2012

ARCOS NO JARDIM DE SUA CASA

Sou uma pessoa totalmente apaixonada por flores e não sei viver sem. Nem que seja “uminha” na minha cabeceira, eu preciso sempre de sua companhia, pois para mim flor é um sinal de vida, alegria, casa cheia, cheirosa, felicidade e amor. Como diz o rei RC,  até as flores morrem de saudades!

Para florir o nosso dia, escolhi fotos de alguns jardins que achei encantados e enfatizei os que tinham arco, solução fácil para tornar qualquer cantinho aconchegante, charmoso e super romântico. E também porque eles fazem toda a diferença num jardim, seja ele pequeno ou grande.

Além do mais, os arcos podem se adaptar a qualquer tamanho de terreno. Basta um bom serralheiro, ter uma “mão verde” para plantar a flor escolhida, que tem que ser sempre algum tipo trepadeira e o resultado é glorioso vejam que lindo…

MP

http://www.youtube.com/watch?v=CLAjS6GSWUM&feature=related

RC sempre romântico para combinar com as flores…

Esta arco todo de trepadeira de rosas é maravilhoso!

Meu Deus este túnel de limão é um sonho…

Que tal este de bougainvilles?

Este todo verde é um escândalo!

Trepadeiras verdes com rosas brancas, ai que lindo!

Este é uma parreira que em breve estará lotada de uvas…

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AMP T-SHIRT STORE

 

 

Cello Macedo é um craque nos negócios. Casado com a chef Zazá Piereck, foi ele quem criou o Zazá Bistrô e também o bar 00, a cerveja Devassa e a pizzaria Vezpa.

Depois de 15 anos de sucesso no ramo da gastronomia, Cello entra no mundo da moda com a AMP T-shirt Store, marca só de camisetas, que acaba de abrir seus dois primeiros endereços no Rio: Shopping Leblon e Rio Design Barra. A proposta é das mais divertidas: com dez novas prints a cada semana, camisetas femininas, masculinas e infantis exibem estampas inspiradas na cultura urbana, sempre em edição limitada.

 

 

Os pontos de venda são ilhas-design, feitas com módulos de madeira, que parecem grandes caixas de papelão, nos corredores dos shoppings. E a estreia acontece também com loja online para a venda em todo o país: www.amptshirtstore.com.br

 

AC

 

 

 

 

Para comprar online clique  aqui!

 

AC

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UMA PALAVRINHA SOBRE SUTIÃ por DEONISIO DA SILVA

 

O Blog hoje está impossível, está com tudo e com motivo, estamos prosas!

Nosso convidado é o Professor Deonísio da Silva, que nos dá essa colher de chá maravilhosa, nos honrando com esta cronica escrita especialmente para o 40 Forever!

AC

 

 

UMA PALAVRINHA SOBRE SUTIÃ

 

“Escritores usam sutiã! Jornalistas também! É frequente o uso de sutiãs entre os que redigem. Quem faz dicionários, também usa sutiã!

Há mais significados sob as palavras do que supõem nossos parcos saberes. Todavia o sutiã utilizado pelos profissionais do parágrafo anterior não é o fetiche encantador do vestuário feminino, talvez a primeira peça com a qual o ser humano dá de cara (ou de boca!) nos primeiros meses de vida, quando a mãe descobre os seios para amamentar o rebento.

 

 

É que sutiã tem outro significado, assim fixado no Dicionário Aulete: “Frase colocada depois do título e que serve para complementar o mesmo; subtítulo.”

No seu significado predominante, sutiã veio do Francês soutien, designando peça íntima para sustentar, modelar ou simplesmente enfeitar os seios.

Há sutis e complexas diferenças nas línguas francesa e espanhola para esse sortilégio, esse amuleto da lingerie, que, aliás, tem este nome porque as primeiras vestes femininas íntimas foram feitas de lin, linho, substantivo francês que está na origem do adjetivo lingerie, feito de linho.

As espanholas usam sujetador, significando dominador. Isto é, para as espanholas, o sutiã domina algo que pode escapar. Para as francesas, sustenta algo que pode cair.

Em outras línguas, como as anglo-saxônicas, é denominado brassière, do antropônimo francês Philippe Brassière, ou simplesmente bra. Os norte-americanos creditam a invenção do sutiã à debutante Mary Phelps Jacob, que em 1914 recebeu 15 mil dólares pela patente de uma peça do vestuário feminino que denominou soutien-gorge.

 

Mary Phelps Jacob

 

 

Mary abominava os espartilhos, usuais e tidos por elegantes naquela época. Inconformada em sair à rua com o corpo tão apertado, acolheu ideia de sua anônima criada francesa e amarrou dois lenços para segurar os seios, ligando um pano ao outro com uma fita.

 

Quem não se lembra desta cena de …E o Vento Levou?

 

A inventora jamais conseguiu comercializar aquela peça, mas desde então muitas empresas têm ganhado fortunas incalculáveis em todo o mundo fabricando sutiãs.

O costureiro e decorador francês Paul Poiret, em En Habillant l’Èpoque, atribui a si mesmo a invenção do sutiã para suas clientes. Também Otto Titzling é dado como inventor da peça, em 1912.

As mulheres da Roma Antiga usavam o strophium, um pano que mantinha erguidos os seios. A palavra latina era a mesma para designar a corda que amarrava o navio ao cais. A ideia, para os navios como para os seios, era a de prendê-los.

 

Strophium

 

Famosas mulheres, muito conhecidas dos habitantes da Galáxia Gutenberg, não puderam contar com a ajuda de sutiãs para encantar aqueles homens que, antes de nós, se apaixonaram por elas. O Diccionario da Lingua Portugueza, de Antonio de Moraes Silva, cuja sétima edição, “melhorada e muito accrescentada”, foi impresso na “Typographia do editor Joaquim Germano de Souza Neves”, à Rua da Atalaia, em Lisboa, ainda não trazia a palavra sutiã.

Rastreando obras de referência ou romances, poesias, contos, crônicas e ensaios, não encontramos sutiã antes do século XX! Portanto, famosas e emblemáticas personagens femininas de Eça de Queiroz, de Machado de Assis, de Balzac, de Flaubert, de Shakespeare, de Dante, de Cervantes e de quantas mais dessas épocas pregressas, não usavam sutiã.

Hoje só não usa sutiã quem não quer! Nós, os que escrevemos, para fazer subtítulos que amparem nossos textos. As mulheres, para segurar o que a lei da gravidade tende a pôr abaixo. ”

 

Madonna e seus famosos sutiãs shows!

 

Deonísio da Silva

Da Academia Brasileira de Filologia, Vice-reitor da Universidade Estácio de Sá e Consultor do Dicionário Aulete, escritor e professor.

Escreve semanalmente na revista Caras sobre Etimologia das Palavras.

 

AC

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JINGLE BELLS PARA UM GUIA GASTRONÔMICO A CARA DO RIO!

 

Eis uma bela sugestão de presente pro seu natal!

 

Este post me foi soprado pela querida Cintia Parcias, jornalista maravilhosa e membro de uma família que nosso BLOG louva. A dica, de tão boa, passou a fazer parte dos acessórios de primeira necessidade do meu carro, pois é uma divina fonte de inspiração e me coloca na boa, direto e com canastra de ouros…

 

Amanhã, dia 27 de novembro, vernissage desta pequena jóia em forma de guia: na livraria Argumento, do Leblon, a partir das 19 horas. Não perco, por nada, meu lugar na fila!

 

Trata-se do Guia de Bistrôs do Rio de Janeiro, de Alex Herzog, editora Mauad, que dita com maestria onde comer bem, bacana e barato: três Bsque fazemos questão de prestigiar. Dividido em capítulos / bairros, a leitura é adorável e conta uma história que ilustra cada um dos lugares escolhido, revela seu charme secreto e aconselha, com competência, o que comer por lá.

Além das informações dos restaurantes, o livro lista mais de 150 programas cariocas, indicando parques, jardins, museus, galerias de arte e centros culturais a serem visitados.

Passo a palavra ao Alex Herzog, seu autor, para que nos conte sobre o seu guia que é tudo de bom! BN

 

Alex cruzou a cidade sobre uma scooter Bee vermelha, munido de três câmeras fotográficas pra registrar o que achou de interessante pra gente!

 

ALEX HERZOG:
“Eu fiz um guia que reúne restaurantes e bares de várias categorias que eu considero interessantes seja pelo cardápio, pelo ambiente, pelo proprietário ou pelo conjunto de tudo isso. É o que eu chamo de “espírito de bistrô”, não importando qual o tipo de restaurante e bar ou de comida. Inclui os locais que mais costumo frequentar e outros que acabei descobrindo, ao longo da minha pesquisa feita por dois anos, indicados por amigos, por chefs e por donos de restaurantes. Procurei manter o conceito de informar onde comer bem, bacana e barato – ou seja, locais que, acima de tudo, ofereçam boa gastronomia a preços justos, mesmo quando se trata de um local mais “pé sujo” ou mais sofisticado”. AH

 

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