Tem gênio maior que o Antonio Neves da Rocha?
Ele faz as festas e casamentos mais bonitos do mundo!
Essa festa foi pra um casal que estava de mudança do Rio de Janeiro pra New York, sendo o Rio representado em branco e NY em preto, tudo ilumidado com leds, um efeito espetacular que deixou todos os convidados deslumbrados com a beleza do décor!
Amo tudo que ele faz!
O Stresa é um dos restaurantes mais “glamorous” de Paris, adoro ir almoçar lá. Nesta época dos desfiles em Paris é um badalo só! É um lugar divino onde encontro sempre amigos e artistas que admiro, como Jean Paul Belmondo e Alain Delon e também todas as cabeças coradas e interessantes do mundo inteiro!
O escultor Cesar cozinhando com os irmão.
Durante anos o grande escultor francês Cesar, que criou a estátua do “Oscar” do cinema francês, almoçava lá todos os dias, e seu pagamento eram esculturas feitas por ele e dadas aos irmão Faiola. Aliás tem uma que adoro que são talheres prensados… Hoje vale uma verdadeira fortuna!
Os cinco irmãos Faiola.
A história é incrível pois o Stresa foi vendido em 1984 aos irmão gêmeos Antonio e Claudio Faiola, que já eram copeiros do restaurante e aos poucos a família dominou o lugar. Hoje em dia os 5 irmãos são sócios, uns servem e outros cozinham divinamente bem. É a verdadeira cozinha italiana gostosa e ensinada pela “Mamma”que deveria ser poderosa na cozinha pois a comida é realmente excepcional e vários pratos tem o nome de clientes “stars” queridos.
Irresistível o espagueti com trufas…
O único defeito é que como é bem pequeno a reserva tem que ser feita com um pouquinho de antecedência, mas vale MUITO a pena…
A Sicília é dos lugares mais incríveis e genuínos que conheci.
Como nas páginas de Lampedusa, que é “a sua mais perfeita tradução”, a melancolia domina aquela velha, distinta e linda senhora, veramente italiana! Morna e ensolarada, arrastada e totalmente imprecisa, sua essência vai entranhando, vagarosa, em nossas almas, até nos intoxicar. Apesar de uma estagnação, sem cura, a Sicília é tudo de bom e muito mais!
A deslumbrante baia de Palermo, capital da terra dos “Leopardos”!
Encravada no meio do Mediterrâneo, e a maior ilha deste mar, a Sicília foi o umbigo do mundo náutico, desde a antigüidade até o homem começar a voar. E todos os que navegaram por suas bandas deixaram incauculáveis tesouros, que denunciam este passado de glória e fazem a festa dos turistas de hoje.
Existem duas formas de conhece-la, por barco ou carro, e uma distância de milhares de euros, entre uma e outra. Mas nada que mude, fundamentalmente, o prazer de descobri-la, porque ela é imperdível! A diferença é, sobretudo, uma questão de edição: pra quem vai por mar, a viagem é mais romântica e o ângulo mais generoso. Os que vão por terra, deparam-se com as suas entranhas contemporâneas. Mas há quem assim prefira, como os neo-realistas, os easy going e eu…
Templo da espetacular acrópole se Agrigento… Parece terracota.
A minha viagem à Sicília foi mágica e por terra, isto é, chegamos de avião e depois, carro o tempo todo. Éramos um grupo de quatro casais, sendo que três dos maridos, brilhantes embaixadores brasileiros. Com este time, calculem a competência do nosso roteiro: impecável tanto em logística quanto em conteúdo.
A estratégia foi dividir a ilha em três partes e hospedarmos em cada uma delas, até esgota-la, antes de seguir viagem. Fomos do ocidente para o oriente, isto é, de Palermo (“base do oeste”) pra Taormina (“base do leste”), fazendo um pitstop em Agrigento (“base do centro”). Idéia simples e engenhosa, pois é a melhor forma de se cobrir a vastidão siciliana. Resumindo:
No leste, hospedamos em Palermo, por cinco noites;
No centro, hospedamos em Agrigento, por uma noite;
E no oeste, em Taormina, por quatro noites.
O lindo teatro de Taormina (quem viu Mighty Afrodite? É ele!) com o Etna ao fundo!
Se consegui despertar em você alguma curiosidade sobre a terra dos Leopardos leia, mais adiante, “Velha Sicília parte 2″, pois nele especifico o roteiro que seguimos, com nosso passo-a-passo e conto sobre os hotéis em que ficamos.
Queria registrar que todos os meus sonhos de viagem viram realidade, nas mãos amigas e competentes do Lord Bob Medici e sua mulher, minha amiga querida, Alice! BN
Tenho uma característica, que a esta altura do campeonato, no Brasil, não sei mais se é um defeito ou qualidade.
Sou pra lá de pontual! Chego sempre um minuto adiantada, de tão paranóica com horário que sou!
Até quando tenho certeza absoluta que vou mofar esperando, chego na hora! Desespero meu e das minha amigas!
Mulheres da minha familia são famosas pelo atraso, trabalham com outro fuso horário: Tokyo-Rio!
Li outro dia no O Globo uma matéria com o pai da Gisele Bundchen (aliás muito boa!), em que ele contava sobre a educação das filhas. Entre os vários elogios que a Gisele recebia das muitas pessoas com quem trabalha, um deles era sobre o profissionalismo, a pontualidade.
O pai dela diz então: “Ser pontual, é a maior forma de consideração que você pode demonstrar pelo próximo”.
Tenho uma amiga, pra lá de atrasada aqui no Rio (atrasada no último!), que viaja muito, e lá fora, não atrasa nem um milésimo de segundo, porque se atrasar não é mais convidada pra nada! Ou seja: quando quer a pessoa consegue ser pontual!
Aqui essa mania de chegar atrasado virou sinônimo de ser chic, o que na verdade é mal educado demais!
O segredo é não sair atrasado de casa ou do trabalho, a não ser por motivo de força maior!
( Este post é dedicado para as minhas atrasadas amadas ! Please, cheguem na hora!!! )