conhecer o muito que ficou pra traz. Vejam por onde andamos!

 

Com as meninas, chez Frida Kahlo, na Cidade do México.

Com as meninas, na Cidade do México, chez Frida Kahlo.

 

– CIDADE DO MÉXICO: 4 dias
Dia 1: Museu Nacional de Antropologia.
Considerado um dos mais incríveis museus do gênero no mundo, e é… Obrigatória a visita antes de qualquer passeio pois, além de todas as preciosidades expostas, ele simula o aspecto das principais cidades pré colombianas e seus habitantes. Necessário meio dia para conhecê-lo.
Dia 2: Dedicado aos Astecas e cia.
Pela manhã, visitamos as monumentais ruínas de Teotihuacán, cidade fundada por povo que não se sabe a origem. Suas pirâmides são de tirar o fôlego, aliás como todo o resto. Passeio nota mil.
À tarde, fomos conhecer Zócalo, a praça principal da cidade do México. Localizada onde era Tenochtitlán, a capital Asteca, hoje pontificam os prédios feitos pelos espanhóis. De seus antigos moradores restou fragmentos do Templo Mayor… Confesso que senti um aperto no coração ao realizar o nada que restou de suas antigos habitantes.
Dia 3: Dedicado aos esplendorosos Muralistas.
Movimento que correspondeu à nossa Semana de Arte Moderna, o Movimento Muralista é tão forte que até hoje provoca emoções nacionalista inclusive em quem não deveria, como eu. Senti muito orgulho da maravilhosa história daquele povo ao constata-la nas paredes pintadas pelos gênios Orozco, Tamayo, Siqueiros e o meu preferido, Rivera.
Os prédios que visitamos: Antiguo Colegio de San Ildefonso (Orozco), Palácio Nacional (Rivera), Secretaria de Educacíon Pública (Rivera), Museo Mural Diego Rivera e o deslumbrante Palacio de Bellas Artes (Orozco, Tamayo, Siqueiros e Rivera).
Dia 4: Frida Kahlo e muito mais.
Fomos bem cedo (antes que entupisse) pra linda Casa Azul, onde morou a musa mor do México. De lá direto para o Museu Estudio Diego Rivera (a cerca viva que o delimita é demais) e depois para o Museo Dolores Olmedo Patiño, namorada de Rivera, que detém a maior coleção particular de obras do pintor e também de Frida, noves fora o palacete lindo que o abriga, cercado de jardins.
Como era sábado, a pausa para almoço foi feita no divino Bazar de Sábado, em San Angel. Bom para compras e para comer também, com mil lugares charmosos, ao som de mariachis, uma alegria só!
À tarde fomos conhecer os museus Soumaya (Made by Carlos Slim) e Júmex (Maior coleção privada de arte contemporânea da América latina), que ficam na mesma Plaza Carso, duelando suas belezas: difícil dizer quem vence. Ah, valem muito a sua visita!

 

A linda catedral de San Miguel de Allende, a cidade em tons de rosa.

A linda catedral de San Miguel de Allende, a cidade em tons de rosa.

 

-SAN MIGUEL DE ALLENDE: 2 dias
Dia 5: Região Colonial.
Acordamos com as galinhas e seguimos de carro, mais motorista (fundamental) e guia (dispensável), para a linda Região Colonial, no centro do México, que guarda cidades charmosérrimas e super bem cuidadas, construídas no período sob domínio espanhol. Como só dispúnhamos de dois dias, escolhi passarmos o dia flanando na linda em tons de rosa San Miguel de Allende, onde também dormimos.
Dia 6: Região Colonial.
Visitamos Querétaro e Guanajuato, pérolas da região, e rumamos para o aeroporto da cidade do México, onde embarcamos, à noite, para Mérida.
(Obs: Confesso que esta etapa ficou muito corrida. Por isso, conselho a aumentá-la em um dia. Assim, passem todo o dia em Querétaro, que foi capital na época da invasão americana e guarda muitas preciosidades da história do país. À tardinha, siga para dormir na deslumbrante Guanajuato onde passarão o dia seguinte. Pegue o avião, como fizemos, à noite para Mérida.)

 

Flanando em Mérida.

Flachada em Mérida.

 

MÉRIDA: 2 dias.
Dia 7: Mérida.
Capital da peninsula de Yucatán, a cidade de Mérida foi escolhida para nosso pouso pois  viabilizava nossa visita a dois dos principais sítios arqueológicos maia: Uxmal e Chichén Itzá. Depois tornou-se mais que isto pois ela própria guarda lembranças muito interessantes do seu apogeu durante o ciclo do sisal, no começo do século XX. Noves fora o lindo hotel onde ficamos, instalado numa deslumbrante “hacienda” do século XVIII: luxo só!
Mas voltando aos maias, dedicamos este dia para conhecer Uxmal, deslumbrante e misteriosa, que há 14 séculos impressiona seus visitantes pela sofisticação arquitetônica e escassez de explicações sobre seu passado. Talvez o sítio que mais gostamos.
Na volta, demos um rolé Passeo Montejo, uma larga avenida que abriga suntuosas casas do ciclo do sisal. Pra terminar o dia, fomos à Hacienda Yascopoil, cercada por plantões de henequém cuja sede é hoje um interessante museu que retrata a vida nas haciendas. Um must go!
Dia 8: Mérida/Tulum
Seguimos para Tulum, a bola da vez na badalada Riviera Maia e, no caminho, paramos pra conhecer a mais famosa das cidades maias. Chichén itzá, enorme e esplendorosa,esconde-se no meio de uma densa floresta com vegetação de cerrado e levamos um susto ao avistá-la: Por estas e outras ela é uma das sete maravilhas do mundo moderno, na divina cia de nosso Redentor!
Chegamos em Tulum para um lindo pôr do sol.

 

De verdade, nunca ví um mar como este de Praia del Carmen: unforgettable!

De verdade, nunca ví um mar como este de Praia del Carmen: unforgettable!

 

TULUM:
Dias 9, 10, 11 e 12:
Tulum e cia.
A única exigência das meninas, neste périplo mexicano, era conhecerem Tulum. Como imaginei que a viagem teria um ritmo puxado, deixei-a como a cereja do bolo: dolce far niente seria um gran finale para todos, afinal estávamos de férias. E foram deliciosos os dias que passamos nesta cidade super charmosa, que propicia divertimento pra todos os gostos. Vou fazer um post, mais adiante, sobre seus encantos…

Como disse, esta é uma das inúmeras maneiras de se conhecer o grande país chamado México. Deixo vocês com mais algumas fotos de nossa viagem, só pra dar agua na boca! BN

 

Com a cópia do cocar de Montezuma, no maravilhoso Museu Nacional de Antropologia, Cidade do México.

Com a cópia do cocar de Montezuma, no maravilhoso Museu Nacional de Antropologia, Cidade do México.

 

Amei esta cerca viva do Museu:

Amei esta cerca viva do Museu Estudio Diego Rivera, na Cidade do México: Criativa, visual e funcional!

 

Em frente ao Museu Soumaya, Cidade do México.

Em frente ao Museu Soumaya, Cidade do México.

 

A colorida Guanajuato!

A colorida Guanajuato!

 

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Esplendor maia na soberba Uxmal: Visita obrigatória!

 

Eis o 'El Caracol", o impressionante observatório astronômico maia que ajudou-os a prever as fases da lua, os equinócios, as eclipses do sol e lua, etc.

Eis “El Caracol”, o impressionante observatório astronômico maia que ajudou-os a prever as fases da lua, os equinócios, as eclipses do sol e lua, etc, em Chichén Itzá cidade que é uma das 7 maravilhas do mundo moderno.

 

Visual da Bahia Punta Soliman onde ficava nosso hotel em Tulum: Heaven!

Visual da Bahia Punta Soliman, onde ficava nosso hotel em Tulum: Heaven!

 

Dá pra acreditar nesta transparência...

Dá pra acreditar nesta transparência…

 

Acabo com as TM curtindo a vida em Tulum a caráter...

Fecho com as TM curtindo a vida em Tulum, a caráter: A gente fica louca com os looks locais!

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VAI VIAJAR? SUPER DICA PARA FAZER SUA MALA E CHEGAR TUDO ARRUMADO E PASSADO! Vale Ver de Novo

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Quando abro minha mala no destino, tenho a impressão que estou diante de um “mingau” de tão amassadas que minhas roupas estão, por mais cuidado que eu tenha tido ao faze-la…

E a possibilidade de se deparar com um armário meio “qualquer coisa” no hotel? Socorro, ninguém merece!

Pois achei esta dica que quero dar pra voces e que é sensacional! Roupas impecáveis, prontas para serem usadas e para serem arrumadas, ou melhor, penduradas no armário!

Olhem só as fotos e assistam ao filminho que explica tudo!

 

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ENTREVISTA COM O GRANDE PIANISTA MARCELO BRATKE: VALE A PENA VER DE NOVO

 

 

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O pianista Marcelo Bratke.

 

Sigo a carreira de Marcelo Bratke há mais de 25 anos, um dos maiores pianistas brasileiros do nosso século, e pedi uma entrevista exclusiva para o 40 FOREVER, onde ele nos conta um pouco de sua vida.

Marcelo foi aclamado pelo jornal New York Times por sua interpretação de Villa Lobos no Carnegie Hall e tem se apresentado nas mais prestigiadas salas de concerto do mundo, como a Queen Elizabeth, em Londres, a Konzerthaus, em Berlim, no festival de Salzburg ou no Suntory Hall, em Tóquio.

Seu CD dedicado ao “Le Groupe des Six”, de Jean Cocteau, foi considerado pela revista britânica Gramophone como uma das melhores gravações eruditas de todos os tempos.

Marcelo é um grande motivo de orgulho para o nosso país.

 

 

Trechos de Marcelo tocando.

 

 

Aqui com tocando com a cantora Sandy

 

MP – Como se sente tocando no Brasil?
MB-Adoro tocar no Brasil! Não somente no circuito das grandes salas de concerto, como a Sala São Paulo e o Theatro Municipal do Rio de Janeiro, onde toco freqüentemente, mas também em cidades que nunca recebem projetos culturais. Tenho ido muito à região amazônica. Estados do Amazonas e Pará. Além dos dois grandes teatros, como o Teatro Amazonas, em Manaus, e o Teatro da Paz, em Belém, tenho realizado concertos em lugares isolados, como Canaã dos Carajás, Parauapebas e Marabá. Em 2016 farei uma grande turnê por pequenas cidades do Estado de São Paulo, onde o público delira com os concertos.
MP- Qual a sala de concerto que você mais gosta de tocar? Porque?
MB-O Carnegie Hall, em Nova York. Quando eu estudava na Julliard School of Music me lembro que passava em frente ao Carnegie Hall e pensava (inseguro) comigo mesmo: acho que neste palco nunca vou tocar ! O Carnegie Hall foi inaugurado por Tchaikovsky! Rubinstein, Horowitz, Toscanini, Karajan, Frank Sinatra, Villa-Lobos, Tom Jobim e João Gilberto passaram por lá. Há uma energia incrível, como em nenhuma outra sala de concerto. Uma acústica perfeita. Toquei diversas vezes no Carnegie Hall, mas a minha estreia foi em 2004. Foi o primeiro concerto que fiz logo após eu ter realizado, em Boston, uma cirurgia oftalmológica que fez com que eu enxergasse o mundo como ele é pela primeira vez, pois nasci com um problema grave de visão. Foi uma profunda emoção entrar naquele palco e conseguir, pela primeira vez, ver os rostos das pessoas que estavam na plateia naquela noite. Nunca me esquecerei!

MP- Me conte um pouco de sua vida artística neste momento…Onde está morando? Com quem você está estudando?
MB-Criei há alguns anos a Camerata Brasil, uma orquestra que profissionaliza jovens que vieram de áreas desprivilegiada da sociedade brasileira. É uma orquestra bem brasileira onde há uma fusão entre músicos eruditos e populares. Realizamos juntos nos últimos 7 anos mais de 300 concertos em 11 países. É um projeto que cresceu muito e que tem sido endossado por importantes instituições nacionais e internacionais como o The New York Times, a BBC de Londres, O Ministério das Relações Exteriores e o British Arts Council, entre outras. Vivo entre Londres e São Paulo desde 1994 com minha esposa que é a artista plástica Mariannita Luzzati.

MP- Foi importante para você sair do Brasil? Porque?
MB-Eu sempre fui meio nômade e desde os 22 anos de idade vivi em vários países. Aprender com outras culturas foi essencial para mim. Sair de um “porto seguro” e ter que articular novos modos de pensar. Não somente pensar a música, mas a vida em geral. Estou sempre aprendendo algo novo e o fato de eu viver em dois lugares tão antagônicos, me faz vivenciar o mundo em sua diversidade.

MP_ Quem foram seus grandes professores?
MB-Minha primeira professora, Zélia Deri, que foi quem colocou literalmente minhas mãos no piano. E o grande mestre: o compositor, maestro e filósofo musical alemão Hans Joaquim Koellreutter.

MP- Quem o artista que vc mais gosta de interpretar?
MB-Heitor Villa-Lobos!

MP- Como se sente sendo considerado um dos maiores pianistas do mundo?
MB-Para mim o importante é poder realizar os meus projetos e ter a liberdade de me colocar novos desafios, sempre! Vejo a música como um instrumento que aproxima as pessoas e as culturas distantes.

MP- Qual suas próximas metas?
MB-Seguir com o projeto Camerata Brasil e o projeto Villa-Lobos Worldwide, um projeto que criei para divulgar a obra de Villa-Lobos no mundo e que inclui várias ações: a gravação de sua obra para piano em 8 CDs com distribuição em 30 países pela gravadora britânica Quartz e pela brasileira Biscoito Fino, concertos no Brasil, Europa, Estados Unidos e Ásia, concertos especiais para crianças de várias partes do mundo, concertos em penitenciárias brasileiras e um programa de rádio que apresento semanalmente na Cultura FM de São Paulo chamado Alma Brasileira.

 

 

Pra terminar, sessão PING PONG:

MP- Quem é seu idolo? Um ou mais?
MB- Woody Allen e Ingmar Bergman.

MP- Qual seu hobby?
MB- Desenhar.

MP- Livro de cabeceira?
MB- As partituras de Villa-Lobos

MP- Cidade preferida?
MB- Istambul (que ainda não conheço!)

MP- Tem planos de tocar no Rio? Quando?
MB- Sempre tenho planos para estar no Rio. No segundo semestre de 2016 farei uma turnê nacional enfocando Villa-Lobos e Tom Jobim que passará por 20 cidades e que incluirá o Rio de Janeiro.

Marcelo, te desejo sempre muito sucesso e obrigada por representar o Brasil de forma tão nobre, mundo afora! MP

 

 

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